Quais os 4 primeiros passos para quem quer fazer a FIV

Antes de decidir realizar a FIV, é necessário fazer uma série de exames para checar a saúde do casal.

Para falar um pouco mais sobre esse tema, escrevemos um conteúdo falando um pouco mais sobre o que é necessário considerar antes do tratamento.

1 – Realize uma pesquisa sobre a FIV

Existem muitos blogs e artigos disponíveis que falam sobre a Fertilização in Vitro. Dessa forma, certifique-se que você recolheu o máximo de informações sobre este assunto.

Depoimentos de casais que decidiram realizar o procedimento, bem como artigos científicos sobre a FIV são sempre bem vindos.

Tenha em mente também que é fundamental conversar com especialistas no assunto. Falar com médicos experientes na área também faz parte da pesquisa.

2 – Conheça as clínicas conceituadas no tratamento da FIV

Existem algumas clínicas médicas no Brasil que realizam o tratamento da FIV. Desse modo, não deixe de buscar informações sobre as melhores clínicas para realizar o tratamento.

O importante aqui é entender onde o tratamento será realizado e como o tratamento vai influenciar na sua rotina.

3 – Marque uma consulta e converse com um médico

Por mais informativos que textos e artigos possam ser, nada substitui o contato com um profissional experiente na área.

Por isso, não deixe de marcar uma consulta com um médico que inspire confiança em você. Anote suas dúvidas, tenha em mente suas inseguranças e não deixe de solucionar todas as questões no momento da consulta.

4 – Converse com seus familiares e sigas as recomendações médicas

Após a conversa com o médico e com as pesquisas em mente, o momento é de tomar a decisão sobre a realização do tratamento com os seus familiares.

O apoio psicológico e financeiro da família é muito importante durante a FIV. É necessário que todos estejam conscientes desse processo e de que o auxílio de todos é essencial.

Quer saber mais?

Não deixe de consultar o nosso blog e ler mai de nosso conteúdos!

Equipe Médica Revisora do Texto

Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.

Conheça mais sobre a estrutura da clínica Pró-Criar

Fundada em 1999, a Pró-Criar foi idealizada pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, Mestre e Doutor pela Universidade Federal de Minas Gerais, especializado em Reprodução Humana pela Universidade de Paris.

Localizada na região centro sul de Belo Horizonte, a clínica conta com uma equipe especializada de médicos, como Dr. Ricardo Marinho, pioneiro na área de fertilização in vitro no Brasil e que coordenou a equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989.

No artigo a seguir você conhecerá um pouco mais sobre a estrutura da clínica. Vamos lá?

Tratamentos oferecidos pela Pró-Criar

A Pró-Criar oferece vários serviços para auxiliar todas as pessoas que enfrentam dificuldades para engravidar.

O processo, que começa muito antes de decidir qual o melhor tipo de tratamento para o seu caso, inclui acompanhamento psicológico, algumas consultas médicas e diversos exames.

Corpo clínico e equipe médica

A clínica conta com uma equipe de profissionais especializada e experiente em tratamentos de Reprodução Assistida.

Entre os integrantes do corpo médico estão o Dr. João Pedro Junqueira Caetano, Diretor da Pró-Criar em Belo Horizonte e idealizador da clínica.

Também se destaca a Dra. Erica Becker de Sousa Xavier, especializada em Ginecologia e Obstetrícia, Pós-graduada Lato sensu em Sexologia Clínica e Mestrado em Saúde da Mulher.

Entre outros profissionais que compõe o melhor corpo clínico do estado.

Estrutura física da clínica

A Pró-Criar tem infra-estrutura laboratorial das mais modernas da América Latina para que seus pacientes realizem procedimentos de Reprodução Assistida.

