Fertilização in Vitro em BH: 4 motivos para fazer o tratamento na Pró-Criar

Ter um bebê é o sonho de muitas famílias; entretanto, este sonho pode se tornar razão de tristeza e ansiedade quando o casal não consegue engravidar após diversas tentativas. Uma das principais soluções para esse problema é a reprodução assistida e a Pró-Criar é referência em Fertilização in Vitro (FIV) em BH. 

A Fertilização in Vitro é uma técnica onde os óvulos e os espermatozoides são recolhidos para que seja realizada a fecundação em laboratório. Depois desta etapa, os embriões são transferidos para o útero. 

Porque escolher a nossa clínica? Confira o nosso post e aprenda mais.

Equipe de médicos especializada

A Pró-Criar foi fundada em 1999 pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, Mestre e Doutor pela UFMG e especializado em infertilidade pela Universidade de Paris.

Além disso, também faz parte do nosso corpo clínico o Dr. Ricardo Marinho, membro da equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989.

Contamos com um grupo renomado de médicos, preparados para oferecer os melhores tratamentos para os nossos pacientes, tendo sempre em vista o seu bem-estar e saúde, cientes de que fazemos parte da realização do sonho de muitas famílias.

Para se manterem em dia com avanços científicos na área, todos eles participam constantemente de congressos e cursos, no Brasil e no exterior. 

Cuidado e atenção aos pacientes 

Desde a sua fundação, a Pró-Criar tem como objetivo oferecer o melhor tratamento de Fertilização in Vitro em BH, com uma taxa de sucesso de gravidez igual aos grandes centros mundiais. Nossa prioridade é propiciar aos pacientes a possibilidade de gerar filhos utilizando a excelência em medicina reprodutiva. 

Da primeira consulta até o período após a fertilização in vitro, os pacientes recebem todo o cuidado e assistência necessários pela equipe da Pró-Criar. 

Nós entendemos o quanto esse momento é delicado e por isso nossos médicos e funcionários são preparados para não somente oferecer o melhor tratamento, como para terem sensibilidade e afeto ao lidar com os pacientes e familiares, pois além da saúde física estamos lidando com sonhos.

É por isso que procuramos unir a ciência com a paixão pelo nosso trabalho, proporcionando a criação um ambiente acolhedor, em que cada uma das pessoas atendidas por nossa equipe possa se sentir segura e com a certeza de que elas são a nossa prioridade. 

Acompanhamento psicológico

Outra preocupação da Pró-Criar é a saúde emocional dos nossos pacientes, por isso  eles contam com acompanhamento psicológico durante o tratamento.

Nós acreditamos que o paciente deve ser cuidado em sua totalidade, não podemos dissociar a mente do corpo, ela também precisa de atenção. 

No início do tratamento de Fertilização in Vitro é comum que surjam diversas questões, além do desejo de engravidar há também o medo e a angústia. É possível que os pacientes vivenciem diferentes sentimentos ao longo do processo, incluindo estresse e ansiedade, o acompanhamento psicológico irá auxiliar a lidar com eles. 

Nós temos como objetivo humanizar o tratamento através da presença do psicólogo, que estará disponível para ouvir as dúvidas, medos, sonhos e expectativas em relação ao tratamento.

Ele será capaz de compreender e indicar as melhores soluções para que o paciente consiga  passar por cada etapa da reprodução assistida se sentindo mais seguro e acolhido. 

Estrutura física adequada

A Clínica Pró-Criar é uma referência em Fertilização In Vitro em BH também por garantir que os pacientes tenham acesso a uma estrutura física adequada, preparada com tecnologia de ponta e que também visa o seu conforto.

Oferecemos o que há de mais moderno e avançado no mundo quando se trata de equipamentos e materiais necessários para aumentar a taxa de sucesso da FIV. 

Localizada no bairro Lourdes, em Belo Horizonte, a nossa sede está instalada em um prédio com oito andares e foi planejada especialmente para atender os nossos pacientes, que contam com um dos mais modernos laboratórios de Fertilização in vitro, Andrologia e Criopreservação da América Latina.  

A excelência da Pró-Criar foi atestada pelo certificado que recebemos da Rede Latino Americana de Reprodução Assistida (REDLARA).

