Cistos no ovário: 6 mitos e verdades!

Os cistos no ovário são um tipo de alteração que pode ocorrer em mulheres de todas as idades.

Na sua maioria, os cistos ovarianos são pequenos e benignos, não provocam sintomas e podem desaparecer espontaneamente. No entanto, esse assunto causa muitas dúvidas e é cercado por mitos, principalmente em relação à sua influência na fertilidade feminina. Vamos esclarecer a seguir algumas dessas questões. Confira!

1. Ovário policístico é o mesmo que cisto no ovário

Mito. Cisto de ovário geralmente é único, tendo em geral de 3 a 10 cm, podendo ser maior. Já na síndrome dos ovários policísticos são encontrados vários pequenos cistos, com média de 10 milímetros de diâmetro espalhados pelo ovário.

Por serem parte de um quadro de anovulação, a frequência da menstruação na mulher com síndrome dos ovários policísticos é menor, ocorrendo a cada dois ou três meses. Há também outros sintomas, como o aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, acne, dificuldade para engravidar e ganho de peso.

2. Existem diversos tipos de cistos ovarianos

Verdade. Os tipos mais comuns são os cistos foliculares e os cistos de corpo lúteo.

Os cistos foliculares evoluem de um folículo formado para abrigar o óvulo e liberá-lo em direção às trompas, no período da ovulação. Se esse folículo não se romper para liberar o óvulo, ele continua acumulando líquidos e crescendo, formando então um cisto. Na maioria dos casos, ele desaparece em algumas semanas.

Já o cisto de corpo lúteo ocorre quando o óvulo é liberado, mas o corpo lúteo volta a se fechar e passa a crescer e acumular líquidos no seu interior.

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3. Os cistos ovarianos só aparecem após a menopausa

Mito. Após a menopausa, a mulher não ovula mais. Portanto, ela não desenvolve os tipos mais comuns de cistos ovarianos: os foliculares e os de corpo lúteo.

4. Os cistos de ovário podem ser câncer

Verdade. Os cistos de ovários na grande maioria são benignos e, muitas vezes podem ser distinguidos por meio de ultrassonografia ou ressonância magnética de tumores com apenas 1% dos casos representando malignidade, mas podem apresentar outros tipos de cisto ovariano em exames de sangue.

Quando não é possível descartar a possibilidade de tumor maligno com exames de imagem, é recomendado retirar o cisto para uma avaliação histopatológica.

5. Os cistos podem desaparecer espontaneamente

Verdade. Dependendo do tipo, tamanho, idade da paciente e até mesmo alguns fatores genéticos, o cisto pode desaparecer espontaneamente, pois são chamados de cistos funcionais. Quando isso não ocorre, é necessário avaliar a possibilidade de retirá-lo cirurgicamente.

6. Os cistos no ovário impedem a gravidez

Mito. É muito raro um cisto ovariano causar infertilidade, mas ele pode dificultar a concepção devido às alterações hormonais que provoca. É recomendável que a mulher faça o acompanhamento do cisto ovariano antes de tentar engravidar.

Na maioria dos casos, o tratamento para os cistos no ovário é muito simples, mas o acompanhamento do médico ginecologista é essencial para garantir o sucesso da terapia escolhida e não prejudicar a saúde da mulher e sua fertilidade.

Falando em fertilidade, se você está tentando engravidar, baixe agora o nosso e-book “Guia: os maiores mitos e verdades sobre infertilidade masculina” e entenda quais são as opções utilizadas pela medicina para lidar com a infertilidade masculina e como identificar a melhor delas para cada caso.

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    Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

    Qual a relação entre gravidez tardia e climatério?

    A grande maioria das mulheres acredita que, com a chegada da menopausa, chega ao fim também o sonho de ser mãe um dia. Como já não menstruam mais – pelo menos não mais com a mesma regularidade — elas acreditam que uma gravidez já não é possível, o que não é verdade.

    A mudança no ciclo só pode ser caracterizada como menopausa se a menstruação desaparecer por 12 meses consecutivos. Aquela fase em que a menstruação começa a ficar irregular, quando surgem as ondas de calor e alterações na libido, ainda não é menopausa: trata-se de um período conhecido como climatério, no qual ainda é possível engravidar, mas com chances bem reduzidas. É durante esse período que acontece o que chamamos de gravidez tardia.

    Confira o nosso post e entenda melhor o que é o climatério e sua relação com a gravidez tardia.

    Qual a diferença entre Climatério e Menopausa?

    Como já citamos anteriormente, a menopausa é aquele período em que há ausência total do período menstrual durante um ano inteiro. Antes de a menstruação cessar de vez, ela fica irregular, podendo não acontecer durante um ou mais meses, mas, eventualmente, acontece. Nessa fase, os hormônios começam a sofrer grandes alterações, o que acaba ocasionado aquelas famosas ondas de calor e uma alteração da libido. Essa fase que antecede a menopausa chama-se climatério.

