Desvende os 5 maiores mitos sobre período fértil

Seja para engravidar ou para prevenir uma concepção, muitas mulheres se preocupam sobre o período fértil. O assunto é tão comum e desperta tanta curiosidade que criou uma série de mitos — e muitos deles são tratados como verdades absolutas até hoje.

Para entender melhor sobre o assunto e saber o que é verdade sobre esse tema, confira este artigo!

Tenho 100% de chance de engravidar em um período do mês

É muito comum ver mulheres (e homens) que acreditam existir um dia D, em que as chances de engravidar são de 100%. Na realidade, pesquisas têm revelado que esse é um grande mito. Um casal saudável, por exemplo, que não faz uso dos métodos de contracepção, tem de 20 a 25% de chances de engravidar, em um ciclo menstrual.

É melhor engravidar no 14º dia do meu ciclo

Esse mito faz um pouco de sentido, mas não é uma verdade absoluta. Seus dias mais férteis dentro do ciclo são o da ovulação e o dia anterior, o que normalmente acontece entre o dia 11 e 16 ao ciclo menstrual, sendo que o primeiro dia do ciclo é o 1º de sangramento menstrual.

Entretanto, o ciclo pode variar muito de mulher para mulher, tendo algumas com ciclo de 35 dias, 28, enquanto outras têm ciclo de 20 dias. Uma diferença e tanta, não é? Nesse caso de ciclo curto, você provavelmente vai ovular antes do 14º dia.

Quem toma anticoncepcional por muito tempo demora a engravidar

Esse é outro mito muito difundido entre as mulheres, mas não é uma regra. Existem algumas mulheres que tomam anticoncepcional por 10 anos e, quando param, engravidam no mês seguinte.

Ainda assim, demorar de 6 meses a 1 ano para conseguir engravidar é um período muito comum. Como as mulheres se preveniram durante muito tempo, não sabem como é tentar engravidar antes de interromper o uso da pílula. Entretanto, a fertilidade volta ao que era antes no mês seguinte que a mulher interrompeu o uso do anticoncepcional oral.

Quem opta por um tratamento para engravidar terá gêmeos

É maiso comum que as pessoas que fizeram tratamento para engravidar tenham gêmeos (ou até trigêmeos), mas isso não acontece sempre. As chances são mesmo maiores, pois a mulher produz mais óvulos com o estímulo do ovário.

Além disso, no caso da fertilização in vitro, mais de um embrião pode ser colocado no útero da mulher, medida que também aumenta as chances consideravelmente, mas, como falamos, isso não é uma regra.

É possível engravidar durante a menstruação

Segundo diversos especialistas, essa não é uma possibilidade. A menstruação é justamente o descamar do endométrio, uma das paredes do útero. Com isso, o embrião pode até chegar a ser formado, mas ele não teria como se desenvolver no organismo da mulher.

Depois de ler todos esses mitos, é possível perceber que você provavelmente já acreditou em algum deles, certo? Justamente por isso, conhecer as verdades sobre o período fértil ainda é a melhor maneira de entender, facilitar uma gravidez ou até se proteger de uma!

E você? Tem algum questionamento que não sabe se é verdade ou mito? Comente no espaço abaixo que vamos te ajudar a esclarecer a questão!

Equipe Médica Revisora do Texto

Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

Quais minhas chances de engravidar durante o período fértil?

Quando um casal resolve ter filhos, o processo para engravidar pode levar meses e até anos. Isso pode ser algo absolutamente normal, principalmente por conta da ansiedade — e, em alguns casos, pode ser por causa de algum problema de fertilidade.

Na busca pela maternidade, muitas mulheres já ouviram falar sobre o período fértil. Será que ele pode ser a solução para a longa espera? Continue a leitura deste artigo e saiba mais sobre o assunto!

O que é o período fértil?

O período fértil é a fase na qual a mulher ovula. Apesar de variar bastante de mulher para mulher, esse estágio acontece cerca de 14 dias antes da menstruação. Além da contagem de dias, que funciona principalmente para ciclos regulares, o corpo feminino passa por algumas mudanças durante esse período — o que permite identificá-lo.

Quais são as chances de engravidar durante o período fértil?

Durante o período fértil, as chances de engravidar aumentam cerca de 25%. Isso não quer dizer que a gravidez ocorre apenas durante o período fértil, mas que as chances são maiores nessa fase.

As relações sexuais, nessa época, têm mais chances de gerar um embrião devido ao fato do óvulo durar cerca de 24 horas no organismo da mulher.

Como identificar o período fértil?

É possível identificar o período fértil por meio da contagem de dias ou da percepção de certos “sintomas” no corpo da mulher. O cálculo do período fértil te permite identificar o provável dia no qual ocorrerá a ovulação. Esse dia pode variar muito de mulher para mulher — e a cada ciclo menstrual de uma mesma mulher.

Geralmente a ovulação ocorre 2 semanas antes do término do ciclo menstrual. Para identificar esse dia, é preciso que você saiba quanto tempo dura o seu ciclo — que começa no primeiro dia da menstruação e vai até o início da próxima.

