Histeroscopia Diagnóstica: entenda o que é e qual sua importância

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    Você já ouviu falar da histeroscopia diagnóstica? Esse exame de imagem ajuda na identificação e na correção de diversas condições uterinas que podem atrapalhar a mulher na hora de engravidar, representando um grande avanço na tecnologia médica. Quer entender mais sobre o que é a histeroscopia diagnóstica e por que esse exame é tão importante? É só conferir o nosso post!

    O que é a histeroscopia diagnóstica?

    Do grego histero, que significa útero, e scopeo, que significa examinar ou ver, a histeroscopia é um exame de visualização e inspeção do interior da cavidade uterina. A ideia é a mesma do endoscópio utilizado para exame do esôfago e do estômago, mas, no caso da histeroscopia, o órgão-alvo é o útero.

    Como a histeroscopia diagnóstica é feita?

    O exame é simples, podendo ser realizado em nível ambulatorial, ou seja, no próprio consultório do médico, sem anestesia e sem internação. Através da vagina, o médico introduz no colo do útero uma cânula com 1,2 a 4 mm de diâmetro e que tem uma microcâmera e uma luz na pontinha.

    Uma vez que a cânula alcança o útero, há a introdução de gás carbônico ou soro fisiológico no seu interior para distender a cavidade uterina e permitir a visualização de todas as suas paredes. Durante o exame, as imagens são transmitidas em tempo real em um monitor. Também são obtidas fotos do interior do útero e, caso alguma alteração seja encontrada, pode-se realizar uma biópsia, obtendo material para o exame de anatomopatológico.

    Todo o exame não dura mais do que 10 minutos, sem necessidade de repouso ou afastamento das atividades diárias após a sua realização. No entanto, pode ocorrer um sangramento leve por 3 a 5 dias após a realização do exame, acompanhado de cólicas.

    Quem deve fazer o exame?

    Mulheres com sangramento uterino anormal, pólipos, miomas, neoplasias, hiperplasias, corpo estranho, más-formações, cicatriz hipertrófica, endometriose, adenomiose, mola hidatiforme ou dispositivo intra uterino (DIU) sem fio podem ter que realizar a histeroscopia diagnóstica. O exame também costuma fazer parte da investigação de abortos de repetição e da infertilidade, permitindo muitas vezes a identificação do motivo por que a mulher não está engravidando.

    Por outro lado, a histeroscopia é contraindicada em caso de gravidez em curso, doença inflamatória pélvica não tratada e sangramento volumoso, incluindo a menstruação.

    Quando a histeroscopia diagnóstica é realizada?

    A melhor época para a realização da histeroscopia é na primeira fase do ciclo menstrual, entre o 5º e o 14º dia.

    Como saber se eu preciso realizar o exame?

    A histeroscopia diagnóstica só deve ser feita sob indicação médica, sendo recomendada quando o ginecologista suspeita de alguma alteração na cavidade uterina, como mioma ou pólipos. Geralmente outros exames, como o ultrassom pélvico, são realizados antes da histeroscopia diagnóstica.

    Ainda tem dúvidas sobre a histeroscopia diagnóstica? É só deixar um comentário!

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