Nós também fomos uma das primeiras clínicas do Brasil a receber a certificação como Clínica de Reprodução Assistida BCTG II. Em fevereiro de 2018 passou a integrar o Grupo Huntington de Medicina Reprodutiva.

Estrutura da Pró-Criar

  • 8 consultórios médicos, sendo 6 para atendimento de infertilidade e 2 para Urologia.
  • 1 consultório de psicologia, voltado para apoio emocional e acolhimento dos pacientes em tratamento.
  • Bloco cirúrgico com duas salas completas para punção ovariana
  • 1 laboratório de embriologia e andrologia, categoria classe 100 com 50m2.
  • 1 laboratório de pesquisa e desenvolvimento.

Laboratórios equipados com:

  • Fluxos laminares.
  • Capelas de segurança biológica.
  • Estereomicroscópios.
  • Microscópios com contraste de fase
  • Centrífugas.
  • Micromanipuladores de Gametas.
  • Microscópios invertidos.
  • Placas aquecidas.
  • Balanças digitais.
  • Filtros de ar UD-FERT.
  • Sistema de laser (Modelo Octax).
  • Incubadoras de CO2/N2 para cultivo celular.
  • Incubadora de CO2/N2 horizontal para cultivo celular K-System tri-gás.
  • Incubadora EmbryoScope Plus, que permite observação e registro do desenvolvimento embrionário em tempo real
  • Estufas de transporte de gametas/tecido celular.

Você tem o sonho de ter um filho? Esse pode ser o momento para torná-lo realidade. Agende uma consulta conosco e aprenda mais sobre o processo de reprodução assistida.

Equipe Médica Revisora do Texto

Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

Atividade física e FIV: como se relacionam?

Uma pergunta comum entre os pacientes que buscam realizar a FIV é sobre as atividades físicas durante o tratamento. 

As atividades físicas são comprovadamente uma medida eficaz para reduzir o estresse ao mesmo tempo que auxiliam na manutenção de uma vida saudável.

No texto de hoje falaremos um pouco mais sobre a relação entre atividade física e a Fertilização in Vitro. Vamos lá!

Atividade física antes do tratamento

Se você ainda não começou o tratamento de reprodução humana, mas está tentando engravidar, saiba que praticar atividade física pode te ajudar a aumentar suas chances, 

A atividade física irá atuar no combate ao estresse, que, se muito elevado, pode atrapalhar sua qualidade de vida. Porém, se você já iniciou o tratamento, é importante realizar algumas considerações sobre o tema.

Posso praticar atividade física durante o tratamento da FIV?

Durante a estimulação ovariana, é recomendável ter uma rotina mais tranquila, pois os ovários aumentam de tamanho por efeito das medicação chamado gonadotrofinas; hormônio utilizado para a estimulação ovariana.

A partir do aumento de tamanho dos ovários, a paciente pode sentir algum tipo de incômodo durante exercícios sendo importante checar com seu médico quais modalidades estão liberados para você.

E após a transferência embrionária?

Depois de realizar a transferência embrionária, o momento é de repouso e cabe esperar que os embriões, que agora estão no útero materno se fixe estabelecendo as conexões que confirmarão o sucesso do tratamento com o positivo da gravidez. Neste momento, não é recomendável a realização de exercícios pesados.

Após confirmação da gravidez, as atividades físicas suaves estão liberadas. 

Atividade física durante a gestação

O pilates e yoga adaptado a gestantes, podem trazer grandes benefícios principalmente para preparar-se para o parto e diminuir dores nas costas independente da gravidez ser obtida por reprodução assistida ou de maneira espontânea. 

Outra atividade física recomendada é a hidroginástica, que não gera nenhum tipo de tensão que pode ser prejudicial a gestante.

Não deixe de consultar o médico

Ressaltamos também a importância de conversar com seu médico antes de iniciar qualquer atividade física. A orientação médica deve ser levada como um guia em todas as etapas do tratamento de fertilidade.

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Como ocorre a produção independente

A produção independente costuma gerar algumas dúvidas em pacientes que desejam ter filhos.

Por ser um assunto recorrente e que pode gerar dúvidas, resolvemos desenvolver um conteúdo que explica um pouco melhor o funcionamento da produção independente. 

O que é a Produção Independente?

A produção independente é a maneira que as pessoas contam para engravidar sem a necessidade de um parceiro ou parceira.  

Ela é possível graças ao avanço das técnicas de reprodução assistida.

