6 informações essenciais sobre a fertilização in vitro

Popularmente conhecida com o “bebê proveta”, a fertilização in vitro (FIV) é uma das técnicas de reprodução assista mais eficazes da medicina reprodutiva. O método consiste na fecundação dos gametas em laboratório para que o embrião, já formado, seja transferido para o útero.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), seis a cada dez pacientes que recorrem à técnica conseguem engravidar. Os dados mostram que o desenvolvimento do tratamento no Brasil já se equipara a países de primeiro mundo.

Para isso, é importante contar com clínicas especializadas e que ofereçam serviços de qualidade. Mas há outros fatores que interferem nas taxas de sucesso da FIV, como a idade da mulher, o histórico de saúde familiar do casal e, até mesmo, alguns hábitos de vida.

Ficou com vontade de saber mais? Nós preparamos um post com as principais informações sobre a fertilização in vitro. Confira!

 

1 – Quando procurar o tratamento

 

A fertilização in vitro (FIV) é indicada para casais que estejam tentando engravidar há mais de um ano sem sucesso e para aqueles já diagnosticados com quadros de infertilidade.

A idade é fator importante, principalmente para as mulheres. A partir dos 30 anos, a produção dos óvulos cai tanto em quantidade como qualidade

A técnica é também uma solução para pessoas que irão se submeter a tratamentos de saúde e cirurgias que possam afetar a sua capacidade reprodutiva, como é o caso da quimioterapia.

Para isso, é necessário que os gametas sejam congelados anteriormente, por meio do processo de criopreservação.

A FIV também possibilita a gestação para quem deseja ter uma produção independente ou para os casais homoafetivos. Em ambos os casos, é necessário recorrer ao banco de óvulos e/ou espermatozoides

 

2 – Como funciona o processo

 

Assim que todos os exames foram realizados e a avaliação médica indicou a FIV como o melhor método, é momento de dar início à fertilização.

O processo começa com a estimulação ovariana da mulher, que faz com que o corpo libere um número maior de óvulos do que ocorreria em um ciclo normal.

Após essa etapa, os óvulos são recolhidos e levados ao laboratório. O mesmo acontece com os gametas masculinos, colhidos através de masturbação.

Os melhores gametas são fecundados em laboratório e, formam embriões que ficam em cultivo por alguns dias e depois são implantados no útero. Durante todo o processo, diversos exames são realizados para acompanhar a saúde da mãe.

 

3 – Doação de gametas

 

Uma dúvida muito comum entre quem precisa recorrer ao banco de óvulos e espermatozoides é sobre a identidade dos doadores. É possível escolher?

A legislação brasileira proíbe tanto que os casais escolham quanto conheçam o doador ou a doadora.  De acordo com as diretrizes do Conselho Federal de Medicina (CFM), o processo deve ocorrer de forma anônima e voluntária, não envolvendo nenhuma forma de relação financeira. 

 

4 – Hábitos de vida do casal

 

Quando se trata de métodos de reprodução assistida, comumente pensa-se na realização de uma bateria de consultas, remédios e exames.

O que a maioria das pessoas esquece é a importância de se falar também em hábitos de vida, cuidados com a saúde e alimentação consciente.  

Tais fatores têm relação direta com a saúde e a disposição dos corpos que produzem os gametas e geram os embriões. E, quando falamos de saúde, vai muito além da dimensão física. Também tratamos da vida emocional e conjugal do casal.

Além de envolver uma série de expectativas, a fertilização in vitro é um processo longo e de alto custo, o que pode gerar ainda mais angústia e ansiedade. Por isso, é importante contar com acompanhamento psicológico durante todo o processo

 

5 – Cuidados com a mulher

 

Não é novidade que, por mais que as estatísticas comprovem que a infertilidade masculina é tão comum quanto a feminina, a cobrança para a mulher é sempre maior. Principalmente para aquelas que decidem postergar a maternidade, como mostra a matéria do portal Dráuzio Varella.

Durante o tratamento, o corpo dela é também o mais afetado nos casos que envolvem uso de medicamentos, procedimentos cirúrgicos e repouso. 

Por isso, é muito importante dar atenção especial às mulheres e as suas necessidades. O cuidado integral neste período ajuda no sucesso do tratamento, assim como na saúde psíquica e emocional das futuras mamães.

 

6 – FIV Acesso

 

Em função de sua complexidade, a fertilização in vitro é um procedimento de alto custo. Pensando nos casais que não têm condições de arcar com o tratamento, a Pró-Criar desenvolveu o programa FIV Acesso.

Ele garante custos mais acessíveis com o mesmo nível de qualidade e segurança. Podem se beneficiar casais renda familiar mensal até R$ 7.000,00 ou renda familiar anual inferior a R$ 60.000,00, e bens declarados até R$140.000,00. Saiba mais sobre o programa aqui.

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Neste post, apresentamos a você algumas das principais informações sobre a fertilização in vitro. Além de contar com serviços e atendimento de qualidade, o sucesso do tratamento também depende de uma atenção à saúde dos envolvidos de forma integral

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    O cálculo do período fértil é importante para quem faz a FIV

    Calcular o período fértil da mulher é essencial para a realização da FIV, pois, somente durante este período é que é possível ocorrer a gravidez. É comum, em casos de gestações não planejadas, que a pessoa acredite que ela aconteceu fora do período fértil, entretanto, isso é um engano. 

    Relações sexuais que ocorrem alguns dias antes do período fértil podem levar a gravidez porque os espermatozoides conseguem sobreviver alguns dias dentro do sistema reprodutor feminino. Além disso, quando a mulher tem o ciclo menstrual irregular fica mais difícil calcular a época da ovulação, ou seja, o período fértil.  

    Mas e no caso de reprodução assistida? O que o período fértil tem a ver com a FIV e porque o seu cálculo faz parte do tratamento? Confira o nosso post e aprenda mais sobre esse assunto. 

    O que é o período fértil

    A vida fértil da mulher se inicia na puberdade, normalmente em torno dos 12 a 14 anos, quando ela tem o seu primeiro ciclo menstrual. A partir de então,ela irá  ovular uma vez por mês, que é quando o organismo libera ao menos um óvulo para ser fecundado. 

    Os hormônios FSH e LH, produzidos na hipófise, e o estrogênio e a progesterona, produzido pelos ovários, são os responsáveis pela liberação do óvulo e por preparar o útero para uma possível gestação. 

    Esse momento, em que o óvulo está disponível para que ocorra a fecundação, é que é denominado o período fértil. Para mulheres que estão tentando engravidar, conhecer quando ocorre seu período fértil é essencial, por isso é importante anotar os dias da menstruação e conhecer o seu ciclo. 

    Em um ciclo regular, que tem cerca de 28 a 30 dias, a ovulação acontece entre 14º e 16º dia, contando a partir da data da última menstruação. Após liberado, o óvulo possui um tempo de sobrevivência entre 24 e 72 horas dentro do corpo da mulher, ou seja, em torno de três dias, e é esse tempo que é caracterizado como o período fértil. 

