9 mitos sobre a fertilização in vitro

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    A fertilização in vitro trouxe uma possibilidade nova para diversos casais que não conseguiam ter filhos de forma natural, além de permitir que mulheres realizassem seu sonho de ser mãe, mesmo em uma idade um pouco menos propícia para a gravidez. Com essa técnica, famílias foram construídas, crianças nasceram e a esperança se renovou no coração de muitas pessoas.

    No entanto, como toda nova tecnologia, sobretudo se tratando de uma inovação na área de medicina, a fertilização in vitro trouxe também uma série de dúvidas, desconfianças e questionamentos, gerando alguns mitos que, infelizmente, fizeram alguns casais desistir da possibilidade de investir nessa técnica para constituir sua família.

    Se você tem vontade de conhecer esse método a fundo, não deixe de conferir nosso post de hoje, 6 mitos sobre a fertilização in vitro.

    1. A técnica é indicada apenas para mulheres com alterações tubárias

    Embora, antigamente, a técnica fosse direcionada principalmente para mulheres com problemas anatômicos e patológicos nas trompas uterinas, hoje em dia, a situação mudou completamente de figura. Qualquer casal com problemas em conceber seu herdeiro poderá recorrer a esse expediente, e as razões que levam diversas pessoas a procurar pelo método são muito mais amplas, podendo incluir, inclusive, problemas de fertilidade por parte do próprio pai, como baixa contagem de espermatozoides e casais homossexuais que buscam por alternativas para formar uma família.

    2. A fertilização in vitro pode ser feita em qualquer idade

    Essa é outra ilusão que se criou a respeito da fertilização in vitro. Indica-se, hoje, que as mulheres devam tentar a técnica até os 43 anos de idade, pois a viabilidade do embrião se reduz significativamente a partir desse momento.

    3. Inseminação artificial e bebê de proveta são a mesma coisa

    Apesar de serem frequentemente confundidas, as duas técnicas não são nada parecidas. Como o próprio nome indica, na fertilização in vitro é feita em laboratório, a união de um óvulo a um espermatozoide, com posterior implantação do óvulo fecundado no interior do útero da mãe. Já no caso da inseminação artificial, o que ocorre é a injeção de espermatozoides, isto é, inserção de sêmen, na cavidade uterina, com o auxílio de um cateter.

     

    4. O bebê gerado pela fertilização in vitro é menos saudável

    A diferença entre a fertilização natural e a in vitro acontece apenas até o momento da fecundação, já que o restante da gestação ocorre de maneira normal, no útero da mãe ou barriga de aluguel.

    Isso significa que o bebê gerado por esse método tem as mesmas chances de se desenvolver de forma saudável e normal quanto qualquer outro, a depender de características genéticas dos pais e de complicações durante a gravidez, que nada têm a ver com o método de fecundação. Muitas vezes, inclusive, mesmo problemas genéticos podem ser prevenidos com a técnica do bebê de proveta, como explicaremos no próximo tópico.

    5. A fertilização in vitro não previne doenças hereditárias

    Muito pelo contrário, esse procedimento é cada vez mais comum. Quando os futuros pais sabem de alguma doença genética na família, podem recorrer à técnica de seleção de embriões, através da qual são escolhidos aqueles que não possuem o gene portador do mal que aflige a família.

    6. A fertilização in vitro sempre resulta em gestações múltiplas

    A paciente e o médico determinam quantos embriões serão transferidos para o útero. Se for transferido um único embrião, é impossível que a paciente tenha gêmeos. No entanto, também não há garantia de que esse embrião vai se implantar no útero com sucesso. É por isso que muitas mulheres decidem implantar dois, três ou mais embriões.

    Segundo a legislação da Anvisa, o número de embriões implantados deve variar da seguinte maneira:

    • Se a mulher tem até 35 anos, a chance de gravidez é alta, e no máximo dois embriões devem ser inseridos;
    • De 36 aos 40 anos, até três embriões podem ser inseridos;
    • E mulheres acima de 40 anos podem receber quatro embriões.

    7. A fertilização in vitro funciona 100% das vezes

    Não há como prover tal garantia, pois a implantação depende de uma série de fatores, principalmente da idade da mulher provedora do óvulo. Porém, em muitos casos, essa é a melhor chance do casal.

    Agora que você já conhece os principais mitos sobre a técnica do bebê de proveta, que tal compartilhar nosso post para que cada vez mais gente a conheça e tenha a chance de constituir suas famílias? Não se esqueça de contar, nos comentários, se ficou com alguma dúvida e se conhece outros mitos a respeito da fertilização in vitro!

    Tabela de gravidez mensal por tentativa x Idade da mulher

    8. A fertilização in vitro é a última opção para engravidar

    Dependendo do diagnóstico, a fertilização pode ser a primeira opção indicada ou mesmo a única opção. É o caso, por exemplo, de mulheres com bloqueio de tuba uterina bilateral ou de alguns tipos de infertilidade masculina.

    9. Fertilização in vitro é muito estressante por causa dos remédios

    Não é verdade. Muitos fatores influenciam a reação da mulher ou do casal durante a fertilização in vitro. A medicação pode afetar o humor da paciente, mas o estrogênio, na verdade, é um hormônio que dá a sensação de felicidade. A medicação do tratamento pode, inclusive, deixar a paciente mais alerta e disposta.

    Gostou de saber um pouco mais sobre a fertilização in vitro? Ficou com alguma dúvida em relação ao assunto? Deixe um comentário!

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