Entenda o que é histerossalpingografia e sua importância

Se você sente que está difícil de engravidar, o seu médico precisará solicitar alguns exames e, a partir do resultado deles, dar o diagnóstico. Afinal, as causas da infertilidade podem ser muitas, tanto femininas quanto masculinas.

Por sorte, a causa da infertilidade pode ser na maioria das vezes identificada com base nos resultados de alguns exames principais, dentre eles, a histerossalpingografia, capaz de avaliar as condições do útero e principalmente das trompas. Com o diagnóstico correto, é possível fazer o tratamento mais adequado.

O que é histerossalpingografia

A histerossalpingografia é uma forma de raio-x utilizada para visualizar as trompas e a cavidade uterina.

Nesse exame, é possível que o médico conheça a forma e a estrutura do útero e saber se existe qualquer malformação ou cicatriz uterina que possa atrapalhar a aderência do óvulo fecundado.

Ele também permite verificar se as trompas estão bloqueadas, dificultando o caminho que o óvulo deve percorrer desde o ovário até o alojamento no útero e ainda serve para investigar repetidos abortos, uma vez que eles podem ser resultados de problemas uterinos. Além disso, a histerossalpingografia auxilia a diagnosticar outros problemas ginecológicos, como pólipos e miomas.

Como funciona o exame

Geralmente, órgãos como o útero são difíceis de visualizar em uma imagem de raio-x comum, porém, na histerossalpingografia, é inserido um contraste na cavidade do útero e nas trompas.

O contraste vai mapeando os órgãos enquanto percorre o sistema reprodutor feminino. Dessa maneira, o médico consegue observar a anatomia do útero e a morfologia das trompas e, assim, diagnosticar prováveis inconformidades dessas estruturas.

O procedimento dura aproximadamente 30 minutos. No começo do exame, pode acontecer de a paciente sentir uma leve cólica, mas esse desconforto vai embora em poucos minutos.

Recomendações para as pacientes

Para fazer a histerossalpingografia é importante tomar as seguintes precauções:

  • informar ao médico se estiver grávida ou se tiver suspeita de gravidez, pois o contraste pode atingir o feto;
  • ingerir corretamente os remédios receitados pelo médico para fazer o exame;
  • relatar ao médico sobre a existência de doenças inflamatórias ou sexualmente transmissíveis;
  • avisar ao médico se for alérgica a contraste iodado;
  • esvaziar a bexiga antes do procedimento;
  • evitar relações sexuais alguns dias após o exame.

 Vantagens da histerossalpingografia

Apesar de o nome poder assustar um pouco, a histerossalpingografia é um exame simples e rápido, trazendo uma série de benefícios, como se pode ver a seguir:

  • a histerossalpingografia é um exame pouco invasivo e que traz mínimas possibilidades de complicações;
  • o resultado do exame também ajuda no diagnóstico de doenças uterinas, como miomas e pólipos;
  • o procedimento pode, em algumas ocasiões, aumentar as taxas de gravidez espontâneas;
  • nenhum resíduo do contraste fica no organismo da paciente após a realização da histerossalpingografia.

Resultados do exame

A histerossalpingografia apenas analisa o interior do útero e das trompas para verificar se há anormalidades.

Outras estruturas pélvicas são avaliadas apenas através do ultravaginal, ressonância magnética ou visão direta como na videohisteroscopia e videolaparoscopia. com ressonância magnética ou ultrassom. Por isso, dependendo dos resultados, o seu médico poderá solicitar mais exames para diagnosticar a causa da infertilidade.

Esperamos que este artigo tenha contribuído para esclarecer como é feito o exame de histerossalpingografia e ajudar você a perder o medo de fazê-lo, caso seja solicitado por seu médico.

E agora, depois da leitura, não deixe de curtir a nossa página no Facebook para conhecer mais sobre outros exames que diagnosticam infertilidade e as opções capazes de ajudar você a realizar o sonho de ter um filho!

Equipe Médica Revisora do Texto

Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

Cistos no ovário: 6 mitos e verdades!

Os cistos no ovário são um tipo de alteração que pode ocorrer em mulheres de todas as idades.

Na sua maioria, os cistos ovarianos são pequenos e benignos, não provocam sintomas e podem desaparecer espontaneamente. No entanto, esse assunto causa muitas dúvidas e é cercado por mitos, principalmente em relação à sua influência na fertilidade feminina. Vamos esclarecer a seguir algumas dessas questões. Confira!

1. Ovário policístico é o mesmo que cisto no ovário

Mito. Cisto de ovário geralmente é único, tendo em geral de 3 a 10 cm, podendo ser maior. Já na síndrome dos ovários policísticos são encontrados vários pequenos cistos, com média de 10 milímetros de diâmetro espalhados pelo ovário.

