7 mitos sobre congelamento de óvulos

O congelamento de óvulos já é uma prática consolidada no universo científico, com resultados concretos e satisfação de inúmeras pessoas. Desde o início dos anos 2000, essas práticas vêm amadurecendo e ganhando adeptos em clínicas de reprodução.

Entretanto, especulações sobre o processo de congelamento sempre surgem, fazendo com que uma série de mitos sejam criados.

Para tirar suas dúvidas e desmistificar algumas crenças, confira no post de hoje 7 mitos sobre o congelamento de óvulos.

O congelamento de óvulos não é 100% seguro

O mito sugere que a fertilização assistida e o congelamento de óvulos possam comprometer a formação saudável do feto.

Ao contrário do que supõe o mito, as taxas de fertilidade e de problemas congênitos com os bebês mostram que não há uma diferença contrastante do congelamento com a fertilização tradicional.

Os recém-nascidos desses procedimentos apresentam variações cromossômicas ou alterações congênitas na mesma proporção que o restante da população.

Tais dados provam que o método é seguro e não representa necessariamente complicações para formação do bebê.

Os óvulos se mantêm congelados por poucos anos ou perdem qualidade com o tempo

A ideia de que os óvulos congelados “envelhecem” é uma crença falsa.

Na realidade, não há um limite para o tempo que os óvulos são mantidos congelados. Após o procedimento de retirada e congelamento, eles podem ser utilizados anos depois, conforme aponta o Dr. Arnaldo Cambiaghi, especialista em Medicina Reprodutiva.

Os óvulos são mantidos em temperaturas de – 196° graus por tempo indeterminado e sem perder a qualidade.

Há registros de casos em que o óvulo foi utilizado até 15 anos depois de retirado e a fertilização foi um sucesso.

A gravidez é diferente de uma “gestação tradicional”

Em função do método distinto de fecundação, acredita-se que a gestação também poderia apresentar alterações.

Contudo, esse é mais um mito sobre congelamento de óvulos. Uma vez fertilizado e em desenvolvimento no útero, a gestação corre como qualquer outra feita a partir de óvulos “frescos”.

Existe uma idade limite para o congelamento de óvulos

Falando em idade ideal, este é um dos pontos que gera controvérsia quando o assunto é congelamento de óvulos.

Segundo especialistas, não existe necessariamente uma idade limite. Contudo, é importante saber que os óvulos mais capazes para gerarem uma gestação são produzidos até mais ou menos 35 anos.

Nesses casos, é importante lembrar que mesmo com o sucesso de gravidezes tardias, especialmente após os 40 anos, estas ainda occorem em taxas menores quando comparadas às gestações em mulheres mais jovens.

Por isso, recomenda-se que o congelamento seja feito por mulheres mais jovens para garantir a qualidade dos óvulos para o momento de fertilização. E, mesmo que o período de transferência do embrião seja após os 35 anos, o óvulo mantém a qualidade do momento em que foi congelado.

O processo de congelamento é invasivo e desgastante

O processo de congelar óvulos geralmente não leva muito tempo e é conduzido de forma a garantir a saúde e bem-estar da mulher.

O procedimento começa com o estímulo hormonal para produção de óvulos, o que leva de 9 a 12 dias, em média. Nesse período, o acompanhamento médico busca garantir qualidade e tranquilidade para a mulher na produção dos óvulos.

Após esse período, é realizado um procedimento chamado punção ovariana, em que os óvulos são aspirados com a paciente sedada e, portanto, sem dores inconvenientes.

Após essas etapas, os óvulos são congelados e guardados até o momento que a decisão pela fertilização é tomada.

A probabilidade de sucesso da gravidez é muito pequena

Este talvez seja um dos maiores mitos sobre o congelamento de óvulos.

Com o aperfeiçoamento das técnicas e desenvolvimento da Medicina Reprodutiva, os resultados têm sido cada vez mais animadores.