Com a ajuda da ciência, tanto mulheres que não possuem parceiros, quanto casais homoafetivos podem realizar o sonho de ter filhos a partir de uma produção independente. Mais à frente falaremos sobre cada um desses casos.

Na produção independente, o acompanhamento da gravidez começa bem antes dela acontecer, já no processo de gerar o embrião em um laboratório.

Os óvulos

As mulheres podem optar em congelar seus óvulos para tratamentos futuros com a finalidade de preservar a fertilidade. 

O congelamento de óvulos é uma forma de preservar a fertilidade feminina e planejar o melhor momento para realizar a produção independente.

Os espermatozoides

A doação de espermatozoides é anônima, mas as mulheres podem escolher os gametas de acordo com as características do doador, disponíveis em fichas. 

O doador passa por uma série de exames durante a triagem até o sêmen ser aprovado, para que não apresente nenhum problema genético.

Mulheres solteiras que querem ser mães

Uma mulher que deseja ter um filho sem um parceiro, irá precisar a ajuda de um banco de sêmen. 

O anonimato é a principal característica dessa doação: a lei brasileira não permite que o laboratório revele a identidade do doador e, tampouco, que ele saiba para quem o seu material foi doado. 

Homens solteiros que querem ser pais

Um homem solteiro que deseja ter um filho sem uma parceira, vai precisar tanto de óvulos doados quando de um útero doado temporariamente para o procedimento de gravidez (chamado útero de substituição).

A doação de óvulos também é feita de forma anônima no Brasil. A lei brasileira não permite que clínica revele a identidade da doadora e, tampouco, que ela saiba para quem o seus óvulos foram doados.  

Para o utilização do útero de uma terceira pessoa (útero de substituição), esta mulher

deverá ser parente de até terceiro grau do homem que busca o tratamento para ter um filho. 

Quer saber mais?

Ao escolher a clínica para o seu tratamento é preciso ficar atento a uma série de aspectos que confirmam a qualidade dos profissionais. 

Para entender melhor como fazer essa escolha, não deixe de conferir o nosso artigo: Entenda o que considerar ao escolher uma Clínica de Reprodução Assistida.

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Você sabe o que é a ovodoação? Entenda.

Quando se fala em banco de gametas, que pode ajudar casais a realizarem o sonho da chegada de um filho, a primeira coisa que vem à mente são os espermatozoides, certamente. Mas eles não são os únicos.

A doação de óvulos, também chamada de ovodoação, é tão importante para as técnicas de reprodução assistida quanto a de sêmen. No Brasil, há uma legislação específica para esses casos, que regulamenta a doação e a recepção do material.

Importância da Ovodoação

A doação de óvulos é um ato solidário, realizado por mulheres em idade fértil e em boas condições reprodutivas que queiram ajudar aquelas que não se encontram na mesma situação. Quer saber mais sobre o assunto e como funciona o processo de doação de óvulos? Então, acompanhe o nosso post. Reunimos algumas informações básicas para te ajudar.

Ovodoação: o que é e quem pode fazer

Apesar de ser um processo simples, a ovodoação envolve muitos tabus e controvérsias, principalmente pela falta de informação adequada. É, antes de tudo, um ato de solidariedade e altruísmo de mulheres em idade reprodutiva e boas condições, que doam para aquelas que, por motivos variados, não possam ou não consigam utilizar os seus óvulos, ajudando a realizar o sonho da maternidade.

Como o processo ocorre?

A doação de óvulos é um processo voluntário, anônimo e que não pode envolver relação financeira de caráter lucrativo ou comercial. As doadoras precisam atender a uma série de critérios importantes, como idade entre 18 e 34 anos, ter boa saúde comprovada através da realização de exames, não possuir risco de transmissão de doenças genéticas ou sexuais e, quando casada, precisa contar com o consentimento do parceiro, comprovado legalmente. No Brasil, o procedimento é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).

Além disso, a doadora precisa fornecer algumas informações pessoais, como peso, altura, características físicas e grupo sanguíneo. Contudo, a identidade de ambas permanece anônima e nenhuma das duas pode ter contato com a outra, tanto durante processo do tratamento quanto posteriormente. Da mesma forma, a doadora nunca poderá obter informações sobre as possíveis crianças geradas ou mesmo ter contato com elas. Tudo isso garante mais segurança para todos os envolvidos.