Para mulheres que não possuem ciclos muito regulares, a melhor forma de identificar o período fértil é por meio da observação do muco vaginal, uma das maneiras do corpo feminino se preparar para a fecundação. Como a ovulação dura cerca de 24h, o corpo da mulher produz um muco transparente e pegajoso, parecido com a clara do ovo — para preservar o espermatozoide vivo de 3 a 7 dias e facilitar seu trajeto do útero até as trompas.

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A ansiedade reduz as chances de engravidar?

Em casais férteis ou que estão passando por tratamento, a ansiedade pode ser um dos principais fatores que fazem com que a gravidez demore a chegar — ela pode até fazer com que a mulher fique sem ovular.

Normalmente, um casal pode levar até 1 ano para conseguir engravidar. Se demorar mais que isso ou acreditar que há algo de errado com você ou com o seu parceiro, procure um médico.

Se você está querendo engravidar, é preciso encarar o processo com entusiasmo e otimismo. Não deixe que a ansiedade atrapalhe esse sonho! Tenha consciência que é completamente normal que a gravidez não aconteça de um dia para o outro. Conheça seu corpo, seu período fértil e curta o momento. Não deixe que ele passe sem que você aproveite cada novidade que essa etapa representa!

Gostou dessas dicas? Então confira este artigo e saiba como a união do casal pode ajudar a aumentar a fertilidade!

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    A união do casal pode ajudar a aumentar a fertilidade

    A dificuldade de engravidar é um problema frequente, que se apresenta em 1 entre 6 casais. No entanto, poucos deles se dão conta dos transtornos que podem surgir na hora de engravidar. O estresse e as pressões da vida cotidiana, dificuldades econômicas e a ansiedade para ter um filho são fatores que podem influenciam negativamente a fertilidade e também na união do casal.

    Mas a união e a amizade entre marido e mulher são uma forma de driblar essa situação e aumentar a fertilidade. Por isso, neste post vamos sugerir algumas dicas que podem melhorar o dia a dia de um casal, aumentando as chances da fecundação acontecer naturalmente. Continue lendo e acompanhe!

    Reduza o estresse no seu relacionamento

    Ter um bebê é parte de um sonho na vida da maioria dos casais. Por isso, quando a mulher encontra dificuldades para engravidar, pode sofrer um estresse que pode atrapalhar seu ciclo menstrual e a ovulação. Portanto, nesse momento é importante que nenhuma culpa seja atribuída, seja para o marido ou a esposa — o casal deve permanecer unido e enfrentar a dificuldade de engravidar juntos!

    É essencial combater o estresse para melhorar o funcionamento do seu sistema reprodutor e de todo o corpo. Dessa maneira, lembre-se de descansar, relaxar e fazer programas divertidos juntos. Praticar exercícios juntos também é uma ótima forma de melhorar o relacionamento e o funcionamento do organismo. É importante que o corpo esteja saudável, assim como a mente.

    Modifique alguns hábitos nocivos de vida.

    Há alguns hábitos que podem ser prejudiciais para a fertilidade, tanto da mulher quanto do homem. A ingestão de bebidas alcoólicas em excesso é um deles, afinal, o álcool pode diminuir a qualidade dos espermatozoides nos homens e atrofiar as células que produzem testosterona, principal hormônio masculino. Já nas mulheres, o álcool pode suspender a ovulação e afetar a produção de hormônios femininos necessários para a fertilidade. Além disso, o álcool pode afetar o desejo sexual, o que prejudica as relações.

    É fundamental que o casal esteja unido para mudá-los e conquistar um estilo de vida mais saudável. Outro hábito que deve ser eliminado é o uso de drogas, como o cigarro ou a maconha, pois esses produtos contêm milhares de substâncias nocivas não só para o sistema reprodutor, mas para todo o corpo. Lembre-se de que uma vida mais saudável é um fator imprescindível para a fertilidade e a boa convivência do casal.

    A união do casal ajuda a superar o trauma do tratamento para infertilidade

    O tratamento para infertilidade pode causar um estresse diário que influencia diretamente a vida e união do casal — o fato de não conseguir engravidar pode afetar a vida sexual do casal, assim como sua autoestima. Como o tratamento não tem garantias e pode demorar, o sexo pode se tornar algo automático e sem espontaneidade. É até possível que, com toda essa ansiedade, o relacionamento se enfraqueça!

    Porém, com apoio mútuo é possível superar essa fase e aumentar a fertilidade e a qualidade do relacionamento. Jamais se esqueça de que você e seu companheiro são um casal! Não deixe que seu relacionamento caia na rotina; saiam para passear e viajar, divirtam-se juntos. A vida vai além da infertilidade.

    Lembre-se como é importante ser paciente e sensível em relação aos sentimentos um do outro. Ser companheiro é estar sempre disponível para dar conselhos, e ouvir com a mente aberta. Desse modo, a união do casal fará toda a diferença no processo de engravidar!