Por serem parte de um quadro de anovulação, a frequência da menstruação na mulher com síndrome dos ovários policísticos é menor, ocorrendo a cada dois ou três meses. Há também outros sintomas, como o aumento de pelos no rosto, seios e abdômen, acne, dificuldade para engravidar e ganho de peso.

2. Existem diversos tipos de cistos ovarianos

Verdade. Os tipos mais comuns são os cistos foliculares e os cistos de corpo lúteo.

Os cistos foliculares evoluem de um folículo formado para abrigar o óvulo e liberá-lo em direção às trompas, no período da ovulação. Se esse folículo não se romper para liberar o óvulo, ele continua acumulando líquidos e crescendo, formando então um cisto. Na maioria dos casos, ele desaparece em algumas semanas.

Já o cisto de corpo lúteo ocorre quando o óvulo é liberado, mas o corpo lúteo volta a se fechar e passa a crescer e acumular líquidos no seu interior.

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3. Os cistos ovarianos só aparecem após a menopausa

Mito. Após a menopausa, a mulher não ovula mais. Portanto, ela não desenvolve os tipos mais comuns de cistos ovarianos: os foliculares e os de corpo lúteo.

4. Os cistos de ovário podem ser câncer

Verdade. Os cistos de ovários na grande maioria são benignos e, muitas vezes podem ser distinguidos por meio de ultrassonografia ou ressonância magnética de tumores com apenas 1% dos casos representando malignidade, mas podem apresentar outros tipos de cisto ovariano em exames de sangue.

Quando não é possível descartar a possibilidade de tumor maligno com exames de imagem, é recomendado retirar o cisto para uma avaliação histopatológica.

5. Os cistos podem desaparecer espontaneamente

Verdade. Dependendo do tipo, tamanho, idade da paciente e até mesmo alguns fatores genéticos, o cisto pode desaparecer espontaneamente, pois são chamados de cistos funcionais. Quando isso não ocorre, é necessário avaliar a possibilidade de retirá-lo cirurgicamente.

6. Os cistos no ovário impedem a gravidez

Mito. É muito raro um cisto ovariano causar infertilidade, mas ele pode dificultar a concepção devido às alterações hormonais que provoca. É recomendável que a mulher faça o acompanhamento do cisto ovariano antes de tentar engravidar.

Na maioria dos casos, o tratamento para os cistos no ovário é muito simples, mas o acompanhamento do médico ginecologista é essencial para garantir o sucesso da terapia escolhida e não prejudicar a saúde da mulher e sua fertilidade.

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    Desvende os 5 maiores mitos sobre período fértil

    Seja para engravidar ou para prevenir uma concepção, muitas mulheres se preocupam sobre o período fértil. O assunto é tão comum e desperta tanta curiosidade que criou uma série de mitos — e muitos deles são tratados como verdades absolutas até hoje.

    Para entender melhor sobre o assunto e saber o que é verdade sobre esse tema, confira este artigo!

    Tenho 100% de chance de engravidar em um período do mês

    É muito comum ver mulheres (e homens) que acreditam existir um dia D, em que as chances de engravidar são de 100%. Na realidade, pesquisas têm revelado que esse é um grande mito. Um casal saudável, por exemplo, que não faz uso dos métodos de contracepção, tem de 20 a 25% de chances de engravidar, em um ciclo menstrual.

    É melhor engravidar no 14º dia do meu ciclo

    Esse mito faz um pouco de sentido, mas não é uma verdade absoluta. Seus dias mais férteis dentro do ciclo são o da ovulação e o dia anterior, o que normalmente acontece entre o dia 11 e 16 ao ciclo menstrual, sendo que o primeiro dia do ciclo é o 1º de sangramento menstrual.

    Entretanto, o ciclo pode variar muito de mulher para mulher, tendo algumas com ciclo de 35 dias, 28, enquanto outras têm ciclo de 20 dias. Uma diferença e tanta, não é? Nesse caso de ciclo curto, você provavelmente vai ovular antes do 14º dia.

    Quem toma anticoncepcional por muito tempo demora a engravidar

    Esse é outro mito muito difundido entre as mulheres, mas não é uma regra. Existem algumas mulheres que tomam anticoncepcional por 10 anos e, quando param, engravidam no mês seguinte.

    Ainda assim, demorar de 6 meses a 1 ano para conseguir engravidar é um período muito comum. Como as mulheres se preveniram durante muito tempo, não sabem como é tentar engravidar antes de interromper o uso da pílula. Entretanto, a fertilidade volta ao que era antes no mês seguinte que a mulher interrompeu o uso do anticoncepcional oral.

