Você sabe o que é a ovodoação? Entenda.

Quando se fala em banco de gametas, que pode ajudar casais a realizarem o sonho da chegada de um filho, a primeira coisa que vem à mente são os espermatozoides, certamente. Mas eles não são os únicos.

A doação de óvulos, também chamada de ovodoação, é tão importante para as técnicas de reprodução assistida quanto a de sêmen. No Brasil, há uma legislação específica para esses casos, que regulamenta a doação e a recepção do material.

Importância da Ovodoação

A doação de óvulos é um ato solidário, realizado por mulheres em idade fértil e em boas condições reprodutivas que queiram ajudar aquelas que não se encontram na mesma situação. Quer saber mais sobre o assunto e como funciona o processo de doação de óvulos? Então, acompanhe o nosso post. Reunimos algumas informações básicas para te ajudar.

Ovodoação: o que é e quem pode fazer

Apesar de ser um processo simples, a ovodoação envolve muitos tabus e controvérsias, principalmente pela falta de informação adequada. É, antes de tudo, um ato de solidariedade e altruísmo de mulheres em idade reprodutiva e boas condições, que doam para aquelas que, por motivos variados, não possam ou não consigam utilizar os seus óvulos, ajudando a realizar o sonho da maternidade.

Como o processo ocorre?

A doação de óvulos é um processo voluntário, anônimo e que não pode envolver relação financeira de caráter lucrativo ou comercial. As doadoras precisam atender a uma série de critérios importantes, como idade entre 18 e 34 anos, ter boa saúde comprovada através da realização de exames, não possuir risco de transmissão de doenças genéticas ou sexuais e, quando casada, precisa contar com o consentimento do parceiro, comprovado legalmente. No Brasil, o procedimento é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Além disso, a doadora precisa fornecer algumas informações pessoais, como peso, altura, características físicas e grupo sanguíneo. Contudo, a identidade de ambas permanece anônima e nenhuma das duas pode ter contato com a outra, tanto durante processo do tratamento quanto posteriormente. Da mesma forma, a doadora nunca poderá obter informações sobre as possíveis crianças geradas ou mesmo ter contato com elas. Tudo isso garante mais segurança para todos os envolvidos.

Como realizar a doação

As mulheres que atendam aos critérios e desejem doar os seus óvulos devem procurar a clínica de reprodução assistida mais próxima de sua residência. A primeira etapa consiste no preenchimento de um formulário que será analisado pela equipe médica do local. Esse processo pode não ser imediato, já que, para doar, é necessário ter uma receptora compatível com o mesmo perfil aguardando. Se houver, a doadora passa por entrevistas e uma série de exames que atestem os requisitos de saúde necessários para a doação dos gametas.

Confirmados os critérios básicos, a doadora estabelece um contrato com a clínica responsável e o procedimento começa a ser realizado. Primeiramente, a mulher faz uso de medicamentos que estimulam uma maior produção ovariana durante alguns dias.

Acompanhamento da equipe médica

O processo é acompanhado pelos médicos e, quando avaliado o melhor momento para coleta dos óvulos, eles são retirados por meio de punção ovariana. Após esse processo, os óvulos são analisados e selecionados em laboratório para poderem ser fecundados e, logo após, injetados no útero que irá gerá-los.

Durante todo o tratamento, são necessárias algumas restrições quanto ao uso de bebidas alcóolicas e drogas, práticas sexuais e outras indicadas pelo médico.

Outra opção é a chamada doação de óvulos compartilhada, que pode ser realizada por mulheres que estejam passando pelo processo de fertilização in vitro (FIV) e queiram doar os seus óvulos para aquelas que estejam realizando o procedimento ao mesmo tempo. Nesse caso, o custo do tratamento da doadora pode ser compartilhado com a receptora. Assim como no anterior, esse processo é mediado pela clínica e deve envolver todos os critérios de anonimato.

A doadora de óvulos tem menos chances de engravidar no futuro?

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre as mulheres que têm vontade de doar os seus óvulos. Pode ficar tranquila, o processo não interfere na capacidade reprodutiva, nem a curto ou longo prazo.

Estimulação Ovariana

A estimulação ovariana, por meio do qual é realizada a captação dos gametas femininos, ativa o desenvolvimento de óvulos que seriam naturalmente descartados pelo corpo da mulher.