    E então, gostou do post? Quer saber mais sobre o assunto? Baixe o nosso e-book e fique por dentro de outras informações!

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    A importância dos exercícios físicos antes da gravidez

    Toda gestante sabe o quanto é importante para seu filho que ela cuide da própria saúde, antes, durante e depois da gravidez. Além dos cuidados tradicionais com a alimentação e visitas regulares ao médico, cada vez mais especialistas na área da saúde têm recomendado às suas pacientes que pretendem engravidar que iniciem, imediatamente, uma rotina de práticas leves ou moderadas de exercícios físicos.

    Ficou interessada em saber como esse hábito pode mudar completamente a vida de uma futura gestante? Confira nosso artigo sobre a importância dos exercícios físicos antes da gravidez!

    O Benefício dos exercícios físicos na saúde em geral

    Você já deve estar cansada de saber dos benefícios da prática de atividades físicas regulares para a sua saúde, não é mesmo? Fortalecimento muscular, melhor atividade cardiovascular e respiratória, manutenção do peso e aumento do metabolismo corporal, dentre várias outras vantagens, podem ser observados quando você decide adicionar esse hábito à sua rotina.

    Seria muita ingenuidade da nossa parte, portanto, não acreditar que a prática de exercícios físicos pode favorecer a saúde da mulher em uma fase tão importante da vida dela: a gestação. Mas atenção! Não estamos falando aqui somente da importância da prática de exercícios durante o período gestacional (que é sim essencial), mas sim da manutenção desse hábito antes da confirmação da gravidez.

    Os benefícios dos exercícios físicos antes da gravidez

    Aumento da fertilidade

    Um dos principais motivos que levam muitos especialistas em saúde da mulher a incentivar a prática de exercícios físicos nas suas pacientes que pretendem engravidar é o fato de que as atividades de intensidade moderada podem aumentar, significativamente, a fertilidade.

    Pesquisadores da Boston University School of Public Health constataram que a prática moderada de atividades físicas (nem intensa e nem leve demais) permitia que o organismo feminino fosse considerado mais saudável (com peso ideal e bom funcionamento do metabolismo), situação que favorecia a fertilidade nessas mulheres.

    Tanto as mulheres que se exercitavam demais quanto aquelas que não praticavam nenhum exercício tinham mais dificuldades para engravidar do que aquelas que optaram por fazer exercícios moderados.

    Melhor funcionamento dos sistemas corporais

    Exercitar-se também garante um melhor funcionamento do sistema cardiovascular e respiratório, situação que perdura até a constatação da gestação. Como o desenvolvimento do feto exige bastante do organismo feminino, é natural que os dois sistemas devam ser capazes de atender à demanda aumentada do corpo da gestante, especialmente no primeiro trimestre da gravidez.

    Mais compreensão da mudança corporal

    Mulheres que se exercitaram ao longo da vida têm mais facilidade para lidar com as mudanças corporais que a gestação pode causar na mulher. Como o aumento do volume do útero, das mamas e da região abdominal como um todo podem alterar o centro gravitacional da mulher, muitas gestantes encontram dificuldades para sustentar o novo corpo nos primeiros meses de gravidez.

    Para as mulheres que praticam atividades físicas, a adaptação ao novo centro gravitacional é mais fácil, além de ser percebida uma redução dos desconfortos musculares e ósseos causados pelo crescimento do bebê. Além desses benefícios, as mulheres que se exercitaram antes da gravidez também têm mais facilidade para dormir e sentem menos a tensão natural emocional que acompanha a mulher durante a gestação. Elas são mais tranquilas e serenas.

    Fortalecimento do core

    A gestação é um período no qual o corpo da mulher se modifica significativamente e praticar exercícios antes disso é uma forma de preparar o corpo, deixando-o mais fortalecido.

    A região do core (compreende região lombar e abdominal), que é responsável pelo equilíbrio, precisa ser constantemente trabalhada, já que com o crescimento da barriga o centro de gravidade da mulher se desloca para frente exigindo um pouco mais de força nessa região.

    Prevenção do sobrepeso

    Não é uma regra, mas é comum que as gestantes ganhem peso extra durante a gravidez. O fato de se exercitarem antes que isso aconteça ajuda a diminuir os níveis de gordura corporal e também a ocorrer um emagrecimento. Dessa forma, caso ocorra um aumento dos números da balança, ele não será tão negativo quanto poderia ser.

    Melhora do sistema respiratório

    Com o avançar da gestação, o bebê toma mais espaço dentro da mãe e empurra alguns órgãos, entre eles o pulmão. A expansibilidade dele fica menor durante a gravidez, mas se você já vinha praticando exercícios como caminhada ou Pilates (ótimo para controle respiratório), o incômodo gerado por esse acontecimento será bem menor e, consequentemente, o cansaço, que é muito comum nos últimos meses, também irá diminuir.

    Preparação de músculos importantes

    Existem alguns exercícios que ajudam a fortalecer músculos estratégicos para as futuras gestantes, especialmente para aquelas que desejam ter um parto normal.

