O que é climatério e qual sua relação com a fertilidade

O climatério é o momento que marca a fase de transição do período fértil para o não-fértil, devido à diminuição dos hormônios sexuais produzidos pelos ovários.

Esse processo ocorre entre os 45 a 50 anos da mulher.

Qual a diferença entre climatério e menopausa?

Na menopausa há ausência total do período menstrual durante um ano inteiro. 

Antes de a menstruação cessar de vez, ela fica irregular, podendo não acontecer durante um ou mais meses, mas, eventualmente, acontece. 

Nessa fase, os hormônios começam a sofrer grandes alterações, o que acaba ocasionando aquelas famosas ondas de calor e uma alteração da libido. 

Climatério

É justamente a fase que antecede a menopausa que chamamos de climatério.

Como durante o climatério ainda existe o ciclo menstrual, mesmo que irregular, significa que ainda existe ovulação, por isso uma gravidez durante o climatério é totalmente possível, mesmo que seja bastante raro.

Climatério e Fertilidade

Ao longo da vida, a fertilidade da mulher cai progressivamente. As chances de uma mulher com 25 anos de engravidar naturalmente são muito diferentes de uma mulher após os 35 anos.

Dessa forma, considerando que o climatério é um período que ainda existe ovulação, mas de forma irregular, podemos dizer que no climatério as chances de uma gravidez natural são menores.

Isso não quer dizer que a gravidez natural não possa ocorrer. É importante consultar um médico para realização de exames para compreender a situação.

Soluções que podem ser adotadas

Lembramos sempre da necessidade da consulta médica para uma avaliação mais minuciosa sobre o caso.

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Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

Gravidez após laqueadura tubária: conheça tudo que você precisa saber

A laqueadura tubária ou ligadura de trompas é um método de contracepção definitiva para a mulher. 

Geralmente feita por pacientes que já possuem filhos e com certeza de que não querem mais um no futuro, o procedimento tem sido procurado cada vez com mais frequência por mulheres em idade fértil

O que é laqueadura?

A laqueadura de trompas, ou tubas uterinas, é uma cirurgia contraceptiva realizada nas trompas.

Para a ocorrência da gravidez é necessário que o espermatozoide encontre o óvulo, que é liberado do ovário por volta do décimo quarto dia do ciclo menstrual. 

O espermatozoide é capturado pelas fímbrias da trompa e transportado através dela, onde usualmente ocorre a fecundação. 

Sendo assim, para evitar a conclusão desse processo, do óvulo com o espermatozoide, é necessário que seja feito uma forma de bloqueio nas trompas.

Como é feita a laqueadura?

A cirurgia consiste em bloquear as trompas por meio de anéis, clipes de titânio, fios de sutura, ou realizando um corte. As técnicas disponíveis são:

  • minilaparotomia: procedimento cirúrgico feito imediatamente após o parto normal ou até dois dias depois
  • laparoscopia: realizada através de uma pequena incisão perto do umbigo e na parte inferior do abdômen
  • histeroscopia: é introduzido um histeroscópio através da vagina, que atravessa o útero e chega às trompas. O objetivo é gerar um reação inflamatória que leve à fibrose da trompa e consequente obstrução da mesma.

É possível reverter a laqueadura?

Sim, é possível!

Na cirurgia de reversão da laqueadura, as tubas uterinas são novamente ligadas através de uma sutura. 

O procedimento é realizado por laparoscopia ou com o auxílio de um microscópio, e também retira a região onde ficou a cicatriz da laqueadura.

Por ser uma cirurgia complexa – com duração de três a quatro horas – a mulher submetida à reversão precisa passar um período de internação hospitalar.

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Quais são as chances de sucesso do processo de reversão?

Por ser um procedimento invasivo e com altas chances de não devolver a fertilidade para a mulher, uma opção viável e segura é a realização da Fertilização In Vitro – sim, é possível passar para FIV mesmo com as trompas laqueadas. 

A FIV é possível mesmo com a laqueadura porque o óvulo é fecundado pelo espermatozoide fora do corpo da mulher – ao contrário do que acontece na inseminação artificial, em que a fecundação ocorre diretamente na tuba.

Ficou alguma dúvida?

Você ainda tem alguma dúvida sobre as possibilidades de gravidez após a laqueadura? Deixe um comentário abaixo!

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    Como é a preparação do tratamento da FIV

    A FIV é uma das técnicas mais utilizadas para ajudar casais a terem filhos.

    Porém, apesar desta técnica existir no Brasil há muitos anos e ter sido muito aprimorada ao longo do tempo, ainda restam algumas dúvidas sobre a preparação para esse tratamento.