    Quem opta por um tratamento para engravidar terá gêmeos

    É maiso comum que as pessoas que fizeram tratamento para engravidar tenham gêmeos (ou até trigêmeos), mas isso não acontece sempre. As chances são mesmo maiores, pois a mulher produz mais óvulos com o estímulo do ovário.

    Além disso, no caso da fertilização in vitro, mais de um embrião pode ser colocado no útero da mulher, medida que também aumenta as chances consideravelmente, mas, como falamos, isso não é uma regra.

    É possível engravidar durante a menstruação

    Segundo diversos especialistas, essa não é uma possibilidade. A menstruação é justamente o descamar do endométrio, uma das paredes do útero. Com isso, o embrião pode até chegar a ser formado, mas ele não teria como se desenvolver no organismo da mulher.

    Depois de ler todos esses mitos, é possível perceber que você provavelmente já acreditou em algum deles, certo? Justamente por isso, conhecer as verdades sobre o período fértil ainda é a melhor maneira de entender, facilitar uma gravidez ou até se proteger de uma!

    E você? Tem algum questionamento que não sabe se é verdade ou mito? Comente no espaço abaixo que vamos te ajudar a esclarecer a questão!

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    Azoospermia e sua relação com a infertilidade masculina

    De fato, a infertilidade não é motivo de ansiedade apenas para as mulheres. Segundo o Ministério da Saúde, no Brasil, cerca de 40% dos casos de infertilidade devem-se a disfunções do sistema reprodutor masculino.

    Neste post, você vai entender o que é azoospermia, por que ela acontece e quais são as possibilidades de tratamento. Leia e conheça melhor um problema que merece a atenção de casais que estão planejando uma gravidez e preocupam-se com as possíveis causas de infertilidade.

    Saiba o que é azoospermia, suas causas e seus efeitos

    A azoospermia é definida como a ausência de espermatozoides no sêmen. Na maioria dos casos, há falta de espermatozoides no sêmen, mas eles podem ser encontrados nos testículos ou nos epidídimos (pequenos ductos coletores e armazenadores de espermatozoides, localizados atrás dos testículos). Apenas a minoria dos homens com infertilidade são azoospérmicos verdadeiros, pois neles a produção de espermatozoides é inexistente.

    Considerando-se as causas da azoospermia, ela é classificada em azoospermia não obstrutiva, quando a causa é a falta de produção de espermatozoides, ou azoospermia obstrutiva, quando a causa é um impedimento no sistema de transporte do esperma.

    Os casos de azoospermia não obstrutiva devem-se a condições diversas, tais como: anomalias cromossômicas, alterações hormonais, reações a medicamentos (inclusive quimioterápicos e esteroides anabolizantes), traumas nos testículos devido a pancadas ou acidentes, consumo de álcool, tabaco e outras drogas e, por fim, a varicocele — dilatação das veias dos testículos, causando o aumento da temperatura na bolsa escrotal e prejudicando a produção de espermatozoides.

    Já a azoospermia obstrutiva tem como fatores desencadeantes: doenças inflamatórias e infecções genitais, fibrose cística e outras doenças genéticas, e a vasectomia (cirurgia de esterilização a partir da qual os espermatozoides ficam impedidos de chegar ao sêmen).

    Todas essas causas, sejam elas orgânicas ou externas, geram a diminuição ou a ausência dos espermatozoides no sêmen, e os efeitos da azoospermia vão desde a dificuldade do homem para gerar filhos até a infertilidade.

    Entenda a relação entre azoospermia e infertilidade masculina

    A relação entre azoospermia e infertilidade masculina é de causa e efeito. Na verdade, a azoospermia não é o único fator que determina um estado não fértil nos homens, mas esse é um dos distúrbios que mais preocupam aqueles que cultivam o desejo da paternidade.

    Alguns homens podem, inclusive, associar a azoospermia com a sua virilidade. Esse mito deve ser derrubado, pois a falta ou a ausência de espermatozoides no sêmen em nada se relaciona com a capacidade de alcançar e manter uma ereção.

    Além disso, é importante destacar que trata-se de uma disfunção que pode ser revertida. Na maioria das vezes, para que o tratamento da infertilidade seja adequado e eficaz, o diagnóstico correto do quadro de azoospermia, considerando seu tipo e sua origem, é fundamental.

    Conheça as possibilidades de tratamento

    A azoospermia é assintomática, e seu diagnóstico é realizado por meio de um exame laboratorial chamado espermograma, podendo ser complementado pela biópsia testicular.

