Receba nossas novidades
IdiomaEnglishFrançaisDeutschItalianoPortuguêsEspañol#goog-gt-tt{display:none!important;}.goog-te-banner-frame{display:none!important;}.goog-te-menu-value:hover{text-decoration:none!important;}.goog-text-highlight{background-color:transparent!important;box-shadow:none!important;}body{top:0!important;}#google_translate_element2{display:none!important;}
function googleTranslateElementInit2() {new google.translate.TranslateElement({pageLanguage: 'pt',autoDisplay: false}, 'google_translate_element2');}if(!window.gt_translate_script){window.gt_translate_script=document.createElement('script');gt_translate_script.src='https://translate.google.com/translate_a/element.js?cb=googleTranslateElementInit2';document.body.appendChild(gt_translate_script);} function GTranslateGetCurrentLang() {var keyValue = document['cookie'].match('(^|;) ?googtrans=([^;]*)(;|$)');return keyValue ? keyValue[2].split('/')[2] : null;} function GTranslateFireEvent(element,event){try{if(document.createEventObject){var evt=document.createEventObject();element.fireEvent('on'+event,evt)}else{var evt=document.createEvent('HTMLEvents');evt.initEvent(event,true,true);element.dispatchEvent(evt)}}catch(e){}} function doGTranslate(lang_pair){if(lang_pair.value)lang_pair=lang_pair.value;if(lang_pair=='')return;var lang=lang_pair.split('|')[1];if(GTranslateGetCurrentLang() == null && lang == lang_pair.split('|')[0])return;if(typeof ga=='function'){ga('send', 'event', 'GTranslate', lang, location.hostname+location.pathname+location.search);}var teCombo;var sel=document.getElementsByTagName('select');for(var i=0;i<sel.length;i++)if(sel[i].className.indexOf('goog-te-combo')!=-1){teCombo=sel[i];break;}if(document.getElementById('google_translate_element2')==null||document.getElementById('google_translate_element2').innerHTML.length==0||teCombo.length==0||teCombo.innerHTML.length==0){setTimeout(function(){doGTranslate(lang_pair)},500)}else{teCombo.value=lang;GTranslateFireEvent(teCombo,'change');GTranslateFireEvent(teCombo,'change')}} /* CUSTOM STYLE */ #gtranslate_selector { padding: 6px 15px; font-size: 0.7em; font-weight: 700; text-transform: uppercase; border-radius: 20px !important; margin-left: 10px; height: fit-content !important; margin: 0; margin-left: 10px; background: #fff; color: #72716F; border: none; text-align: center; }
#expandir { border: none; box-shadow: none; } #campo-busca-wrapper { overflow: hidden; } #campo-busca { transform: translateX(calc(100% + 3em)); height: 0px; transition: 2s transform ease; } #campo-busca.abrir { transform: translateX(0); height: auto; } jQuery(function() { jQuery('#expandir').click(function() { jQuery('#campo-busca').toggleClass('abrir') }); });

Gravidez futura para mulheres com câncer: é possível?

RECEBA NOSSOS PRÓXIMOS
CONTEÚDOS EXCLUSIVOS:

    Compartilhe este post

    Receber o diagnóstico de câncer não é fácil. Com a fragilidade do assunto, formas de tratamento e muitos medos, também surgem questionamentos: Em quanto tempo estarei bem? Como compartilhar a notícia? Que sonhos vou poder realizar? O que vai mudar no meu corpo? E afinal, gravidez depois do câncer é possível?

    Com o avanço dos tratamentos e pesquisas, todas essas perguntas ganham respostas com cada vez mais perspectivas positivas, principalmente de renovação da vida.

    Embora a comunidade médica reconheça a agressividade de tratamentos como radio e quimioterapia que podem comprometer a fertilidade da mulher, mesmo que temporariamente, a rapidez do diagnóstico, suporte psicológico e especialidades como a oncofertilidade — campo médico que surgiu com o objetivo de manter a fertilidade de pacientes com câncer — mantém a esperança das pacientes.

     

    Mas por que oncofertilidade?