    Como durante o climatério ainda existe o ciclo menstrual, mesmo que irregular, significa que ainda existe ovulação, por isso uma gravidez durante o climatério é totalmente possível, mesmo que seja bastante raro.

    Na menopausa, por outro lado, a mulher não consegue mais engravidar naturalmente. Apesar disso, é possível engravidar durante essa fase contando com a ajuda da reprodução assistida. Em ambos os casos, a gravidez é considerada como tardia, como toda gravidez após os 40 anos de idade.

    Como o relógio biológico impacta diretamente na fertilidade da mulher?

    Homens podem gerar seus filhos durante praticamente toda a sua vida, mesmo depois dos 50, 60 ou 70 anos de idade. Embora sua fertilidade também sofra um declínio depois dos 45 anos, os homens continuam a produzir espermatozoides.

    Com a mulher é diferente. As mulheres possuem um estoque de óvulos, algo que é determinado antes mesmo da menininha vir ao mundo. Desde o primeiro período menstrual e no decorrer de toda sua idade fértil, a mulher vai mês após mês liberando esses óvulos até eles se esgotarem na menopausa.

    Como os fatores psicológicos podem afetar as chances de gravidez?

    Antes dos 35 anos de idade, as chances de uma mulher engravidar são de aproximadamente 85%, mas com o passar da idade esse número diminui. Dos 40 aos 44 anos de idade, as chances diminuem para aproximadamente 10%. Depois disso, as chances são de menos de 5%.

    E quanto mais o tempo passa, mais a mulher tende a ficar frustrada e ansiosa. Se isso já é um problema e impacta diretamente na fertilidade de mulheres em idade reprodutiva, imagine então depois dos 40 anos, quando cada tentativa passa a ser muito mais valiosa. Esses fatores psicológicos as vezes podem causar a falta de ovulação na mulher. Depois de tantas tentativas frustradas, muitas mulheres tendem a desanimar e entrar em crise emocional, o que pode dificultar ainda mais o processo.

    No entanto, dispomos de muitos recursos hoje em dia, e a chegada da menopausa ou do climatério não significa que a mulher não esteja mais apta para ser mãe. É possível buscar ajuda profissional e conseguir uma gravidez tardia, basta ter perseverança e acompanhamento médico especializado.

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    O uso de antidepressivos e o risco de autismo na gravidez

    Um estudo publicado no Jornal Associação Médica Americana (Journal of the American Medical Association – JAMA) criou controvérsia ao afirmar que o uso de antidepressivos, em especial, os do tipo inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS), no segundo e terceiro trimestre de gestação, estão associados a um risco 87% maior do bebê vir a ser diagnosticado com autismo.

    Mas afinal, o que isso significa? Em que exatamente consiste o autismo? Mulheres grávidas deveriam parar de tomar antidepressivos? Há algum tipo de medicamento ou dosagem que seja seguro? Vamos responder tudo isso aqui. Confira!

    O que é o autismo?

    O termo autismo é usado para descrever um grupo de transtornos dentro do espectro autista. O quadro se caracteriza por dificuldades de interação social e comunicação, comportamentos repetitivos e interesses restritos a temas específicos.

    É importante destacar o caráter espectral do transtorno autista, o que significa que crianças autistas podem ter desde um quadro leve que interfere pouco em seu convívio social a casos graves que afetam imensamente o dia a dia da criança e da família.

    O que causa o autismo?

    A causa do autismo ainda não está definida, mas sabe-se que esse transtorno tem uma base genética e ambiental, sendo influenciado por diversos fatores.

    O que o autismo tem a ver com a depressão materna?

    Previamente, já estava estabelecido que grávidas com depressão apresentavam um risco 20% maior de terem filhos com autismo do que grávidas sem depressão. O estudo publicado no JAMA, no entanto, trouxe a notícia que grávidas em uso de antidepressivos apresentam um risco 87% maior de terem uma criança autista.

    Isso significa que, se em um grupo de crianças cuja mães não tomaram antidepressivos durante a gravidez, 100 crianças forem diagnosticadas com autismo, em um grupo com o mesmo número de crianças cujas mães tomaram antidepressivos durante a gravidez, 187 crianças (quase o dobro) seriam autistas.

    Se o antidepressivo for do tipo ISRS (fluoxetina, citalopram, escitalopram, paroxetina, sertralina e fluvoxamina), o risco é ainda maior: de 117% (uma proporção de 217 crianças autistas x 100 crianças autistas).

    No entanto, o próprio artigo levanta a necessidade de mais pesquisas para esclarecer qual é o real risco de autismo associado a cada tipo e dose de antidepressivo.

    Como os antidepressivos podem causar autismo?

    Como os antidepressivos agem sobre a expressão de neurotransmissores no sistema nervoso central, em especial a serotonina, é plausível assumir que eles atuariam também sobre o cérebro do bebê ainda dentro do útero. Como a serotonina é importante para o estabelecimento das conexões neurais durante a formação do cérebro no segundo e no terceiro trimestre, o antidepressivo poderia atrapalhar esse processo.