    Fases do ciclo menstrual

    Para compreender melhor o período fértil é necessário entender como funciona o ciclo menstrual, ele é dividido em três fases: folicular, ovulatória e lútea. 

    1. Fase folicular: nesta primeira fase, ocorre o estímulo do crescimento dos folículos para que o óvulo seja liberado, posteriormente. 
    2. Fase ovulatória: como o próprio nome indica, este ó o momento da ovulação, quando o óvulo sai do ovário para as tubas uterinas, podendo ser fecundado. 
    3. Fase lútea: o folículo, que anteriormente abrigou o óvulo, transforma-se em corpo-lúteo. Sua função é preparar o útero para a gravidez, secretando progesterona e estrogênio. A liberação destes hormônios torna as paredes do endométrio mais espessas, facilitando a implantação do embrião no útero. 

    Caso a fecundação não aconteça, há a descamação do endométrio que é o que leva ao sangramento menstrual e dá início a mais um ciclo. 

    Como calcular o período fértil

    O cálculo do período fértil pode ser feito de maneira simples, no caso de mulheres que têm o ciclo menstrual regular, entretanto, quando ele é irregular é preciso ter uma atenção redobrada aos sintomas que indicam a fase da ovulação.

    Ciclos regulares

    Como explicamos, o ciclo menstrual regular dura em torno de 28 a 30 dias, portanto o período fértil acontece entre o 14º e 16º dia, após a última menstruação. Para calcular o período fértil, então, o que se deve fazer é anotar a data em que você menstruou e contar 14 dias, se o seu ciclo for de 28 dias, ou até 16, se for de 30. 

    Ciclos irregulares

    No caso dos ciclos irregulares, conhecer o seu corpo se torna ainda mais essencial, pois são os sinais que ele envia que te ajudarão a identificar se você está no período de ovulação. Além disso, para ter uma base melhor de quando você irá ovular, recomenda-se analisar a duração de ao menos os últimos três ciclos anteriores. 

    Por exemplo, se eles tiveram a duração de 34, 35 e 36 dias, você consegue ter uma data mais aproximada de quando será seu período fértil. Para isso, basta subtrair 14 dias do total, pois, o número de dias da  fase pré-ovulatória pode variar, mas o da fase pós ovulatória não muda.

    Ou seja, em um ciclo de 36 dias, o período fértil seria o 22º dia. Entretanto, como não é possível ter certeza nesses casos é aconselhável observar alguns sinais do corpo, que são indicativos da fase da ovulação, tais como: 

    • Aumento da libido;
    • Alteração do muco vaginal: ele é liberado em maior quantidade, além disso fica mais fluido, viscoso e elástico, para facilitar que o espermatozoide chegue ao útero e aconteça a fecundação do óvulo 
    • Dores nas mamas
    • Dores no baixo ventre 

    Período fértil x FIV

    Agora que você já compreendeu mais a respeito do período fértil, deve estar se perguntando qual a relação dele quando o assunto é fertilização in vitro, a FIV, não é? É bem simples, os óvulos serão coletados no período fértil da paciente.

    Ela irá tomar injeções de hormônios por cerca de 10 dias para estimular produção de vários óvulos maduros e, ao mesmo tempo, impedir que haja uma ovulação espontânea, aumentando as chances de sucesso do procedimento.

    Durante esse período é feito o acompanhamento do desenvolvimento dos óvulos por meio do ultrassom vaginal, o que permite determinar o melhor dia para a coleta destes.

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    O que você achou do nosso post? Tem alguma dúvida sobre a FIV? Mande a sua pergunta pra gente.

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      Fertilização in Vitro: Conheça mais sobre os testes genéticos ,dentre eles PGT-M.

      Quando uma família se prepara para realizar o sonho de ter um bebê, através do procedimento de Fertilização in Vitro (FIV), é normal que surjam muitas dúvidas. inclusive, a respeito da probabilidade de doenças hereditárias.

      O PGT-M teste genético pré implantacional para doenças monogênicas ou antigamente conhecido como PGD, Diagnóstico Genético Pré-Implantacional pode ajudar nessa questão. 

      Você já ouviu falar dessa técnica? Ela fornece vários dados sobre o embrião, antes que ele seja implantado no útero, possibilita que seja feito um estudo genético dele. Confira nosso artigo e aprenda mais sobre o que é este procedimento e qual a sua função. 

      O que é PGT-M?

      O PGT-M, Diagnóstico Genético Pré-Implantacional, do inglês Pre-implantation Genetic Diagnosis, tem como objetivo prevenir a transferência de embriões com alterações gênicas no processo de fertilização in vitro. 

      A técnica consiste na abertura da zona pelúcida do embrião, em seu  3º dia de desenvolvimento (estágio de 6 a 10 células) ou no 5º dia (blastocisto), onde são retiradas uma ou mais células que serão analisadas geneticamente.  É utilizado um aparelho de laser para a realização do procedimento, evitando os riscos de danos ao embrião. 

      Ela é uma técnica que auxilia famílias que possuem histórico de doenças genéticas a investigar se há alguma mutação no embrião que o torne predisposto a desenvolver esta doença, específica.  

      Qual a relação entre o PGT-M e a fertilização in vitro

      O PGD é recomendado para aumentar a eficácia da seleção de embriões saudáveis, no processo de fertilização in vitro. Realizado antes da implantação, ele é aconselhável nos casos de:

      • Famílias que possuem histórico de doenças hereditárias
      • Consanguíneos com alta probabilidade de transmissão de doenças monogênicas 
      • Casais que realizaram o teste de compatibilidade genética, onde os resultados apresentaram risco de doenças genéticas autossômicas recessivas, ou seja aquelas que se manifestam somente quando há a presença do mesmo gene alterado no óvulo e no espermatozóide. 

      Como o PGT-M pode prevenir alterações genéticas ou cromossômicas

      O PGD fornece informações importantes, que permitem determinar se os embriões possuem alguma anomalia genética ou cromossômica e quais são estas alterações, através da análise do DNA das células do embrião. 

      Por meio do procedimento, o médico poderá detectar, por exemplo, doenças monogênicas, causada pela alteração em um gene, como é o caso da anemia falciforme e da fibrose cística. 

      O primeiro passo para estudar a possibilidade de qualquer anomalia é realizar um estudo do DNA dos pais, através do exame de sangue destes. A partir dos resultados, o médico consegue apontar quais tipos de doenças genéticas o bebê tem probabilidade de desenvolver.

      Dessa forma, a análise das células embrionárias pode ser direcionada para uma determinada região do DNA, para que seja feita a detecção das doenças genéticas que foram identificadas nos exames dos pais. 

      PGT-M e PGT-A, qual a importância de cada um deles?