Como realizar a doação

As mulheres que atendam aos critérios e desejem doar os seus óvulos devem procurar a clínica de reprodução assistida mais próxima de sua residência. A primeira etapa consiste no preenchimento de um formulário que será analisado pela equipe médica do local. Esse processo pode não ser imediato, já que, para doar, é necessário ter uma receptora compatível com o mesmo perfil aguardando. Se houver, a doadora passa por entrevistas e uma série de exames que atestem os requisitos de saúde necessários para a doação dos gametas.

Confirmados os critérios básicos, a doadora estabelece um contrato com a clínica responsável e o procedimento começa a ser realizado. Primeiramente, a mulher faz uso de medicamentos que estimulam uma maior produção ovariana durante alguns dias.

Acompanhamento da equipe médica

O processo é acompanhado pelos médicos e, quando avaliado o melhor momento para coleta dos óvulos, eles são retirados por meio de punção ovariana. Após esse processo, os óvulos são analisados e selecionados em laboratório para poderem ser fecundados e, logo após, injetados no útero que irá gerá-los.

Durante todo o tratamento, são necessárias algumas restrições quanto ao uso de bebidas alcóolicas e drogas, práticas sexuais e outras indicadas pelo médico.

Outra opção é a chamada doação de óvulos compartilhada, que pode ser realizada por mulheres que estejam passando pelo processo de fertilização in vitro (FIV) e queiram doar os seus óvulos para aquelas que estejam realizando o procedimento ao mesmo tempo. Nesse caso, o custo do tratamento da doadora pode ser compartilhado com a receptora. Assim como no anterior, esse processo é mediado pela clínica e deve envolver todos os critérios de anonimato.

A doadora de óvulos tem menos chances de engravidar no futuro?

Essa é uma das dúvidas mais comuns entre as mulheres que têm vontade de doar os seus óvulos. Pode ficar tranquila, o processo não interfere na capacidade reprodutiva, nem a curto ou longo prazo.

Estimulação Ovariana

A estimulação ovariana, por meio do qual é realizada a captação dos gametas femininos, ativa o desenvolvimento de óvulos que seriam naturalmente descartados pelo corpo da mulher.

Isso acontece porque a mulher nasce com uma quantidade fixa de óvulos (entre 500 mil e 1 milhão) que vão se perdendo ao longo da vida até chegar na menopausa. Durante a idade reprodutiva, a cada ciclo menstrual, vários óvulos iniciam o crescimento, mas apenas um se desenvolve o suficiente para ovular e, posteriormente, ser fecundado. Os outros, que não foram utilizados, são eliminados pelo corpo.

Se você chegou até aqui, pôde conhecer informações básicas sobre a ovodoação, que auxilia mulheres que não podem utilizar seus próprios óvulos a realizar o sonho da maternidade. Como foi abordado, esse é, antes de tudo, um ato de solidariedade, já que não envolve nenhum tipo de relação lucrativa.

Se você atende aos critérios básicos e pensa em realizar a ovodoação, agende uma consulta conosco. A Pró-Criar é uma clínica especializada em medicina reprodutiva e conta com uma equipe multidisciplinar preparada para te atender, de forma ética e responsável.

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    Como são os primeiros dias do embrião na FIV

    A FIV ajuda casais a terem filhos há décadas no Brasil. 

    Ainda que seja um tratamento conhecido e que tenha sido aperfeiçoado ao longo do tempo, o tratamento de fertilização in vitro ainda gera algumas dúvidas em muitas pessoas.

    Para falar um pouco mais sobre o assunto, vamos tratar no post de hoje sobre a transferência de embriões. Vamos lá?

    Primeiros dias do embrião após a FIV

    Dia 1

    A partir da união entre óvulo e espermatozoide se inicia a formação genética do embrião. É formado um novo núcleo celular composto por 46 cromossomos. 

    Durante o processo nasce o zigoto, que mede aproximadamente 0,15 milímetros.

    Dia 2

    Começa a divisão celular do zigoto. 

    Inicialmente em duas células, depois cada célula se divide outra vez em duas chegando a 4 células.

    Dia 3

    Continuam as divisões celulares, chegando a 8 células.

    Neste momento, a qualidade dos embriões já é avaliada avaliada. É provável que nem todos os embriões tenham se desenvolvido da mesma forma, e o médico e o casal são orientados sobre o desenvolvimento embrionário até está etapa.  