    A região lombar precisa ter um bom preparo porque a curvatura da coluna muda com o passar do tempo e, se a musculatura não estiver preparada para isso, pode causar fortes dores nas costas, muito comuns em grávidas.

    Outro grupo muscular que precisa de um bom treinamento é o do assoalho pélvico. Além de gerar mais força para o parto normal, ele também ajuda a mulher nos últimos meses de gestação, quando é necessário ir ao banheiro constantemente, já que a bexiga é comprimida pela criança.

    Escolha exercícios que possam ser mantidos

    O ideal é começar a praticar os exercícios, pelo menos, 6 meses antes de tentar engravidar. Faça opções por atividades físicas que possam ser mantidas mesmo depois de conseguir isso. Por exemplo, uma caminhada leve, hidroginástica, entre outros.

    Como os 3 primeiros meses são os mais críticos, pois é nesse período que há uma maior probabilidade de acontecer um aborto espontâneo, o seu médico pode proibir qualquer tipo de exercício, especialmente o Pilates. Mas provavelmente você poderá voltar a praticá-los sem qualquer problema após esse tempo, desde que com orientação médica, é claro.

    Outros benefícios

    Praticar exercícios físicos antes da gravidez oferece várias vantagens, não só as físicas, mas também as emocionais. Eles ajudam a reduzir a ansiedade, muito comum entre as mulheres que querem engravidar, e também aumentam a sensação de bem-estar por conta da liberação de substâncias como a serotonina e a dopamina. Antes de praticar qualquer tipo de atividade é aconselhável consultar um médico para ter mais segurança.

    Você praticou exercícios antes da gravidez? Conte pra gente quais benefícios percebeu durante a gestação graças a esse hábito! Deixe um comentário!

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    Veja chás que ajudam na reposição hormonal

    A menopausa é uma das fases mais importantes da vida da mulher e ocorre normalmente entre 40 e 55 anos. Ela é causada pelo declínio e cessação da fertilidade feminina, devido à diminuição dos óvulos viáveis do ovário. Quando esse processo ocorre, uma série de mudanças físicas e mentais se faz presente no organismo, principalmente guiadas pelas bruscas e grandes mudanças hormonais comuns do período.

    A menopausa pode vir com sintomas desagradáveis e até mesmo traumáticos para uma mulher, como ressecamento vaginal, perda da libido, depressão, ondas de calor, insônia, dores musculares, entre outros. Por isso, vários tratamentos farmacológicos são procurados por mulheres em menopausa, que visam substituir os hormônios que abaixam de nível nesta fase da vida.

    Entretanto, estudos recentes mostram que existem opções naturais (e com menos efeitos colaterais) que podem cumprir o papel dessa reposição hormonal. Por isto, separamos uma lista com chás de ervas naturais que podem ajudar com os sintomas que mencionamos, para que a menopausa seja encarada com maior tranquilidade e qualidade de vida. Confira!

    Chá de folha de amoreiras

    Esse chá medicinal teve origem há vários séculos na medicina oriental e vários estudos modernos demonstraram seus benefícios nos últimos anos. A folha de amoreira tem vários compostos químicos que ajudam a regular os hormônios femininos, além de propriedades que amenizam os sintomas mais desagradáveis da menopausa. O alto teor de cálcio da folha também ajuda a repor o mineral no organismo e a evitar uma das doenças mais comuns que são predispostas pelo declínio hormonal: a osteoporose.

    Além disso, o chá também ajuda a combater a hipertensão e o diabetes (duas doenças muito comuns da meia-idade) e seus antioxidantes também funcionam para prevenir alguns tipos de câncer. Pessoas que consomem o chá rotineiramente também relatam melhora da qualidade do sono, maior disposição física e diminuição da ocorrência de doenças infecciosas.

    O chá pode ser consumido quente ou frio (de preferência em menos de 24 horas após ser feito) e a infusão é normalmente feita com uma colher de sopa de folhas de amoreiras secas em um litro de água.

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    Chá de aquileia, alquemila e sálvia

    Esse chá é composto por três ervas com efeitos sabidamente positivos sobre os sintomas da menopausa. A sálvia tem propriedades calmantes, antioxidantes e ansiolíticas. A alquemila melhora o trânsito intestinal e seus flavonoides ajudam a repor níveis hormonais. A aquileia ajuda a manter a hidratação natural da pele, que fica dificultada na menopausa, e tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas.

    O chá deve ser feito misturando-se as três folhas em um recipiente com tampa até que ressequem. Quatro colheres de chá da mistura são suficientes para serem infundidas em um litro de água.

    Chás de reposição hormonal não são as únicas opções

    Além dos chás descritos acima, a adição de linhaça e soja na alimentação, assim como o consumo do suco natural de couve-flor e cenoura, tem sabidos efeitos contra os sintomas da menopausa. É importante lembrar que essas opções naturais têm poucos ou nenhum efeito colateral e trazem benefícios para praticamente qualquer mulher.