      O PGT-A, Screening Cromossômico Pré Gestacional, é tão importante quanto o PGD. Ele também trata-se de um exame realizado a partir das células do embrião e a técnica para realização de ambos é a mesma, ou seja, é feita uma biópsia embrionária. 

      Porém, o foco do PGS não é a detecção de uma doença específica e sim o rastreio do número de cromossomos normais.  Através desta análise é possível saber se o embrião apresenta alguma síndrome cromossômica, como síndrome de down, síndrome de Turner e a síndrome de Klinefelter. 

      A síndrome de down está dentre as anomalias cromossômicas numéricas mais comuns. Ela ocorre quando a pessoa possui 47 cromossomos, (ao invés de 46, que é o esperado), sendo que o cromossomo em excesso é o 21, nesse caso. 

      Os riscos de síndrome de down aumentam em gestações que ocorrem a partir dos 35 anos, mas a probabilidade é muito mais elevada a partir dos 40 anos

      O PGS é indicado em casos de fertilização in vitro onde:

      • A idade materna é avançada (acima de 37 anos)
      • Há casos de abortos de repetição, quando a paciente já teve 2 ou mais abortos
      • Falhas sucessivas em ciclos de fertilização in vitro.
      • Alterações de meiose dos espermatozoides
      • Pacientes que desejam aumentar as chances de gravidez, através da escolha mais precisa dos embriões

      Aconselhamento Genético

      Durante todo o tratamento de fertilização in vitro é imprescindível que a família seja acompanhada e aconselhada por uma equipe especializada, que tenha como objetivo o bem-estar da paciente e o sucesso do procedimento.

      Por isso, a realização do PGD e o do PGS fazem parte de um programa que denominamos aconselhamento genético.

      Ele tem como objetivo orientar em relação ao risco de doenças genéticas, permitir que tanto o paciente e a família entendam as informações médicas e decidam se querem fazer estes exames. 

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      Você quer saber mais sobre como é realizada a fertilização in vitro, o diagnóstico genético pré-implantacional e o screening cromossômico pré-gestacional? Entre em contato conosco e tire suas dúvidas

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        7 coisas que você precisa saber sobre transferência embrionária

        A transferência embrionária, como o próprio nome sugere, é o processo por meio do qual o embrião é transferido para o útero que irá gerá-lo. Essa é a etapa final da técnica de fertilização in vitro (FIV), e ocorre depois que os gametas são fecundados em laboratório.

        Justamente por isso, é o momento de maior expectativa para os casais. Doze dias após a realização do procedimento, é realizado o exame de sangue (Beta-HCG) para confirmar se a gravidez obteve sucesso ou não.

        Neste post, selecionamos as 7 principais informações que você precisa saber sobre a transferência embrionária. Saiba mais

        1 Como funciona a transferência embrionária

        Depois que os gametas(óvulos e espermatozoides) são colhidos e fecundados em laboratório, os embriões gerados são analisados e, os de melhor qualidade, transferidos para o útero da futura gestante.

        O procedimento ocorre por meio de cateteres, que auxiliam a implantação dos embriões na cavidade uterina. A transferência, na maioria das vezes, é simples e indolor, sem uso de anestesia. O desconforto sentido é similar ao exame Papanicolau.

        Em casos mais raros, é necessária a realização de um procedimento cirúrgico. Ainda assim, ele é de baixo impacto e não oferece risco para a saúde da mãe.

        2 Tipos de preparativos

        O principal preparativo para quem vai passar por uma transferência embrionária é manter a calma. O procedimento geralmente acontece no terceiro ou quinto dia após a coleta dos óvulos, se for a fresco ou será agendada se os embriões forem congelados.

        É recomendado que a paciente beba bastante líquido na véspera para que a bexiga esteja cheia. Isso auxilia na retificação do útero e ajuda a ter uma melhor visualização da cavidade uterina pelo aparelho de ultrassonografia, sendo isto fundamental para o deposito e futura implantação do embrião nesta cavidade.

        3 Quantidade de embriões que podem ser transferidos

        O número de embriões que podem ser transferidos depende de diversos fatores. A idade da mulher e a receptividades do endométrio são os principais.

        Segundo as recomendações do Conselho Federal de Medicina no Brasil, o número máximo deve ser quatro. Já que maior número de embriões não significa maior probabilidade da gestação acontecer. Uma das maiores preocupações é em relação à gravidez múltipla, que pode gerar riscos tanto para os bebês quanto para a mãe.

        Até 35 anos, recomenda-se a transferência de um a dois. Dos 35 aos 37, independente do quadro da mãe, dois; dessa fase aos 40, no máximo três. E, a partir daí, até quatro.

        4 Transferência a fresco ou congelado: principais diferenças

        A chamada transferência a fresco é aquela em que os gametas são recolhidos, fecundados e, num período de três a cinco dias, devem ser implantados no corpo da gestante.

        A diferença para o método de congelamento consiste no tempo entre o recolhimento dos gametas e a transferência uterina. Podem ser congelados tanto os gametas separadamente (óvulos e espermatozoides) quanto os embriões já amadurecidos.

        Com a evolução da técnica, não há perda de qualidade dos embriões ou mesmo risco para o futuro bebê que será gerado. A escolha de uma ou outra opção depende do tipo de planejamento que o casal realizou, além das condições de saúde indicadas pelo médico.

        5 Como o embrião se desenvolve

        O embrião começa a se desenvolver assim que o óvulo é fecundado pelo espermatozoide. O processo até se tornar um zigoto, quando passa por uma série de subdvisões, dura, em média, de três a quatro dias, e ocorre em laboratório.

        Assim que é implantado no útero e recebido pelo endométrio, ele continua a se desenvolver, produzindo células. A placenta começa a se formar. Na terceira semana após a fecundação, os órgãos já começam a se formar e o coração, bater.

        Por volta da quinta semana, o embrião começa a desenvolver braços e pernas, e, na nona, ocorre o processo de formação dos ossos. Nessa fase, ele já passa a ser chamado de feto. O nascimento ocorre por volta da 40° semana

        6 O pós-transferência embrionária

        Após a transferência embrionária, a mulher pode seguir tranquilamente a sua rotina. Trabalhar, estudar e se dedicar às atividades cotidianas. Isso porque a implantação do embrião no útero é similar a de uma gravidez natural.

        É importante ter atenção, evitando estresse e atividades de impacto. E, como cada caso exige cuidados específicos, contar com o acompanhamento médico é essencial.

        Além disso, a mulher requer outros cuidados para além dos corporais. Atenção à saúde mental e emocional!

        7 A espera do resultado

        A espera do resultado é o momento de maior ansiedade de todo o tratamento. Depois de longas semanas realizando exames, consultas médicas e fazendo uso de medicamentos, é a etapa final.

        O exame de sangue Beta-HCG, que comprova a gravidez, é realizado entre o 12° e o 14° dias após a transferência embrionária. Nessa fase, é importante manter a calma.