    Vamos falar um pouco sobre isso neste artigo:

    Os exames para realizar a FIV

    O tratamento começa com a realização de exames para o diagnóstico de infertilidade. Depois de avaliar o resultado e considerar todas as hipóteses de tratamento, o médico sugere a realização da FIV ao paciente.

    Primeiramente, ela vai à clínica para ser submetida a uma consulta e realização de exames.

    Com os exames realizados, chega a próxima etapa.

    Medicação para o tratamento

    Com os exames realizados e o diagnóstico feito, a paciente é submetida à medicação. Inicialmente, a estimulação ovariana é feita diariamente por meio de injeções subcutâneas. 

    Em média, são dez dias de medicação. Paralelamente, a cada doi ou quatro dias, são realizadas ultrassonografias para medir o número dos folículos.

    Chegando a 18 milímetros, os folículos já estão maduros e está chegando a hora de fazer a retirada dos óvulos. Quando chega esse momento, é injetado na paciente uma medicação que completa a maturação do óvulo. 

    A coleta do óvulo é feita 36 horas após a tomada do medicamento.

    Retirada dos Óvulos

    A retirada dos óvulos é feita por meio de uma punção. A pacientes, que estará sedada, não vai sentir nenhum tipo de dor durante esse momento.

    Após a retirada, os óvulos são levados para a fertilização em laboratório.

    A coleta dos espermatozoides

    Após a realização de exames é feita a coleta de espermatozoides, também em laboratório.

    O sêmen coletado passa por uma avaliação laboratorial para que os melhores espermatozoides sejam escolhidos e deem sequência ao processo.

    Fecundação e Transferência de Embriões

    No caso na FIV por inserção introplasmática de espermatozoide (ICSI), o espermatozoide é colocado diretamente dentro do óvulo pelo biólogo. 

    Feita a fecundação, o biólogo observa diariamente a evolução dos embriões.

    Existe também a técnica em que o espermatozoide e o óvulo são colocados juntos em um mesmo meio. Depois de aguardar por algum tempo a fecundação ocorre.

    Após a fecundação, o laboratório aguarda a evolução dos mesmos para, posteriormente, transferi-los a mulher.

    Teste de gravidez

    Após a etapa de fecundação é importante esperar e aguardar o resultado positivo.

    Também é importante deixar claro a necessidade de consultar um médico para compreender melhor cada etapa do procedimento.

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      Qual a relação entre o número de embriões transferidos e as chances de engravidar?

      Uma técnica utilizada durante o processo de Fertilização in Vitro para aumentar as chances de engravidar é a implantação de dois ou mais embriões no útero materno.

      Nesse caso, as chances de que um dos embriões consiga fixar-se no endométrio, resultando em uma gravidez são maiores. 

      Por outro lado, existe o risco de que a mulher engravide de gêmeos, trigêmeos ou de até mais bebês.

      Portanto a adoção desse procedimento deve ser cuidadosamente pensada e discutida com o médico especialista. 

      Continue a leitura do texto e compreenda como acontece o processo de transferência embrionária, sua importância para o tratamento e qual a relação entre o número de embriões transferidos e as chances de engravidar. 

      Como acontece o processo de transferência embrionária?

      A transferência embrionária é o último passo da Fertilização in Vitro e ela pode ser dividida em algumas etapas: 

      Seleção dos embriões 

      Primeiramente são selecionados os melhores embriões, ou seja, aqueles com maiores chances de sobrevivência. Nessa etapa é definido também o número de embriões que serão transferidos. 

      Limpeza do colo do útero 

      Uma vez selecionados os embriões, o colo do útero será examinado e serão retiradas secreções ou obstáculos que possam dificultar ou impedir a passagem do cateter com os embriões. 

      Implantação dos embriões

      O cateter é inserido por meio da cavidade vaginal e os embriões são transportados pelo colo do útero até chegarem ao centro da cavidade uterina onde serão depositados. 

      Depois disso, os médicos conferem se não sobrou nenhum embrião no cateter. Então o procedimento está completo e 12 dias depois pode ser realizado o exame para confirmar a gravidez. 

      Qual a importância da transferência embrionária na FIV?

      Como a última etapa da FIV a transferência embrionária é um procedimento de extrema importância. Afinal, a escolha dos embriões e a sua correta implantação no útero materno podem definir o sucesso ou insucesso de todo o procedimento. 

      Alguns fatores devem ser cuidadosamente analisados, aumentando assim, as chances de engravidar: 

      Receptividade endometrial 

      É importante que o procedimento seja realizado no momento em que o tecido endometrial está mais espesso, com maior receptividade. Durante esse período, as chances de fixação do embrião são muito maiores. 