Estima-se que cerca de 90% dos óvulos suportam o descongelamento e chega na casa dos 40% o sucesso de fertilizações assistidas pela tecnologia, dependendo da idade do congelamento.

Obviamente esses números variam de acordo com alguns dos aspectos mencionados anteriormente, como por exemplo a idade da mulher ao realizar a coleta do óvulo e ao fazer o procedimento de implantação do embrião.

Além disso, é fundamental lembrar que o número de embriões transferidos não precisa ser alto para garantir o sucesso da fertilização. Como conta o especialista Dr. Assumpto Iaconelli Jr., um número muito grande de embriões pode até comprometer a gestação.

Uma vez congelado, o óvulo não é mais propriedade da mulher

Por último, precisamos desmentir a ideia de que a mulher perderia o poder sobre seu óvulo uma vez congelado.

Na realidade, ainda que a fertilização não aconteça por motivos de desistência, o destino dos óvulos depende da decisão da produtora dos gametas.

Ela pode assinar um termo que permite que seu material seja encaminhado para laboratórios com finalidade científica ou, dependendo da clínica, fazer uma doação, respeitando o sigilo em torno da identidade da doadora e da receptora.

Se você ainda tem dúvidas ou quer saber mais sobre o congelamento e as outras técnicas de fertilização, conheça a nossa clínica e marque uma consulta!

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    Como é realizada a inseminação artificial

    Também conhecida como inseminação intrauterina, a inseminação artificial (IA) é o método de reprodução assistida em que uma amostra de espermatozoide é introduzida dentro do útero, com o objetivo de aumentar as chances de fecundação do óvulo. 

    Por consistir em um tratamento de baixa complexidade, ele é indicado, principalmente, para mulheres jovens e férteis e homens que apresentem casos leves de infertilidade.

    Casais homoafetivos femininos e mulheres solteiras que desejem ter filhos biológicos também podem recorrer ao método.

    Saiba mais sobre a IA, como ela funciona e quem pode recorrer ao tratamento.

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    Como funciona o procedimento

    O primeiro passo para todo o casal que esteja tentando engravidar há um ano ou mais sem sucesso é a busca de um consultório médico.

    O profissional responsável irá solicitar a realização de exames no intuito de identificar as causas de infertilidade, tanto no homem quanto na mulher, e, a partir dos resultados, encontrar o melhor tratamento.

    Esse é um momento importante, já que nem todos os casos necessitam de um tratamento de reprodução assistida. Naqueles em que é identificada um grau de infertilidade mais leve, a estimulação ovariana pode auxiliar a gravidez espontânea, por exemplo. Já nos mais graves, muitas vezes é necessário recorrer a técnicas mais avançadas, como a inseminação artificial (IA) ou a fertilização in vitro (FIV).

    Quando o médico, com os resultados dos exames em mãos, avalia em conjunto com o paciente que o tratamento mais adequado é a inseminação artificial (IA), o procedimento tem início. 

    Etapas do tratamento de inseminação artificial

    Estimulação ovariana

    A estimulação ovariana como o próprio nome sugere, consiste na aplicação de hormônio diário na mulher para que os seus ovários liberem um número maior de óvulos em um mesmo ciclo.

    Com isso, aumentam-se as chances de gravidez, que em um ciclo natural teria apenas um óvulo disponível para a fecundação. Essa etapa dura, em média, 10 dias.

    Rastreamento da ovulação

    Depois da estimulação ovariana, são realizados um ultrassons para checar se os folículos (que, posteriormente, se tornarão óvulos) se desenvolveram da forma adequada.

    A partir daí, há o processo de indução da maturação do óvulo para que ele seja fecundado. Essa etapa pode acontecer até 36 horas depois do exame.

    Preparação do sêmen

    Paralelamente, o homem realiza a coleta do sêmen através de masturbação. Logo após, os gametas são selecionados e preparados em laboratório, buscando encontrar os de maior velocidade e mobilidade.

    O processo tem o intuito de garantir o melhor resultado do tratamento. Essa etapa acontece poucas horas antes da inseminação.