        ***

        Este post apresentou as informações essenciais sobre a transferência embrionária, uma das etapas mais importantes da fertilização in vitro (FIV). Como foi possível perceber, inúmeros fatores interferem no sucesso do tratamento. A escolha de uma boa clínica e de uma equipe qualificada é essencial nesse processo.

        Confira também os principais tipos de tratamento de fertilização in vitro (FIV) oferecidos pela clínica Pró-Criar.

        Para mais informações, acompanhe-nos também pelas nossas redes sociais!

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        Como são os primeiros dias do embrião na FIV

        A FIV ajuda casais a terem filhos há décadas no Brasil. 

        Ainda que seja um tratamento conhecido e que tenha sido aperfeiçoado ao longo do tempo, o tratamento de fertilização in vitro ainda gera algumas dúvidas em muitas pessoas.

        Para falar um pouco mais sobre o assunto, vamos tratar no post de hoje sobre a transferência de embriões. Vamos lá?

        Primeira semana do embrião após a FIV

        Dia 1

        A partir da união entre óvulo e espermatozoide se inicia a formação genética do embrião. É formado um novo núcleo celular composto por 46 cromossomos. 

        Durante o processo nasce o zigoto, que mede aproximadamente 0,15 milímetros.

        Dia 2

        Começa a divisão celular do zigoto. 

        Inicialmente em duas células, depois cada célula se divide outra vez em duas chegando a 4 células.

        Dia 3

        Continuam as divisões celulares, chegando a 8 células.

        Neste momento, a qualidade dos embriões já é avaliada avaliada. É provável que nem todos os embriões tenham se desenvolvido da mesma forma, e o médico e o casal são orientados sobre o desenvolvimento embrionário até está etapa.  

        Dia 4

        As divisões aumentam, assim, aumenta também o número de células que vão se compactando.  

        Este processo de compactação celular é fundamental para que as células  comecem a gerar conexões que permitem a evolução para o seguinte passo do desenvolvimento embrionário.

        Dias 5 e 6 

        A partir da forma de mórula no dia 4, as células começam a conectar-se, permitindo a continuação da divisão celular a aproximadamente 100 células. Com o desenvolvimento correto, entre o dia 5 e 6, o embrião alcança o estado de blastocisto. 

        Ocorre  também uma distribuição em dois grupos celulares. Um grupo de células se distribui pelo contorno periférico formando uma esfera denominada trofoectoderma e outro grupo forma uma massa compacta unida ao trofoectoderma denominada Massa Celular Interna, que será o futuro bebê.

        Apesar de algumas transferências serem realizadas no terceiro dia do desenvolvimento embrionário, cada vez mais existe uma tendência em se realizar um cultivo extendido dos embriões até a fase de blstocisto para então fazer a transferência entre 5º e 6º dia de desenvolvimento. O Blastocisto é a forma mais desenvolvida de embrião, e é nesta fase que o embrião se implanta também nas gestações espontâneas. 

        Dias 7 a 12

        É o momento em que esta ocorrendo a implantação, ou seja, graças às enzimas segregadas pelo trofoectoderma, o endométrio fica mais receptivo e o embrião se adere às paredes do útero.

        Inicia-se então a produção do hormônio hCG, que permite a manutenção dos níveis de progesterona. 

        Quando os níveis de hCG começam a subir, é possível a detecção da gravidez. Desenvolvimento embrionário após as duas primeiras semanas

        A partir deste momento, o saco amniótico começa sua formação.

        O embrião, implantado no endométrio, cresce um pouco a cada dia. 

        Através de ultrassonografias é possível acompanhar o desenvolvimento dos órgãos, do esqueleto e as extremidades do corpo, que vai adquirindo autonomia funcional de forma progressiva de um bebê.

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        Guia de Congelamento de Óvulos: tudo que você precisa saber sobre congelar óvulos

        Muitas mulheres tem o sonho de engravidar no futuro, mas querem se estabilizar profissionalmente e realizar outros planos antes disso. Entretanto, com  o avançar da idade o número e a qualidade dos óvulos diminui e as chances de gravidez também. Uma solução, procurada cada vez mais, é fazer o congelamento de óvulos.

        congelamento-ovulos

        O que é congelamento de óvulos?

        O congelamento de óvulos consiste em um procedimento onde os óvulos da mulher são captados e submetidos ao processo de vitrificação. Eles são colocados em nitrogênio líquido, substância que reduz a temperatura a 196 graus negativos em poucos minutos, e então armazenados.

        Preparo 

        Antes do procedimento, a paciente é  submetida a uma série de exames para avaliar sua saúde e sua reserva ovariana. Feito isso, é dado início ao tratamento de indução da ovulação.

        Naturalmente, nosso ovário produz e libera um óvulo por mês. No ciclo de indução da ovulação para congelamento de óvulos, estimulamos os ovários para que vários folículos cresçam, produzindo assim um maior número de óvulos em um só ciclo.

        Para isso, são utilizados medicamentos injetáveis, as gonadotrofinas, que são aplicadas diariamente por via subcutânea durante aproximadamente 10 a 12 dias. Injeções subcutâneas são simples de aplicar e tem pouco desconforto, de forma que a própria paciente pode fazer as aplicações.

        Captação dos óvulos

        A coleta dos óvulos é realizada em torno do 12º dia. A paciente recebe uma anestesia chamada sedação (uma anestesia superficial para evitar dor no procedimento) e por meio de uma agulha acoplada a um ultrassom endovaginal, os óvulos são coletados.

        O embriologista avalia todos os óvulos captados, e aqueles que estão maduros (portanto tem capacidade de posteriormente ser fertilizados) são congelados. Quando a mulher decidir engravidar, então, os óvulos podem ser descongelados para uma Fertilização in Vitro (FIV). 

        Para quem o congelamento de óvulos é indicado?

        O congelamento de óvulos está indicado para mulheres que não podem, ou não desejam, uma gravidez no momento atual ou em um futuro próximo.

        Quanto mais jovem for realizado o congelamento, melhor a qualidade dos óvulos coletados e maiores as chances de uma gravidez no futuro.

        Idealmente, indica-se que o tratamento seja realizado até os 35 anos. Isso não significa que não seja possível o congelamento após esta idade, mas será importante esclarecer as chances de gravidez no futuro. 

        Uma outra situação em que o congelamento de óvulos está indicado, é para pacientes oncológicas.

        Ao diagnóstico de um câncer e indicação de tratamento, deve-se considerar a possibilidade de preservação da fertilidade através do congelamento de óvulos, pois a radioterapia e a quimioterapia podem prejudicar a reserva ovariana e a fertilidade futura da mulher.

        Em alguns casos, após a quimioterapia, a paciente pode evoluir inclusive, para um quadro de menopausa precoce. 

        O congelamento também está indicado para pacientes que precisam remover os ovários por doenças benignas ou que serão submetidas a tratamentos de doenças auto-imunes que possam comprometer a reserva ovariana. 