Isso acontece porque a mulher nasce com uma quantidade fixa de óvulos (entre 500 mil e 1 milhão) que vão se perdendo ao longo da vida até chegar na menopausa. Durante a idade reprodutiva, a cada ciclo menstrual, vários óvulos iniciam o crescimento, mas apenas um se desenvolve o suficiente para ovular e, posteriormente, ser fecundado. Os outros, que não foram utilizados, são eliminados pelo corpo.

Se você chegou até aqui, pôde conhecer informações básicas sobre a ovodoação, que auxilia mulheres que não podem utilizar seus próprios óvulos a realizar o sonho da maternidade. Como foi abordado, esse é, antes de tudo, um ato de solidariedade, já que não envolve nenhum tipo de relação lucrativa.

Se você atende aos critérios básicos e pensa em realizar a ovodoação, agende uma consulta conosco. A Pró-Criar é uma clínica especializada em medicina reprodutiva e conta com uma equipe multidisciplinar preparada para te atender, de forma ética e responsável.

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    Equipe Médica Revisora do Texto

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    Infertilidade transitória: o que é e como resolver?

    Muitas vezes, a infertilidade é um estado temporário que pode se resolve completamente após a mudança de alguns hábitos de vida.

    Quer descobrir o que é a infertilidade transitória, suas causas e como resolvê-la? Confira tudo aqui no nosso post!

    O que é a infertilidade transitória?

    A infertilidade transitória é definida como um período no qual o casal em idade fértil não consegue engravidar, podendo haver a recuperação da fertilidade no futuro.

    O que causa a infertilidade transitória?

    A infertilidade transitória é causada por hábitos de vida não saudáveis que afetam o funcionamento do sistema reprodutor e reduzem a fertilidade do indivíduo.

    As principais causas são:

    • estresse;
    • tabagismo;
    • consumo excessivo de álcool;
    • obesidade;
    • sedentarismo;
    • prática excessiva de exercício físico;
    • baixo peso;
    • uso de drogas;
    • poluição atmosférica e toxinas ambientais;
    • consumo excessivo de chá de hibisco;
    • anabolizantes;
    • quimioterapia e radioterapia.

    Como esses fatores causam a infertilidade?

    Em geral, eles afetam a produção hormonal na mulher ou no homem, prejudicando alguma etapa essencial para a concepção.

    As mulheres que fumam demoram, em média, o dobro do tempo para engravidar do que as não fumantes, por exemplo. Nos homens, o álcool costuma reduzir o nível de testosterona e alterar a forma e a função dos espermatozoides, prejudicando a ereção e a fecundação.

    Esses fatores sempre geram infertilidade?

    Não. Cada organismo reage à influência desses fatores de uma forma única e pouco previsível.

    Assim, embora o estresse e a obesidade possam provocar infertilidade em um casal, isso não significa que outros casais na mesma situação não conseguirão engravidar.

    A infertilidade transitória pode se tornar permanente?

    A princípio não, já que, por definição, a infertilidade transitória ocorre como uma reação temporária do organismo a algum fator ambiental. Se esse fator for removido, o esperado é que a fertilidade retorne ao que era antes.

    A quimioterapia e a radioterapia, no entanto, podem provocar uma infertilidade permanente, sendo indicado o congelamento de gametas antes da realização desse procedimento aos indivíduos que desejam ter filhos no futuro.

    Como tratar a infertilidade transitória?

    Antes de tudo, é preciso que o casal reconheça o estado de infertilidade, definido pela ausência de gestação após um ano de tentativas (se a idade da mulher for menor que 35 anos).

    A partir de então, é necessário que o casal adote hábitos de vida saudáveis. Como, na maioria dos casos, é impossível apontar qual fator está influenciando mais a fertilidade, é importante agir sobre todas as possibilidades.

    Ou seja, controlando o peso, adotando uma dieta rica em frutas, saladas e cereais, praticando exercícios físicos de intensidade moderada regularmente e abandonando o consumo de álcool, cigarro e outras drogas.

    Ainda tem dúvidas sobre a infertilidade transitória? Escreva um comentário aqui no post!

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    Entenda o que é histerossalpingografia e sua importância

    Se você sente que está difícil de engravidar, o seu médico precisará solicitar alguns exames e, a partir do resultado deles, dar o diagnóstico. Afinal, as causas da infertilidade podem ser muitas, tanto femininas quanto masculinas.

    Por sorte, a causa da infertilidade pode ser na maioria das vezes identificada com base nos resultados de alguns exames principais, dentre eles, a histerossalpingografia, capaz de avaliar as condições do útero e principalmente das trompas. Com o diagnóstico correto, é possível fazer o tratamento mais adequado.