    Dia 4

    As divisões aumentam, assim, aumenta também o número de células que vão se compactando.  

    Este processo de compactação celular é fundamental para que as células  comecem a gerar conexões que permitem a evolução para o seguinte passo do desenvolvimento embrionário.

    Dias 5 e 6 

    A partir da forma de mórula no dia 4, as células começam a conectar-se, permitindo a continuação da divisão celular a aproximadamente 100 células.

    Com o desenvolvimento correto, entre o dia 5 e 6, o embrião alcança o estado de blastocisto. 

    Ocorre  também uma distribuição em dois grupos celulares. Um grupo de células se distribui pelo contorno periférico formando uma esfera denominada trofoectoderma e outro grupo forma uma massa compacta unida ao trofoectoderma denominada Massa Celular Interna, que será o futuro bebê.

    Apesar de algumas transferências serem realizadas no terceiro dia do desenvolvimento embrionário, cada vez mais existe uma tendência em se realizar um cultivo estendido dos embriões até a fase de blastocisto para então fazer a transferência entre 5º e 6º dia de desenvolvimento.

    O Blastocisto é a forma mais desenvolvida de embrião, e é nesta fase que o embrião se implanta também nas gestações espontâneas. 

    Dias 7 a 12

    É o momento em que esta ocorrendo a implantação, ou seja, graças às enzimas segregadas pelo trofoectoderma, o endométrio fica mais receptivo e o embrião se adere às paredes do útero.

    Inicia-se então a produção do hormônio HCG, que permite a manutenção dos níveis de progesterona. Quando os níveis de HCG começam a subir, é possível a detecção da gravidez. 

    Desenvolvimento embrionário após as duas primeiras semanas. A partir deste momento, o saco amniótico começa sua formação e o embrião, implantado no endométrio, cresce um pouco a cada dia. 

    Através de ultrassonografias é possível acompanhar o desenvolvimento dos órgãos, do esqueleto e as extremidades do corpo, que vai adquirindo autonomia funcional de forma progressiva de um bebê.

    Quer saber mais?

    Gostou do nosso conteúdo? Confira nosso blog e saiba mais sobre tratamentos de fertilidade.

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    O que uma clínica de fertilidade pode oferecer a você

    Muitas pessoas tem dúvidas sobre a estrutura de uma clínica de fertilização in vitro. A estrutura da clínica de fertilização pode oferecer conforto e um espaço seguro para casais que desejam ter filhos.

    Para saber mais sobre o assunto, escrevemos esse conteúdo para falar um pouco mais sobre a estrutura de uma clínica de fertilidade.

    Conheça o corpo médico da clínica

    Antes de decidir realizar a FIV, é fundamental realizar uma pesquisa para conhecer mais sobre as clínicas de sua região.

    Para além da estrutura oferecida, conhecer o corpo médico pode ajudar você a ter mais confiança sobre a realização da FIV.

    Saber mais sobre os médicos envolvidos nos tratamentos e os seus trabalhos ao longo dos anos é uma forma de recolher mais informações. Além disso, um corpo médico renomado é sinônimo também de preocupação e qualidade nos tratamentos.

    Apoio psicológico em uma clínica de fertilidade

    A realização da FIV é um processo que demanda investimento financeiro e psicológico da paciente e da família.

    Para auxiliar nesse processo, as clínicas de fertilidade oferecem acompanhamento psicológico durante o tratamento.

    É comum que os casais fiquem ansiosos durante o tratamento de fertilidade. 

    A expectativa de terem filhos juntamente com o desejo e otimismo sobre o tratamento demandam acompanhamento psicológico para o casal.

    Soluções para a dificuldade de engravidar

    Um ponto importante em relação aos serviços oferecidos por uma clínica de fertilidade é a possibilidade de solucionar os problemas que dificultam a gravidez.

    As clínicas de fertilidade, após o diagnóstico médico, farão uma série de exames no casal.

    Esses exames vão auxiliar no diagnóstico médico e no direcionamento dos pacientes. Com os problemas que geram essa dificuldade diagnosticados, os médicos podem focar em ajudar os casais.

    Mais do que possibilitar a gravidez, a clínica de fertilidade se preocupa em ajudar em tudo que pode interferir na fertilidade.