        O que eu preciso saber antes de fazer o congelamento de óvulos?

        Diferença de congelamento embrionário e congelamento de óvulos 

        Antes de fazer o procedimento de congelamento de óvulos é necessário compreender a diferença entre congelar óvulos e embriões.

        No congelamento de óvulos, estamos preservando o gameta feminino, enquanto que no congelamento de embriões, preserva-se o óvulo já fecundado pelo espermatozóide, através da fertilização in vitro. 

        Atualmente, a técnica de congelamento de óvulos está muito próxima da técnica de congelamento de embriões em termos de resultados, sendo que o congelamento de óvulos dá mais autonomia reprodutiva para a paciente. 

        No congelamento de óvulos, a fertilização in vitro só será realizada quando a mulher decidir engravidar e solicitar o descongelamento. 

        Prazo para manter os óvulos congelados

        Os óvulos podem ser mantidos congelados por tempo indeterminado. É possível, inclusive, que a gravidez aconteça durante a menopausa, mas, após um preparo do útero através de hormônios. 

        Entretanto, o Conselho Federal de Medicina aconselha que a fertilização in vitro seja realizada até os 50 anos, pois os riscos de complicações durante a gestação são altos em mulheres com a idade avançada, quando a gravidez é considerada de alto risco. 

        Vale a pena fazer o tratamento?

        Muitas mulheres se questionam se realmente vale a pena fazer o tratamento e cada caso precisa ser avaliado individualmente.

        Por isso é imprescindível que você tenha um acompanhamento com um ginecologista de confiança, converse com ele sobre suas dúvidas e anseios para se decidir. 

        É importante levar em consideração o seu desejo de ser mãe e entender as chances de engravidar caso você planeje fazer isso após os 40 anos:

        Por exemplo, as chances de uma mulher que congelou os óvulos com 35 anos engravidar aos 40 permanece a mesma se ela tivesse de fato engravidado aos 35.

        A probabilidade é de até 60% por tentativa de tratamento. Por outro lado, as chances de conseguir engravidar as 40, através da  fertilização in vitro e sem o congelamento de óvulos, é de apenas 20%.

        Além disso, outra vantagem do congelamento de óvulos é que diminui a pressão de ter que correr contra o relógio biológico para conseguir ter um filho.

        Por isso é necessário pensar em todos estes fatores, sempre priorizando o seu bem-estar. Não deixe de conversar com um médico especialista para entender o tratamento, seus benefícios e limitações. Isso te ajudará a tomar uma decisão. 

        Quer saber mais?

        Você tem alguma dúvida sobre congelamento de óvulos e métodos de reprodução assistida? Conta para a gente nos comentários, queremos te auxiliar a entender mais sobre cada um desses processos.  

        Equipe Médica Revisora do Texto

        Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

        5 informações importantes sobre tratamentos para engravidar

        Decidir ter um filho é uma decisão importante na vida de qualquer pessoa e também pode ser a realização de um sonho. Entretanto, após meses de tentativas de engravidar sem sucesso, muitos casais a reprodução assistida.

        Esta também é uma solução para os casais homoafetivos que desejam ter filhos.

        Neste momento, surgem várias questões sobre os tratamentos para engravidar, não é? Como quais são os tipos de tratamento, as possíveis causas de infertilidade, taxas de sucesso e os custos. Confira o nosso artigos e tire suas dúvidas

        Principais tratamentos para engravidar

        Fertilização in vitro

        A Fertilização in Vitro (FIV) consiste em uma técnica de reprodução assistida onde a fecundação dos óvulos é realizada em laboratório. Os embriões, resultados do procedimento, são posteriormente transferidos para o útero materno. 

        Inseminação artificial

        Na inseminação artificial, também denominada inseminação intrauterina, é realizado um preparo do sêmen para que será inserido no útero da mulher, próximo ao dia da ovulação. 

        É realizada a estimulação ovariana e quando a ovulação se aproxima, é realizada a coleta do sêmen do parceiro, onde os espermatozoides com melhor movimentação são selecionados.

        Quando inseridos no útero (inseminados), eles devem seguir o curso natural para encontrarem o óvulo e a fecundação ocorre na tuba uterina. 

        Relação sexual programada

        Na técnica de relação sexual programada ou coito programado, a fecundação do óvulo é feita por vias naturais.

        O que acontece é o acompanhamento da ovulação da mulher, para identificar o período fértil dela, ou seja, quando as chances de gravidez são muito maiores.

        Pode ser feito somente o monitoramento da ovulação, mas, também é possível realizar a indução desta, procedimento que estimula os ovários através de medicação.

        Quando o ultrassom indicar que a mulher está próxima de ovular, o casal é orientado a ter relações sexuais. 

        Indução da ovulação

        A indução da ovulação é indicada em casos onde a mulher não ovula adequadamente, o tratamento pode ser realizado por meio do acompanhamento de um ginecologista. 

        O médico irá prescrever para a paciente remédios que estimulam a ovulação, para facilitar a fecundação. Os medicamentos podem ser administrados via oral ou aplicados, em sua  versão injetável.

        Gravidez com gametas ou embriões doados

        A gravidez com gametas ou embriões doados é indicada para casais que não podem gerar um embrião, como no caso de casais homoafetivos. Podem ser utilizados óvulos, sêmen ou embriões congelados. O doador deve ser anônimo. 

        Qual o melhor tratamento para engravidar?

        Agora que você conheceu um pouco sobre alguns dos diferentes tipos de tratamentos para engravidar, você deve estar se perguntando sobre qual escolher.

        Entretanto, não há uma única resposta para essa questão. Por isso, o primeiro passo, para dar início a qualquer tratamento de reprodução assistida, é a consulta com um especialista.

        Ele será capaz de sanar todas as suas dúvidas e solicitar os exames necessários para identificar se os pacientes possuem qualquer problema de fertilidade, a causa destes problemas e o melhor tratamento para cada caso.  

        Por exemplo, o médico pode solicitar um espermograma do homem, para observar a qualidade e a quantidade dos espermatozóides.

        Enquanto uma avaliação hormonal, ultrassonografia e histerossalpingografia são usadas para analisar os ovários, o útero e as trompas da mulher. 

        Através de todo esse processo, o médico apresentará as opções para que o casal possa compreender qual é o método o mais indicado para o caso deles, e as chances de sucesso.

        Causas de infertilidade

        Um casal que  tem relações sexuais regulares, sem o uso de métodos contraceptivos, e não possui nenhum problema de fertilidade, têm aproximadamente 20% de chances de engravidar em um mês.

        Portando, a demora de alguns meses para conquistar o resultado positivo é comum. 

        É recomendável procurar um médico quando a gravidez não acontece após um ano de tentativas sem o uso de contraceptivos. Em mulheres com mais de 35 anos, entretanto, deve-se esperar apenas seis meses. 