    No espermograma, são avaliadas a quantidade e a concentração de espermatozoides no sêmen, assim como a morfologia e a capacidade de movimentação das células reprodutoras masculinas. Para a elaboração do laudo definitivo, é feita a coleta de material por meio de punção nos testículos.

    Com o diagnóstico adequado, é possível realizar os procedimentos terapêuticos que irão facilitar a resolução do problema. A medicina reprodutiva tem avançado cada vez mais, especialmente em relação à reprodução assistida, e alcançado sucesso em vários casos de infertilidade que têm sua origem na ausência de espermatozoides no sêmen.

    As modalidades de tratamento da azoospermia variam de acordo com as suas causas. No caso de homens que não produzem espermatozoides, o tratamento indicado pode ser a reposição hormonal. Nos casos obstrutivos, e também na varicocele, uma intervenção cirúrgica pode corrigir o problema.

    Já a fertilização in vitro, após biópsia e punção dos testículos ou epidídimos para coleta dos espermatozoides, é uma opção de tratamento tanto nos casos obstrutivos quanto não obstrutivos.

    Esclareça suas dúvidas

    Apesar de ser um problema relativamente comum quando o assunto é infertilidade masculina, a azoospermia é uma disfunção reversível na maioria dos casos, com diferentes possibilidades de tratamento.

    Agora é hora de esclarecer as suas dúvidas. Quer saber mais sobre o que é azoospermia? Deixe sua pergunta aqui nos comentários!

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    Histeroscopia Diagnóstica: entenda o que é e qual sua importância

    Você já ouviu falar da histeroscopia diagnóstica? Esse exame de imagem ajuda na identificação e na correção de diversas condições uterinas que podem atrapalhar a mulher na hora de engravidar, representando um grande avanço na tecnologia médica. Quer entender mais sobre o que é a histeroscopia diagnóstica e por que esse exame é tão importante? É só conferir o nosso post!

    O que é a histeroscopia diagnóstica?

    Do grego histero, que significa útero, e scopeo, que significa examinar ou ver, a histeroscopia é um exame de visualização e inspeção do interior da cavidade uterina. A ideia é a mesma do endoscópio utilizado para exame do esôfago e do estômago, mas, no caso da histeroscopia, o órgão-alvo é o útero.

    Como a histeroscopia diagnóstica é feita?

    O exame é simples, podendo ser realizado em nível ambulatorial, ou seja, no próprio consultório do médico, sem anestesia e sem internação. Através da vagina, o médico introduz no colo do útero uma cânula com 1,2 a 4 mm de diâmetro e que tem uma microcâmera e uma luz na pontinha.

    Uma vez que a cânula alcança o útero, há a introdução de gás carbônico ou soro fisiológico no seu interior para distender a cavidade uterina e permitir a visualização de todas as suas paredes. Durante o exame, as imagens são transmitidas em tempo real em um monitor. Também são obtidas fotos do interior do útero e, caso alguma alteração seja encontrada, pode-se realizar uma biópsia, obtendo material para o exame de anatomopatológico.

    Todo o exame não dura mais do que 10 minutos, sem necessidade de repouso ou afastamento das atividades diárias após a sua realização. No entanto, pode ocorrer um sangramento leve por 3 a 5 dias após a realização do exame, acompanhado de cólicas.

    Quem deve fazer o exame?

    Mulheres com sangramento uterino anormal, pólipos, miomas, neoplasias, hiperplasias, corpo estranho, más-formações, cicatriz hipertrófica, endometriose, adenomiose, mola hidatiforme ou dispositivo intra uterino (DIU) sem fio podem ter que realizar a histeroscopia diagnóstica. O exame também costuma fazer parte da investigação de abortos de repetição e da infertilidade, permitindo muitas vezes a identificação do motivo por que a mulher não está engravidando.

    Por outro lado, a histeroscopia é contraindicada em caso de gravidez em curso, doença inflamatória pélvica não tratada e sangramento volumoso, incluindo a menstruação.

    Quando a histeroscopia diagnóstica é realizada?

    A melhor época para a realização da histeroscopia é na primeira fase do ciclo menstrual, entre o 5º e o 14º dia.

    Como saber se eu preciso realizar o exame?

    A histeroscopia diagnóstica só deve ser feita sob indicação médica, sendo recomendada quando o ginecologista suspeita de alguma alteração na cavidade uterina, como mioma ou pólipos. Geralmente outros exames, como o ultrassom pélvico, são realizados antes da histeroscopia diagnóstica.

    Ainda tem dúvidas sobre a histeroscopia diagnóstica? É só deixar um comentário!

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    Quando o congelamento de óvulos é indicado?