    Inseminação

    Os espermatozoides selecionados são introduzidos dentro do útero através de um cateter, aumentando as chances de fecundação do óvulo. Diferentemente da fertilização in vitro, na inseminação artificial essa etapa acontece de forma natural.

    Ela é a última do tratamento e após a sua realização, é necessário um tempo para que a gravidez seja confirmada ou não. 

    Teste de gravidez

    É o momento decisivo para o casal, quando o resultado do procedimento é apresentado. No caso positivo, outros exames são feitos em sequência, como o ultrassom endovaginal.

    Para quem é indicado

    A inseminação artificial é indicada em diversos casos em que haja graus de infertilidade de baixa complexidade ou de origem desconhecida, tanto para mulheres quanto homens. 

    No caso delas, há também as que apresentam irregularidade na ovulação, que pode ser facilmente solucionado com o procedimento. A idade é também fator fundamental para o corpo feminino, já que a capacidade reprodutiva cai de forma considerável a partir dos 35 anos.

    Para as mulheres solteiras e férteis que desejam ter filhos biológicos, a técnica é a mais indicada. Para isso, é preciso recorrer a um banco de sêmen de doador anônimo, regra da legislação brasileira. Mesmo não podendo conhecer a identidade do doador, é possível que a paciente tenha acesso a diversas características genéticas e físicas do doador que auxiliam na escolha. 

    Essa etapa é muito similar para casais homoafetivos formados por mulheres jovens e férteis, que também precisam recorrer a um sêmen de doador. Saiba mais aqui o que a legislação atual garante para esses casos.

    Contraindicações

    Não há contraindicações para a realização da inseminação artificial. Contudo, é preciso contar com o acompanhamento médico especializado para avaliar se o procedimento é o mais adequado para o caso. 

    Isso porque, como dito anteriormente, há graus de infertilidade mais leve, que não necessitam de reprodução assistida, enquanto outros, pelo nível de gravidade, requerem métodos mais complexos.

    A Pró-Criar é um dos centros de referência em reprodução humana assistida no Brasil. Com quase duas décadas de experiência no mercado, oferece serviços de alta qualidade para atender as especificidades de cada paciente.

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      4 mitos sobre os tratamentos de infertilidade

      Ainda hoje existem muitos mitos que cercam os tratamentos de infertilidade. Durante as consultas, é comum perceber que existem algumas dúvidas comuns que cercam os casais a respeito desse assunto.

      É importante ter fontes confiáveis para pesquisa e consultar um médico para verificar as informações recolhidas nas pesquisas.

      Para solucionar mitos sobre a infertilidade, escrevemos esse conteúdo para auxiliar você.

      Infertilidade: mulheres com ovário policístico não conseguem engravidar

      Mito

      O que acontece com frequência em casos de ovários policísticos é a anovulação crônica, o que significa que a mulher apresenta dificuldade para ovular de forma espontânea. Mesmo com a menstruação, em alguns ciclos, os óvulos não podem ser liberados.

      Porém, a ovulação pode ocorrer normalmente em alguns dos ciclos.

      É essa infrequência que torna a fecundação um pouco mais difícil. Contudo, as chances de engravidar nos meses em que ocorre ovulação é a mesma que qualquer mulher que não tenha ovário policístico.

      Sempre lembrando da necessidade de buscar um médico e fazer exames para buscar soluções que visam aumentar a fertilidade

      Quanto mais avançada a idade, mais difícil será para a mulher engravidar

      Verdade

      Antes de mais nada, é importante ressaltar que existem alguns tratamentos que visam prolongar a fertilidade e planejar o momento ideal da gravidez.

      Contudo, também é necessário dizer que o número de óvulos estocados pela mulher diminui progressivamente com o passar dos anos.

      Dessa forma, decresce a possibilidade de uma gravidez natural após os 35 anos da mulher. Caso exista o desejo de engravidar nesse momento da vida, é necessário buscar clínicas de fertilidade que ajudarão na ovulação do seu caso e indicarão melhor caminho.