        São várias as causas que podem atrapalhar uma gravidez espontânea, tais como: 

        Fator masculino (alterações na quantidade ou qualidade dos espermatozóides) 

        Uma das causas da infertilidade pode ser quando o homem não produz ou produz espermatozóides em pouca quantidade, com um formato anormal e com mobilidade reduzida. 

        Para tratar esse problema, podem ser idicados a inseminação artificial ou fertilização in vitro. 

        Ovários policísticos

        A síndrome dos ovários policísticos é um distúrbio hormonal que pode causar ciclos menstruais irregulares, podendo dificultar o processo de engravidar.

        A indução da ovulação é um dos principais tratamentos para esses casos, sendo que em alguns casos também pode ser feita a fertilização in vitro para aumentar as chances da gravidez. 

        Endometriose

        A endometriose, que é uma doença caracterizada pelo crescimento do tecido do endométrio fora do útero, também pode tornar o processo de gravidez mais difícil. A endometriose leva a um processo inflamatório, o que acaba gerando mudanças anatômicas que impedem o pleno funcionamento das trompas.

        Em alguns casos, pode ser necessário cirurgia, mas na maioria das vezes, quando existe infertilidade, pode ser indicada a fertilização in vitro. 

        Obstrução das Trompas

        Nos casos em que as trompas estão obstruídas, ou com sua mobilidade diminuída, o encontro do óvulo com os espermatozóides pode não acontecer, dificultando a gravidez. Nestes casos, a fertilização in vitro está indicada. 

        Chances de conseguir engravidar através da reprodução assistida

        As chances de engravidar por meio da fertilização in vitro, inseminação artificial e da relação sexual programada depende de vários fatores.

        Por isso, os métodos recomendados variam de acordo com o histórico do casal, pois deve ser feita uma análise individual de cada caso. 

        A idade da mulher pode influenciar nas chances de sucesso do procedimento, pois o número e a qualidade dos óvulos diminui na medida em que ela envelhece.

        Na FIV, por exemplo, as chances de sucesso em mulheres com menos 35 anos é de até 60%,  em mulheres entre 35 e 38 anos os índices são de 40% e em mulheres de 40 a 42 anos, a taxa varia de 20 a 25%. 

        Por isso, o número de embriões implantados no útero da mulher varia de acordo com a sua idade. Se a mulher tiver até 35 anos, podem ser implantados no máximo dois embriões. Já no caso de mulheres entre 35 e 40 anos, podem ser 3, depois dos 40, o limite sobe para 4. 

        Na inseminação artificial, as taxas de sucesso também variam de acordo com a idade da mulher:  de 23 a 25% em mulheres com até 34 anos, 14 e 15% em mulheres de 35 a 39 anos e entre 1 e 3% em mulheres acima dos 40. Malformações uterinas também podem diminuir as chances de sucesso destes procedimentos. 

        Custos dos tratamentos para engravidar

        Outra dúvida muito comum entre os casais que procuram ajuda para engravidar é a respeito do valor do tratamento, o que, mais uma vez, varia de acordo com o tipo de tratamento que o médico recomendar. 

        O custo da fertilização in vitro, por exemplo, reduziu bastante quando comparamos à época de sua criação. Outros tratamentos podem ter custo menor. Mas é importante é entender qual a melhor indicação para cada caso. 

        Quer saber mais?

        O que você achou do nosso artigo? Ficou com mais alguma questão sobre tratamentos para engravidar, deixe a sua pergunta nos comentários para que a gente possa te ajudar.

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          Para quem a FIV é ideal? Conheça os 5 principais perfis de indicação do tratamento

          A Fertilização in Vitro (FIV) é uma das técnicas de reprodução assistida mais procuradas pelas pessoas, devido a sua alta taxa de sucesso, que pode chegar até a 60% de chance de gravidez na primeira tentativa.

          A técnica consiste na fecundação em laboratório do espermatozóide com o óvulo e, após, a implantação do embrião no útero. A FIV é indicada em diversos casos e pode ser a sua possibilidade de tornar realidade o sonho de ter um bebê.

          Confira o nosso artigo e conheça os diferentes perfis em que esse tratamento é a melhor solução:

          1. Mulheres com obstrução das tubas uterinas ou laqueadura

          No método de reprodução natural, a fecundação ocorre nas tubas uterinas, onde os óvulos se encontram com os espermatozóides. Por isso, a saúde das também chamadas trompas de Falópio são tão importantes para que a mulher consiga engravidar. 

          Se a mulher tem alguma obstrução das tubas uterinas, precisou retirá-las em alguma cirurgia ou fez a laqueadura tubária, procedimento que bloqueia as trompas, a gestação por meios naturais é impossibilitada. O procedimento que mais aumenta as chances de gravidez nestes casos é a FIV, pois o encontro dos gametas masculino e feminino será feito em laboratório. 

          2. Homens com alterações na produção de espermatozóides 

          Baixa contagem, pouca mobilidade ou alterações no formato dos espermatozóides podem ser causas de infertilidade. Podem ser indicados a realização da inseminação artificial ou da FIV. 

          Para os quadros mais graves, ou quando a inseminação não obteve sucesso, a fertilização in vitro (FIV) é o procedimento mais recomendado. 

          3. Mulheres com idade avançada 

          A idade é um fator diretamente relacionado à fertilidade da mulher e, consequentemente, às chances de conseguir engravidar. Isso acontece porque a quantidade e qualidade dos óvulos diminui na medida em que a mulher envelhece. 

          Nos casos de infertilidade com idade avançada, o tratamento que mais aumenta as chances de gravidez é a Fertilização in Vitro (FIV). 

          Todo o processo de fecundação é feito em laboratório, o que as chances de que ela consiga engravidar. 

          Caso a mulher não consiga mais produzir óvulos, ela pode realizar a FIV com óvulos doados. 

          Outra alternativa para mulheres que planejam engravidar após os 40 anos é realizar o congelamento dos óvulos antes dos 35 anos. Assim, ela garante que terá uma boa quantidade de óvulos saudáveis para quando decidir engravidar e fazer a FIV. 

          4. Casais Homoafetivos

          Muitos casais homoafetivos também sonham com a possibilidade de constituírem uma família com filhos biológicos, e a FIV é a possibilidade para realizar este sonho, por meio da doação anônima de óvulos ou do sêmen. 

          No caso de mulheres, elas recebem a doação do sêmen através de um banco de doadores, totalmente seguro e anônimo, não é permitido escolher o doador.

          É realizada a fecundação em laboratório e, então, o embrião será implantado em uma das mães. Se a saúde do útero de ambas estiver boa, qualquer uma das duas pode gestar o bebê, a escolha depende do casal. 

          A situação para casais homossexuais masculinos é um pouco mais complicada, pois além da doação dos óvulos, também feito por doação anônima, é preciso ter o que é denominado útero de substituição. 

          Ou seja, uma mulher se dispõe a ceder o seu útero para a implantação do embrião, mas, para isso, ela precisa ter até 50 anos de idade e um grau de parentesco com um dos parceiros. O sêmen utilizado pode ser de qualquer um dos dois, mais uma vez isso é uma decisão que caberá ao casal. 