    O que é histerossalpingografia

    A histerossalpingografia é uma forma de raio-x utilizada para visualizar as trompas e a cavidade uterina.

    Nesse exame, é possível que o médico conheça a forma e a estrutura do útero e saber se existe qualquer malformação ou cicatriz uterina que possa atrapalhar a aderência do óvulo fecundado.

    Ele também permite verificar se as trompas estão bloqueadas, dificultando o caminho que o óvulo deve percorrer desde o ovário até o alojamento no útero e ainda serve para investigar repetidos abortos, uma vez que eles podem ser resultados de problemas uterinos. Além disso, a histerossalpingografia auxilia a diagnosticar outros problemas ginecológicos, como pólipos e miomas.

    Como funciona o exame

    Geralmente, órgãos como o útero são difíceis de visualizar em uma imagem de raio-x comum, porém, na histerossalpingografia, é inserido um contraste na cavidade do útero e nas trompas.

    O contraste vai mapeando os órgãos enquanto percorre o sistema reprodutor feminino. Dessa maneira, o médico consegue observar a anatomia do útero e a morfologia das trompas e, assim, diagnosticar prováveis inconformidades dessas estruturas.

    O procedimento dura aproximadamente 30 minutos. No começo do exame, pode acontecer de a paciente sentir uma leve cólica, mas esse desconforto vai embora em poucos minutos.

    Recomendações para as pacientes

    Para fazer a histerossalpingografia é importante tomar as seguintes precauções:

    • informar ao médico se estiver grávida ou se tiver suspeita de gravidez, pois o contraste pode atingir o feto;
    • ingerir corretamente os remédios receitados pelo médico para fazer o exame;
    • relatar ao médico sobre a existência de doenças inflamatórias ou sexualmente transmissíveis;
    • avisar ao médico se for alérgica a contraste iodado;
    • esvaziar a bexiga antes do procedimento;
    • evitar relações sexuais alguns dias após o exame.

     Vantagens da histerossalpingografia

    Apesar de o nome poder assustar um pouco, a histerossalpingografia é um exame simples e rápido, trazendo uma série de benefícios, como se pode ver a seguir:

    • a histerossalpingografia é um exame pouco invasivo e que traz mínimas possibilidades de complicações;
    • o resultado do exame também ajuda no diagnóstico de doenças uterinas, como miomas e pólipos;
    • o procedimento pode, em algumas ocasiões, aumentar as taxas de gravidez espontâneas;
    • nenhum resíduo do contraste fica no organismo da paciente após a realização da histerossalpingografia.

    Resultados do exame

    A histerossalpingografia apenas analisa o interior do útero e das trompas para verificar se há anormalidades.

    Outras estruturas pélvicas são avaliadas apenas através do ultravaginal, ressonância magnética ou visão direta como na videohisteroscopia e videolaparoscopia. com ressonância magnética ou ultrassom. Por isso, dependendo dos resultados, o seu médico poderá solicitar mais exames para diagnosticar a causa da infertilidade.

    Esperamos que este artigo tenha contribuído para esclarecer como é feito o exame de histerossalpingografia e ajudar você a perder o medo de fazê-lo, caso seja solicitado por seu médico.

    E agora, depois da leitura, não deixe de curtir a nossa página no Facebook para conhecer mais sobre outros exames que diagnosticam infertilidade e as opções capazes de ajudar você a realizar o sonho de ter um filho!

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    Cistos no ovário: 6 mitos e verdades!

    Os cistos no ovário são um tipo de alteração que pode ocorrer em mulheres de todas as idades.

    Na sua maioria, os cistos ovarianos são pequenos e benignos, não provocam sintomas e podem desaparecer espontaneamente. No entanto, esse assunto causa muitas dúvidas e é cercado por mitos, principalmente em relação à sua influência na fertilidade feminina. Vamos esclarecer a seguir algumas dessas questões. Confira!

    1. Ovário policístico é o mesmo que cisto no ovário

    Mito. Cisto de ovário geralmente é único, tendo em geral de 3 a 10 cm, podendo ser maior. Já na síndrome dos ovários policísticos são encontrados vários pequenos cistos, com média de 10 milímetros de diâmetro espalhados pelo ovário.

    Por serem parte de um quadro de anovulação, a frequência da menstruação na mulher com síndrome dos ovários policísticos é menor, ocorrendo a cada dois ou três meses. Há também outros sintomas, como o aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, acne, dificuldade para engravidar e ganho de peso.