A estrutura é composta por:

7 consultórios médicos para atendimento de infertilidade, equipados com ultrassons

1 sala geral de ultrassom
1 consultório de psicologia. Este é o setor responsável por oferecer apoio emocional aos pacientes que estão em tratamento e não há custo adicional por isto.
Bloco cirúrgico com duas salas completas para punção ovariana

1 adequada sala de coleta de espermatozóides
1 espaçoso laboratório de embriologia e andrologia, categoria classe 100.
Além de laboratórios equipados com:
Fluxo laminar
Capelas de segurança biológica
Estereomicroscópios
Microscópios com contraste de fase
Centrífugas
Micromanipuladores de Gametas
Microscópios invertidos
Placas aquecidas
Balanças digitais
Filtros de ar UD-FERT
Sistema de laser (Modelo Octax)
Incubadoras de CO2/N2 para cultivo celular
Incubadora de CO2/N2 horizontal para cultivo celular K-System tri-gás
Estufas de transporte de gametas/tecido celular
Sistema de time lapse

Quer conhecer mais sobre a Pró-Criar?

Convidamos você a conhecer de perto nossas unidades e visitar o nosso site.

Para àqueles que ainda têm dúvidas e estão pesquisando os melhores tratamentos e por isso precisam de ajuda para escolher, preparamos um conteúdo completo sobre todos os nossos serviços

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O que é videolaparoscopia?

A videolaparoscopia ginecológica, popularmente chamada de laparoscopia, é uma cirurgia que tem como objetivo diagnosticar e tratar doenças que acometem a região abdominal.

A operação é realizada em ambiente hospitalar, por meio da introdução de uma pequena câmera através da cavidade pélvica, sem a necessidade de grandes cortes externos na pele.

Para que serve a videolaparoscopia

A videolaparoscopia tem dois principais objetivos:

  • Fins diagnósticos
  • Realizar um tratamento

Começando pelo diagnóstico, esse procedimento pode ser utilizado para identificar:

– Endometriose;
– Doença peritoneal;
– Tumores abdominal;
– Aderências pélvicas;
– Gravidez ectópica;

– Obstrução, aderências ou outras alterações das trompas.

Se for indicada para tratamentos, os mais comuns são:

– Tratamento de hidrossalpingite;
– Retirada de lesões ovarianas;
– Retirada de aderências;
– Laqueadura das trompas;
– Histerectomia total;
– Retirada de miomas;

– Retirada de lesões de Endometriose.

Como é feita a videolaparoscopia

Inicialmente o paciente recebe anestesia geral para a realização do procedimento.

A seguir, é realizado um pequeno corte na região próxima ao umbigo. Por esse corte deve entrar um pequeno tubo com uma microcâmera em seu interior.

A microcâmera é usada para monitorar e avaliar todo o interior da região abdominal, identificando alteração e promovendo a sua remoção, no caso de miomas e cistos, por exemplo.

Quer saber mais?

Confira o nosso blog e saiba mais sobre os tratamentos de fertilidade.

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Até quantos anos pode congelar óvulos

O congelamento de óvulos é um tratamento para postergar a possibilidade de ter filhos.  A partir do congelamento, a mulher pode planejar a gravidez para um momento mais adequado, compatível com a sua projeção profissional e com o seu relacionamento pessoal e familiar.

No entanto, é importante manter a atenção em relação a idade da mulher.  A idade influencia diretamente na qualidade de seus óvulos. Quanto mais jovem a mulher iniciar o seu tratamento, poderá obter maior quantidade e melhor qualidade dos seus óvulos coletados.

Vamos falar um pouco mais sobre isso em nosso texto. Confira!

Congelamento de óvulos e idade da mulher

O congelamento oferece às mulheres a possibilidade de armazenar seus óvulos enquanto eles ainda estão em boas condições de serem fertilizados, formar embriões, para que futuramente elas possam ser mães.

Essa mudança na programação da maternidade vem aumentando com a entrada da mulher no mercado de trabalho e com a dedicação em construir carreiras.

As mulheres optam por aguardar um melhor momento para realizar o desejo de ser mãe. Mas, segundo médicos, esta decisão ainda é tomada por mulheres que já estão com idade entre 37 e 39 anos, período em que há uma diminuição da fertilidade natural e da qualidade dos óvulos.