      Qualidade dos embriões 

      A classificação embrionária começa antes do seu primeiro dia de vida. Quando o embrião está na fase zigoto, os médicos avaliam a simetria das dimensões pró-núcleos, onde ficam os cromossomos dos pais. 

      Outro ponto considerado é a espessura da zona pelúcida, uma camada gelatinosa situada na parte externa e rica em proteínas.

      Os embriões com a zona pelúcida mais espessa costumam ter mais chances de sucesso. 

      Depois que o embrião completa um dia de vida já pode ser avaliada também a qualidade e simetria das suas células. 

      Quantidade de embriões 

      A quantidade de embriões deve ser cuidadosamente estudada, o número pode aumentar as chances de gravidez, porém aumenta também as chances de gestações múltiplas que alguns casos geram 4 bebês ou até mais. 

      Além disso, existe uma determinação do Conselho Federal de Medicina que estabelece o número máximo de embriões a serem implantados de acordo com a idade materna.

      Se a mãe possui até 35 anos podem ser implantados no máximo dois embriões. Em mulheres entre 35 e 40 anos o número sobe para 3 e após essa idade o limite é de 4 embriões.

      Existem também diversos outros fatores a serem considerados que independem da idade materna e influenciam diretamente nas chances de gravidez. 

      Como o DNA e histórico maternos influenciam nas chances de gravidez?

      Como você pode perceber até aqui o número de embriões é apenas um dos fatores dentro do procedimento de transferência embrionária. A idade materna e a qualidade dos embriões são tão ou mais importantes do que a quantidade.

      Além disso, devem ser considerados também o histórico materno, uma possível menopausa precoce e a anatomia uterina: 

      Menopausa precoce

      As mulheres podem herdar da mãe o gene da menopausa precoce. Quando isso acontece, a idade fértil da mulher não corresponde à sua idade cronológica, mas sim à de uma pessoa mais velha, o que reduz as chances de engravidar. 

      Histórico materno

      Se por algum motivo a mulher já realizou alguma cirurgia uterina como miomectomia ou cesáreas prévias é possível que existam cicatrizes ou sequelas que dificultem a fixação do embrião. 

      Anatomia uterina 

      Algumas mulheres nascem com malformações uterinas, como útero bicorno, unicorno, didelfo ou septado. 

      Essas anomalias não impedem a gravidez, porém diminuem as chances de gravidez ou podem dificultar a permanência do bebê no útero durante a gestação. 

      Qual a relação entre a quantidade de embriões e as chances de engravidar?

      Como vimos até aqui existem diversos fatores que influenciam no sucesso da FIV e a quantidade de embriões implantados é apenas um deles.

      Portanto não é possível estabelecer uma relação direta ou taxas percentuais quanto ao número de embriões implantados e os índices de sucesso. Cada caso deve ser estudado individualmente, levando em conta os pormenores de cada mulher e de cada casal.

      Se você está em dúvidas quanto ao número de embriões a serem implantados durante a FIV o ideal é conversar com um médico especialista no assunto e realizar os exames e testes indicados para saber como proceder e aumentar as suas chances de gravidez. 

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      O que é reposição hormonal?

      Reposição hormonal pode ser entendida como uma terapia para evitar a queda hormonal no homem e na mulher. Esse tratamento não é capaz de interromper o processo da menopausa e da andropausa, é uma forma de aliviar os sintomas desses processos naturais.

      A reposição pode ser iniciada na mulher no climatério (normalmente entre 45 e 50 anos).

      Para que serve a reposição hormonal?

      A reposição hormonal é uma forma de manter o nível hormonal do corpo feminino e masculino após sua queda devido a idade ou alguma doença.

      Essa reposição não possui um tempo prévio de duração. O tratamento deve continuar de acordo com orientação médica.

      Como é realizada a reposição hormonal?

      Para a mulher

      O tratamento normalmente é feito com pequenas doses de hormônios ingeridos via oral ou com algum medicamento de pele como adesivos e géis.

      Implantes hormonais também são feitos em alguns casos, apesar de serem menos comuns.

      O tratamento é feito com doses de estrogênio e progesterona, mas mulheres que já retiraram o útero não precisam de reposição do último.

      Para o homem

      A reposição hormonal masculina é indicada para tratamento da andropausa.

      Esse distúrbio hormonal surge no homem a partir dos 40 anos e é caracterizada pela baixa produção de testosterona, causando diminuição da libido, irritabilidade e ganho de peso.

      A reposição hormonal masculina é feita de acordo com a orientação do urologista, que pode indicar o uso de alguns medicamentos, como:

      • Comprimidos: acetato de ciproterona, acetato de testosterona ou undecanoato de testosterona
      • Gel de di-hidrotestosterona;
      • Injeções de cipionato, decanoato ou enantato de testosterona
      • Adesivos ou implantes de testosterona.