    2. Existem diversos tipos de cistos ovarianos

    Verdade. Os tipos mais comuns são os cistos foliculares e os cistos de corpo lúteo.

    Os cistos foliculares evoluem de um folículo formado para abrigar o óvulo e liberá-lo em direção às trompas, no período da ovulação. Se esse folículo não se romper para liberar o óvulo, ele continua acumulando líquidos e crescendo, formando então um cisto. Na maioria dos casos, ele desaparece em algumas semanas.

    Já o cisto de corpo lúteo ocorre quando o óvulo é liberado, mas o corpo lúteo volta a se fechar e passa a crescer e acumular líquidos no seu interior.

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    3. Os cistos ovarianos só aparecem após a menopausa

    Mito. Após a menopausa, a mulher não ovula mais. Portanto, ela não desenvolve os tipos mais comuns de cistos ovarianos: os foliculares e os de corpo lúteo.

    4. Os cistos de ovário podem ser câncer

    Verdade. Os cistos de ovários na grande maioria são benignos e, muitas vezes podem ser distinguidos por meio de ultrassonografia ou ressonância magnética de tumores com apenas 1% dos casos representando malignidade, mas podem apresentar outros tipos de cisto ovariano em exames de sangue.

    Quando não é possível descartar a possibilidade de tumor maligno com exames de imagem, é recomendado retirar o cisto para uma avaliação histopatológica.

    5. Os cistos podem desaparecer espontaneamente

    Verdade. Dependendo do tipo, tamanho, idade da paciente e até mesmo alguns fatores genéticos, o cisto pode desaparecer espontaneamente, pois são chamados de cistos funcionais. Quando isso não ocorre, é necessário avaliar a possibilidade de retirá-lo cirurgicamente.

    6. Os cistos no ovário impedem a gravidez

    Mito. É muito raro um cisto ovariano causar infertilidade, mas ele pode dificultar a concepção devido às alterações hormonais que provoca. É recomendável que a mulher faça o acompanhamento do cisto ovariano antes de tentar engravidar.

    Na maioria dos casos, o tratamento para os cistos no ovário é muito simples, mas o acompanhamento do médico ginecologista é essencial para garantir o sucesso da terapia escolhida e não prejudicar a saúde da mulher e sua fertilidade.

    Falando em fertilidade, se você está tentando engravidar, baixe agora o nosso e-book “Guia: os maiores mitos e verdades sobre infertilidade masculina” e entenda quais são as opções utilizadas pela medicina para lidar com a infertilidade masculina e como identificar a melhor delas para cada caso.

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      5 filmes incríveis para quem está tentando engravidar

      Alguns filmes conseguem captar e transmitir as emoções não apenas de casais que descobrem que um bebê está a caminho, mas também daqueles que estão tentando engravidar e sonham com essa fase tão especial nas suas vidas.

      Por isso, elaboramos uma lista com 5 filmes que toda futura mamãe deve ver para se inspirar, se divertir e se emocionar enquanto a gravidez não é confirmada. Confira!

      1. O começo da vida

      O documentário, dirigido por Estela Renner e produzido pela Maria Farinha Filmes, foi filmado em 9 países e fala sobre a importância dos primeiros anos de vida de uma criança, já que esse período é crucial para o desenvolvimento saudável dos pequenos e se refletirá não só na infância, mas também na sua vida adulta.

      Durante duas horas, acompanhamos famílias de diferentes culturas, classes sociais e etnias para entender e descobrir como proporcionar um lar repleto de amor e segurança para as crianças.

      2. Plano B

      Zoe (Jennifer Lopez) cansou de esperar pelo par ideal e resolveu optar pela inseminação artificial para realizar o sonho de ser mãe. Acontece que, no mesmo dia em que se submete ao procedimento, ela conhece Stan (Alex O’Loughlin), com quem acaba se envolvendo.

      Confusa, Zoe tenta manter o relacionamento apenas na amizade, enquanto luta para esconder os sinais da gravidez de Stan. Porém, a verdade vem à tona, e o que poderia ser apenas mais uma decepção se torna uma possibilidade real de conseguir a família que ela sempre sonhou.

      3. Juntos pelo acaso

      Imagine um homem, Eric (Josh Duhamel), e uma mulher, Holly (Katherine Heigl), que acabam de se conhecer por intermédio de um casal de amigos. O que tinha tudo para ser um ótimo encontro, torna-se um terrível desastre e eles esperam nunca mais se ver.

