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Transferência embrionária: 7 tópicos que você precisa saber

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    A transferência embrionária, como o próprio nome sugere, é o processo por meio do qual o embrião é transferido para o útero que irá gerá-lo. Essa é a etapa final da técnica de fertilização in vitro (FIV), e ocorre depois que os gametas são fecundados em laboratório.

     

    Justamente por isso, é o momento de maior expectativa para os casais. Doze dias após a realização do procedimento, é realizado o exame de sangue (Beta-HCG) para confirmar se a gravidez obteve sucesso ou não.

     

    Neste post, selecionamos as 7 principais informações que você precisa saber sobre a transferência embrionária, mas antes, baixe na imagem abaixo o nosso ebook sobre os 3 principais motivos de infertilidade!

     

    3 principais motivos de infertilidade

     

    1 – Como funciona a transferência embrionária

    Depois que os gametas(óvulos e espermatozoides) são colhidos e fecundados em laboratório, os embriões gerados são analisados e, os de melhor qualidade, transferidos para o útero da futura gestante.

     

    O procedimento ocorre por meio de cateteres, que auxiliam a implantação dos embriões na cavidade uterina. A transferência, na maioria das vezes, é simples e indolor, sem uso de anestesia. O desconforto sentido é similar ao exame Papanicolau.

     

    Em casos mais raros, é necessária a realização de um procedimento cirúrgico. Ainda assim, ele é de baixo impacto e não oferece risco para a saúde da mãe.

     

    2 – Tipos de preparativos

    O principal preparativo para quem vai passar por uma transferência embrionária é manter a calma. O procedimento geralmente acontece no terceiro ou quinto dia após a coleta dos óvulos, se for a fresco ou será agendada se os embriões forem congelados.

     

    É recomendado que a paciente beba bastante líquido na véspera para que a bexiga esteja cheia. Isso auxilia na retificação do útero e ajuda a ter uma melhor visualização da cavidade uterina pelo aparelho de ultrassonografia, sendo isto fundamental para o deposito e futura implantação do embrião nesta cavidade.

     

    3 – Quantidade de embriões que podem ser transferidos

    O número de embriões que podem ser transferidos depende de diversos fatores. A idade da mulher e a receptividades do endométrio são os principais.

     

    Segundo as recomendações do Conselho Federal de Medicina no Brasil, o número máximo deve ser quatro. Já que maior número de embriões não significa maior probabilidade da gestação acontecer. Uma das maiores preocupações é em relação à gravidez múltipla, que pode gerar riscos tanto para os bebês quanto para a mãe.

     

    Até 35 anos, recomenda-se a transferência de um a dois. Dos 35 aos 37, independente do quadro da mãe, dois; dessa fase aos 40, no máximo três. E, a partir daí, até quatro.

     

    4 – Transferência embrionária a fresco ou congelado: principais diferenças

    A chamada transferência a fresco é aquela em que os gametas são recolhidos, fecundados e, num período de três a cinco dias, devem ser implantados no corpo da gestante.

     

    A diferença para o método de congelamento consiste no tempo entre o recolhimento dos gametas e a transferência uterina. Podem ser congelados tanto os gametas separadamente (óvulos e espermatozoides) quanto os embriões já amadurecidos.

     

    Com a evolução da técnica, não há perda de qualidade dos embriões ou mesmo risco para o futuro bebê que será gerado. A escolha de uma ou outra opção depende do tipo de planejamento que o casal realizou, além das condições de saúde indicadas pelo médico.

     

    5 – Como o embrião se desenvolve

    O embrião começa a se desenvolver assim que o óvulo é fecundado pelo espermatozoide. O processo até se tornar um zigoto, quando passa por uma série de subdvisões, dura, em média, de três a quatro dias, e ocorre em laboratório.

     

    Assim que é implantado no útero e recebido pelo endométrio, ele continua a se desenvolver, produzindo células. A placenta começa a se formar. Na terceira semana após a fecundação, os órgãos já começam a se formar e o coração, bater.

     

    Por volta da quinta semana, o embrião começa a desenvolver braços e pernas, e, na nona, ocorre o processo de formação dos ossos. Nessa fase, ele já passa a ser chamado de feto. O nascimento ocorre por volta da 40° semana

     

    6 – O pós transferência embrionária

    Após a transferência embrionária, a mulher pode seguir tranquilamente a sua rotina. Trabalhar, estudar e se dedicar às atividades cotidianas. Isso porque a implantação do embrião no útero é similar a de uma gravidez natural.

     

    É importante ter atenção, evitando estresse e atividades de impacto. E, como cada caso exige cuidados específicos, contar com o acompanhamento médico é essencial.

     

    Além disso, a mulher requer outros cuidados para além dos corporais. Atenção à saúde mental e emocional!

     

    7 – A espera do resultado

    A espera do resultado é o momento de maior ansiedade de todo o tratamento. Depois de longas semanas realizando exames, consultas médicas e fazendo uso de medicamentos, é a etapa final.

     

    O exame de sangue Beta-HCG, que comprova a gravidez, é realizado entre o 12° e o 14° dias após a transferência embrionária. Nessa fase, é importante manter a calma.

     

    ***

    Este post apresentou as informações essenciais sobre a transferência embrionária, uma das etapas mais importantes da fertilização in vitro (FIV). Como foi possível perceber, inúmeros fatores interferem no sucesso do tratamento. A escolha de uma boa clínica e de uma equipe qualificada é essencial nesse processo.

     

    Confira também os principais tipos de tratamento de fertilização in vitro (FIV) oferecidos pela Huntington Pró-Criar.

     

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