      Quanto mais embriões utilizar, maiores as chances de sucesso

      Mito

      Existe vários fatores que influenciam no processo, contudo, a quantidade de embriões não será determinante.

      Principalmente devido às regras estabelecidas pelo Código de Ética do Conselho Federal de Medicina para o número de embriões que podem ser transferidos para o útero.

      O Conselho estabeleceu que mulheres com menos de 35 anos podem ter somente 2 embriões transferidos para o útero; de 35 a 39 anos, 3 embriões; e mais de 40, no máximo 4.

      Mulheres que já sofreram aborto têm dificuldade para engravidar

      Mito

      O fato de ter havido um aborto não é sinônimo imediato de dificuldade para engravidar.

      Porém, caso ocorra dois abortos seguidos, a condição passa a ser considerada aborto de repetição e requer investigação da genética do casal e de doenças sistêmicas, funções endócrinas e outros elementos tanto da mulher quanto do homem.

      E, mesmo assim, pode ser que a causa não seja descoberta.

      Abortos naturais são comuns e não necessariamente apontam para uma maior dificuldade para engravidar.

      Lembrando sempre de buscar um médico para realização de consulta especializada que forneça informações para uma avaliação individual e mais detalhada sobre as causas do aborto.

      Quer saber mais?

      Não deixe de ler os nossos conteúdos e conferir mais informações no nosso blog.

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      Quais os 4 primeiros passos para quem quer fazer a FIV

      Antes de decidir realizar a FIV, é necessário fazer uma série de exames para checar a saúde do casal.

      Para falar um pouco mais sobre esse tema, escrevemos um conteúdo falando um pouco mais sobre o que é necessário considerar antes do tratamento.

      1 – Realize uma pesquisa sobre a FIV

      Existem muitos blogs e artigos disponíveis que falam sobre a Fertilização in Vitro. Dessa forma, certifique-se que você recolheu o máximo de informações sobre este assunto.

      Depoimentos de casais que decidiram realizar o procedimento, bem como artigos científicos sobre a FIV são sempre bem vindos.

      Tenha em mente também que é fundamental conversar com especialistas no assunto. Falar com médicos experientes na área também faz parte da pesquisa.

      2 – Conheça as clínicas conceituadas no tratamento da FIV

      Existem algumas clínicas médicas no Brasil que realizam o tratamento da FIV. Desse modo, não deixe de buscar informações sobre as melhores clínicas para realizar o tratamento.

      O importante aqui é entender onde o tratamento será realizado e como o tratamento vai influenciar na sua rotina.

      3 – Marque uma consulta e converse com um médico

      Por mais informativos que textos e artigos possam ser, nada substitui o contato com um profissional experiente na área.

      Por isso, não deixe de marcar uma consulta com um médico que inspire confiança em você. Anote suas dúvidas, tenha em mente suas inseguranças e não deixe de solucionar todas as questões no momento da consulta.

      4 – Converse com seus familiares e sigas as recomendações médicas

      Após a conversa com o médico e com as pesquisas em mente, o momento é de tomar a decisão sobre a realização do tratamento com os seus familiares.

      O apoio psicológico e financeiro da família é muito importante durante a FIV. É necessário que todos estejam conscientes desse processo e de que o auxílio de todos é essencial.

      Quer saber mais?

      Não deixe de consultar o nosso blog e ler mai de nosso conteúdos!

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      Conheça mais sobre a estrutura da clínica Pró-Criar

      Fundada em 1999, a Pró-Criar foi idealizada pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, Mestre e Doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais, especializado em Reprodução Humana pela Universidade de Paris.

      Localizada na região centro sul de Belo Horizonte, a clínica conta com uma equipe especializada de médicos, como Dr. Ricardo Marinho, pioneiro na área de fertilização in vitro no Brasil e que coordenou a equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989.

      No artigo a seguir você conhecerá um pouco mais sobre a estrutura da clínica. Vamos lá?