      A reposição hormonal pode influenciar na FIV?

      Alguns tratamentos de fertilidade utilizam hormônios durante o processo. São eles:

      • Estimulação ovariana, coito programado e inseminação artificial: Se administra medicação oral ou injetável para estimular a ovulação.
      • Fertilização in vitro – FIV: os ovários são estimulados para que os óvulos sejam aspirados, possam ser fertilizados no laboratório de embriologia onde serão cultivados até o momento adequado de serem transferidos ao útero materno. São empregados hormônios de gonadrotofinas junto com inibidores da hipófise.
      • Doação de óvulos e transferência de embriões congelados: ambos métodos utilizam estrogênios orais e progesterona. As doses costumam ser baixas.

      É importante consultar o médico sobre a dosagem e se certificar na consulta sobre a influência dos hormônios da reposição no tratamento.

      Quer saber mais?

      Não deixe de consultar um médico em caso de dúvidas. Leia também o nosso blog para saber mais sobre a FIV.

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      Como funciona a FIV na Pró-Criar?

      A Fertilização In Vitro (FIV) é um método frequentemente indicado para casais com dificuldade em engravidar, após receberem o diagnóstico de infertilidade.

      A Pró-Criar é considerada referência no assunto e conta com uma equipe renomada. Um dos nossos médicos, o Dr. Ricardo Marinho foi pioneiro na área de fertilização in vitro no Brasil. Ele coordenou a equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989.

      Mas, você sabe como esse procedimento funciona? Confira o nosso post e conheça um pouco mais sobre esse assunto.

      Diagnóstico de Infertilidade

      Antes de iniciar qualquer método de reprodução assistida, é preciso identificar qual é a causa do problema que tem impedido a gravidez. Somente após diversos exames e uma análise minuciosa de cada caso é que será possível para o médico determinar o diagnóstico de infertilidade e qual o melhor tratamento (http://www.procriar.com.br/blog/2017/05/03/os-5-principais-tratamentos-para-engravidar/) .

      Se depois disso, o médico entender que a melhor opção para a gravidez será a fertilização in vitro, aí começará todo o processo para que ela seja realizada.

      Quando a fertilização in vitro é indicada

      A fertilização in vitro é recomendada para casais que tenham dificuldade na fecundação, ou seja na chega do espermatozoide até o óvulo.  Esse problema pode ser causado por diversos fatores.

      Nas mulheres pode ocorrer devido a obstrução tubária, endometriose ou idade, pois quantidade e a qualidade dos óvulos tende a diminuir a partir dos 35 anos. Nos homens, um dos fatores pode ser a baixa produção de esperma, que ocorre por razões (http://www.procriar.com.br/blog/2016/12/23/quais-sao-as-principais-causas-da-infertilidade-masculina/)  variadas.

      Quando o homem ou a mulher não produzem gametas, eles podem optar por utilizar o espermatozoide ou os óvulos de doadores. Por exemplo, o casal pode utilizar o espermatozoide fornecido por um doador, que será fecundado com os óvulos da mulher, em laboratório, e depois transferido para o útero da paciente.

      A fertilização in vitro também é uma opção para casais homossexuais que querem formar uma família. No caso de casais masculinos, além de encontrar um doadora de óvulos também é preciso encontrar uma mulher que se voluntarie para gestar. Em casais do sexo feminino, cabe buscar doador de espermatozoide.

      Coleta dos gametas masculino e feminino

      O processo de coleta dos espermatozoides e óvulos é muito simples. O homem pode fazer a coleta do esperma, através da masturbação, no laboratório.  Quando há a ausência de gametas no sêmen a coleta pode ser tentada por meio de punção/biópsia, diretamente nos testículos.

      Para coletar os óvulos, a mulher tem que passar primeiramente por uma estimulação estimularão os ovários, o que possibilitará que eles maturem mais óvulos, ao invés de somente, como acontece nos ciclos espontâneos.

      Para acompanhar a resposta ovariana à medicação, são feitas várias ultrassonografias até que o médico determine que os ovários já atingiram o tamanho esperado, aí a coleta é realizada. Essa etapa dura cerca de 12 dias.

      Fecundação in vitro

      Depois da coleta dos gametas, os óvulos produzidos durante a estimulação dos ovários são colocados em um ambiente de cultura propício.

      Os espermatozoides colhidos são analisados e selecionados, só após isso eles também são colocados no mesmo ambiente dos óvulos. São selecionados cerca de 200 mil espermatozoides para fecundar um óvulo.