    Além de realizar o desejo de ter um filho, o casal que visitar uma clínica de fertilidade também irá se tornar mais saudável e apto a engravidar novamente.

    Conhecer o método mais indicado

    Existem algumas técnicas que auxiliam no aumento e prolongamento da fertilidade.

    Uma clínica de fertilidade também é a responsável por realizar esse diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado para você.

    Pesquisas sobre os tratamentos são importantes e necessárias, mas somente uma clínica poderá fornecer a orientação correta.

    Quer saber mais?

    Ao escolher a clínica para o seu tratamento é preciso ficar atento a uma série de aspectos que confirmam a qualidade dos profissionais.


    Para entender melhor como fazer essa escolha, não deixe de conferir o nosso blog.

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    Como a Pró-Criar ajuda casais a terem filhos biológicos

    Depois de tomar a decisão de ter um bebê, entender como funcionam os procedimentos e escolher uma clínica, chega o momento dos futuros pais escolherem como será feita a fertilização e quem ajudará o casal nesta jornada.

    Pensando nisso, o texto de hoje vamos contar um pouco sobre como a Pró-Criar pode ajudar você a ter filhos biológicos a partir dos tratamentos oferecidos.

    Tratamentos Para Engravidar na Pró-Criar

    A Pró-Criar é uma clínica especializada em medicina reprodutiva. 

    Nossa missão é possibilitar a gravidez, de forma acolhedora, através da excelência do conhecimento, para o bem estar do ser humano.

    Com o nosso trabalho, queremos ajudar você durante todo o processo de reprodução assistida, oferecendo os tratamentos necessários além de acompanhamento médico e psicológico, para que você se sinta acolhido.

    O que é Fertilização in Vitro?

    A fertilização in vitro (FIV) pode ajudar muitos casais na busca pelo sonho de ter filhos.

    A FIV é um dos principais tratamentos para os casos de infertilidade. 

    Ela vem sendo indicada para casais que enfrentam diversos tipos de dificuldades, que vão desde endometriose até alterações na qualidade do sêmen, passando pela falha das alternativas de tratamento mais simples, como a inseminação intrauterina.

    O processo — totalmente feito em laboratório — consiste em coletar os espermatozoides e colocá-los juntos ao óvulo, onde a fecundação ocorre naturalmente. Caso haja dificuldade na penetração, os gametas masculinos são então injetados dentro do óvulo no laboratório.

    Feito isso, os embriões resultantes serão cultivados em laboratório por três a cinco dias e então colocados no útero da futura mamãe. As etapas seguintes são exatamente iguais a qualquer gestação.

    Inseminação Artificial: como ocorre o tratamento?

    A diferença entre a Inseminação Artificial e a Fertilização in Vitro é que, no primeiro caso, a fertilização acontece no organismo materno; já no segundo, a fertilização acontece em laboratório.

    Também chamada de inseminação intrauterina (IIU), a técnica de reprodução assistida consiste em depositar o sêmen dentro da cavidade uterina. A técnica é considerada de baixa complexidade entre as indicações para mulheres que possuam distúrbios de ovulação, ou seja, que não ovulam de maneira adequada e homens com sêmen que seja levemente alterado.

    Apesar de bastante parecidos, as indicações quanto a realizar a Fertilização in Vitro ou a Inseminação Artificial, variam a cada caso.

    Quais são os outros tratamentos oferecidos pela Pró-Criar?

    Os tratamentos oferecidos se dividem em algumas possibilidades para mulheres e para homens. Vamos conhecer todos eles:

    Tratamentos Femininos


            Fertilização in vitro (FIV)
            Fertilização in vitro com injeção de espermatozoides (ICSI)
            FIV/ICSI com Congelamento/ Criopreservação
            FIV/ICSI com Doação de Óvulos
            FIV/ICSI com Casais Homoafetivos
            FIV/ICSI com Útero de Substituição
            Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGT-A/PGT-M)
            Inseminação Artificial Homóloga
            Inseminação Artificial Heteróloga


    Tratamentos Masculinos


            Biópsia Testicular (TESE)
            Punção de Epidídimo ou Aspiração Percutânea (PESA)
            Biópsia Microcirúrgica (Micro TESE)
            Aspiração Microcirúrgica (MESA)
            Aspiração Percutânea (TESA)

    Quer saber mais?