      Tratamentos oferecidos pela Pró-Criar

      A Pró-Criar oferece vários serviços para auxiliar todas as pessoas que enfrentam dificuldades para engravidar.

      O processo, que começa muito antes de decidir qual o melhor tipo de tratamento para o seu caso, inclui acompanhamento psicológico, algumas consultas médicas e diversos exames.

      Corpo clínico e equipe médica

      A clínica conta com uma equipe de profissionais especializada e experiente em tratamentos de Reprodução Assistida.

      Entre os integrantes do corpo médico estão o Dr. João Pedro Junqueira Caetano, Diretor da Pró-Criar em Belo Horizonte e idealizador da clínica.

      Também se destaca a Dra. Erica Becker de Sousa Xavier, especializada em Ginecologia e Obstetrícia, Pós-graduada Lato sensu em Sexologia Clínica e Mestrado em Saúde da Mulher.

      Entre outros profissionais que compõe o melhor corpo clínico do estado.

      Estrutura física da clínica

      A Pró-Criar tem infra-estrutura laboratorial das mais modernas da América Latina para que seus pacientes realizem procedimentos de Reprodução Assistida.

      A estrutura é composta por:

      7 consultórios médicos para atendimento de infertilidade, equipados com ultrassons

      1 sala geral de ultrassom
      1 consultório de psicologia. Este é o setor responsável por oferecer apoio emocional aos pacientes que estão em tratamento e não há custo adicional por isto.
      Bloco cirúrgico com duas salas completas para punção ovariana

      1 adequada sala de coleta de espermatozóides
      1 espaçoso laboratório de embriologia e andrologia, categoria classe 100.
      Além de laboratórios equipados com:
      Fluxo laminar
      Capelas de segurança biológica
      Estereomicroscópios
      Microscópios com contraste de fase
      Centrífugas
      Micromanipuladores de Gametas
      Microscópios invertidos
      Placas aquecidas
      Balanças digitais
      Filtros de ar UD-FERT
      Sistema de laser (Modelo Octax)
      Incubadoras de CO2/N2 para cultivo celular
      Incubadora de CO2/N2 horizontal para cultivo celular K-System tri-gás
      Estufas de transporte de gametas/tecido celular
      Sistema de time lapse

      Quer conhecer mais sobre a Pró-Criar?

      Convidamos você a conhecer de perto nossas unidades e visitar o nosso site.

      Para àqueles que ainda têm dúvidas e estão pesquisando os melhores tratamentos e por isso precisam de ajuda para escolher, preparamos um conteúdo completo sobre todos os nossos serviços

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      O que é videolaparoscopia?

      A videolaparoscopia ginecológica, popularmente chamada de laparoscopia, é uma cirurgia que tem como objetivo diagnosticar e tratar doenças que acometem a região abdominal.

      A operação é realizada em ambiente hospitalar, por meio da introdução de uma pequena câmera através da cavidade pélvica, sem a necessidade de grandes cortes externos na pele.

      Para que serve a videolaparoscopia

      A videolaparoscopia tem dois principais objetivos:

      • Fins diagnósticos
      • Realizar um tratamento

      Começando pelo diagnóstico, esse procedimento pode ser utilizado para identificar:

      – Endometriose;
      – Doença peritoneal;
      – Tumores abdominal;
      – Aderências pélvicas;
      – Gravidez ectópica;

      – Obstrução, aderências ou outras alterações das trompas.

      Se for indicada para tratamentos, os mais comuns são:

      – Tratamento de hidrossalpingite;
      – Retirada de lesões ovarianas;
      – Retirada de aderências;
      – Laqueadura das trompas;
      – Histerectomia total;
      – Retirada de miomas;

      – Retirada de lesões de Endometriose.

      Como é feita a videolaparoscopia

      Inicialmente o paciente recebe anestesia geral para a realização do procedimento.

      A seguir, é realizado um pequeno corte na região próxima ao umbigo. Por esse corte deve entrar um pequeno tubo com uma microcâmera em seu interior.