      A fecundação se dá da mesma forma que ocorreria dentro do organismo feminino. O nome in vitro vem dessa parte do procedimento da fertilização, pois se refere ao local da fecundação que, como explicamos, é feito fora do corpo.

      Implantação do embrião

      Agora que embrião já se formou, a etapa seguinte é transferi-lo para o útero feminino.  Durante a fecundação é comum que se formem mais de um embrião, mas, não são todos que serão transferidos.

      A legislação determina que somente  2 embriões sejam transferidos em mulheres de até 35 anos, até 3 para mulheres de 35 a 39 anos e até 4 para mulheres com 40 anos ou mais.

      O embrião é transferidos para o mesmo local onde o embrião chega espontanemante pela trompa, em uma gravidez natural. O médico passa um cateter fino, posicionando o embrião a 1 cm do fundo do útero.

      Os exames para comprovarem a gravidez deverão ser feitos somente duas semanas depois. Ao todo o processo de fertilização in vitro, desde a coleta até a implantação, dura cerca de 28 dias.

      Índice de sucesso para a gravidez

      As chances de que a FIV seja bem sucedida dependem da idade dos óvulos. Para mulheres com menos de 35 anos, as chances de sucesso podem chegar a 60%. Em mulheres de 35 a 38 anos, os índices são de 40%. Já em mulheres entre 40 e 42 anos, variam de 20% a 25%.

      Você ficou com mais alguma dúvida sobre como é a fertilização in vitro? Quer pesquisar mais o seu caso para descobrir se você ou seu parceiro tem um diagnóstico de infertilidade? Acesse o nosso site e agende a sua consulta (http://www.procriar.com.br/agendar-consulta) .

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        Por quanto tempo os óvulos e embriões podem ficar congelados?

        Congelar os óvulos para mais tarde fazer uma fertilização in vitro é uma opção para mulheres que desejam engravidar mais tarde por causa do trabalho, saúde ou por outros motivos pessoais.

        No entanto, é mais indicado que o congelamento seja feito até os 35 anos de idade porque até esta fase os óvulos ainda têm ótima qualidade, reduzindo os riscos de doenças congênitas no bebê ligadas à idade da mãe, como a Síndrome de Down, por exemplo.

        Após o processo de congelamento, os óvulos podem ficar armazenados por diversos anos, não havendo tempo limite para a sua utilização. Quando a mulher decidir que quer engravidar, será feita uma fertilização in vitro utilizando os óvulos congelados e os espermatozoides do seu parceiro. Veja como é o procedimento da Fertilização in vitro.

        Como é feito o congelamento de óvulos e embriões?

        O procedimento para congelar o óvulo é usual, mas exige profissionais especializados e ambiente adequado para o armazenamento.

        Após exames de rotina, como o ultrassom e a dosagem hormonal, o especialista em reprodução humana vai avaliar se a mulher tem condições de, futuramente, ser indicada para a fertilização in vitro (FIV).

        Após ser aprovada nesses testes preliminares, a futura mãe é submetida a um processo de estimulação ovariana feita com hormônios, que dura cerca de 10 dias, produzindo um número maior de oócitos (óvulos) se comparado a um ciclo natural.

        A paciente passa a ser monitorada pelo médico que a acompanha. Definida a data da coleta, a paciente passa por uma aspiração do maior número possível de óvulos, que serão congelados em nitrogênio líquido.

        E o descongelamento?

        Apesar de ter sido aprimorada, a técnica de congelamento de óvulos não garante resultados. Ou seja, não há segurança de que o óvulo estará viável para a fertilização após o descongelamento. O médico deve informar à paciente que não é possível garantir que ela vá engravidar no futuro.

        Por quantos anos um óvulo pode ficar congelado?

        A medicina ainda não definiu um limite de tempo máximo para a utilização dos óvulos. O mais importante não é o tempo de congelamento e sim a técnica utilizada. Na prática, em geral, os óvulos têm ficado congelados por até 10 anos.

        Quantos óvulos a mulher deve congelar?

        O ideal é que a mulher congele ao menos 12 óvulos, mas a idade ainda é o fator mais importante a ser considerado. É melhor ter 6 óvulos congelados aos 32 do que 15 aos 40 anos, por exemplo.

        Quais são os principais métodos de congelamento?

        O principal método de congelamento atualmente é a vitrificação, em que em poucos segundos, o óvulo atinge a temperatura do congelamento. A rapidez do processo e o uso de crioprotetores impedem a formação de cristais de gelo no interior da célula e evita que ela se rompa.

        “Na técnica, em poucos segundos, o óvulo atinge a temperatura do congelamento”, afirma Cavagna. De acordo com o especialista, a rapidez do processo impede a formação de cristais de gelo no interior da célula.