    Apesar disso, esses chás devem ser vistos como um tratamento alternativo para a menopausa e não como uma opção principal; dessa forma, seu consumo deve coexistir com o aconselhamento e tratamento médico tradicional.

    Gostou de saber mais sobre os chás de reposição hormonal? Deixe seu comentário ou dúvida aqui!

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    Testes de gravidez caseiros: Posso confiar neles?

    Enquanto alguns casais aguardam ansiosamente pela confirmação de que um bebê está a caminho, outros são pegos totalmente de surpresa com a chegada de um novo membro à família. Independentemente de quais sejam os planos do casal sobre ter filhos, a dúvida sobre o fato de a mulher estar ou não estar grávida gera grande expectativa. Um simples atraso na menstruação é o suficiente para que ideias mirabolantes venham à tona.

    Toda essa expectativa pode levar o casal a realizar testes de gravidez caseiros e tirar conclusões erradas sobre a situação que estão passando. Mas será que eles são mesmo confiáveis? Conheça alguns dos testes caseiros mais famosos e a resposta a essa pergunta no post de hoje.

    Os testes de gravidez caseiros mais famosos

    Água sanitária

    Nesse teste, a mulher deve urinar dentro de um recipiente e logo em seguida adicionar água sanitária. Caso haja mudança da cor da urina ou uma efervescência, o resultado é positivo. Caso contrário, é negativo.

    Óleo de pinho

    Esse teste requer que a mulher urine em um recipiente e misture uma quantia de óleo essencial de pinho. Se a mistura mudar de cor, o resultado é positivo.

    Agulha

    Para a realização desse teste, a mulher precisa pegar um recipiente, colocar uma agulha dentro dele e urinar. Após isso, o recipiente deve ser fechado por oito horas. Passado esse período, se agulha mudar de cor o resultado pode ser considerado positivo.

    Cloro

    A mulher deve urinar em um copo descartável e logo após adicionar cloro sobre a urina, se a coloração resultante da mistura for escura o resultado é positivo, caso a mistura não apresente alteração de coloração o resultado é negativo.

    Fervura da urina

    Para fazer esse teste, a mulher deve ferver a urina, de preferência em um recipiente de alumínio. Caso a urina ferva de modo semelhante ao do leite, ou seja, levantar e formar uma substância parecida com uma nata, então o resultado é positivo. Se a urina apresentar uma fervura como a da água, ou seja, ficar apenas borbulhando, então o resultado é negativo.

    A opinião de especialistas

    Ginecologistas destacam que esses testes caseiros de gravidez podem ser considerados apenas como crenças populares. Todos servem apenas para amenizar ou diminuir a ansiedade e não podem ser considerados confiáveis, pois não há qualquer tipo de comprovação ou lógica cientifica. Os testes de gravidez comprovados cientificamente são os testes de sangue e de urina.

    Sangue

    O teste de sangue é capaz de detectar o hormônio da gravidez — o HCG — poucos dias depois da fecundação, ou seja, no surgimento dos primeiros sintomas de gravidez, antes mesmo do atraso menstrual.

    Urina

    O teste de urina é mais confiável a partir do momento em que há um atraso da menstruação. Porém, se a gravidez ainda estiver em estágio inicial, os níveis de HCG na urina podem ser pequenos e não ser detectados pelo teste, gerando assim um resultado falso negativo em um momento em que a mulher está grávida. Por outro lado, se o resultado do teste de urina for positivo, então realmente a mulher está grávida.

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    Em caso de teste de urina positivo, é recomendado ao casal que procure um ginecologista, que provavelmente solicitará um exame de sangue realizado em laboratório a fim de realmente comprovar a gravidez. Testes caseiros devem ser evitados, ou então realizados apenas como forma de descontração e brincadeira entre o casal, sem qualquer esperança de resultado correto.

    Você já fez ou conhece alguém que tenha feito um teste de gravidez caseiro? Qual foi feito e qual foi o resultado obtido? Conte pra gente essa história nos comentários.

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    8 sinais que podem indicar problemas de fertilidade nas mulheres

    Para as mulheres que sonham em ser mães, nenhum problema de saúde assusta mais do que a infertilidade. O medo de descobrir que é infértil deixa muitas mulheres inseguras para visitar o médico e receber esse diagnóstico. Apesar disso, o nosso organismo é muito sábio e, por isso, é capaz de nos enviar sinais biológicos que podem indicar que algo está errado. Se você quer descobrir quais sinais podem apontar possíveis problemas de infertilidade nas mulheres, que tal conferir o nosso artigo sobre o assunto? Use essas informações a seu favor!