    O congelamento de óvulos surgiu por volta dos anos 80, mas só com o desenvolvimento de técnicas mais eficazes nos últimos anos é que se tornou realmente uma boa alternativa para as mulheres que terão que adiar a maternidade. Isso porque, com essas novas técnicas, a taxa de sobrivivência no descongelamento chega a atingir 90% e as taxas de gravidez com estes óvulos descongelados atinge os mesmos níveis alcançados com óvulos a fresco na idade que foram congelados.

    Mas todo mundo pode congelar os óvulos? Quais são as indicações para esse método? Continue lendo o post de hoje e descubra:

    Qual a melhor idade para se congelar óvulos ?

    Até 34 anos, pois a partir dos 35 a qualidade dos óvulos cai muito e as chances destes óvulos gerarem um gravidez caem bastante

    Mas todo mundo pode congelar os óvulos? Quais são as indicações para esse método? Continue lendo o post de hoje e descubra:

    Mulheres entre 30 e 34 anos sem planos de engravidar no futuro próximo

    A partir dos 35 anos a fertilidade da mulher começa a cair e a gravidez vai se tornando cada vez mais difícil. É só a partir dessa idade, no entanto, que muitas mulheres começam a pensar em engravidar, já que só então terminaram os estudos, conseguiram uma boa posição no mercado, se estabilizaram financeiramente e encontraram um bom parceiro.

    O congelamento de óvulos se torna então uma forma de preservar gametas dessa época da vida para se eventualmente utilizar no futuro. Assim, mesmo após os 40, a mulher terá a oportunidade de engravidar por meio da fertilização in vitro e não terá que lidar com a falta de óvulos ou com o alto risco de gerar crianças com síndromes genéticas.

    Mulheres em tratamento contra o câncer

    A quimioterapia e a radioterapia pélvica podem provocar a infertilidade devido às altas doses de toxinas e radiação que o corpo recebe. Nesse caso, a mulher jovem que tiver que se submeter a esses tratamentos para câncer pode optar por coletar e congelar os óvulos antes de receber o tratamento, preservando óvulos.

    Assim, quando a mulher já estiver bem e desejar engravidar, pode descongelar os óvulos e realizar um procedimento de fertilização in vitro e implantação do embrião no útero, apresentando uma gravidez como qualquer outra a partir de então. Caso a mulher não deseje o congelamento de óvulos pode verificar outras opções dentro da oncofertilidade.

    Casais que coletaram óvulos em excesso durante a fertilização in vitro

    A primeira etapa da fertilização in vitro consiste no estímulo ovariano à ovulação e na coleta do máximo de óvulos possíveis em um mesmo ciclo menstrual. Caso a mulher produza óvulos além do necessário para o ciclo de FIV, os extras podem ser doados para um banco de óvulos ou congelados e preservados para um novo ciclo no futuro, seja porque o primeiro não foi bem-sucedido ou porque o casal deseja um segundo filho.

    Com os óvulos já congelados, não é necessário que a mulher realize a estimulação ovariana novamente e corra os riscos de complicações, como a síndrome do hiperestímulo ovariano.

    Mulheres com história familiar de menopausa precoce

    Em algumas famílias, pode ser comum as mulheres entrarem em menopausa antes dos 35 anos, numa época em que elas ainda não tiveram tempo para ter todos os filhos que desejam. Dessa forma, caso a mulher já saiba dessa possibilidade, ela pode congelar os óvulos e utilizá-los para engravidar mais tarde, caso precise.

    Entendeu quais as indicações para o congelamento de óvulos? Deixe suas dúvidas e sugestões de temas nos comentários abaixo.

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      Endometriose: a doença silenciosa que pode ser a causa da infertilidade

      Doença silenciosa e que pode causar infertilidade, a endometriose acomete entre 10% e 15% das brasileiras em idade fértil. Em pacientes inférteis, estima-se que, aproximadamente, 50% tenha endometriose. Esse elevado número fez com que a quantidade de pesquisas sobre o assunto crescesse muito na última década, melhorando os tratamentos disponíveis. Para entendermos melhor sobre essa doença, vamos entender como ela ocorre:

      O que é endometriose?

      A camada de tecido mais interna do útero se chama endométrio. Todo mês, o endométrio é estimulado a crescer pelo hormônio estrogênio, se tornando uma camada mais grossa. É essa camada que tem a função de “captar” o embrião quando há fertilização. Quando não há, esse tecido descama e é eliminado através da menstruação.

      Endometriose nada mais é do que a presença de endométrio fora do útero, podendo estar nos ovários, trompas ou até mesmo intestino e bexiga.

      Quais são os sintomas?