        Quer saber mais?

        A Pró-Criar conta com uma equipe interdisciplinar preparada para atender a todas as suas necessidades, compreendendo as particularidades e expectativas de cada um. Agende uma consulta e venha conhecer os nossos serviços!

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        Como a fertilização in vitro evoluiu no século XXI?

        A fertilização in vitro (FIV) é uma das técnicas de reprodução assistida que mais tem avançado na medicina nas últimas décadas.

        O método ficou mundialmente conhecido com o nascimento do “bebê de proveta”, na Inglaterra, no fim da década de 1970. No Brasil, o primeiro caso aconteceu em 1984, introduzindo a técnica na América Latina.

        Desde esse marco, muita coisa mudou. A FIV deixou de ser apenas um experimento e se tornou realidade para muitos pais que sonham com a chegada do bebê.

        No Brasil, o número de procedimentos realizados em 2016 quase dobrou em relação aos anos anteriores, segundo dados do Conselho Federal de Medicina.

        O século XXI tem sido testemunha de inúmeras descobertas e avanços.

        Diversos quadros de infertilidade feminina e masculina já são reversíveis por meio de tratamentos os mais diversos, e as taxas de sucesso alcançadas com essa técnica de reprodução assistida são significativas.

        A própria legislação também vem se adequando a essas novas demandas, no intuito de atender e acolher os mais diversos tipos de arranjos familiares.

        Saiba mais sobre como a fertilização in vitro vem evoluindo desde os anos 2000.

        Números que crescem em todo o mundo

        Estima-se que, em todo o mundo, mais de meio milhão de crianças nasçam através de fertilização in vitro (FIV) a cada ano, segundo dados da Sociedade Europeia de Reprodução Humana (ESHRE). No continente europeu, a Espanha é o país que mais realiza o tratamento, chegando a quase 120 mil ciclos.

        Os Estados Unidos é recordista em nascimentos por meio do procedimento, chegando a 77 mil de um total de 263 mil ciclos realizados em 2016. O Brasil ainda fica um pouco atrás, contabilizando 36 mil no ano passado.

        Principais descobertas

        O início dos anos 2000 foi marcado pelo desenvolvimento de uma técnica que revolucionou a reprodução assistida: a injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI). A técnica foi desenvolvida alguns anos antes, em 1992, mas só com a virada do século que se popularizou.

        A ICSI é utilizada em casos de infertilidade masculina grave, e consiste na introdução de um único espermatozoide dentro do óvulo. Até então, a maioria dos procedimentos de fertilização in vitro (FIV) em que o fator masculino era severo era realizada com gametas masculinos de bancos de doadores.

        O congelamento de embriões por vitrificação foi outro marco. Com a técnica, houve uma considerável redução de taxas de risco e a preservação da qualidade dos embriões. Isso porque eles chegam a baixas temperaturas de forma muito mais rápida do que com as formas convencionais, como o congelamento lento.

        O primeiro procedimento realizado no Brasil data de 2005.

        Em 2014, na Suécia, houve o primeiro nascimento a partir de um útero transplantado. O órgão foi doado por uma amiga próxima da família da receptora, de 61 anos, que já não se encontrava mais em idade fértil.

        O experimento, que vinha sendo realizado desde 2013, tem como alvo mulheres que nasceram sem útero ou que precisaram retirá-lo por causa de tratamentos como o câncer ou miomas.

        Pioneirismo da ciência brasileira

        A Faculdade de Medicina da Universidade Estadual de São Paulo (USP) entrou para a história em 2017, quando realizou o primeiro nascimento a partir de útero transplantado de cadáver, no Hospital das Clínicas.

        Inédito no mundo, o procedimento foi realizado em uma mulher que nasceu sem o útero em função de uma doença congênita.

        A gravidez resultou da técnica de fertilização in vitro (FIV), e o bebê nasceu perfeitamente saudável. O novo procedimento abre caminho para inúmeros casos de infertilidade feminina que, por muito tempo, pareciam sem solução para a ciência.

        No mesmo ano, dados do Registro Latino-Americano de Reprodução Assistida (REDLARA) atestaram outra grande evolução, o aumento de ciclos de FIV realizados apenas com um embrião.

        A diminuição do número de embriões introduzidos no útero é proporcional à menor taxa de gestação múltipla, que pode representar riscos para as mães e os bebês.

        No Brasil, houve um aumento de 50% no total de ciclos assim realizados.