    Condição ginecológica mais grave

    As mulheres que apresentaram diagnóstico de endometriose ou de miomas ovarianos têm mais chances de apresentar quadro de infertilidade do que aquelas que não tiveram problemas ginecológicos. A endometriose e o mioma, dependendo da sua localização e tamanho, podem afetar diretamente a produção do ciclo menstrual feminino, interferindo na sua capacidade de ovular e até mesmo de ter seu óvulo fecundado por um espermatozoide.
    Menstruação sempre irregular
    Você sempre apresentou menstruação irregular? Esse também pode ser um indício de que você tem problemas de fertilidade. A menstruação irregular pode ser uma consequência de vários fatores — que podem ser emocionais, hormonais e até mesmo nutricionais —, mas também sinalizam problemas como cistos ovarianos, que interferem na fertilidade.

    Menstruação sempre irregular

    Você sempre apresentou menstruação irregular? Esse também pode ser um indício de que você tem problemas de fertilidade. O ciclo menstrual da mulher tem cerca de 28 dias, podendo variar para um pouco menos ou mais, mas mantendo o ritmo do organismo de cada mulher.

    Porém, algumas mulheres podem menstruar antes do previsto ou muito depois da data, e a menstruação pode falhar. Esses fatores caracterizam o ciclo menstrual irregular.

    A menstruação irregular pode ser uma consequência de vários fatores — emocionais, hormonais e até mesmo nutricionais —, mas também sinalizam problemas como cistos ovarianos, que interferem na fertilidade.

    Cólicas extremamente fortes

    As cólicas menstruais são sintomas naturais do ciclo ovariano da mulher; entretanto, quando elas sempre se apresentam exageradas e lhe deixando pouco funcional durante esse período, elas podem indicar algum problema. Cólicas exageradas geralmente são associadas à endometriose, condição clínica que afeta a fertilidade.

    Hábitos de vida completamente irregulares

    Mulheres que fumam e/ou bebem muito, e se alimentam de maneira completamente desequilibrada, podem apresentar problemas significativos na hora de tentar engravidar. Esses fatores externos, como o tabagismo e a ingestão elevada de compostos danosos ao organismo, podem influenciar no metabolismo correto do corpo, resultando em baixa fertilidade na mulher.

    Peso corporal diferente do ideal

    Mulheres abaixo ou acima do seu peso corporal ideal podem ter dificuldades para engravidar, pois essa característica está diretamente ligada à produção hormonal. Quando os hormônios do corpo estão desregulados, a mulher pode ovular de maneira irregular e apresentar problemas de fertilidade.

    Além disso, quando o peso corporal está muito abaixo do ideal, a mulher também pode apresentar uma queda nutricional no organismo. E não possuindo os nutrientes necessários para uma gestação, conseguir engravidar pode se tornar mais difícil.
    Diagnóstico de doenças crônicas

    Mulheres que apresentam diagnóstico de doenças como a diabetes, a hipertensão, a obesidade e até mesmo o colesterol alto, são classificadas no grupo de risco para ter baixa fertilidade. Isso acontece porque as doenças crônicas interferem de maneira significativa no metabolismo corporal, que pode ter, como uma de suas consequências, alterações na fertilidade feminina.

    Tratamentos com radiação ou quimioterapia

    Qualquer tipo de tratamento médico realizado com compostos invasivos e que apresentam efeitos colaterais, como a radiação ou a quimioterapia, podem influenciar na capacidade da mulher em se apresentar fértil. Isso acontece porque a radiação ou quimioterapia, ao agirem nas células doentes, tentando eliminá-las, também agem em células boas como os gametas, podendo eliminar toda a reserva de óvulos que a mulher possui.

    Mesmo conhecendo todos os possíveis sinais que indicam problemas de fertilidade nas mulheres, nenhum diagnóstico clínico pode ser fechado sem a avaliação e acompanhamento de um médico especialista em problemas de fertilidade. Muitas vezes a dificuldade de engravidar pode ser uma consequência de uma soma de fatores encontrados na mulher e no homem, que não permitem que o casal seja considerado fértil. Por isso, se você desconfia que apresenta um dos sinais acima, não hesite em procurar a orientação de um especialista.

    Idade acima de 35 anos

    Embora esse fator não seja necessariamente um problema e trate-se de um processo natural do organismo, mulheres acima de 35 anos podem ter mais dificuldade para engravidar.

    Isso acontece por vários fatores, sendo um deles a queda na produção hormonal. Também há o fato de a quantidade de óvulos da mulher já estar bastante reduzida, podendo dificultar a fertilização.

    Ao contrário dos homens, a mulher não produz suas células reprodutivas ao longo de vida. Assim que nasce, a mulher já traz consigo os óvulos para toda a sua vida. Eles são amadurecidos e liberados aos poucos, durante seu período fértil. Ao chegar aos 35 anos, ela já possui poucos óvulos e eles podem estar velhos, o que dificulta a gravidez.

    Mesmo conhecendo todos os possíveis sinais que indicam problemas de fertilidade nas mulheres, nenhum diagnóstico clínico pode ser fechado sem a avaliação e o acompanhamento de um médico especialista em problemas de fertilidade. Muitas vezes, a dificuldade de engravidar pode ser consequência de uma soma de fatores encontrados na mulher e no homem, que não permitem que o casal seja considerado fértil. Por isso, se você desconfia que apresenta um dos sinais acima, não hesite em procurar a orientação de um especialista.