      Os sintomas variam muito de mulher para mulher. Os mais comuns são:

      • Cólicas menstruais intensas;
      • Dor pélvica (especialmente durante a menstruação);
      • Infertilidade
      • Dor durante o sexo
      • Desarranjo ou dor intestinal no período menstrual; e
      • Urgência e possível dor ao urinar.

      Portadoras de endometriose podem ter um, todos ou nenhum desses sintomas. Na verdade, 25% das mulheres com a doença não apresentam nenhum sintoma, tornando o diagnóstico ainda mais difícil.

      Como diagnosticar a endometriose?

      Diagnosticada precocemente, a endometriose pode ser melhor tratada. No entanto, devido à superficialidade dos sintomas ou mesmo ausência deles, o diagnóstico precoce se torna bastante difícil.

      O exame de ultrassom é utilizado para identificar a presença de endometriose, sendo algumas vezes, capaz de detectar a doença em fase precoce. Apesar de eficaz, o diagnóstico só é 100% confirmado a partir de outro método denominado videolaparoscopia. Este é o único exame capaz de definir de forma objetiva e conclusiva a extensão da doença.

      É importante estar em dia com os exames ginecológicos, uma vez que nódulos no fundo da vagina e dor à mobilização do útero podem indicar endometriose.

      Qual a relação entre endometriose e infertilidade?

      A endometriose afeta o aparelho reprodutor de diversas maneiras, e a infertilidade, que pode estar associada à doença, não ocorre devido a um único fator. Algumas das coisas que ocorrem e alteram a fertilidade:

      Alterações anatômicas e fisiológicas

      O funcionamento das trompas e a maturação e desenvolvimentos dos óvulos ficam prejudicados. Ocorre alteração na receptividade do endométrio à implantação do embrião.

      Aspecto imunológico

      O sistema imune deveria atacar somente tecidos estranhos. No caso da endometriose, o sistema imune identifica endométrio fora do lugar como algo estranho e o ataca, causando inflamação. Isso faz com que as chances de implantação do embrião diminuam ainda mais.

      Apesar de relacionadas, a endometriose não leva necessariamente a infertilidade. Cada caso deve ser avaliado separadamente.

      Como tratar?

      O tratamento varia de acordo com a intensidade e a intenção de engravidar. Caso o objetivo seja apenas melhorar a dor, o tratamento pode ser por meio de remédios ou cirurgia.

      Para casais que desejam engravidar, a abordagem é diferente. Os remédios não são indicados pois agem como anticoncepcionais. A cirurgia, por sua vez, pode ser indicada pois evidências apontam que leva a uma melhora na fertilidade.

      A opção mais comum é não tratar a endometriose e utilizar de um método de reprodução assistida, como a fertilização in vitro. Esse método tem excelente indicação, boas taxas de sucesso e, portanto ajuda a conseguir a gravidez.

      Como cada caso tem um desenvolvimento diferente, é essencial procurar um especialista em reprodução assistida e ver qual a melhor opção pra você.

      Conhece alguém que passou por isso? Tem mais alguma dúvida? Deixe seu comentário pra gente!

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      Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

      8 sinais que podem indicar problemas de fertilidade nas mulheres

      Para as mulheres que sonham em ser mães, nenhum problema de saúde assusta mais do que a infertilidade. O medo de descobrir que é infértil deixa muitas mulheres inseguras para visitar o médico e receber esse diagnóstico. Apesar disso, o nosso organismo é muito sábio e, por isso, é capaz de nos enviar sinais biológicos que podem indicar que algo está errado. Se você quer descobrir quais sinais podem apontar possíveis problemas de infertilidade nas mulheres, que tal conferir o nosso artigo sobre o assunto? Use essas informações a seu favor!

      Condição ginecológica mais grave

      As mulheres que apresentaram diagnóstico de endometriose ou de miomas ovarianos têm mais chances de apresentar quadro de infertilidade do que aquelas que não tiveram problemas ginecológicos. A endometriose e o mioma, dependendo da sua localização e tamanho, podem afetar diretamente a produção do ciclo menstrual feminino, interferindo na sua capacidade de ovular e até mesmo de ter seu óvulo fecundado por um espermatozoide.
      Menstruação sempre irregular
      Você sempre apresentou menstruação irregular? Esse também pode ser um indício de que você tem problemas de fertilidade. A menstruação irregular pode ser uma consequência de vários fatores — que podem ser emocionais, hormonais e até mesmo nutricionais —, mas também sinalizam problemas como cistos ovarianos, que interferem na fertilidade.

      Menstruação sempre irregular

      Você sempre apresentou menstruação irregular? Esse também pode ser um indício de que você tem problemas de fertilidade. O ciclo menstrual da mulher tem cerca de 28 dias, podendo variar para um pouco menos ou mais, mas mantendo o ritmo do organismo de cada mulher.