        Casais homoafetivos

        Além de todas as vantagens que enumeramos, o desenvolvimento da fertilização in vitro (FIV) também permitiu que casais homoafetivos tivessem filhos biológicos. Segundo as normas do Conselho Federal de Medicina (CFM), o método pode ser utilizado independente da orientação sexual do paciente.

        A legislação garante todos os direitos a homens e mulheres que decidam gerar seus filhos a partir desse método, como registro, licença maternidade e paternidade e herança. Saiba mais aqui.

        Como vimos nesse post, a fertilização in vitro (FIV) é uma das técnicas de reprodução assistida que mais tem evoluído nas últimas décadas. Diversos experimentos e descobertas científicas têm possibilitado que o sonho da chegada de um bebê se torne realidade para muitas famílias.

        Quer saber mais?

        Quer saber mais sobre a FIV, como quem pode realizar o procedimento e qual o momento ideal para procurar um médico? Leia o post que preparamos com as 5 principais informações que você precisa saber.

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          Equipe Médica Revisora do Texto

          Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

          Você sabe o que é laqueadura tubária?

          Também conhecida como ligadura tubária ou de trompas, a laqueadura é um procedimento voluntário de esterilização definitiva da mulher. Trata-se de uma cirurgia simples, realizada por ginecologistas, que promove a obstrução das tubas uterinas, impedindo o processo de fecundação. Suas técnicas de realização variam conforme a localização do corte e o material utilizado.

          De acordo com a lei brasileira, a laqueadura pode ser feita em qualquer mulher com mais de 25 anos ou que tenha pelo menos dois filhos vivos. Porém, sua principal indicação é em mulheres que podem apresentar risco de saúde, tanto para ela quanto para o bebê, caso engravidem.

          A ligadura de trompas é o método contraceptivo mais eficaz conhecido, embora ainda haja uma pequena chance da mulher engravidar. Quando a gestação ocorre, há uma grande probabilidade de que seja uma gravidez ectópica (fora do útero). Além dessa complicação, existe a possibilidade de arrependimento devido à incapacidade de gerar filhos, resultando assim em um quadro de depressão.

          Como a laqueadura é feita?

          O procedimento é feito por ginecologistas, com duração média de 40 minutos. Inicialmente, o paciente é anestesiado por meio de inalação ou injeção. O médico então promove incisões para, em seguida, inserir um pequeno dispositivo, que ajudará a localizar as trompas.

          Após amarrar, cortar ou apertar as tubas uterinas, o corte é fechado com pequenos pontos. Geralmente, a mulher é liberada algumas horas depois da cirurgia.

          Tipos de laqueadura

          Existe mais de uma maneira de realizar a operação. Entretanto, todas seguem o princípio básico da laqueadura, que é impedir a passagem do oócito e dos espermatozoides pelas trompas, evitando a fecundação.

          Basicamente, as laqueaduras são classificadas de acordo com a maneira como o corte é feito e suas vias de acesso, sendo os principais tipos a abdominal e a vaginal. Além disso, existem diversas maneiras de romper efetivamente as trompas, incluindo:

          • Anéis de plástico;
          • Clipes de titânio (cirúrgicos);
          • Cauterização;
          • Fio de sutura.

          Quem pode fazer a laqueadura?O método pode ser feito por mulheres que não desejam mais ter filhos por opção própria, mas como é definitivo, só é permitido por lei em mulheres maiores de 25 anos ou com pelo menos dois filhos vivos, diminuindo a chance de se arrependerem. Sendo assim, uma mulher de 30 anos que não possui filhos pode realizar a laqueadura, e o mesmo é possível em uma mulher de 20 anos que já tem, pelo menos, 2 filhos.

          Entretanto, mesmo quando a mulher já é mãe pela segunda vez, existem outras circunstâncias que podem gerar arrependimento, como quando há perda de um filho, troca de parceiro ou melhora da sua condição financeira.

          Por isso, é necessário que se cumpra o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade de realizar a laqueadura e a efetivação do processo cirúrgico, período em que deve ser oferecido à mulher o serviço de planejamento familiar e um aconselhamento por equipe multidisciplinar, visando desencorajar a esterilização precoce.

          Quer saber mais?

          Agora que você esclareceu algumas dúvidas quanto às últimas etapas da FIV, você pode compreender melhor a relação entre a idade materna e como ela interfere na fertilidade em um artigo produzido pela nossa equipe médica.

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          O que fazer quando o resultado da fertilização in vitro (FIV) for negativo?

          Recorrer a técnicas de reprodução assistida para realizar o sonho da gravidez se tornou processo comum para um número cada vez maior de famílias.

          Um dos métodos mais eficazes e procurados pelos casais é a fertilização in vitro (FIV), popularmente conhecido como bebê de proveta, que consiste na fecundação do embrião no laboratório, fora do útero materno.