Probabilidade de sucesso do procedimento

Uma pesquisa da Reproductive Medicine Associates, em Nova York, analisou 26 estudos sobre o congelamento de óvulos e deparou-se com o seguinte resultado: as mulheres com maior chance de engravidar foram as que congelaram os seus óvulos quando tinham menos de 30 anos.

Nessa análise, foram incluídos 1.990 ciclos de tratamento de fertilidade com óvulos que foram submetidos a congelamento lento e 291 ciclos de tratamento com óvulos que haviam sido congelados rapidamente, através de uma técnica chamada de vitrificação.

A probabilidade de um embrião, obtido a partir de um óvulo congelado convencionalmente, implantar-se no útero é 10,4%, para as mulheres que tinham menos de 30 quando congelaram seus óvulos, e 4,7% para as que tinham mais de 40 anos quando fizeram o congelamento.

Já as taxas de implantação de embriões obtidos de óvulos vitrificados foram maiores: 18,8% para mulheres que congelaram óvulos na década dos 30, e 10,3%, para óvulos congelados acima dos 40 anos.

Observa-se que as taxas sofreram um declínio semelhante nos dois grupos, relacionadas com a idade do óvulo ao ser congelado.

Fatores que influenciam no sucesso

Diversos fatores interferem na taxa de sucesso do tratamento, tais como:

  • a idade em que o óvulo foi congelado;
  • a técnica utilizada para o congelamento;
  • a qualidade e a quantidade de óvulos armazenados;
  • a condição clínica e a idade da paciente, no momento da gestação;

De uma forma geral, quando alcançamos os quesitos para o sucesso do congelamento de óvulos, a chance de a gravidez ser bem-sucedida, em uma fertilização in vitro do óvulo, gira em torno de 40%.

Lembrando que a melhor idade para congelamento dos óvulos é antes de 35 anos e ainda indicamos até os 40 anos.

Quer saber mais?

Não deixe de conferir o nosso blog para saber mais sobre a Pró-criar e os tratamentos de fertilidade!

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Inseminação artificial – saiba tudo sobre o tratamento em BH

A inseminação artificial ou inseminação intrauterina é um dos tratamentos de fertilidade mais populares na atualidade.

Para saber um pouco mais sobre esse tratamento em BH, escrevemos um conteúdo falando mais sobre isso.

Confira aqui.

Inseminação Artificial: como ocorre o tratamento?

A diferença entre a Inseminação Artificial e a Fertilização in Vitro é que, no primeiro caso, a fertilização acontece no organismo materno; já no segundo, a fertilização acontece em laboratório.

Também chamada de inseminação intrauterina (IIU), a técnica de reprodução assistida consiste em depositar o sêmen dentro da cavidade uterina.

A técnica é considerada de baixa complexidade entre as indicações para mulheres que possuam distúrbios de ovulação, ou seja, que não ovulam de maneira adequada e homens com sêmen que seja levemente alterado.

Apesar de bastante parecidos, as indicações quanto a realizar a Fertilização in Vitro ou a Inseminação Artificial, variam a cada caso.

Quais são as taxas de sucesso do tratamento?

As taxas de sucesso desses tratamentos podem ser influenciadas por diversos fatores, como a idade da mulher, gravidade do problema do homem, reserva de ovários, entre outros.

De qualquer forma, a média de sucesso é de aproximadamente 15-25% na inseminação intrauterina e de 50-60% na fertilização in vitro em pacientes com 35 anos ou menos, por tentativa. Para efeito comparativo, numa gravidez natural, esses valores estão entre 14 e 18%.

Cerca de 15% da população mundial enfrenta alguma dificuldade para engravidar, sendo esse valor distribuído de maneira semelhante entre homens e mulheres.

Para quem sonha em ter um filho, tratamentos como a inseminação intrauterina e a fertilização in vitro podem ser a solução.

Vale a pena fazer o tratamento em Belo Horizonte

O tratamento de inseminação artificial está cada vez mais comum, principalmente nas capitais brasileiras. São diversas clínicas médicas especializadas nas técnicas de Fertilização in Vitro.

Consequência deste campo com tantas opções é a dificuldade de escolher um local para realizar o tratamento.