      Contudo, devido a circunstâncias trágicas, ambos precisam se unir para cuidar da afilhada, Sophie (Alexis Clagett/Brynn Clagett), agora órfã. Juntos, eles precisarão enfrentar todas as dificuldades e desafios comuns a pais e mães de primeira viagem.

      4. Nove meses

      O longa de 1995 narra a história de Samuel (Hugh Grant) e Rebecca (Julianne Moore), um casal que namora há muito tempo e descobre que está esperando o primeiro filho.

      O grande problema é que a gestação não foi planejada e Samuel, que tem medo de compromisso, não quer abandonar a vida de farra e festas. Em meio a esse turbilhão de emoções e descobertas, acompanhamos as mudanças que a chegada de uma criança traz para a vida de ambos.

      5. A estranha vida de Timothy Green

      Cindy (Jennifer Garner) e Jim (Joel Edgerton) são um casal estéril que tenta, sem sucesso, realizar o sonho de ter um filho.

      Abalados emocionalmente, Cindy e Jim escrevem todas as características que desejam em um filho, colocam dentro de uma caixa e enterram no quintal. Após algum tempo, aparece, na casa deles, um menino chamado Timothy (CJ Adams) que, estranhamente, é exatamente como eles descreveram.

      Se você está tentando engravidar e está aguardando a boa notícia, certamente aproveitará todas essas histórias para analisar a importância do papel de uma família na chegada de um recém-nascido. Aproveite também para baixar o nosso ebook que explica tudo o que você precisa saber para engravidar!

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      Qual a relação entre gravidez tardia e climatério?

      A grande maioria das mulheres acredita que, com a chegada da menopausa, chega ao fim também o sonho de ser mãe um dia. Como já não menstruam mais – pelo menos não mais com a mesma regularidade — elas acreditam que uma gravidez já não é possível, o que não é verdade.

      A mudança no ciclo só pode ser caracterizada como menopausa se a menstruação desaparecer por 12 meses consecutivos. Aquela fase em que a menstruação começa a ficar irregular, quando surgem as ondas de calor e alterações na libido, ainda não é menopausa: trata-se de um período conhecido como climatério, no qual ainda é possível engravidar, mas com chances bem reduzidas. É durante esse período que acontece o que chamamos de gravidez tardia.

      Confira o nosso post e entenda melhor o que é o climatério e sua relação com a gravidez tardia.

      Qual a diferença entre Climatério e Menopausa?

      Como já citamos anteriormente, a menopausa é aquele período em que há ausência total do período menstrual durante um ano inteiro. Antes de a menstruação cessar de vez, ela fica irregular, podendo não acontecer durante um ou mais meses, mas, eventualmente, acontece. Nessa fase, os hormônios começam a sofrer grandes alterações, o que acaba ocasionado aquelas famosas ondas de calor e uma alteração da libido. Essa fase que antecede a menopausa chama-se climatério.

      Como durante o climatério ainda existe o ciclo menstrual, mesmo que irregular, significa que ainda existe ovulação, por isso uma gravidez durante o climatério é totalmente possível, mesmo que seja bastante raro.

      Na menopausa, por outro lado, a mulher não consegue mais engravidar naturalmente. Apesar disso, é possível engravidar durante essa fase contando com a ajuda da reprodução assistida. Em ambos os casos, a gravidez é considerada como tardia, como toda gravidez após os 40 anos de idade.

      Como o relógio biológico impacta diretamente na fertilidade da mulher?

      Homens podem gerar seus filhos durante praticamente toda a sua vida, mesmo depois dos 50, 60 ou 70 anos de idade. Embora sua fertilidade também sofra um declínio depois dos 45 anos, os homens continuam a produzir espermatozoides.

      Com a mulher é diferente. As mulheres possuem um estoque de óvulos, algo que é determinado antes mesmo da menininha vir ao mundo. Desde o primeiro período menstrual e no decorrer de toda sua idade fértil, a mulher vai mês após mês liberando esses óvulos até eles se esgotarem na menopausa.

      Como os fatores psicológicos podem afetar as chances de gravidez?

      Antes dos 35 anos de idade, as chances de uma mulher engravidar são de aproximadamente 85%, mas com o passar da idade esse número diminui. Dos 40 aos 44 anos de idade, as chances diminuem para aproximadamente 10%. Depois disso, as chances são de menos de 5%.