    Isso significa que grávidas não devem tomar antidepressivos?

    Não, mas o uso deve ser feito com cautela. O ideal é que o uso de medicamentos antidepressivos, não só em grávidas mas em toda a população, seja feito de forma criteriosa e como última opção terapêutica. Ou seja, antes do uso de medicamentos, é importante tratar a depressão com medidas conservadoras, como mudanças comportamentais e psicoterapia.

    Apesar disso, é necessário também reconhecer a importância do medicamento para os casos que não são controlados de forma conservadora, mesmo que se trate de grávidas. O tratamento da depressão irá reduzir o risco de depressão pós-parto e permitirá que a mulher seja capaz de oferecer os cuidados necessários ao bebê.

    Assim, quando bem indicado, o antidepressivo salva a vida tanto da mulher quanto do bebê. Nesses casos, no entanto, pode-se optar por antidepressivos que não sejam da classe dos ISRS em um primeiro momento, para tentar reduzir o potencial risco de autismo.

    Ainda tem dúvidas sobre o tema? Deixe um comentário!

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    Azoospermia e sua relação com a infertilidade masculina

    De fato, a infertilidade não é motivo de ansiedade apenas para as mulheres. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, cerca de 40% dos casos de infertilidade devem-se a disfunções do sistema reprodutor masculino.

    Neste post, você vai entender o que é azoospermia, por que ela acontece e quais são as possibilidades de tratamento. Leia e conheça melhor um problema que merece a atenção de casais que estão planejando uma gravidez e preocupam-se com as possíveis causas de infertilidade.

    Saiba o que é azoospermia, suas causas e seus efeitos

    A azoospermia é definida como a ausência de espermatozoides no sêmen. Na maioria dos casos, há falta de espermatozoides no sêmen, mas eles podem ser encontrados nos testículos ou nos epidídimos (pequenos ductos coletores e armazenadores de espermatozoides, localizados atrás dos testículos). Apenas a minoria dos homens com infertilidade são azoospérmicos verdadeiros, pois neles a produção de espermatozoides é inexistente.

    Considerando-se as causas da azoospermia, ela é classificada em azoospermia não obstrutiva, quando a causa é a falta de produção de espermatozoides, ou azoospermia obstrutiva, quando a causa é um impedimento no sistema de transporte do esperma.

    Os casos de azoospermia não obstrutiva devem-se a condições diversas, tais como: anomalias cromossômicas, alterações hormonais, reações a medicamentos (inclusive quimioterápicos e esteroides anabolizantes), traumas nos testículos devido a pancadas ou acidentes, consumo de álcool, tabaco e outras drogas e, por fim, a varicocele — dilatação das veias dos testículos, causando o aumento da temperatura na bolsa escrotal e prejudicando a produção de espermatozoides.

    Já a azoospermia obstrutiva tem como fatores desencadeantes: doenças inflamatórias e infecções genitais, fibrose cística e outras doenças genéticas, e a vasectomia (cirurgia de esterilização a partir da qual os espermatozoides ficam impedidos de chegar ao sêmen).

    Todas essas causas, sejam elas orgânicas ou externas, geram a diminuição ou a ausência dos espermatozoides no sêmen, e os efeitos da azoospermia vão desde a dificuldade do homem para gerar filhos até a infertilidade.

    Entenda a relação entre azoospermia e infertilidade masculina

    A relação entre azoospermia e infertilidade masculina é de causa e efeito. Na verdade, a azoospermia não é o único fator que determina um estado não fértil nos homens, mas esse é um dos distúrbios que mais preocupam aqueles que cultivam o desejo da paternidade.

    Alguns homens podem, inclusive, associar a azoospermia com a sua virilidade. Esse mito deve ser derrubado, pois a falta ou a ausência de espermatozoides no sêmen em nada se relaciona com a capacidade de alcançar e manter uma ereção.

    Além disso, é importante destacar que trata-se de uma disfunção que pode ser revertida. Na maioria das vezes, para que o tratamento da infertilidade seja adequado e eficaz, o diagnóstico correto do quadro de azoospermia, considerando seu tipo e sua origem, é fundamental.

    Conheça as possibilidades de tratamento

    A azoospermia é assintomática, e seu diagnóstico é realizado por meio de um exame laboratorial chamado espermograma, podendo ser complementado pela biópsia testicular.

    No espermograma, são avaliadas a quantidade e a concentração de espermatozoides no sêmen, assim como a morfologia e a capacidade de movimentação das células reprodutoras masculinas. Para a elaboração do laudo definitivo, é feita a coleta de material por meio de punção nos testículos.

    Com o diagnóstico adequado, é possível realizar os procedimentos terapêuticos que irão facilitar a resolução do problema. A medicina reprodutiva tem avançado cada vez mais, especialmente em relação à reprodução assistida, e alcançado sucesso em vários casos de infertilidade que têm sua origem na ausência de espermatozoides no sêmen.