    Qual é a sua opinião sobre esse assunto? Tem dúvidas sobre a manifestação da infertilidade na mulher? Comente e compartilhe suas ideias com a gente!

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    Entenda como a idade influencia na Fertilização In Vitro

    Preparamos um artigo completo para que você entenda como a idade influencia no sucesso da Fertilização in Vitro.

    Neste artigo você vai aprender:

    • Como acontece a fertilização natural?
      • Aprenda como acontece a fertilização natural no corpo da mulher e quais as chances de engravidar a cada ciclo menstrual.
    • Quais são as taxas de sucesso da fertilização para cada idade?
      • Compreenda quais são as taxas de sucesso de uma gravidez entre os 20, 30 e 40 anos de idade.
    • Como vencer as dificuldades da idade e engravidar?
      • Entenda como é possível engravidar mesmo nas faixas etárias em que a gravidez se torna mais difícil.

    LEIA O ARTIGO GRATUITAMENTE!

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    Veja como a alimentação interfere na sua fertilidade

    Ter um filho é algo que muda para sempre a vida de um casal, e essa é uma decisão que normalmente vem de muita reflexão e do desejo profundo de se tornar pais. Porém, infelizmente, pode acontecer que mesmo depois de estar totalmente seguro desse desejo, o casal passe muito tempo tentando, sem conseguir resultados.

    A boa notícia é que a infertilidade pode estar sendo causada por algo muito mais simples do que alguma doença ou problema irreversível: a alimentação, tanto do homem quanto da mulher, pode influenciar muito suas chances de conseguir gerar um filho.

    Se você e seu parceiro estão na expectativa de conseguir a sonhada gravidez, vejam algumas dicas de como seus hábitos diários de alimentação podem estar interferindo em sua fertilidade:

    Bebidas alcoólicas

    Muitos casais já sabem que devem evitar consumir bebidas alcoólicas enquanto estão tentando engravidar, mas vale ressaltar aqui a importância e os motivos dessa medida.

    O álcool em excesso é prejudicial para o desenvolvimento dos gametas sexuais, resultando, consequentemente, em maiores dificuldades de engravidar. Além disso, lembre-se de que o álcool pode ser prejudicial à formação do bebê nos primeiros meses na barriga da mãe. Para garantir maiores chances de sucesso, o ideal é que o futuro pai e a futura mãe suspendam o consumo de álcool durante as tentativas, e a futura mãe durante todo o período da gravidez.

    Alimentos ricos em gordura

    O excesso de peso é outro fator que pode estar atrapalhando suas chances, já que está relacionado a problemas hormonais encontrados em ambos os sexos, influenciando a fertilidade, ou seja, o excesso de peso tem ação direta sobre os hormônios, tanto no homem como na mulher.

    Ingerir muitos alimentos gordurosos pode ainda trazer outras complicações, como doenças cardíacas, de circulação, diabetes e colesterol alto — mais obstáculos no desenvolvimento de gametas férteis.

    Casais que pretendem ter filhos, portanto, devem controlar sua ingestão de gordura, preferindo consumir carnes mais magras e laticínios desnatados, além de praticar exercícios físicos regularmente.

    Consumo de alimentos ricos em açúcar

    O açúcar também é um dos vilões da alimentação de quem está tentando engravidar. Seu excesso não só pode levar ao sobrepeso, que atrapalha a formação dos gametas, como ainda favorece o desenvolvimento de diabetes, prejudicando a fertilidade em homens e mulheres.

    Durante as tentativas, experimente tomar sucos, café e outras bebidas sem adição de açúcar e consuma doces de forma moderada.

    Baixo consumo de vegetais, frutas e legumes

    Vitaminas e minerais têm um papel importante na formação dos gametas, e a falta deles pode comprometer o bom funcionamento do organismo. Sem a ingestão de frutas, vegetais e legumes na medida certa, as chances de conseguir ficar grávida diminuem. Estes alimentos são substâncias antioxidantes, que limpam nosso corpo de moléculas de oxigênio nocivas, que são os radicais livres.

    Procurem complementar sua dieta com frutas, vegetais e legumes todos os dias, e dê preferência aos alimentos livres de agrotóxicos. Não hesitem em buscar a ajuda de um nutricionista, caso achem necessário.

    Em suma, podemos perceber que, para manter os níveis de fertilidade do casal e aumentar suas chances de realizar o sonho de ter filhos, é preciso que ambos mantenham um estilo de vida saudável. Se, mesmo com todos esses cuidados, vocês ainda não estiverem conseguindo engravidar, não se preocupem: a medicina oferece hoje em dia diversas soluções para casais nessa situação. Conheça algumas delas no nosso site e comentem, caso ainda tenha dúvidas sobre como alimentação influencia sua fertilidade!