      A microcâmera é usada para monitorar e avaliar todo o interior da região abdominal, identificando alteração e promovendo a sua remoção, no caso de miomas e cistos, por exemplo.

      Quer saber mais?

      Confira o nosso blog e saiba mais sobre os tratamentos de fertilidade.

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      Até quantos anos pode congelar óvulos

      O congelamento de óvulos é um tratamento para postergar a possibilidade de ter filhos.  A partir do congelamento, a mulher pode planejar a gravidez para um momento mais adequado, compatível com a sua projeção profissional e com o seu relacionamento pessoal e familiar.

      No entanto, é importante manter a atenção em relação a idade da mulher.  A idade influencia diretamente na qualidade de seus óvulos. Quanto mais jovem a mulher iniciar o seu tratamento, poderá obter maior quantidade e melhor qualidade dos seus óvulos coletados.

      Vamos falar um pouco mais sobre isso em nosso texto. Confira!

      Congelamento de óvulos e idade da mulher

      O congelamento oferece às mulheres a possibilidade de armazenar seus óvulos enquanto eles ainda estão em boas condições de serem fertilizados, formar embriões, para que futuramente elas possam ser mães.

      Essa mudança na programação da maternidade vem aumentando com a entrada da mulher no mercado de trabalho e com a dedicação em construir carreiras.

      As mulheres optam por aguardar um melhor momento para realizar o desejo de ser mãe. Mas, segundo médicos, esta decisão ainda é tomada por mulheres que já estão com idade entre 37 e 39 anos, período em que há uma diminuição da fertilidade natural e da qualidade dos óvulos.

      Probabilidade de sucesso do procedimento

      Uma pesquisa da Reproductive Medicine Associates, em Nova York, analisou 26 estudos sobre o congelamento de óvulos e deparou-se com o seguinte resultado: as mulheres com maior chance de engravidar foram as que congelaram os seus óvulos quando tinham menos de 30 anos.

      Nessa análise, foram incluídos 1.990 ciclos de tratamento de fertilidade com óvulos que foram submetidos a congelamento lento e 291 ciclos de tratamento com óvulos que haviam sido congelados rapidamente, através de uma técnica chamada de vitrificação.

      A probabilidade de um embrião, obtido a partir de um óvulo congelado convencionalmente, implantar-se no útero é 10,4%, para as mulheres que tinham menos de 30 quando congelaram seus óvulos, e 4,7% para as que tinham mais de 40 anos quando fizeram o congelamento.

      Já as taxas de implantação de embriões obtidos de óvulos vitrificados foram maiores: 18,8% para mulheres que congelaram óvulos na década dos 30, e 10,3%, para óvulos congelados acima dos 40 anos.

      Observa-se que as taxas sofreram um declínio semelhante nos dois grupos, relacionadas com a idade do óvulo ao ser congelado.

      Fatores que influenciam no sucesso

      Diversos fatores interferem na taxa de sucesso do tratamento, tais como:

      • a idade em que o óvulo foi congelado;
      • a técnica utilizada para o congelamento;
      • a qualidade e a quantidade de óvulos armazenados;
      • a condição clínica e a idade da paciente, no momento da gestação;

      De uma forma geral, quando alcançamos os quesitos para o sucesso do congelamento de óvulos, a chance de a gravidez ser bem-sucedida, em uma fertilização in vitro do óvulo, gira em torno de 40%.

      Lembrando que a melhor idade para congelamento dos óvulos é antes de 35 anos e ainda indicamos até os 40 anos.

      Quer saber mais?

      Não deixe de conferir o nosso blog para saber mais sobre a Pró-criar e os tratamentos de fertilidade!

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      Inseminação artificial – saiba tudo sobre o tratamento em BH

      A inseminação artificial ou inseminação intrauterina é um dos tratamentos de fertilidade mais populares na atualidade.