          5. Mulheres solteiras

          Muitas mulheres sonham em ser mães, se veem no momento ideal da vida para realizar este sonho, mas ainda não encontraram um parceiro ou preferem optar pela produção independente.

          Com a FIV, não é preciso desistir dos planos para engravidar por ser solteira, pois ela oferece à  paciente a possibilidade de ter um bebê através da doação do sêmen.

          A doação do sêmen é realizada de forma sigilosa. Para garantir a segurança do procedimento, o laboratório realiza uma série de testes e exames com o doador e do material colhido, antes do encaminhamento do sêmen para realização da FIV. 

          Você se encaixa em um destes perfis indicados para fazer o tratamento da FIV? Quer saber mais como é o procedimento, tirar suas dúvidas? Entre em contato conosco, a nossa equipe está preparada para te ajudar a dar início a realização deste sonho. 

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            4 motivos para fazer a FIV em BH

            Ao contrário do que alguns mineiros pensam nem sempre é preciso sair do nosso estado para encontrar bons especialistas, realizar exames e tratamentos. Você sabia que é perfeitamente possível buscar tratamentos para infertilidade, como a fertilização in vitro (FIV), em BH?

            A capital mineira é repleta de referências nas mais diversas áreas da economia e em relação à medicina não é diferente. Temos, no “nosso quintal”, universidades de ponta, como a UFMG e hospitais da mais alta qualidade.

            Aliás, o Ministério da Saúde acrescentou, recentemente, o Hospital Felício Rocho e  a Santa Casa de BH numa importante lista de instituições de referência para o procedimento de transplante de fígado, em casos de febre amarela. De acordo com o diretor de Assistência à Saúde da Santa Casa BH, Guilherme Riccio, o percentual de recuperação de pacientes de transplante hepático é de 90% neste hospital.

            E em relação à tratamentos diversos, sobretudo com foco em infertilidade, não é diferente. Por isso, conheça 4 motivos para fazer a FIV em BH!

            O que é FIV

            A técnica de fertilização in vitro (antigamente conhecida como “bebê de proveta”) veio para inovar o tratamento da infertilidade conjugal. Com ela, homens e mulheres podem realizar seus sonhos de se tornar pais.

            Em linhas gerais, o processo de FIV inclui: analise das condições clínicas do homem e da mulher que desejam engravidar, coleta os óvulos e espermatozóides e, em ambiente controlado, reproduzem a fertilização, para depois inserir o embrião de volta no útero da futura mãe. A taxa de sucesso do procedimento chega até 60%, dependendo da idade da mulher.

            Porque fazer a FIV em BH

            Belo Horizonte é uma cidade com infraestrutura capaz de atender um altíssimo volume de demandas por tratamento de fertilidade. Há diversos motivos para você deve fazer a FIV em BH.

            Projetos de FIV acessíveis na capital mineira

            Apesar de ser o sonho de muitos casais, o custo da fertilização in vitro pode desmotivá-los. Algumas clínicas chegam a cobrar cifras por volta de 20 mil reais, o que é, de fato, um valor justo para a complexidade do tratamento, mas fica inviável para muitos.

            Por outro lado, existem clínicas em Belo Horizonte com uma proposta diferente: tornar o tratamento acessível. Para isso, são oferecidos consultas e exames com condições de pagamento diferenciadas, sem deixar a qualidade e estrutura do tratamento aquém.

            Para viabilizar o tratamento acessível, foi importante deixar de lado qualquer vínculo com a indústria farmacêutica. Além disso, essas clínicas apostam no sistema partilhado de estruturas de outras clínicas maiores, no ramo da reprodução assistida. 

            Todas essas ações mencionadas possibilitam que os custos operacionais sejam reduzidos e que o tratamento se torne mais acessível.

            Faça o tratamento “em casa”

            Quem aposta por fazer o tratamento fora de Minas Gerais deve levar em conta, tanto os altos custos dos procedimentos em outras cidades, quanto os gastos com deslocamento, hotel e outras despesas.

            Veja que os procedimentos para a fertilização in vitro ocorrem em vários dias e exigem cuidados muito específicos. Logo, sair de seu estado para fazer o tratamento, poderá torná-lo mais desgastante, tanto financeiro quanto emocionalmente.

            Para quem vem de fora

            Apesar de que o ideal é que você tenha uma clínica acessível às portas de sua casa, sabemos que a realidade nem sempre é essa.

            Por isso, se você está preocupado com o trabalho de sair de sua cidade para fazer a FIV em BH, veja os principais quesitos sobre os quais você estará amparado na capital mineira.

            Rede de hotéis 

            Se você vem de fora para fazer o tratamento da FIV em BH, saiba que estará bem servido em diversos quesitos, como a estadia. Somente no município de Belo Horizonte, há mais de 300 hotéis em funcionamento e centenas na Região Metropolitana de Belo Horizonte (cidades de entorno).

            São mais de 30.000 espaços hoteleiros apenas na capital mineira e seus valores variam de acordo com o bairro, os serviços oferecidos e a tradição hoteleira. Seja qual for a faixa de preço de que disponha, com certeza haverá hotel disponível para você.

            Mobilidade urbana

            Apesar de ser uma capital e, como toda região metropolitana, ter seu trânsito caótico, em diversos picos do dia, a capital mineira, em comparação com outras grandes capitais brasileiras, ainda tem maior capacidade de mobilização.

            Assim, movimentar-se de um ponto a outro não é necessariamente um transtorno. Para quem vem fazer o tratamento da FIV em BH e se instala nas imediações da Avenida do Contorno, fica bem servido de linhas de ônibus circulares, que ligam os bairros da região central, e também de linhas intermunicipais.

            Portanto, fazer a FIV em BH garante comodidade e mais tranquilidade na hora do tratamento, sobretudo se você é mineiro!

            Se você recebeu um diagnóstico de infertilidade, converse com seu parceiro e fique atento aos próximos passos para resolver este problema!

            Equipe Médica Revisora do Texto

            Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

            O que é congelar óvulos?

            Nas últimas décadas, ocorreu uma mudança no estilo de vida das mulheres, com relação a vida profissional e suas escolhas pessoais, na constituição familiar. Tal evolução reflete nas taxas de gravidez e nascimento e nas características da maternidade. Portanto, para atender a nova demanda, a medicina também avançou e desenvolveu técnicas cada vez mais apurada para preservação dos gametas femininos (congelamento de óvulos).

            Houve, então, uma inversão prioridades, de acordo com idade das mulheres, e, quando desejam ter filhos, elas optam por iniciar esse processo após os 30 anos, ou mais. Parece que a juventude foi prolongada. Se, antes, com vinte e poucos anos, homens e mulheres já estavam casados e com filhos sob seus cuidados, hoje esta lógica parece não caber mais, sobretudo nos grandes centros urbanos.