      E quanto mais o tempo passa, mais a mulher tende a ficar frustrada e ansiosa. Se isso já é um problema e impacta diretamente na fertilidade de mulheres em idade reprodutiva, imagine então depois dos 40 anos, quando cada tentativa passa a ser muito mais valiosa. Esses fatores psicológicos as vezes podem causar a falta de ovulação na mulher. Depois de tantas tentativas frustradas, muitas mulheres tendem a desanimar e entrar em crise emocional, o que pode dificultar ainda mais o processo.

      No entanto, dispomos de muitos recursos hoje em dia, e a chegada da menopausa ou do climatério não significa que a mulher não esteja mais apta para ser mãe. É possível buscar ajuda profissional e conseguir uma gravidez tardia, basta ter perseverança e acompanhamento médico especializado.

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      5 fatores que levam as mulheres a fazer criopreservação de embriões

      Com os avanços da medicina, as chances de realizar o sonho de ser mãe aumentam a cada dia. Com a descoberta de novos métodos, diversas situações que podiam adiar ou anular esse desejo têm sido superadas. A criopreservação ou congelamento de embriões é uma dessas possibilidades: um dos métodos de tentativa de preservação de fertilidade mais usados e confiáveis.

      A criopreservação é um dos métodos que podem ser utilizados no adiamento da maternidade por razões médicas ou pessoais. Nesse processo, os embriões são congelados e têm a qualidade preservada, para serem usados posteriormente. Para isso, é preciso realizar a fertilização in vitro.

      Inseminação intrauterina e fertilização in vitro: qual a diferença?

      Muitos dizem que para contornar as dificuldades de engravidar é necessário apenas dar tempo ao tempo, mas isso não passa de um mito. Muitas vezes o que ocorre é um problema médico que afeta grande parte da população e soa como um pesadelo para quem sonha em ter filhos.

      A boa notícia é que essa condição é tratável na maioria das vezes, possibilitando uma gestação saudável. Os métodos de reprodução assistida, por exemplo, são procedimentos que ajudam diversos casais a engravidar de maneira segura e eficaz.

      Entre os métodos de reprodução assistida, encontram-se a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro, procedimentos que ainda geram algumas dúvidas. Pensando nisso, no post de hoje explicaremos um pouco mais sobre eles. Acompanhe!

       

      Quais são os sinais de que há algo errado?

      A maioria dos casais deve visitar um médico após um ano de tentativas de engravidar sem sucesso, ou seja, após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de nenhum método anticoncepcional.

      Se a mulher tiver mais que 35 anos essa visita tem que ser após 6 meses. Para os homens, os problemas mais comuns são alterações na contagem, mobilidade, morfologia dos espermatozoides e diferentes bloqueados.

      Já para as mulheres: ovários que não liberam óvulos regularmente, trompas de Falópio bloqueadas e problemas uterinos.

       

      O que é a inseminação intrauterina?

      A inseminação intrauterina envolve a inserção de uma amostra do sêmen do parceiro, que foi previamente coletado e preparado, no interior do útero imediatamente antes da ovulação. Assim, os espermatozoides chegam até os óvulos e trompas, ocorrendo a fertilização e formação do embrião.

      O procedimento é frequentemente recomendado como tratamento inicial e para os casos de baixa complexidade e indução da ovulação. Dependendo do caso, tratamentos de fertilidade mais complexos podem ser indicados.

       

      O que é a fertilização in vitro?

      A fertilização in vitro é um processo em que a fertilização dos óvulos ocorre num laboratório, ou seja, fora da trompa de Falópio. O procedimento pode ser feito de duas maneiras: os espermatozoides são colocados ao redor dos óvulos e eles fertilizam os óvulos por sí próprios; ou por meio da injeção intracitoplasmática, quando o espermatozoide é inserido no interior do óvulos com o auxílio de uma agulha.

      Os embriões fertilizados são mantidos no laboratório por um prazo de 2 a 7 dias antes de serem transferidos para o útero da mulher, em um procedimento simples chamado transferência de embriões. Assim como na inseminação, pode ocorrer a estimulação dos ovários por meio de medicamentos.

       

      Quais são os efeitos colaterais?

      Os efeitos colaterais desses tratamentos também são rodeados de mitos, entretanto, eles raramente são graves. Inchaço, dores de cabeça e dores pélvicas são os efeitos mais comuns de quem se submete a algum desses processos.

      O mais grave que pode acontecer é a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana, que consiste basicamente no acúmulo de líquido na região abdominal causado pela resposta excessiva aos medicamentos. Mas com os testes e protocolos medicamentosos cada vez mais rigorosos, as chances desse problema acontecer são cada vez menores.