    As modalidades de tratamento da azoospermia variam de acordo com as suas causas. No caso de homens que não produzem espermatozoides, o tratamento indicado pode ser a reposição hormonal. Nos casos obstrutivos, e também na varicocele, uma intervenção cirúrgica pode corrigir o problema.

    Já a fertilização in vitro, após biópsia e punção dos testículos ou epidídimos para coleta dos espermatozoides, é uma opção de tratamento tanto nos casos obstrutivos quanto não obstrutivos.

    Esclareça suas dúvidas

    Apesar de ser um problema relativamente comum quando o assunto é infertilidade masculina, a azoospermia é uma disfunção reversível na maioria dos casos, com diferentes possibilidades de tratamento.

    Agora é hora de esclarecer as suas dúvidas. Quer saber mais sobre o que é azoospermia? Deixe sua pergunta aqui nos comentários!

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    Histeroscopia Diagnóstica: entenda o que é e qual sua importância

    Você já ouviu falar da histeroscopia diagnóstica? Esse exame de imagem ajuda na identificação e na correção de diversas condições uterinas que podem atrapalhar a mulher na hora de engravidar, representando um grande avanço na tecnologia médica. Quer entender mais sobre o que é a histeroscopia diagnóstica e por que esse exame é tão importante? É só conferir o nosso post!

    O que é a histeroscopia diagnóstica?

    Do grego histero, que significa útero, e scopeo, que significa examinar ou ver, a histeroscopia é um exame de visualização e inspeção do interior da cavidade uterina. A ideia é a mesma do endoscópio utilizado para exame do esôfago e do estômago, mas, no caso da histeroscopia, o órgão-alvo é o útero.

    Como a histeroscopia diagnóstica é feita?

    O exame é simples, podendo ser realizado em nível ambulatorial, ou seja, no próprio consultório do médico, sem anestesia e sem internação. Através da vagina, o médico introduz no colo do útero uma cânula com 1,2 a 4 mm de diâmetro e que tem uma microcâmera e uma luz na pontinha.

    Uma vez que a cânula alcança o útero, há a introdução de gás carbônico ou soro fisiológico no seu interior para distender a cavidade uterina e permitir a visualização de todas as suas paredes. Durante o exame, as imagens são transmitidas em tempo real em um monitor. Também são obtidas fotos do interior do útero e, caso alguma alteração seja encontrada, pode-se realizar uma biópsia, obtendo material para o exame de anatomopatológico.

    Todo o exame não dura mais do que 10 minutos, sem necessidade de repouso ou afastamento das atividades diárias após a sua realização. No entanto, pode ocorrer um sangramento leve por 3 a 5 dias após a realização do exame, acompanhado de cólicas.

    Quem deve fazer o exame?

    Mulheres com sangramento uterino anormal, pólipos, miomas, neoplasias, hiperplasias, corpo estranho, más-formações, cicatriz hipertrófica, endometriose, adenomiose, mola hidatiforme ou dispositivo intra uterino (DIU) sem fio podem ter que realizar a histeroscopia diagnóstica. O exame também costuma fazer parte da investigação de abortos de repetição e da infertilidade, permitindo muitas vezes a identificação do motivo por que a mulher não está engravidando.

    Por outro lado, a histeroscopia é contraindicada em caso de gravidez em curso, doença inflamatória pélvica não tratada e sangramento volumoso, incluindo a menstruação.

    Quando a histeroscopia diagnóstica é realizada?

    A melhor época para a realização da histeroscopia é na primeira fase do ciclo menstrual, entre o 5º e o 14º dia.

    Como saber se eu preciso realizar o exame?

    A histeroscopia diagnóstica só deve ser feita sob indicação médica, sendo recomendada quando o ginecologista suspeita de alguma alteração na cavidade uterina, como mioma ou pólipos. Geralmente outros exames, como o ultrassom pélvico, são realizados antes da histeroscopia diagnóstica.

    Ainda tem dúvidas sobre a histeroscopia diagnóstica? É só deixar um comentário!

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    6 livros que todos os casais devem ler antes de engravidar

    O sonho de muitos casais é ter um filho para aumentar a família e, por isso, é bom o casal estar preparado para as mudanças que ocorrerão com a gravidez e a chegada do novo membro. Muitas expectativas, curiosidades e também dúvidas e esperanças rodam as cabeças das mamães e dos papais que se preparam para engravidar.

    Uma boa solução é a leitura de alguns livros indicados para os casais que buscam começar essa emocionante jornada. Saiba agora os 6 livros que todos os casais devem ler antes de engravidar!