          Estima-se que tratamentos de alta qualidade possam alcançar até 60% de sucesso.

          Apesar da surpreendente evolução que a medicina reprodutiva tem alcançado nos últimos anos, a FIV, como qualquer outro tratamento, nem sempre apresenta resultados positivos.

          Muitos são os fatores que influenciam nesse processo, passando por questões fisiológicas, genéticas, emocionais, culturais e até mesmo ambientais. Contudo, nem sempre as explicações são tão óbvias ou passíveis de um simples diagnóstico.

          Por ser um procedimento que envolve um alto investimento financeiro, emocional e psicológico das pessoas envolvidas, é preciso se planejar de forma consciente e honesta antes de começar um tratamento com fertilização in vitro (FIV).

          O longo tempo e os esforços despendidos entre exames, consultas, medicações e procedimentos médicos aumentam a ansiedade e o desejo de resolução.

          Por isso, é importante se preparar para os resultados, sejam eles positivos ou não, e os riscos que podem gerar. Mas, como reagir ao resultado negativo da FIV?

          Não há fórmula mágica nem resposta simples para situações que envolvem uma grande carga emocional e afetiva como é a expectativa pela chegada de um filho. Ainda mais quando esse sonho é compartilhado com a família, os amigos e as pessoas próximas.

          Abaixo, separamos algumas dicas que podem te ajudar a passar por esse momento difícil, tendo sempre em vista o respeito ao seu próprio tempo e às suas necessidades.

          Conte com apoio psicológico

          A recomendação vale para todo o processo, e não apenas com a chegada do resultado. O apoio psicológico é imprescindível para o casal que deseja começar ou já esteja no tratamento de fertilização in vitro (FIV).

          Mudanças significativas na rotina, necessidade de cuidados especiais, emoções à flor da pele e as diversas expectativas envolvidas influenciam no estado psíquico e na capacidade de lidar com os acontecimentos.

          Além disso, um resultado negativo pode desencadear reações inesperadas, muitas vezes, de difícil tratamento. O amparo de um psicólogo auxilia não só nas questões do presente, mas, também, na reflexão sobre o passado e na projeção de planos para o futuro. Contar com a ajuda de profissionais qualificados, sem dúvida, faz toda a diferença.

          Respeite o tempo do seu corpo

          Um dos fatores que influenciam esse processo são as reações que muitas mulheres continuam sentindo no corpo decorrentes do tratamento: dores, enjoos, cansaço, mal estar, dentre outros sintomas.

          Os efeitos da grande carga hormonal injetadas no organismo podem perdurar até um mês depois de finalizado o processo. Por mais incômodas que possam ser, ainda mais quando o resultado é negativo, essas consequências físicas são mais do que naturais.

          E, como nada acontece de um dia para o outro, é importante saber dar o tempo que o corpo precisa para se recuperar, respeitando as suas limitações.

          Não deixe a vida parar: faça aquilo que goste

          Assim como o apoio psicológico, é importante não descuidar do que te dá prazer. Colocar o corpo e a mente em movimento, seja por meio de atividades físicas, culturais ou artísticas, pode trazer grandes benefícios.

          Sair para encontrar os amigos, conhecer lugares novos, aprender uma atividade, tudo isso interfere diretamente em como o organismo reage aos estímulos externos e às questões internas. Cuidados com a alimentação também são importantes.

          Com acompanhamento médico adequado, continue tentando

          O sonho da maternidade e da paternidade não precisa e nem deve acabar com um resultado negativo. Apesar de toda a carga emocional, psíquica e física despendida no processo, recomeçar é sempre possível.

          Para isso, é importante ser acompanhado por uma equipe médica especializada e comprometida, que irá te ajudar a encontrar os melhores caminhos para novas tentativas. O fim sempre pode ser um novo começo.

          Apesar da alta taxa de sucesso, os resultados negativos para quem se submete à fertilização in vitro (FIV) devem sempre estar no horizonte de possibilidade. E os casais precisam tentar, desde o início, estarem preparados para esse tipo de situação.

          Como vimos nesse texto, algumas ações simples podem ajudar a passar por esse processo de forma mais calma, respeitando o tempo e as necessidades de cada momento e de cada pessoa envolvida.

          Quer saber mais?

          Gostou das nossas dicas? Se você tiver algum conselho ou sugestão, envie para nós! A sua opinião é de grande importância para a Pró-Criar, clínica especializada em medicina reprodutiva. Nossa missão é possibilitar a gravidez, de forma acolhedora, e, para isso, contamos com uma equipe preparada para te atender. Para mais informações, agende uma consulta com os nossos médicos.

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