            Porém, tanto homens quanto mulheres tem limitações de idade para procriar, apesar do considerável avanço no estilo de vida e cuidados com a saúde. Após os 35 anos, a mulher observa uma queda na capacidade reprodutiva, o que dificulta a gravidez, com queda nas taxas de concepção espontânea. E o maior motivo: seus ovários estão envelhecendo.

            Pensando numa melhor forma de manter esse novo estilo de vida e minimizar as perdas com relação ao tempo de vida reprodutiva que o congelamento de óvulos se tornou um grande aliado das mulheres. A opção de congelar óvulos se tornou tão importante, que além de fazer parte de uma escolha feminina pelo melhor momento de engravidar, tem atendido também outras necessidades. Entenda!

            Quando o congelamento de óvulos é indicado? 

            O congelamento dos óvulos pode ser indicado em diversas situações:

            • para mulheres que desejam engravidar após 35 anos (ideal seria realizar o congelamento antes dessa idade);
            • para mulheres que tem casos de menopausa precoce em sua família;
            • para mulheres que enfrentarão radioterapia, quimioterapia ou cirurgias ovarianas;
            • para mulheres que, durante o tratamento de FIV, obtiveram óvulos em excesso.

            O que é congelar óvulos?

            A vitrificação, como também é conhecida, é uma técnica que, de acordo com Roberto Antunes, da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, tem a capacidade de manter a qualidade do óvulo, com taxas altas de sobrevivência após o descongelamento, independente de quanto tempo fique congelado.

            Mas, nem sempre foi assim. Antes eram utilizados processos de congelamento, que permitia que a água passasse por dentro do óvulo, cristalizando-o e perdendo o material celular. Hoje, “a água passa de líquido para gel rapidamente, sem formar cristais”, explica Antunes.

            Antes de dar início ao processo, a mulher realiza uma consulta com especialista em reprodução humana para avaliação da paciente, possíveis doenças ou cirurgias prévias, assim como a história familiar, e solicita uma série de exames, que irão rastrear a reserva do ovário (capacidade de obter óvulos para congelamento). 

            Estimulação hormonal

            Após a consulta e realização dos exames, se estiver tudo em ordem, a mulher é submetida a uma estimulação hormonal – a aplicação da medicação pode ser feita em sua própria casa – para aumentar o número de óvulos maduros produzidos em um mesmo ciclo. Normalmente, as mulheres produzem apenas um óvulo maduro por ciclo menstrual, que é o óvulo liberado na ovulação. Esse processo dura por volta de duas semanas.

            O estímulo dos ovários é feito com o hormônio gonadotrofina (o mesmo que é produzido para o ciclo menstrual) que age sobre os folículos para o amadurecimento e liberação dos óvulos. Durante o uso desse hormônio, deve ser realizado uma monitorização por ultrassonografia, a cada dois dias, para acompanhar o crescimento dos folículos e a resposta ovariana. 

            Efeitos colaterais da estimulação hormonal por gonadotrofina

            Assim como todas as medicações, o uso desses hormônios, pode levar a alguns efeitos colaterais:  

            • retenção de líquidos;
            • dor abdominal;
            • cefaléia (dor de cabeça);
            • síndrome de hiperestimulação ovariana (produção excessiva de óvulos);
            • e reações adversas aos componentes da medicacão.

             

            Muitos desses sintomas são parecidos com aqueles que ocorrem na tensão pré-menstrual e tendem a acabar no final dá estimulação hormonal, sendo os de maior intensidade, mais raros de acontecer. Por outro lado, vale ressaltar que com o acompanhamento médico, essas possíveis reações podem ser resolvidas.

            Captação dos óvulos

            Caso a estimulação ovariana transcorra bem, passa-se à fase de captação dos óvulos por meio de aspiração dos folículos.

            O procedimento é feito em menos de uma hora, com uma agulha fina por via vaginal, guiada por meio de ultrassonografia transvaginal, sendo aspirado cada um dos folículos para captação de todos os óvulos produzidos naquele ciclo. Todo o procedimento é feito sob anestesia (sedação por via venosa). 

            Os riscos desse procedimento são baixíssimos, mas os principais são:

            • a dificuldade em estancar o sangramento ovariano e
            • a agulha atingir ou passar por alguma estrutura dentro da pelve.

            Métodos de congelamento

            Existem dois métodos principais: o congelamento lento e a vitrificação. 

            No modo lento é adicionada uma substância denominada crioprotetor e a temperatura vai, aos poucos, diminuindo. O crioprotetor reduz a formação dos cristais nos óvulos. 

            Por outro lado, na vitrificação, o congelamento é instantâneo, a possibilidade de se formar cristais é menor e a taxa de sobrevivência do óvulo após o descongelamento é maior.

            Principais dúvidas relativas ao congelamento de óvulos

            Quanto custa congelar óvulos?

            Os custos variam entre R$ 15.000,00 e R$ 20.000,00, incluindo medicação para estimulação.

            Por quanto tempo meus óvulos podem ficar congelados?

            Não há limite de tempo para que os óvulos fiquem congelados. Quando o procedimento é bem feito, independente de quantos anos fique conservado, ele preservará as características.

            Quantos óvulos é possível congelar?

            Podem ser congelados quantos forem produzidos. Mas, uma quantidade em que teremos maior taxa de gravidez são: 20-30 óvulos congelados. Por outro lado, existem pacientes que produzem um número até maior.

            Posso descartar os óvulos congelados?

            Sim. Não há problemas, uma vez que o próprio corpo feminino faz isso todos os meses. Uma segunda opção, para os óvulos que não serão mais utilizados, é a doação (mas apenas para óvulos congelados com menos 35 anos). 

            Os óvulos congelados podem ser doados para alguém da minha família?

            Não. A doação é feita de forma anônima e extremamente sigilosa. Em outras palavras, nem a paciente doadora e nem a paciente receptora dos óvulos se conhecem. 

            Quais são as diferenças na gestação de um óvulo fresco para a de um óvulo congelado? 

            Nenhuma. Uma vez que é descongelado, e sobreviveu ao processo, o óvulo volta à sua condição original.

            Existe idade limite para congelar os óvulos? 

            Não. 

            Contudo, a mulher que congela os óvulos após os 38 anos deve estar ciente de que existe maior risco de captar menos óvulos, assim como, para mulheres acima de 40 anos, ainda se associa a uma menor taxa de formação de embriões e maior taxa de embriões de qualidade inadequada. 

            Caso a mulher tenha mais de 50 anos e queira transferir embriões oriundos dos seus óvulos, que foram congelados previamente, precisará da autorização de um especialista, segundo regulamentacão do Conselho Federal de Medicina.

             

            Após compreender mais a fundo o que é congelar óvulos, será muito importante que o casal também fique atento ao que pode dar errado no tratamento de fertilidade. Entenda.

            Equipe Médica Revisora do Texto

            Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.