      Porém, algumas mulheres podem menstruar antes do previsto ou muito depois da data, e a menstruação pode falhar. Esses fatores caracterizam o ciclo menstrual irregular.

      A menstruação irregular pode ser uma consequência de vários fatores — emocionais, hormonais e até mesmo nutricionais —, mas também sinalizam problemas como cistos ovarianos, que interferem na fertilidade.

      Cólicas extremamente fortes

      As cólicas menstruais são sintomas naturais do ciclo ovariano da mulher; entretanto, quando elas sempre se apresentam exageradas e lhe deixando pouco funcional durante esse período, elas podem indicar algum problema. Cólicas exageradas geralmente são associadas à endometriose, condição clínica que afeta a fertilidade.

      Hábitos de vida completamente irregulares

      Mulheres que fumam e/ou bebem muito, e se alimentam de maneira completamente desequilibrada, podem apresentar problemas significativos na hora de tentar engravidar. Esses fatores externos, como o tabagismo e a ingestão elevada de compostos danosos ao organismo, podem influenciar no metabolismo correto do corpo, resultando em baixa fertilidade na mulher.

      Peso corporal diferente do ideal

      Mulheres abaixo ou acima do seu peso corporal ideal podem ter dificuldades para engravidar, pois essa característica está diretamente ligada à produção hormonal. Quando os hormônios do corpo estão desregulados, a mulher pode ovular de maneira irregular e apresentar problemas de fertilidade.

      Além disso, quando o peso corporal está muito abaixo do ideal, a mulher também pode apresentar uma queda nutricional no organismo. E não possuindo os nutrientes necessários para uma gestação, conseguir engravidar pode se tornar mais difícil.
      Diagnóstico de doenças crônicas

      Mulheres que apresentam diagnóstico de doenças como a diabetes, a hipertensão, a obesidade e até mesmo o colesterol alto, são classificadas no grupo de risco para ter baixa fertilidade. Isso acontece porque as doenças crônicas interferem de maneira significativa no metabolismo corporal, que pode ter, como uma de suas consequências, alterações na fertilidade feminina.

      Tratamentos com radiação ou quimioterapia

      Qualquer tipo de tratamento médico realizado com compostos invasivos e que apresentam efeitos colaterais, como a radiação ou a quimioterapia, podem influenciar na capacidade da mulher em se apresentar fértil. Isso acontece porque a radiação ou quimioterapia, ao agirem nas células doentes, tentando eliminá-las, também agem em células boas como os gametas, podendo eliminar toda a reserva de óvulos que a mulher possui.

      Mesmo conhecendo todos os possíveis sinais que indicam problemas de fertilidade nas mulheres, nenhum diagnóstico clínico pode ser fechado sem a avaliação e acompanhamento de um médico especialista em problemas de fertilidade. Muitas vezes a dificuldade de engravidar pode ser uma consequência de uma soma de fatores encontrados na mulher e no homem, que não permitem que o casal seja considerado fértil. Por isso, se você desconfia que apresenta um dos sinais acima, não hesite em procurar a orientação de um especialista.

      Idade acima de 35 anos

      Embora esse fator não seja necessariamente um problema e trate-se de um processo natural do organismo, mulheres acima de 35 anos podem ter mais dificuldade para engravidar.

      Isso acontece por vários fatores, sendo um deles a queda na produção hormonal. Também há o fato de a quantidade de óvulos da mulher já estar bastante reduzida, podendo dificultar a fertilização.

      Ao contrário dos homens, a mulher não produz suas células reprodutivas ao longo de vida. Assim que nasce, a mulher já traz consigo os óvulos para toda a sua vida. Eles são amadurecidos e liberados aos poucos, durante seu período fértil. Ao chegar aos 35 anos, ela já possui poucos óvulos e eles podem estar velhos, o que dificulta a gravidez.

      Mesmo conhecendo todos os possíveis sinais que indicam problemas de fertilidade nas mulheres, nenhum diagnóstico clínico pode ser fechado sem a avaliação e o acompanhamento de um médico especialista em problemas de fertilidade. Muitas vezes, a dificuldade de engravidar pode ser consequência de uma soma de fatores encontrados na mulher e no homem, que não permitem que o casal seja considerado fértil. Por isso, se você desconfia que apresenta um dos sinais acima, não hesite em procurar a orientação de um especialista.

      Qual é a sua opinião sobre esse assunto? Tem dúvidas sobre a manifestação da infertilidade na mulher? Comente e compartilhe suas ideias com a gente!