      Para saber um pouco mais sobre esse tratamento em BH, escrevemos um conteúdo falando mais sobre isso.

      Confira aqui.

      Inseminação Artificial: como ocorre o tratamento?

      A diferença entre a Inseminação Artificial e a Fertilização in Vitro é que, no primeiro caso, a fertilização acontece no organismo materno; já no segundo, a fertilização acontece em laboratório.

      Também chamada de inseminação intrauterina (IIU), a técnica de reprodução assistida consiste em depositar o sêmen dentro da cavidade uterina.

      A técnica é considerada de baixa complexidade entre as indicações para mulheres que possuam distúrbios de ovulação, ou seja, que não ovulam de maneira adequada e homens com sêmen que seja levemente alterado.

      Apesar de bastante parecidos, as indicações quanto a realizar a Fertilização in Vitro ou a Inseminação Artificial, variam a cada caso.

      Quais são as taxas de sucesso do tratamento?

      As taxas de sucesso desses tratamentos podem ser influenciadas por diversos fatores, como a idade da mulher, gravidade do problema do homem, reserva de ovários, entre outros.

      De qualquer forma, a média de sucesso é de aproximadamente 15-25% na inseminação intrauterina e de 50-60% na fertilização in vitro em pacientes com 35 anos ou menos, por tentativa. Para efeito comparativo, numa gravidez natural, esses valores estão entre 14 e 18%.

      Cerca de 15% da população mundial enfrenta alguma dificuldade para engravidar, sendo esse valor distribuído de maneira semelhante entre homens e mulheres.

      Para quem sonha em ter um filho, tratamentos como a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro podem ser a solução.

      Vale a pena fazer o tratamento em Belo Horizonte

      O tratamento de inseminação artificial está cada vez mais comum, principalmente nas capitais brasileiras. São diversas clínicas médicas especializadas nas técnicas de Fertilização in Vitro.

      Consequência deste campo com tantas opções é a dificuldade de escolher um local para realizar o tratamento.

      A capital mineira acaba sendo um lugar ótimo para fazer o procedimento. Belo Horizonte é o endereço de diversas clínicas especializadas em reprodução assistida e no post de hoje iremos mostrar as vantagens e cuidados financeiros que se deve ter antes de escolher esta cidade para realizar todo o tratamento, que leva cerca de 30 dias.

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        Quais as vantagens de realizar um tratamento de fertilidade na clínica Pró-Criar

        Especialista reprodução assistida, a Pró-Criar é reconhecida e renomada entre os médicos devido a qualidade do seu atendimento e de seus tratamentos.

        Neste artigo vamos conhecer algumas vantagens de realizar um tratamento de fertilidade na clínica.

        Conhecendo a Pró-Criar


        Em 1999, a Pró-Criar foi fundada e idealizada pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, que é Mestre e Doutor pela UFMG, e é especializado em infertilidade pela Universidade de Paris. 

        Atualmente, a clínica conta tem uma equipe especializada de médicos, como Dr. Ricardo Marinho, pioneiro na área de fertilização in vitro no Brasil e que coordenou a equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989.

        Corpo clínico Qualificado

        A clínica Pró-Criar conta com uma equipe de profissionais especializada e experiente em tratamentos de Reprodução Assistida. 

        A clínica possui especialistas nas áreas de:Ginecologia, Urologia, Anestesiologia, Embriologia, Psicologia além de outros ramos de atuação.

        A formação acadêmica da equipe garante profissionais capacitados e eficientes em Medicina Reprodutiva e técnicas de Fertilização in vitro.