    1. O que Esperar Quando Você Está Esperando, de Arlene Eisenberg, Heidi Murkoff e Sandee Hathaway

    “O que Esperar Quando Você Está Esperando” é um guia prático para diversas dúvidas que os casais de primeira viagem costumam ter. Por exemplo: a escolha de um obstetra, os exames e a rotina do pré-natal. Fala também sobre sexo durante a gravidez, tipos de partos e outros assuntos necessários para as grávidas e sua família.

    2. O Diário de Bordo da Família Grávida, de Luciana Herrero

    Um livro dinâmico e de fácil leitura, no qual as fases da gravidez são divididas por capítulos. Com “O Diário de Bordo da Família Grávida”, você poderá tirar suas dúvidas e ainda agregar alguns conhecimentos não muito falados sobre a gravidez. Indispensável para o casal ler antes de engravidar!

    3. Diário de um Grávido, de Renato Kaufmann

    “Diário de um Grávido” é um livro bem descontraído, em que o autor mostra o lado masculino da gravidez, revelando como lidar com as mulheres e seus hormônios durante a gravidez. Também fala sobre o medo desde o dia da notícia da gravidez até o dia do nascimento do tão esperado bebê.

    4. A Maternidade e o Encontro Com a Própria Sombra, de Laura Gutman

    O livro “A Maternidade e o Encontro Com a Própria Sombra” é excelente para entender como a gravidez e um filho pode impactar a vida da mulher. Com esse livro, você saberá o que esperar durante a gravidez e a quantidade de hormônios que chegam com ela. E, ainda, como passar e superar os momentos de insegurança, frustração e a preocupação ao criar uma criança.

    5. Origens Mágicas, Vidas Encantadas, de Deepak Chopra

    “Origens Mágicas, Vidas Encantadas” é um livro com visão holística sobre a gravidez e a procriação. O livro aborda desde o processo da concepção até o nascimento e criação das crianças, sempre levando aos pais uma forma coerente e equilibrada para tal tarefa. Deepak Chopra já é um autor bastante conhecido por sua visão para grandes transformações pessoais e, nesse livro, ele fala especificamente sobre essa transformação durante a gravidez.

    6. Criando Bebês Felizes, de Steve Biddulph

    O livro “Criando Bebês Felizes” traz um manual do que realmente os bebês precisam até os 3 anos de idade. O autor enfatiza as necessidades das crianças e também alerta aos pais que sempre estão sem tempo para brincar, educar e dar amor aos filhos. Uma excelente leitura para quem deseja ter um bebê, que deve ser feita antes de engravidar.

    Os casais ficam à flor da pele antes de engravidar, mas vale a pena pesquisar bastante sobre o assunto e manter a busca para a realização desse sonho. Além de se manter bastante informada, é ter uma alimentação saudável, assim como praticar exercícios físicos.

    Quer saber mais sobre a importância dos exercícios físicos antes de engravidar? Leia nosso post sobre o assunto!

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    Inseminação intrauterina e fertilização in vitro: qual a diferença?

    Muitos dizem que para contornar as dificuldades de engravidar é necessário apenas dar tempo ao tempo, mas isso não passa de um mito. Muitas vezes o que ocorre é um problema médico que afeta grande parte da população e soa como um pesadelo para quem sonha em ter filhos.

    A boa notícia é que essa condição é tratável na maioria das vezes, possibilitando uma gestação saudável. Os métodos de reprodução assistida, por exemplo, são procedimentos que ajudam diversos casais a engravidar de maneira segura e eficaz.

    Entre os métodos de reprodução assistida, encontram-se a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro, procedimentos que ainda geram algumas dúvidas. Pensando nisso, no post de hoje explicaremos um pouco mais sobre eles. Acompanhe!

     

    Quais são os sinais de que há algo errado?

    A maioria dos casais deve visitar um médico após um ano de tentativas de engravidar sem sucesso, ou seja, após 12 meses de relações sexuais regulares sem uso de nenhum método anticoncepcional.

    Se a mulher tiver mais que 35 anos essa visita tem que ser após 6 meses. Para os homens, os problemas mais comuns são alterações na contagem, mobilidade, morfologia dos espermatozoides e diferentes bloqueados.

    Já para as mulheres: ovários que não liberam óvulos regularmente, trompas de Falópio bloqueadas e problemas uterinos.

     

    O que é a inseminação intrauterina?

    A inseminação intrauterina envolve a inserção de uma amostra do sêmen do parceiro, que foi previamente coletado e preparado, no interior do útero imediatamente antes da ovulação. Assim, os espermatozoides chegam até os óvulos e trompas, ocorrendo a fertilização e formação do embrião.

    O procedimento é frequentemente recomendado como tratamento inicial e para os casos de baixa complexidade e indução da ovulação. Dependendo do caso, tratamentos de fertilidade mais complexos podem ser indicados.

     

    O que é a fertilização in vitro?

    A fertilização in vitro é um processo em que a fertilização dos óvulos ocorre num laboratório, ou seja, fora da trompa de Falópio. O procedimento pode ser feito de duas maneiras: os espermatozoides são colocados ao redor dos óvulos e eles fertilizam os óvulos por sí próprios; ou por meio da injeção intracitoplasmática, quando o espermatozoide é inserido no interior do óvulos com o auxílio de uma agulha.