       

      Quais são os custos?

      A inseminação artificial é geralmente considerada uma opção de baixo custo, girando em torno de R$ 5 mil. Se o seu especialista recomenda a inseminação intrauterina, na maioria dos casos, é razoável concluir três a seis ciclos de tratamento, antes de passar para outros tratamentos, como a fertilização in vitro. Já a fertilização in vitro é um procedimento um pouco mais caro.

       

      Quais são as taxas de sucesso?

      As taxas de sucesso desses tratamentos podem ser influenciadas por diversos fatores, como a idade da mulher, gravidade do problema do homem, reserva de ovários, entre outros.

      De qualquer forma, a média de sucesso é de aproximadamente 15-25% na inseminação intrauterina e de 50-60% na fertilização in vitro em pacientes com 35 anos ou menos, por tentativa. Para efeito comparativo, numa gravidez natural, esses valores estão entre 14 e 18%.

      Cerca de 15% da população mundial enfrenta alguma dificuldade para engravidar, sendo esse valor distribuído de maneira semelhante entre homens e mulheres. Para quem sonha em ter um filho, tratamentos como a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro podem ser a solução.

       

      Onde fazer esses tratamentos

      Os tratamentos de reprodução assistida e fertilidade devem ser feitas em clínicas de qualidade e com profissionais especializados no assunto. Se você quer iniciar o seu tratamento e ainda não sabe onde irá fazê-lo, confira o nosso material completo e aprenda O que considerar na hora de escolher uma Clínica de Reprodução Assistida.

      Agendar Consulta

        Equipe Médica Revisora do Texto

        Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

        Quando o congelamento de óvulos é indicado?

        O congelamento de óvulos surgiu por volta dos anos 80, mas só com o desenvolvimento de técnicas mais eficazes nos últimos anos é que se tornou realmente uma boa alternativa para as mulheres que terão que adiar a maternidade. Isso porque, com essas novas técnicas, a taxa de sobrivivência no descongelamento chega a atingir 90% e as taxas de gravidez com estes óvulos descongelados atinge os mesmos níveis alcançados com óvulos a fresco na idade que foram congelados.

        Mas todo mundo pode congelar os óvulos? Quais são as indicações para esse método? Continue lendo o post de hoje e descubra:

        Qual a melhor idade para se congelar óvulos ?

        Até 34 anos, pois a partir dos 35 a qualidade dos óvulos cai muito e as chances destes óvulos gerarem um gravidez caem bastante

        Mas todo mundo pode congelar os óvulos? Quais são as indicações para esse método? Continue lendo o post de hoje e descubra:

        Mulheres entre 30 e 34 anos sem planos de engravidar no futuro próximo

        A partir dos 35 anos a fertilidade da mulher começa a cair e a gravidez vai se tornando cada vez mais difícil. É só a partir dessa idade, no entanto, que muitas mulheres começam a pensar em engravidar, já que só então terminaram os estudos, conseguiram uma boa posição no mercado, se estabilizaram financeiramente e encontraram um bom parceiro.

        O congelamento de óvulos se torna então uma forma de preservar gametas dessa época da vida para se eventualmente utilizar no futuro. Assim, mesmo após os 40, a mulher terá a oportunidade de engravidar por meio da fertilização in vitro e não terá que lidar com a falta de óvulos ou com o alto risco de gerar crianças com síndromes genéticas.

        Mulheres em tratamento contra o câncer

        A quimioterapia e a radioterapia pélvica podem provocar a infertilidade devido às altas doses de toxinas e radiação que o corpo recebe. Nesse caso, a mulher jovem que tiver que se submeter a esses tratamentos para câncer pode optar por coletar e congelar os óvulos antes de receber o tratamento, preservando óvulos.

        Assim, quando a mulher já estiver bem e desejar engravidar, pode descongelar os óvulos e realizar um procedimento de fertilização in vitro e implantação do embrião no útero, apresentando uma gravidez como qualquer outra a partir de então. Caso a mulher não deseje o congelamento de óvulos pode verificar outras opções dentro da oncofertilidade.

        Casais que coletaram óvulos em excesso durante a fertilização in vitro

        A primeira etapa da fertilização in vitro consiste no estímulo ovariano à ovulação e na coleta do máximo de óvulos possíveis em um mesmo ciclo menstrual. Caso a mulher produza óvulos além do necessário para o ciclo de FIV, os extras podem ser doados para um banco de óvulos ou congelados e preservados para um novo ciclo no futuro, seja porque o primeiro não foi bem-sucedido ou porque o casal deseja um segundo filho.