A capital mineira acaba sendo um lugar ótimo para fazer o procedimento. Belo Horizonte é o endereço de diversas clínicas especializadas em reprodução assistida e no post de hoje iremos mostrar as vantagens e cuidados financeiros que se deve ter antes de escolher esta cidade para realizar todo o tratamento, que leva cerca de 30 dias.

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Quais as vantagens de realizar um tratamento de fertilidade na clínica Pró-Criar

Especialista reprodução assistida, a Pró-Criar é reconhecida e renomada entre os médicos devido a qualidade do seu atendimento e de seus tratamentos.

Neste artigo vamos conhecer algumas vantagens de realizar um tratamento de fertilidade na clínica.

Conhecendo a Pró-Criar


Em 1999, a Pró-Criar foi fundada e idealizada pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, que é Mestre e Doutor pela UFMG, e é especializado em infertilidade pela Universidade de Paris. 

Atualmente, a clínica conta tem uma equipe especializada de médicos, como Dr. Ricardo Marinho, pioneiro na área de fertilização in vitro no Brasil e que coordenou a equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989.

Corpo clínico Qualificado

A clínica Pró-Criar conta com uma equipe de profissionais especializada e experiente em tratamentos de Reprodução Assistida. 

A clínica possui especialistas nas áreas de:Ginecologia, Urologia, Anestesiologia, Embriologia, Psicologia além de outros ramos de atuação.

A formação acadêmica da equipe garante profissionais capacitados e eficientes em Medicina Reprodutiva e técnicas de Fertilização in vitro.

Diversos tratamentos oferecidos 

Tratamentos Femininos

– Fertilização in vitro (FIV)

– Fertilização in vitro com injeção de espermatozoides (ICSI)

– FIV/ICSI com Congelamento/ Criopreservação

– FIV/ICSI com Doação de Óvulos

– FIV/ICSI com Casais Homoafetivos

– FIV/ICSI com Útero de Substituição

– Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGS/PGD; PGT-A/PGT-M/PGT-SR)

– Inseminação Artificial Homóloga

– Inseminação Artificial Heteróloga

Tratamentos Masculinos

– Biópsia Testicular (TESE)

– Punção de Epidídimo ou Aspiração Percutânea  de Epidídimo (PESA)

– Biópsia Microcirúrgica de Testículo (Micro TESE)

– Aspiração Microcirúrgica de Epidídimo (MESA)

– Aspiração Percutânea Testicular (TESA)

O melhor local para tratamentos de reprodução assistida

Ao chegar na clínica, você vai perceber que a Pró-Criar oferece uma das melhores estruturas físicas de Belo Horizonte.

Por estes motivos, além de toda a história que a clínica possui, os serviços oferecidos pela Pró-Criar são excelente opção para pacientes que buscam auxílio para engravidar.

Quer conhecer mais sobre a Pró-Criar?

Convidamos você a conhecer de perto nossas unidades e visitar o nosso site. 

Para àqueles que ainda têm dúvidas e estão pesquisando os melhores tratamentos e por isso precisam de ajuda para escolher, preparamos um conteúdo completo sobre todos os nossos serviços – Tratamentos Para Engravidar: Conheça os Principais Serviços oferecidos pela Pró-Criar.

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Por que a Pró-Criar é a melhor opção para realizar um tratamento de fertilidade

Ao procurar uma clínica de reprodução assistida, é importante considerar alguns critérios antes de decidir.

Questões sobre a infra estrutura, corpo médico, atendimento e taxas de sucesso devem ser levados em consideração para que essa escolha seja feita.

Neste artigo vamos falar sobre os motivos que fazer a Pró-Criar ser a melhor opção para realizar um tratamento de fertilidade.

Conheça mais sobre a clínica Pró-Criar


A Pró-Criar é pioneira quando o assunto é ajudar pessoas com dificuldade para engravidar. Ela foi fundada em 1999, pelo Dr. João Pedro Junqueira Caetano, Mestre e Doutor pela UFMG, e especializado em infertilidade pela Universidade de Paris.