    Os embriões fertilizados são mantidos no laboratório por um prazo de 2 a 7 dias antes de serem transferidos para o útero da mulher, em um procedimento simples chamado transferência de embriões. Assim como na inseminação, pode ocorrer a estimulação dos ovários por meio de medicamentos.

     

    Quais são os efeitos colaterais?

    Os efeitos colaterais desses tratamentos também são rodeados de mitos, entretanto, eles raramente são graves. Inchaço, dores de cabeça e dores pélvicas são os efeitos mais comuns de quem se submete a algum desses processos.

    O mais grave que pode acontecer é a Síndrome de Hiperestimulação Ovariana, que consiste basicamente no acúmulo de líquido na região abdominal causado pela resposta excessiva aos medicamentos. Mas com os testes e protocolos medicamentosos cada vez mais rigorosos, as chances desse problema acontecer são cada vez menores.

     

    Quais são os custos?

    A inseminação artificial é geralmente considerada uma opção de baixo custo, girando em torno de R$ 5 mil. Se o seu especialista recomenda a inseminação intrauterina, na maioria dos casos, é razoável concluir três a seis ciclos de tratamento, antes de passar para outros tratamentos, como a fertilização in vitro. Já a fertilização in vitro é um procedimento um pouco mais caro.

     

    Quais são as taxas de sucesso?

    As taxas de sucesso desses tratamentos podem ser influenciadas por diversos fatores, como a idade da mulher, gravidade do problema do homem, reserva de ovários, entre outros.

    De qualquer forma, a média de sucesso é de aproximadamente 15-25% na inseminação intrauterina e de 50-60% na fertilização in vitro em pacientes com 35 anos ou menos, por tentativa. Para efeito comparativo, numa gravidez natural, esses valores estão entre 14 e 18%.

    Cerca de 15% da população mundial enfrenta alguma dificuldade para engravidar, sendo esse valor distribuído de maneira semelhante entre homens e mulheres. Para quem sonha em ter um filho, tratamentos como a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro podem ser a solução.

     

    Onde fazer esses tratamentos

    Os tratamentos de reprodução assistida e fertilidade devem ser feitas em clínicas de qualidade e com profissionais especializados no assunto. Se você quer iniciar o seu tratamento e ainda não sabe onde irá fazê-lo, confira o nosso material completo e aprenda O que considerar na hora de escolher uma Clínica de Reprodução Assistida.

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      Quando o congelamento de óvulos é indicado?

      O congelamento de óvulos surgiu por volta dos anos 80, mas só com o desenvolvimento de técnicas mais eficazes nos últimos anos é que se tornou realmente uma boa alternativa para as mulheres que terão que adiar a maternidade. Isso porque, com essas novas técnicas, a taxa de sobrivivência no descongelamento chega a atingir 90% e as taxas de gravidez com estes óvulos descongelados atinge os mesmos níveis alcançados com óvulos a fresco na idade que foram congelados.

      Mas todo mundo pode congelar os óvulos? Quais são as indicações para esse método? Continue lendo o post de hoje e descubra:

      Qual a melhor idade para se congelar óvulos ?

      Até 34 anos, pois a partir dos 35 a qualidade dos óvulos cai muito e as chances destes óvulos gerarem um gravidez caem bastante

      Mas todo mundo pode congelar os óvulos? Quais são as indicações para esse método? Continue lendo o post de hoje e descubra:

      Mulheres entre 30 e 34 anos sem planos de engravidar no futuro próximo

      A partir dos 35 anos a fertilidade da mulher começa a cair e a gravidez vai se tornando cada vez mais difícil. É só a partir dessa idade, no entanto, que muitas mulheres começam a pensar em engravidar, já que só então terminaram os estudos, conseguiram uma boa posição no mercado, se estabilizaram financeiramente e encontraram um bom parceiro.

      O congelamento de óvulos se torna então uma forma de preservar gametas dessa época da vida para se eventualmente utilizar no futuro. Assim, mesmo após os 40, a mulher terá a oportunidade de engravidar por meio da fertilização in vitro e não terá que lidar com a falta de óvulos ou com o alto risco de gerar crianças com síndromes genéticas.

      Mulheres em tratamento contra o câncer

      A quimioterapia e a radioterapia pélvica podem provocar a infertilidade devido às altas doses de toxinas e radiação que o corpo recebe. Nesse caso, a mulher jovem que tiver que se submeter a esses tratamentos para câncer pode optar por coletar e congelar os óvulos antes de receber o tratamento, preservando óvulos.

      Assim, quando a mulher já estiver bem e desejar engravidar, pode descongelar os óvulos e realizar um procedimento de fertilização in vitro e implantação do embrião no útero, apresentando uma gravidez como qualquer outra a partir de então. Caso a mulher não deseje o congelamento de óvulos pode verificar outras opções dentro da oncofertilidade.