        Com os óvulos já congelados, não é necessário que a mulher realize a estimulação ovariana novamente e corra os riscos de complicações, como a síndrome do hiperestímulo ovariano.

        Mulheres com história familiar de menopausa precoce

        Em algumas famílias, pode ser comum as mulheres entrarem em menopausa antes dos 35 anos, numa época em que elas ainda não tiveram tempo para ter todos os filhos que desejam. Dessa forma, caso a mulher já saiba dessa possibilidade, ela pode congelar os óvulos e utilizá-los para engravidar mais tarde, caso precise.

        Entendeu quais as indicações para o congelamento de óvulos? Deixe suas dúvidas e sugestões de temas nos comentários abaixo.

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          Equipe Médica Revisora do Texto

          Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

          Saiba mais sobre 5 exames que identificam a infertilidade feminina

          Cerca de 15% dos casais lida com a infertilidade em algum momento da vida. Quando se identifica uma causa para o problema, metade está relacionada à mulher, metade ao homem, sendo importante, então, que ambos sejam investigados. Às vezes os dois contribuem para a infertilidade.

          No caso da mulher, é necessário verificar a função ovariana, a reserva ovariana, útero e endométrio e as tubas uterinas. Sendo assim, criamos este post com informações sobre os 5 principais exames que identificam a infertilidade feminina. Confira!

          Dosagens hormonais

          Como os hormônios são os grandes responsáveis pelo controle do ciclo menstrual e da ovulação, eles devem ser investigados no caso de infertilidade feminina, já que uma pequena alteração em qualquer um deles pode modificar todo o funcionamento do corpo da mulher.

          Assim, é importante dosar o hormônio folículo-estimulante (FSH), o estradiol, a prolactina e até os hormônios que avaliam a função tireoidiana. A dosagem de hormônio anti-mulleriano vem se tornando comum na avaliação de mulheres após os 35 anos, sendo útil na determinação da reserva ovariana (quantidade de óvulos ainda presentes no ovário).

          Ultrassom endovaginal

          O ultrassom endovaginal — ou transvaginal — é fundamental para avaliação da anatomia do sistema reprodutor feminino e do seu funcionamento. O exame verifica o tamanho dos ovários, detecta sinais de ovulação, identifica alterações na estrutura uterina como miomas, septos e outras malformações, e pode diagnosticar doenças como a endometriose.

          O achado de qualquer uma dessas alterações não indica necessariamente que isso esteja causando ainfertilidade, já que essa condição geralmente resulta de um conjunto de fatores.

          Histerossalpingografia

          Por meio da colocação de um contraste dentro da cavidade uterina e das tubas uterinas, e da realização de uma radiografia, a histerossalpingografia consegue avaliar ainda melhor a anatomia feminina e identificar alterações que poderiam prejudicar o encontro do espermatozoide com o óvulo — e o transporte do embrião.

          O exame pode causar um pequeno desconforto, mas isso vem se tornando cada vez mais raro com a utilização de cateteres vaginais mais finos para a colocação do contraste e administração de analgésicos antes do procedimento.

          Videohisteroscopia diagnóstica

          A videohisteroscopia diagnóstica é considerada o melhor exame para o diagnóstico de alterações uterinas, já que permite ao médico visualizá-las diretamente. O exame é feito com a passagem de uma pequena ótica pela vagina e pelo colo do útero, e com a expansão da cavidade uterina com soro fisiológico ou gás carbônico, permitindo a visualização de todas as paredes do útero e o diagnóstico de qualquer alteração. Não faz parte da avaliação inicial da mulher, sendo um complemento para outros exames.

          Videolaparoscopia

          A videolaparoscopia é um exame cirúrgico considerado mais invasivo quando comparado aos outros. Por meio de pequenas incisões na pele, o cirurgião consegue observar o interior do abdome por meio de câmeras e avaliar toda a estrutura dos órgãos reprodutores — às vezes até com mais detalhes do que a olho nu, devido a todas as tecnologias de vídeo já disponível.

          Por ser mais invasiva, a videolaparoscopia costuma ser utilizada apenas quando tem algum fim terapêutico também, permitindo o diagnóstico e o tratamento da condição ao mesmo tempo.

          Agora que você já tem mais informações sobre os exames que identificam a infertilidade feminina, que tal seguir a nossa página no Facebook e ficar por dentro de outros conteúdos como este?

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