Nós contamos com uma equipe renomada de médicos, entre eles o Dr. Ricardo Marinho, que coordenou a equipe responsável pelo nascimento do primeiro bebê de proveta em Minas Gerais, em 1989

Tratamentos oferecidos na Pró-Criar

Fertilização in vitro

A fertilização in vitro (FIV) consiste em uma técnica de reprodução assistida onde os óvulos da mulher e os espermatozoides do seu parceiro são recolhidos para que seja feita uma fecundação em laboratório.

Somente após a fecundação, os embriões são transferidos para o útero da mulher. A FIV é indicada quando o casal tem dificuldade para engravidar devido a problemas como endometriose avançada, problemas uterinos, baixa produção de óvulos ou espermatozoides ou obstrução das tubas uterinas.

Inseminação artificial

Diferente da fertilização in vitro onde ambos os gametas masculino e feminino são recolhidos e a fecundação é feita fora do útero, na inseminação artificial somente os espermatozoides são coletados.

Após a coleta, os espermatozoides serão inseridos no útero da mulher no período próximo ao dia da ovulação. 

Oncofertilidade

A oncofertilidade  é voltada para pacientes com câncer e tem como objetivo procurar preservar a fertilidade destes. 

Ou seja, ele serve para melhorar a chance do paciente engravidar mesmo depois do tratamento contra o câncer.

Criopreservação

A criopreservação é indicada para pessoas que desejam engravidar no futuro, mas não estão possibilitadas ou não querem fazê-lo neste momento. Preservar óvulos antes dos 38 anos ajuda a conseguir uma gravidez em idade mais avançada.

Quer saber mais?

Agora que você já conhece mais sobre a gente, acesse o nosso site e agende a sua consulta. 

Com certeza você encontrará a ajuda certa para identificar porque você tem dificuldade para engravidar e qual o tratamento mais indicado.

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6 informações essenciais sobre a fertilização in vitro

Popularmente conhecida com o “bebê proveta”, a fertilização in vitro (FIV) é uma das técnicas de reprodução assista mais eficazes da medicina reprodutiva. O método consiste na fecundação dos gametas em laboratório para que o embrião, já formado, seja transferido para o útero.

Segundo a Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA), seis a cada dez pacientes que recorrem à técnica conseguem engravidar. Os dados mostram que o desenvolvimento do tratamento no Brasil já se equipara a países de primeiro mundo.

Para isso, é importante contar com clínicas especializadas e que ofereçam serviços de qualidade. Mas há outros fatores que interferem nas taxas de sucesso da FIV, como a idade da mulher, o histórico de saúde familiar do casal e, até mesmo, alguns hábitos de vida.

Ficou com vontade de saber mais? Nós preparamos um post com as principais informações sobre a fertilização in vitro. Confira!

 

1 – Quando procurar o tratamento

 

A fertilização in vitro (FIV) é indicada para casais que estejam tentando engravidar há mais de um ano sem sucesso e para aqueles já diagnosticados com quadros de infertilidade.

A idade é fator importante, principalmente para as mulheres. A partir dos 30 anos, a produção dos óvulos cai tanto em quantidade como qualidade

A técnica é também uma solução para pessoas que irão se submeter a tratamentos de saúde e cirurgias que possam afetar a sua capacidade reprodutiva, como é o caso da quimioterapia.

Para isso, é necessário que os gametas sejam congelados anteriormente, por meio do processo de criopreservação.

A FIV também possibilita a gestação para quem deseja ter uma produção independente ou para os casais homoafetivos. Em ambos os casos, é necessário recorrer ao banco de óvulos e/ou espermatozoides

 

2 – Como funciona o processo

 

Assim que todos os exames foram realizados e a avaliação médica indicou a FIV como o melhor método, é momento de dar início à fertilização.

O processo começa com a estimulação ovariana da mulher, que faz com que o corpo libere um número maior de óvulos do que ocorreria em um ciclo normal.

Após essa etapa, os óvulos são recolhidos e levados ao laboratório. O mesmo acontece com os gametas masculinos, colhidos através de masturbação.