      Equipe Médica Revisora do Texto

      Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

      Entenda como a idade influencia na Fertilização In Vitro

      Preparamos um artigo completo para que você entenda como a idade influencia no sucesso da Fertilização in Vitro.

      Neste artigo você vai aprender:

      • Como acontece a fertilização natural?
        • Aprenda como acontece a fertilização natural no corpo da mulher e quais as chances de engravidar a cada ciclo menstrual.
      • Quais são as taxas de sucesso da fertilização para cada idade?
        • Compreenda quais são as taxas de sucesso de uma gravidez entre os 20, 30 e 40 anos de idade.
      • Como vencer as dificuldades da idade e engravidar?
        • Entenda como é possível engravidar mesmo nas faixas etárias em que a gravidez se torna mais difícil.

      LEIA O ARTIGO GRATUITAMENTE!

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      Veja como a alimentação interfere na sua fertilidade

      Ter um filho é algo que muda para sempre a vida de um casal, e essa é uma decisão que normalmente vem de muita reflexão e do desejo profundo de se tornar pais. Porém, infelizmente, pode acontecer que mesmo depois de estar totalmente seguro desse desejo, o casal passe muito tempo tentando, sem conseguir resultados.

      A boa notícia é que a infertilidade pode estar sendo causada por algo muito mais simples do que alguma doença ou problema irreversível: a alimentação, tanto do homem quanto da mulher, pode influenciar muito suas chances de conseguir gerar um filho.

      Se você e seu parceiro estão na expectativa de conseguir a sonhada gravidez, vejam algumas dicas de como seus hábitos diários de alimentação podem estar interferindo em sua fertilidade:

      Bebidas alcoólicas

      Muitos casais já sabem que devem evitar consumir bebidas alcoólicas enquanto estão tentando engravidar, mas vale ressaltar aqui a importância e os motivos dessa medida.

      O álcool em excesso é prejudicial para o desenvolvimento dos gametas sexuais, resultando, consequentemente, em maiores dificuldades de engravidar. Além disso, lembre-se de que o álcool pode ser prejudicial à formação do bebê nos primeiros meses na barriga da mãe. Para garantir maiores chances de sucesso, o ideal é que o futuro pai e a futura mãe suspendam o consumo de álcool durante as tentativas, e a futura mãe durante todo o período da gravidez.

      Alimentos ricos em gordura

      O excesso de peso é outro fator que pode estar atrapalhando suas chances, já que está relacionado a problemas hormonais encontrados em ambos os sexos, influenciando a fertilidade, ou seja, o excesso de peso tem ação direta sobre os hormônios, tanto no homem como na mulher.

      Ingerir muitos alimentos gordurosos pode ainda trazer outras complicações, como doenças cardíacas, de circulação, diabetes e colesterol alto — mais obstáculos no desenvolvimento de gametas férteis.

      Casais que pretendem ter filhos, portanto, devem controlar sua ingestão de gordura, preferindo consumir carnes mais magras e laticínios desnatados, além de praticar exercícios físicos regularmente.

      Consumo de alimentos ricos em açúcar

      O açúcar também é um dos vilões da alimentação de quem está tentando engravidar. Seu excesso não só pode levar ao sobrepeso, que atrapalha a formação dos gametas, como ainda favorece o desenvolvimento de diabetes, prejudicando a fertilidade em homens e mulheres.

      Durante as tentativas, experimente tomar sucos, café e outras bebidas sem adição de açúcar e consuma doces de forma moderada.

      Baixo consumo de vegetais, frutas e legumes

      Vitaminas e minerais têm um papel importante na formação dos gametas, e a falta deles pode comprometer o bom funcionamento do organismo. Sem a ingestão de frutas, vegetais e legumes na medida certa, as chances de conseguir ficar grávida diminuem. Estes alimentos são substâncias antioxidantes, que limpam nosso corpo de moléculas de oxigênio nocivas, que são os radicais livres.

      Procurem complementar sua dieta com frutas, vegetais e legumes todos os dias, e dê preferência aos alimentos livres de agrotóxicos. Não hesitem em buscar a ajuda de um nutricionista, caso achem necessário.

      Em suma, podemos perceber que, para manter os níveis de fertilidade do casal e aumentar suas chances de realizar o sonho de ter filhos, é preciso que ambos mantenham um estilo de vida saudável. Se, mesmo com todos esses cuidados, vocês ainda não estiverem conseguindo engravidar, não se preocupem: a medicina oferece hoje em dia diversas soluções para casais nessa situação. Conheça algumas delas no nosso site e comentem, caso ainda tenha dúvidas sobre como alimentação influencia sua fertilidade!

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