    Ao descobrirem a doença, muitas mulheres alteram a percepção sobre suas vidas e são apresentadas a terapias intensas, com impactos significativos sobre seu corpo e autoestima. Muitos sonhos que talvez não estivessem tão próximos pela idade, disponibilidade de parceiro e até momento de vida, mas que não precisam ser descartados pelo câncer, como o de ser mãe, são colocados em jogo.

     

    A oncofertilidade surge como uma opção de escolha para a mulher

    A gravidez que é tão associada à saúde parece uma realidade distante da paciente com câncer. A verdade é que os ovários, hormônios e todo o sistema reprodutor feminino são muito sensíveis ao tratamento oncológico, que pode diminuir o número de óvulos e induzir a menopausa precoce.

    Mesmo em casos de câncer de mama e ovários, a situação que poderia não parecer favorável ganha novos ares com a oncofertilidade. Pacientes que sofreram mastectomia de uma mama podem amamentar, há perspectivas de tratamentos seriados para quem descobre a gravidez durante a terapia e sempre há a possibilidade de exercer a maternidade de diversas formas.

    É importante lembrar que não só as chances de cura aumentaram exponencialmente, como a especialidade é dedicada à preservação da fertilidade da paciente, que pode tornar a gravidez depois do câncer possível e sadia em seu próprio corpo.

    Para que a paciente possa descobrir a vida novamente, três principais técnicas são utilizadas: vitrificação, medicamentos e proteção, além de pesquisas com criopreservação do tecido ovariano.

     

    Criopreservação

    A criopreservação consiste no processo de congelamento de óvulos, antes da paciente ser submetida ao tratamento de câncer. Em casos de quimioterapia, o tratamento é adiado em cerca de duas semanas e a mulher recebe medicamentos para incentivar a ovulação.

    Com a coleta feita, os óvulos são armazenados de forma segura e com um estoque de sobrevida confiável (cerca de 95%), para que a gravidez seja adiada para um melhor momento. Caso tenha um parceiro, podem ser preservados os embriões, e, também é possível receber um óvulo congelado por doação.

    A criopreservação é o método mais recomendado por oncologistas e especialistas em reprodução assistida.

     

    Medicamentos e proteção

    Outra alternativa é utilizar medicamentos que “adormecem” os ovários e pausem o ciclo ovariano durante o tratamento com quimioterapia, diminuindo os danos.

    Essa possibilidade geralmente é acompanhada de mantas de chumbo e protetores que reduzam o nível de radiação na região do útero, nos casos de radioterapia, mas não são tão eficazes quanto o congelamento de óvulos.

    O método depende muito da idade da paciente — quanto mais nova, menor a chance de entrar em menopausa precoce depois do câncer, mas em pacientes com idades mais avançadas, trata-se de uma opção de risco.

     

    Criopreservação do tecido ovariano

    Para preservar os ovários, alguns médicos sugerem o reposicionamento do órgão para evitar a incidência da radioterapia. Mas outra alternativa que vem ganhando força é a criopreservação do tecido ovariano, que indica o congelamento do tecido ovariano antes do tratamento do câncer para depois retransplantar na área dos ovários.

     

    O que esperar da gravidez após o câncer?

    Com um diálogo aberto, suporte de bons profissionais e com os métodos citados, a gravidez após o câncer pode ser muito saudável.

    O prazo para engravidar após vencer a luta contra o câncer varia, e embora muitos médicos recomendem um tempo de no mínimo dois anos, apenas o especialista que tratou do caso pode definir o período ideal, que tem eficácia mais garantida de acordo com o tratamento que a mulher optou, como o congelamento de óvulos antes da quimioterapia, por exemplo.

    Para os pais que se preocupam com a saúde da criança, só boas notícias: o risco do bebê nascer com alguma sequela não é maior, tema que já foi pesquisado entre pais e mães que realizaram tratamento contra o câncer.

    E para quem precisa de mais uma motivação para conquistar o sonho de ser mãe mesmo em momentos difíceis: a amamentação reduz em dois terços a possibilidade de um câncer de mama!

    Se você quer saber mais sobre o assunto, não pode deixar de assinar a nossa Newsletter! E caso tenha alguma dúvida é só deixar nos comentários!

    Baixe agora nosso e-book com o tema Trintou Congelou

    Para ler

    Em seguida