Apoio

Psicológico

qual a importância do

apoio psicológico?

A gravidez é um momento muito especial, mas também envolve grandes mudanças, tanto biológicas como também emocionais.

Se por um lado o casal vive a emoção de realizar um sonho e de se preparar para a chegada tão desejada do bebê, há também a apreensão para que dê tudo certo, o medo de ser uma boa mãe ou um bom pai.
Para auxiliar a enfrentar esse tipos de insegurança, que são extremamente comuns durante a gestação, é que é importante contar com um acompanhamento psicológico. Ter um profissional preparado para sanar suas dúvidas e auxiliar com que esse período seja mais tranquilo pode fazer toda a diferença.

As expectativas da gravidez

Ter filhos é encarado, em nossa sociedade, como o rumo natural da vida. Para muitas pessoas, após encontrar um parceiro ou uma parceira, o próximo passo é ampliar a família. Por esse motivo, engravidar torna-se o sonho de muitos, que se unem com o propósito de passar para a frente seus valores, sua cultura e suas tradições.

Paralelamente, há também uma cobrança social grande envolvida no processo. Familiares, amigos e conhecidos esperam — e, em certa medida, até demandam — que esse casal tenha um bebê em algum momento de suas vidas.

A FIV soluciona o problema da biologia, mas, sozinha, não é capaz de apaziguar as expectativas do casal e amenizar as pressões, tanto internas quanto sociais. O acompanhamento psicológico entra, nessa fase do processo, para ajudar os dois a lidarem melhor com toda a complexidade da situação.

Antes do início do procedimento, a assistência de um psicólogo é importante para ajudar o casal a enxergar a reprodução assistida como uma solução para seus dilemas e possíveis problemas. Isso, por si só, já garante maior tranquilidade, saúde mental e qualidade de vida, que reflete diretamente até mesmo na relação do casal.

Preparação dos futuros pais

“Será que vou ser uma boa mãe?”, “Estou preparado para ser pai?”, “O que fazer para que meu filho se sinta amado?” essas e muitas outras questões surgem na mente de todos os pais. Seria incomum se não surgissem, afinal a gravidez significa não só aumentar a família, mas assumir novos papeis.

Ninguém tem um manual de como ser uma boa mãe ou como ser um bom pai, seria incrível se algo assim existisse, não é? O psicólogo, entretanto, tem uma visão diferenciada que irá te ajudar a lidar com essas ansiedades. Ele apontará outras perspectivas que talvez você não conseguiria perceber, por causa do medo e da ansiedade.

Ser um bom pai e uma boa mãe significa procurar ajuda e estar aberto para aprender sempre. Preocupar-se com a sua saúde mental é muito importante, pois o casal precisa estar saudável emocionalmente para receber bem a criança.

Medo do parto e da saúde do bebê

Além da apreensão sobre serem bons pais, o casal também se depara muitas vezes com o medo do bebê nascer saudável e, no caso das mães, de como será o parto. É preciso ficar atento até que ponto essas preocupações estão dentro do normal, para não deixar com que elas tomem grandes proporções e se tornem paralisantes.

Dúvidas sobre a saúde do bebê surgirão. O sentimento de alívio ao ouvir o médico dizer que a gravidez está ocorrendo sem nenhum problema, depois de um ultrassom, é maravilhoso. Entretanto, querer fazer um ultrassom todos os dias e não conseguir realizar as atividades do cotidiano por medo não é normal e não deve ser tratado como tal.

O mesmo vale para o medo do parto. Tire todas as suas dúvidas com o obstetra, mesmo que pareçam bobas e converse com o psicólogo sobre isso. Fale com o seu parceiro também, o qual também pode contar com o psicólogo para aprender como oferecer apoio emocional nesse momento.

Depressão pós-parto

Cerca de 14 a 23% das mulheres demonstram sintomas de depressão durante a gravidez, de acordo com Congresso Americano de Obstetras e Ginecologistas (ACOG). Se esse quadro não for tratado durante a gestação, ele pode se desenvolver no que conhecemos como depressão pós-parto.

A gravidez é muito romantizada pela mídia e com isso as mães se sentem culpadas quando se deparam com os sentimentos de medo e insegurança, que citamos acima. Eles acabam sendo reprimidos por vergonha, preocupação de serem julgadas e até acusadas de não amarem seus bebês.

Entender que a gravidez não é um “mar de rosas” é imprescindível para não se culpar e assim evitar o risco de uma depressão pós-parto, por exemplo.

FAQ: apoio psicológico

É importante entender que o tratamento de fertilidade é um momento importantíssimo e também muito delicado. Para que tudo ocorra da melhor forma possível, realizar o acompanhamento psicológico se torna uma medida de saúde.

Apesar de sugerido pela clínica, é altamente recomendado que o acompanhamento seja feito.

O psicólogo também pode ajudar a mostrar para o casal a importância de que eles não deixem o papel de pais colocar de lado a sua relação afetiva como casal.

Fazer sexo durante a gravidez não prejudica o bebê, mas isso muitas vezes se torna uma questão para alguns casais. O parceiro pode ajudar a mulher entendendo como as mudanças hormonais afetam a libido e de que maneira ele pode ajudá-la.

Pode ser feito das duas maneiras, há uma tendência da mulher procurar inicialmente, contudo vale lembrar que o desejo e a decisão de ter um filho costuma ser do casal e que num olhar sistêmico a família se constitui com influências diversas.

O psicólogo poderá orientar para atendimentos específicos quando necessário.

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