Qual a relação entre gravidez tardia e climatério?

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    A grande maioria das mulheres acredita que, com a chegada da menopausa, chega ao fim também o sonho de ser mãe um dia. Como já não menstruam mais – pelo menos não mais com a mesma regularidade — elas acreditam que uma gravidez já não é possível, o que não é verdade.

    A mudança no ciclo só pode ser caracterizada como menopausa se a menstruação desaparecer por 12 meses consecutivos. Aquela fase em que a menstruação começa a ficar irregular, quando surgem as ondas de calor e alterações na libido, ainda não é menopausa: trata-se de um período conhecido como climatério, no qual ainda é possível engravidar, mas com chances bem reduzidas. É durante esse período que acontece o que chamamos de gravidez tardia.

    Confira o nosso post e entenda melhor o que é o climatério e sua relação com a gravidez tardia.

    Qual a diferença entre Climatério e Menopausa?

    Como já citamos anteriormente, a menopausa é aquele período em que há ausência total do período menstrual durante um ano inteiro. Antes de a menstruação cessar de vez, ela fica irregular, podendo não acontecer durante um ou mais meses, mas, eventualmente, acontece. Nessa fase, os hormônios começam a sofrer grandes alterações, o que acaba ocasionado aquelas famosas ondas de calor e uma alteração da libido. Essa fase que antecede a menopausa chama-se climatério.

    Como durante o climatério ainda existe o ciclo menstrual, mesmo que irregular, significa que ainda existe ovulação, por isso uma gravidez durante o climatério é totalmente possível, mesmo que seja bastante raro.

    Na menopausa, por outro lado, a mulher não consegue mais engravidar naturalmente. Apesar disso, é possível engravidar durante essa fase contando com a ajuda da reprodução assistida. Em ambos os casos, a gravidez é considerada como tardia, como toda gravidez após os 40 anos de idade.

    Como o relógio biológico impacta diretamente na fertilidade da mulher?

    Homens podem gerar seus filhos durante praticamente toda a sua vida, mesmo depois dos 50, 60 ou 70 anos de idade. Embora sua fertilidade também sofra um declínio depois dos 45 anos, os homens continuam a produzir espermatozoides.

    Com a mulher é diferente. As mulheres possuem um estoque de óvulos, algo que é determinado antes mesmo da menininha vir ao mundo. Desde o primeiro período menstrual e no decorrer de toda sua idade fértil, a mulher vai mês após mês liberando esses óvulos até eles se esgotarem na menopausa.

    Como os fatores psicológicos podem afetar as chances de gravidez?

    Antes dos 35 anos de idade, as chances de uma mulher engravidar são de aproximadamente 85%, mas com o passar da idade esse número diminui. Dos 40 aos 44 anos de idade, as chances diminuem para aproximadamente 10%. Depois disso, as chances são de menos de 5%.

    E quanto mais o tempo passa, mais a mulher tende a ficar frustrada e ansiosa. Se isso já é um problema e impacta diretamente na fertilidade de mulheres em idade reprodutiva, imagine então depois dos 40 anos, quando cada tentativa passa a ser muito mais valiosa. Esses fatores psicológicos as vezes podem causar a falta de ovulação na mulher. Depois de tantas tentativas frustradas, muitas mulheres tendem a desanimar e entrar em crise emocional, o que pode dificultar ainda mais o processo.

    No entanto, dispomos de muitos recursos hoje em dia, e a chegada da menopausa ou do climatério não significa que a mulher não esteja mais apta para ser mãe. É possível buscar ajuda profissional e conseguir uma gravidez tardia, basta ter perseverança e acompanhamento médico especializado.

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