      Casais que coletaram óvulos em excesso durante a fertilização in vitro

      A primeira etapa da fertilização in vitro consiste no estímulo ovariano à ovulação e na coleta do máximo de óvulos possíveis em um mesmo ciclo menstrual. Caso a mulher produza óvulos além do necessário para o ciclo de FIV, os extras podem ser doados para um banco de óvulos ou congelados e preservados para um novo ciclo no futuro, seja porque o primeiro não foi bem-sucedido ou porque o casal deseja um segundo filho.

      Com os óvulos já congelados, não é necessário que a mulher realize a estimulação ovariana novamente e corra os riscos de complicações, como a síndrome do hiperestímulo ovariano.

      Mulheres com história familiar de menopausa precoce

      Em algumas famílias, pode ser comum as mulheres entrarem em menopausa antes dos 35 anos, numa época em que elas ainda não tiveram tempo para ter todos os filhos que desejam. Dessa forma, caso a mulher já saiba dessa possibilidade, ela pode congelar os óvulos e utilizá-los para engravidar mais tarde, caso precise.

      Entendeu quais as indicações para o congelamento de óvulos? Deixe suas dúvidas e sugestões de temas nos comentários abaixo.

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        Aborto Espontâneo: conheça alguns sinais que podem indicar um aborto

        O aborto espontâneo é mais comum nos 3 primeiros meses de gravidez, chegando a atingir até 20% das mulheres grávidas. Como isso normalmente acontece no início da gestação, muitas vezes a mulher ainda nem percebeu que estava grávida e não considera isso como aborto. Mas afinal, quais os sinais que podem indicar uma interrupção da gravidez? Confira os os principais sinais aqui no post!

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        Sangramento vaginal

        A perda de sangue pela vagina durante a gravidez é o principal sinal do aborto, já que ocorre devido à descamação da parede uterina na qual o embrião havia nidado. Mas calma, que nem todo sangramento durante a gravidez é sinal de aborto! Geralmente, ele está associado a um sangramento de maior porte acompanhado por dores fortes, aumentando de intensidade até se completar.

        Menstruação atrasada

        Se o aborto ocorre bem no início da gravidez, por volta da data da próxima menstruação, e a mulher ainda não desconfiou da gravidez nem realizou um teste caseiro, é comum que ela entenda o sangramento como apenas isso: uma menstruação atrasada. Assim, muitas vezes, se ocorreu uma relação sexual desprotegida durante o período fértil e a menstruação ocorre em uma data inesperada, tendo um aspecto diferente dos outros meses, há uma chance de que na verdade se trate de um aborto espontâneo.

        Cólicas

        Assim como durante a menstruação o útero se contrai para expelir o sangue, durante o aborto as contrações uterinas visam eliminar o feto e a placenta, limpar o útero e voltá-lo ao tamanho normal para reduzir o sangramento. Por isso, é comum que o aborto esteja associado a dores em cólicas constantes ou intermitentes.

        Eliminação de um material sólido

        O aborto só se completa quando há a eliminação do feto. Se isso ocorre no início da gravidez, o feto é tão pequeno que consegue ser expelido apenas com as contrações do útero, sendo eliminado no meio do sangramento. Por isso, é comum que as mulheres que tiveram aborto espontâneo relatem que observaram algo semelhante a um grande coágulo de sangue.

        Fim dos sintomas de gravidez

        Se a náusea, a sensibilidade das mamas e outros sintomas da gravidez desaparecem de repente após um sangramento vaginal, a chance de o aborto ter ocorrido é grande, indicando que o corpo da mulher retornou ao seu estado habitual, sem os hormônios da gestação.

        Ausência de movimentos fetais

        Nos abortos que ocorrem após a 20ª semana, época em que as mulheres começam a sentir o movimento fetal, o desaparecimento desse movimento por mais de 5 horas seguidas pode indicar o aborto.

        Independentemente de qualquer sinal, o aborto só pode ser confirmado após um exame médico. Por isso, em caso de suspeita, procure um serviço de saúde.

        Atenção!

        As vezes o sangramento vaginal ocorrendo no 1º trimestre de gravidez pode ser sinal que o embrião se implantou fora do útero, mais comumente em uma das trompas. Por isto é importante entrar em contato com seu médico.

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          9 mitos sobre a fertilização in vitro

          A fertilização in vitro trouxe uma possibilidade nova para diversos casais que não conseguiam ter filhos de forma natural, além de permitir que mulheres realizassem seu sonho de ser mãe, mesmo em uma idade um pouco menos propícia para a gravidez. Com essa técnica, famílias foram construídas, crianças nasceram e a esperança se renovou no coração de muitas pessoas.