    A Pró-Criar é especializada em medicina reprodutiva e conta com uma equipe multidisciplinar preparada para te atender. Agende uma consulta conosco!

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    Qual a importância do acompanhamento psicológico na FIV realizado na Pró-Criar

    Para a maioria das pessoas, ter filhos e formar uma família são metas em determinado momento de suas vidas.

    Engravidar parece ser algo muito natural, bastando apenas suspender o método contraceptivo em uso, porém, algumas pessoas, ao iniciarem as tentativas para engravidar, se deparam com o resultado negativo, que se repete mês após mês, gerando muitas vezes sentimentos de frustração, angústia e ansiedade.

    Com isso, o apoio psicológico se torna necessário, como uma forma de auxiliar os pacientes nesse processo.

    Estresse emocional durante a FIV

    A rotina de um tratamento de infertilidade pode causar grande estresse emocional no casal.

    A concepção pode suscitar diversas questões psicológicas relacionadas à experiência da maternidade, sentimento de fracasso, relacionamento do casal, sonhos e esperanças em nossas vidas.

    A futura mãe

    A FIV exige comprometimento da mulher em relação aos medicamentos e ao cuidado com o próprio corpo durante todo o processo. A rotina do tratamento pode ser estressante e é preciso ter cautela em cada etapa.

    Todo esse investimento emocional gera muita expectativa, que deve ser administrada e alocada junto com o acompanhamento psicológico.

    O futuro pai

    Pode haver resistência masculina sobre os tratamentos de fertilidade, pois alguns homens sentem que sua masculinidade está sendo questionada por não conseguirem engravidar sua parceira naturalmente.

    Esse questionamento pode ser um gatilho para outras inseguranças e problemas relacionados tanto com o próprio homem, quanto em seu relacionamento com a esposa. O acompanhamento psicológico auxilia o homem a lidar com suas questões e a compreender a importância de seu papel, apoiando a esposa durante todo o tratamento.

    Acompanhamento psicológico na Pró-Criar

    A Pró-Criar realiza um serviço de acolhimento e apoio emocional a todo paciente que está realizando um dos tratamentos de concepção assistida.

    O objetivo geral deste serviço é atender o paciente em sua totalidade, tendo em conta que o ser humano é um conjunto indissolúvel de mente-corpo, que deve ser tratado de forma global.

    Quer saber mais?

    Mais informações em no nosso blog. Entre, comente e, caso ainda tenha dúvidas sobre o acompanhamento psicológico, estamos à disposição para esclarecê-las.

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      O que uma clínica de fertilidade pode oferecer você

      Muitas pessoas tem dúvidas sobre a estrutura de uma clínica de fertilização in vitro. A estrutura da clínica de fertilização pode oferecer conforto e um espaço seguro para casais que desejam ter filhos.

      Para saber mais sobre o assunto, escrevemos esse conteúdo para falar um pouco mais sobre a estrutura de uma clínica de fertilidade.

      Conheça o corpo médico da clínica

      Antes de decidir realizar a FIV, é fundamental realizar uma pesquisa para conhecer mais sobre as clínicas de sua região. Para além da estrutura oferecida, conhecer o corpo médico pode ajudar você a ter mais confiança sobre a realização da FIV.

      Saber mais sobre os médicos envolvidos nos tratamentos e os seus trabalhos ao longo dos anos é uma forma de recolher mais informações. Além disso, um corpo médico renomado é sinônimo também de preocupação e qualidade nos tratamentos.

      Apoio psicológico em uma clínica de fertilidade

      A realização da FIV é um processo que demanda investimento financeiro e psicológico da paciente e da família. Para auxiliar nesse processo, as clínicas de fertilidade oferecem acompanhamento psicológico durante o tratamento. É comum que os casais fiquem ansiosos durante o tratamento de fertilidade.

      A expectativa de terem filhos juntamente com o desejo e otimismo sobre o tratamento demandam acompanhamento psicológico para o casal.

      Soluções para a dificuldade de engravidar

      Um ponto importante em relação aos serviços oferecidos por uma clínica de fertilidade é a possibilidade de solucionar os problemas que dificultam a gravidez. As clínicas de fertilidade, após o diagnóstico médico, farão uma série de exames no casal. Esses exames vão auxiliar no diagnóstico médico e no direcionamento dos pacientes. Com os problemas que geram essa dificuldade diagnosticados, os médicos podem focar em ajudar os casais.