    Equipe Médica Revisora do Texto

    Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

    Entenda como funciona a fertilização in vitro

     

    Hoje em dia, muitas mulheres preferem investir em suas carreiras e aproveitar os primeiros anos de independência do que ter filhos e constituir uma família desde cedo. No entanto, engravidar mais tarde, com idade mais avançada, pode não ser tão fácil. É claro que a idade das mulheres não é a única causa de problemas na fecundação, porém, esse é um dos motivos que alavancou a procura por métodos de reprodução alternativos.

    A fertilização in vitro é uma das principais técnicas que permitem que as mulheres tenham liberdade para ter filhos no momento mais oportuno de suas vidas. Quer conhecer um pouco mais sobre ela? Então acompanhe-nos!

    O que é a fertilização in vitro?

    Conhecida também como bebê de proveta, essa técnica consiste em uma coleta de gametas masculinos e femininos para que a fecundação aconteça dentro de um laboratório, em um ambiente controlado e, apenas depois, seja transferido para o útero da mãe.

    O método foi testado pela primeira vez em 1978, na Inglaterra, e a primeira experiência no Brasil foi realizada em 1983.

    Quem pode procurar esse tratamento?

    A técnica é indicada para qualquer casal que tenha dificuldade na chegada dos espermatozoides até o óvulo feminino, o que pode ser causado por diversos motivos além do avanço da idade materna, como problemas de produção do esperma pelo homem, obstrução tubária e quadros de endometriose na mulher.

    A fertilização in vitro também pode ser procurada por mulheres que tenham problemas na produção de óvulos e, por isso, optam por receber um fornecido por uma doadora, para que seja fecundado com um gameta masculino e gerado em seu próprio útero.

    Casais homossexuais também podem optar pela técnica. No caso de casais do sexo masculino, é necessário encontrar uma mulher que se voluntarie para receber o embrião fecundado em seu útero, além dos óvulos doados.

    Para que a mulher possa receber os gametas fecundados em laboratório, ela deve seguir uma lista de orientações e cuidados sobre a sua própria saúde, como:

    • Ter uma alimentação equilibrada;
    • Não fumar;
    • Diminuir a ingestão de bebidas alcoólicas;
    • Ingerir suplementos de ácido fólico

    Como ela é realizada?

    A técnica de coleta é bem simples. O homem deve fornecer uma quantidade de seu próprio esperma, colhido no laboratório por ele mesmo, ou então através de uma pequena punção nos testículos quando não há presença de gametas no sêmen.

    Já a mulher passa por uma indução de ovulação feita por medicamentos para que seja possível realizar a coleta dos gametas femininos.

    Depois disso, é feita uma seleção dos espermatozoides masculinos para serem colocados em uma placa de Petri em conjunto com um óvulo feminino. São selecionados, aproximadamente, 200 mil gametas masculinos para tentar fecundar um único óvulo, em um processo idêntico ao que ocorre dentro do organismo humano.

    Depois de fecundado, o embrião é posicionado dentro do útero da mulher em um processo semelhante ao realizado no exame de papanicolau. Após 14 dias, é realizado um exame que verifica o sucesso do método, atestando a gravidez.

    Qual o tempo para fecundação e índice de sucesso?

    O processo de coleta dos gametas, fecundação, implantação no útero da mulher e exame final para detectar o sucesso da técnica aplicada pode durar em torno de 25 dias.

    O índice de sucesso é relacionado com a idade da mulher doadora do óvulo, já que eles podem ter maior dificuldade de fecundação quando a idade é avançada:

    • Para mulheres com menos de 35 anos, as chances de sucesso podem chegar a 60%.
    • Em mulheres de 35 a 38 anos, as chances são de 40%.
    • Para mulheres entre 40 e 42 anos, as chances variam de 20% a 25%.

    Existem riscos e contraindicações nesta técnica?

    A fertilização in vitro pode aumentar um pouco o risco da mulher desenvolver um quadro gestacional chamado de gravidez ectópica, que é perigosa para a saúde da mãe e do embrião. Para evitar esse quadro, o óvulo fecundado é colocado bem próximo ao fundo do útero, diminuindo a chance de desenvolver esse tipo de problema.

    Existe também um risco maior de desenvolver uma gravidez de gêmeos, trigêmeos ou até quadrigêmeos, pois, normalmente, é feita a transferência de mais de um embrião a fim de aumentar as chances sucesso na implantação. A gestação desse tipo também é considerada de risco para a saúde da mãe e dos fetos, já que, geralmente, resulta em parto prematuro.

    Qual o médico responsável por realizar a fertilização in vitro?

    A fertilização in vitro é um método que deve ser realizado por uma equipe multidisciplinar que conta com ginecologista, embriologista e urologista para poder abordar todas as áreas que envolvem problemas de fecundação em homens e mulheres.

    É importante, ainda, que a equipe médica seja de sua confiança para que todo o processo de fertilização in vitro se realize de maneira tranquila e sem maiores complicações.

    Você conhece casais que conseguiram engravidar por meio dessa técnica? Tem mais alguma dúvida sobre este assunto? Conte para a gente nos comentários!

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      Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.