          No entanto, como toda nova tecnologia, sobretudo se tratando de uma inovação na área de medicina, a fertilização in vitro trouxe também uma série de dúvidas, desconfianças e questionamentos, gerando alguns mitos que, infelizmente, fizeram alguns casais desistir da possibilidade de investir nessa técnica para constituir sua família.

          Se você tem vontade de conhecer esse método a fundo, não deixe de conferir nosso post de hoje, 6 mitos sobre a fertilização in vitro.

          1. A técnica é indicada apenas para mulheres com alterações tubárias

          Embora, antigamente, a técnica fosse direcionada principalmente para mulheres com problemas anatômicos e patológicos nas trompas uterinas, hoje em dia, a situação mudou completamente de figura. Qualquer casal com problemas em conceber seu herdeiro poderá recorrer a esse expediente, e as razões que levam diversas pessoas a procurar pelo método são muito mais amplas, podendo incluir, inclusive, problemas de fertilidade por parte do próprio pai, como baixa contagem de espermatozoides e casais homossexuais que buscam por alternativas para formar uma família.

          2. A fertilização in vitro pode ser feita em qualquer idade

          Essa é outra ilusão que se criou a respeito da fertilização in vitro. Indica-se, hoje, que as mulheres devam tentar a técnica até os 43 anos de idade, pois a viabilidade do embrião se reduz significativamente a partir desse momento.

          3. Inseminação artificial e bebê de proveta são a mesma coisa

          Apesar de serem frequentemente confundidas, as duas técnicas não são nada parecidas. Como o próprio nome indica, na fertilização in vitro é feita em laboratório, a união de um óvulo a um espermatozoide, com posterior implantação do óvulo fecundado no interior do útero da mãe. Já no caso da inseminação artificial, o que ocorre é a injeção de espermatozoides, isto é, inserção de sêmen, na cavidade uterina, com o auxílio de um cateter.

           

          4. O bebê gerado pela fertilização in vitro é menos saudável

          A diferença entre a fertilização natural e a in vitro acontece apenas até o momento da fecundação, já que o restante da gestação ocorre de maneira normal, no útero da mãe ou barriga de aluguel.

          Isso significa que o bebê gerado por esse método tem as mesmas chances de se desenvolver de forma saudável e normal quanto qualquer outro, a depender de características genéticas dos pais e de complicações durante a gravidez, que nada têm a ver com o método de fecundação. Muitas vezes, inclusive, mesmo problemas genéticos podem ser prevenidos com a técnica do bebê de proveta, como explicaremos no próximo tópico.

          5. A fertilização in vitro não previne doenças hereditárias

          Muito pelo contrário, esse procedimento é cada vez mais comum. Quando os futuros pais sabem de alguma doença genética na família, podem recorrer à técnica de seleção de embriões, através da qual são escolhidos aqueles que não possuem o gene portador do mal que aflige a família.

          6. A fertilização in vitro sempre resulta em gestações múltiplas

          A paciente e o médico determinam quantos embriões serão transferidos para o útero. Se for transferido um único embrião, é impossível que a paciente tenha gêmeos. No entanto, também não há garantia de que esse embrião vai se implantar no útero com sucesso. É por isso que muitas mulheres decidem implantar dois, três ou mais embriões.

          Segundo a legislação da Anvisa, o número de embriões implantados deve variar da seguinte maneira:

          • Se a mulher tem até 35 anos, a chance de gravidez é alta, e no máximo dois embriões devem ser inseridos;
          • De 36 aos 40 anos, até três embriões podem ser inseridos;
          • E mulheres acima de 40 anos podem receber quatro embriões.

          7. A fertilização in vitro funciona 100% das vezes

          Não há como prover tal garantia, pois a implantação depende de uma série de fatores, principalmente da idade da mulher provedora do óvulo. Porém, em muitos casos, essa é a melhor chance do casal.

          Agora que você já conhece os principais mitos sobre a técnica do bebê de proveta, que tal compartilhar nosso post para que cada vez mais gente a conheça e tenha a chance de constituir suas famílias? Não se esqueça de contar, nos comentários, se ficou com alguma dúvida e se conhece outros mitos a respeito da fertilização in vitro!

          Tabela de gravidez mensal por tentativa x Idade da mulher

          8. A fertilização in vitro é a última opção para engravidar

          Dependendo do diagnóstico, a fertilização pode ser a primeira opção indicada ou mesmo a única opção. É o caso, por exemplo, de mulheres com bloqueio de tuba uterina bilateral ou de alguns tipos de infertilidade masculina.

          9. Fertilização in vitro é muito estressante por causa dos remédios

          Não é verdade. Muitos fatores influenciam a reação da mulher ou do casal durante a fertilização in vitro. A medicação pode afetar o humor da paciente, mas o estrogênio, na verdade, é um hormônio que dá a sensação de felicidade. A medicação do tratamento pode, inclusive, deixar a paciente mais alerta e disposta.

          Gostou de saber um pouco mais sobre a fertilização in vitro? Ficou com alguma dúvida em relação ao assunto? Deixe um comentário!

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