Os melhores gametas são fecundados em laboratório e, formam embriões que ficam em cultivo por alguns dias e depois são implantados no útero. Durante todo o processo, diversos exames são realizados para acompanhar a saúde da mãe.

 

3 – Doação de gametas

 

Uma dúvida muito comum entre quem precisa recorrer ao banco de óvulos e espermatozoides é sobre a identidade dos doadores. É possível escolher?

A legislação brasileira proíbe tanto que os casais escolham quanto conheçam o doador ou a doadora.  De acordo com as diretrizes do Conselho Federal de Medicina (CFM), o processo deve ocorrer de forma anônima e voluntária, não envolvendo nenhuma forma de relação financeira. 

 

4 – Hábitos de vida do casal

 

Quando se trata de métodos de reprodução assistida, comumente pensa-se na realização de uma bateria de consultas, remédios e exames.

O que a maioria das pessoas esquece é a importância de se falar também em hábitos de vida, cuidados com a saúde e alimentação consciente.  

Tais fatores têm relação direta com a saúde e a disposição dos corpos que produzem os gametas e geram os embriões. E, quando falamos de saúde, vai muito além da dimensão física. Também tratamos da vida emocional e conjugal do casal.

Além de envolver uma série de expectativas, a fertilização in vitro é um processo longo e de alto custo, o que pode gerar ainda mais angústia e ansiedade. Por isso, é importante contar com acompanhamento psicológico durante todo o processo

 

5 – Cuidados com a mulher

 

Não é novidade que, por mais que as estatísticas comprovem que a infertilidade masculina é tão comum quanto a feminina, a cobrança para a mulher é sempre maior. Principalmente para aquelas que decidem postergar a maternidade, como mostra a matéria do portal Dráuzio Varella.

Durante o tratamento, o corpo dela é também o mais afetado nos casos que envolvem uso de medicamentos, procedimentos cirúrgicos e repouso. 

Por isso, é muito importante dar atenção especial às mulheres e as suas necessidades. O cuidado integral neste período ajuda no sucesso do tratamento, assim como na saúde psíquica e emocional das futuras mamães.

 

6 – FIV Acesso

 

Em função de sua complexidade, a fertilização in vitro é um procedimento de alto custo. Pensando nos casais que não têm condições de arcar com o tratamento, a Pró-Criar desenvolveu o programa FIV Acesso.

Ele garante custos mais acessíveis com o mesmo nível de qualidade e segurança. Podem se beneficiar casais renda familiar mensal até R$ 7.000,00 ou renda familiar anual inferior a R$ 60.000,00, e bens declarados até R$140.000,00. Saiba mais sobre o programa aqui.

***

Neste post, apresentamos a você algumas das principais informações sobre a fertilização in vitro. Além de contar com serviços e atendimento de qualidade, o sucesso do tratamento também depende de uma atenção à saúde dos envolvidos de forma integral

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O cálculo do período fértil é importante para quem faz a FIV

Calcular o período fértil da mulher é essencial para a realização da FIV, pois, somente durante este período é que é possível ocorrer a gravidez. É comum, em casos de gestações não planejadas, que a pessoa acredite que ela aconteceu fora do período fértil, entretanto, isso é um engano. 

Relações sexuais que ocorrem alguns dias antes do período fértil podem levar a gravidez porque os espermatozoides conseguem sobreviver alguns dias dentro do sistema reprodutor feminino. Além disso, quando a mulher tem o ciclo menstrual irregular fica mais difícil calcular a época da ovulação, ou seja, o período fértil.  

Mas e no caso de reprodução assistida? O que o período fértil tem a ver com a FIV e porque o seu cálculo faz parte do tratamento? Confira o nosso post e aprenda mais sobre esse assunto. 

O que é o período fértil

A vida fértil da mulher se inicia na puberdade, normalmente em torno dos 12 a 14 anos, quando ela tem o seu primeiro ciclo menstrual. A partir de então,ela irá  ovular uma vez por mês, que é quando o organismo libera ao menos um óvulo para ser fecundado. 