       

      Mais do que possibilitar a gravidez, a clínica de fertilidade se preocupa em ajudar em tudo que pode interferir na fertilidade. Além de realizar o desejo de ter um filho, o casal que visitar uma clínica de fertilidade também irá se tornar mais saudável e apto a engravidar novamente.

      Conhecer o método mais indicado

      Existem algumas técnicas que auxiliam no aumento e prolongamento da fertilidade. Uma clínica de fertilidade também é a responsável por realizar esse diagnóstico e indicar o tratamento mais adequado para você.

      Pesquisas sobre os tratamentos são importantes e necessárias, mas somente uma clínica poderá fornecer a orientação correta.

      Quer saber mais?

      Ao escolher a clínica para o seu tratamento é preciso ficar atento a uma série de aspectos que confirmam a qualidade dos profissionais.  Para entender melhor como fazer essa escolha, não deixe de conferir o nosso blog.

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      Como são os primeiros dias do embrião na FIV

      A FIV ajuda casais a terem filhos há décadas no Brasil. 

      Ainda que seja um tratamento conhecido e que tenha sido aperfeiçoado ao longo do tempo, o tratamento de fertilização in vitro ainda gera algumas dúvidas em muitas pessoas.

      Para falar um pouco mais sobre o assunto, vamos tratar no post de hoje sobre a transferência de embriões. Vamos lá?

      Primeira semana do embrião após a FIV

      Dia 1

      A partir da união entre óvulo e espermatozoide se inicia a formação genética do embrião. É formado um novo núcleo celular composto por 46 cromossomos. 

      Durante o processo nasce o zigoto, que mede aproximadamente 0,15 milímetros.

      Dia 2

      Começa a divisão celular do zigoto. 

      Inicialmente em duas células, depois cada célula se divide outra vez em duas chegando a 4 células.

      Dia 3

      Continuam as divisões celulares, chegando a 8 células.

      Neste momento, a qualidade dos embriões já é avaliada avaliada. É provável que nem todos os embriões tenham se desenvolvido da mesma forma, e o médico e o casal são orientados sobre o desenvolvimento embrionário até está etapa.  

      Dia 4

      As divisões aumentam, assim, aumenta também o número de células que vão se compactando.  

      Este processo de compactação celular é fundamental para que as células  comecem a gerar conexões que permitem a evolução para o seguinte passo do desenvolvimento embrionário.


      Dias 5 e 6 

      A partir da forma de mórula no dia 4, as células começam a conectar-se, permitindo a continuação da divisão celular a aproximadamente 100 células.

      Com o desenvolvimento correto, entre o dia 5 e 6, o embrião alcança o estado de blastocisto. 

      Ocorre  também uma distribuição em dois grupos celulares.

      Um grupo de células se distribui pelo contorno periférico formando uma esfera denominada trofoectoderma e outro grupo forma uma massa compacta unida ao trofoectoderma denominada Massa Celular Interna, que será o futuro bebê.

      Apesar de algumas transferências serem realizadas no terceiro dia do desenvolvimento embrionário, cada vez mais existe uma tendência em se realizar um cultivo estendido dos embriões até a fase de blastocisto para então fazer a transferência entre 5º e 6º dia de desenvolvimento.

      O Blastocisto é a forma mais desenvolvida de embrião, e é nesta fase que o embrião se implanta também nas gestações espontâneas. 

      Dias 7 a 12

      É o momento em que está ocorrendo a implantação, ou seja, graças às enzimas segregadas pelo trofoectoderma, o endométrio fica mais receptivo e o embrião se adere às paredes do útero.

      Inicia-se então a produção do hormônio hCG, que permite a manutenção dos níveis de progesterona. 

      Quando os níveis de hCG começam a subir, é possível a detecção da gravidez. O desenvolvimento embrionário após as duas primeiras semanas e, a partir deste momento, o saco amniótico começa sua formação.

      O embrião, implantado no endométrio, cresce um pouco a cada dia. 

      Através de ultrassonografias é possível acompanhar o desenvolvimento dos órgãos, do esqueleto e as extremidades do corpo, que vai adquirindo autonomia funcional de forma progressiva de um bebê.

      Quer saber mais?

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      Equipe Médica Revisora do Texto

      Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.