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Reversão da vasectomia


É o procedimento realizado para tornar o paciente fértil após ter feito a vasectomia. Existem 2 técnicas, que podem ser empregadas e ambas são realizadas com uso de microscopia cirúrgica utilizando fios extremamente finos, da espessura de uma linha digital, vaso-vasostomia e vaso-epididimostomia.

A primeira é a anastomose do ducto deferente com ducto deferente após secção da obstrução e a segunda é a anastomose do ducto deferente com o epidídimo. A escolha da técnica é feita durante a cirurgia, dependo dos achados intra-operatórios. Logo que se secciona o ponto obstruído, a secreção do coto do lado do testículo é examinada ao microscópio para verificar se há espermatozóides ou não. Se tiver procede-se com a vaso-vasostomia, caso contrário, realiza-se a vaso-epididimostomia para ultrapassar o ponto obstruído.


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Procedimento realizado em regime de hospital-dia, ou seja, alta no mesmo dia da cirurgia, utilizando microscópio cirúrgico com anestesia geral . A duração da cirurgia depende do que foi encontrado durante o procedimento.
 
  1. O ducto deferente é secionado parcialmente e colhida a secreção do lado do testículo para identificar ao microscópio presença ou ausência de espermatozóides.
  2. Caso haja espermatozóides procede-se com a vaso-vasostomia e caso não se identifique gametas, a técnica utilizada e a vaso-epididimostomia. O procedimento é feito bilateralmente.

O tempo de recuperação para retorno ao trabalho gira em torno de 5 dias. Apos 1 mês, é feito o primeiro espermograma que deverá ser repetido a cada 2 meses para avaliar a evolução da cicatrização da anastomose. É de fundamental importância essa continuidade pós-operatória, pois o procedimento pode ser perdido devido a um estreitamento da anastomose, o que pode ser evitado caso possamos detectá-lo a tempo e impedir através de remédios. 


Não existe tempo máximo para realização da reversão após a vasectomia. O que existe é a mudança da técnica. A vaso-vasostomia é mais provável de ser utilizada em pacientes que tenham feito a vasectomia há menos de 15 anos, enquanto a vaso-epididimostomia é mais provável após os 15 anos de vasectomia.

Todavia, a técnica a ser utilizada é determinada durante a cirurgia, com a análise da presença ou não de espermatozóides da secreção do coto testicular do ducto deferente.

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