        Diversos tratamentos oferecidos 

        Tratamentos Femininos

        – Fertilização in vitro (FIV)

        – Fertilização in vitro com injeção de espermatozoides (ICSI)

        – FIV/ICSI com Congelamento/ Criopreservação

        – FIV/ICSI com Doação de Óvulos

        – FIV/ICSI com Casais Homoafetivos

        – FIV/ICSI com Útero de Substituição

        – Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGS/PGD; PGT-A/PGT-M/PGT-SR)

        – Inseminação Artificial Homóloga

        – Inseminação Artificial Heteróloga

        Tratamentos Masculinos

        – Biópsia Testicular (TESE)

        – Punção de Epidídimo ou Aspiração Percutânea  de Epidídimo (PESA)

        – Biópsia Microcirúrgica de Testículo (Micro TESE)

        – Aspiração Microcirúrgica de Epidídimo (MESA)

        – Aspiração Percutânea Testicular (TESA)

        O melhor local para tratamentos de reprodução assistida

        Ao chegar na clínica, você vai perceber que a Pró-Criar oferece uma das melhores estruturas físicas de Belo Horizonte.

        Por estes motivos, além de toda a história que a clínica possui, os serviços oferecidos pela Pró-Criar são excelente opção para pacientes que buscam auxílio para engravidar.

        Quer conhecer mais sobre a Pró-Criar?

        Convidamos você a conhecer de perto nossas unidades e visitar o nosso site. 

        Para àqueles que ainda têm dúvidas e estão pesquisando os melhores tratamentos e por isso precisam de ajuda para escolher, preparamos um conteúdo completo sobre todos os nossos serviços – Tratamentos Para Engravidar: Conheça os Principais Serviços oferecidos pela Pró-Criar.

        Equipe Médica Revisora do Texto

        Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

        Por que a Pró-Criar é a melhor opção para realizar um tratamento de fertilidade

        Ao procurar uma clínica de reprodução assistida, é importante considerar alguns critérios antes de decidir.

        Questões sobre a infra estrutura, corpo médico, atendimento e taxas de sucesso devem ser levados em consideração para que essa escolha seja feita.

        Neste artigo vamos falar sobre os motivos que fazer a Pró-Criar ser a melhor opção para realizar um tratamento de fertilidade.

        Conheça mais sobre a clínica Pró-Criar


        A Pró-Criar é pioneira quando o assunto é ajudar pessoas com dificuldade para engravidar. Ela foi fundada em 1999, pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, Mestre e Doutor pela UFMG, e especializado em infertilidade pela Universidade de Paris.

        Nós contamos com uma equipe renomada de médicos, entre eles o Dr. Ricardo Marinho, que coordenou a equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989

        Tratamentos oferecidos na Pró-Criar

        Fertilização in vitro

        A fertilização in vitro (FIV) consiste em uma técnica de reprodução assistida onde os óvulos da mulher e os espermatozoides do seu parceiro são recolhidos para que seja feita uma fecundação em laboratório.

        Somente após a fecundação, os embriões são transferidos para o útero da mulher. A FIV é indicada quando o casal tem dificuldade para engravidar devido a problemas como endometriose avançada, problemas uterinos, baixa produção de óvulos ou espermatozoides ou obstrução das tubas uterinas.

        Inseminação artificial

        Diferente da fertilização in vitro onde ambos os gametas masculino e feminino são recolhidos e a fecundação é feita fora do útero, na inseminação artificial somente os espermatozoides são coletados.

        Após a coleta, os espermatozoides serão inseridos no útero da mulher no período próximo ao dia da ovulação. 

        Oncofertilidade

        A oncofertilidade  é voltada para pacientes com câncer e tem como objetivo procurar preservar a fertilidade destes. 

        Ou seja, ele serve para melhorar a chance do paciente engravidar mesmo depois do tratamento contra o câncer.

        Criopreservação

        A criopreservação é indicada para pessoas que desejam engravidar no futuro, mas não estão possibilitadas ou não querem fazê-lo neste momento. Preservar óvulos antes dos 38 anos ajuda a conseguir uma gravidez em idade mais avançada.

        Quer saber mais?

        Agora que você já conhece mais sobre a gente, acesse o nosso site e agende a sua consulta. 

        Com certeza você encontrará a ajuda certa para identificar porque você tem dificuldade para engravidar e qual o tratamento mais indicado.

        Equipe Médica Revisora do Texto

        Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.