Os hormônios FSH e LH, produzidos na hipófise, e o estrogênio e a progesterona, produzido pelos ovários, são os responsáveis pela liberação do óvulo e por preparar o útero para uma possível gestação. 

Esse momento, em que o óvulo está disponível para que ocorra a fecundação, é que é denominado o período fértil. Para mulheres que estão tentando engravidar, conhecer quando ocorre seu período fértil é essencial, por isso é importante anotar os dias da menstruação e conhecer o seu ciclo. 

Em um ciclo regular, que tem cerca de 28 a 30 dias, a ovulação acontece entre 14º e 16º dia, contando a partir da data da última menstruação. Após liberado, o óvulo possui um tempo de sobrevivência entre 24 e 72 horas dentro do corpo da mulher, ou seja, em torno de três dias, e é esse tempo que é caracterizado como o período fértil. 

Fases do ciclo menstrual

Para compreender melhor o período fértil é necessário entender como funciona o ciclo menstrual, ele é dividido em três fases: folicular, ovulatória e lútea. 

  1. Fase folicular: nesta primeira fase, ocorre o estímulo do crescimento dos folículos para que o óvulo seja liberado, posteriormente. 
  2. Fase ovulatória: como o próprio nome indica, este ó o momento da ovulação, quando o óvulo sai do ovário para as tubas uterinas, podendo ser fecundado. 
  3. Fase lútea: o folículo, que anteriormente abrigou o óvulo, transforma-se em corpo-lúteo. Sua função é preparar o útero para a gravidez, secretando progesterona e estrogênio. A liberação destes hormônios torna as paredes do endométrio mais espessas, facilitando a implantação do embrião no útero. 

Caso a fecundação não aconteça, há a descamação do endométrio que é o que leva ao sangramento menstrual e dá início a mais um ciclo. 

Como calcular o período fértil

O cálculo do período fértil pode ser feito de maneira simples, no caso de mulheres que têm o ciclo menstrual regular, entretanto, quando ele é irregular é preciso ter uma atenção redobrada aos sintomas que indicam a fase da ovulação.

Ciclos regulares

Como explicamos, o ciclo menstrual regular dura em torno de 28 a 30 dias, portanto o período fértil acontece entre o 14º e 16º dia, após a última menstruação. Para calcular o período fértil, então, o que se deve fazer é anotar a data em que você menstruou e contar 14 dias, se o seu ciclo for de 28 dias, ou até 16, se for de 30. 

Ciclos irregulares

No caso dos ciclos irregulares, conhecer o seu corpo se torna ainda mais essencial, pois são os sinais que ele envia que te ajudarão a identificar se você está no período de ovulação. Além disso, para ter uma base melhor de quando você irá ovular, recomenda-se analisar a duração de ao menos os últimos três ciclos anteriores. 

Por exemplo, se eles tiveram a duração de 34, 35 e 36 dias, você consegue ter uma data mais aproximada de quando será seu período fértil. Para isso, basta subtrair 14 dias do total, pois, o número de dias da  fase pré-ovulatória pode variar, mas o da fase pós ovulatória não muda.

Ou seja, em um ciclo de 36 dias, o período fértil seria o 22º dia. Entretanto, como não é possível ter certeza nesses casos é aconselhável observar alguns sinais do corpo, que são indicativos da fase da ovulação, tais como: 

  • Aumento da libido;
  • Alteração do muco vaginal: ele é liberado em maior quantidade, além disso fica mais fluido, viscoso e elástico, para facilitar que o espermatozoide chegue ao útero e aconteça a fecundação do óvulo 
  • Dores nas mamas
  • Dores no baixo ventre 

Período fértil x FIV

Agora que você já compreendeu mais a respeito do período fértil, deve estar se perguntando qual a relação dele quando o assunto é fertilização in vitro, a FIV, não é? É bem simples, os óvulos serão coletados no período fértil da paciente.

Ela irá tomar injeções de hormônios por cerca de 10 dias para estimular produção de vários óvulos maduros e, ao mesmo tempo, impedir que haja uma ovulação espontânea, aumentando as chances de sucesso do procedimento.

Durante esse período é feito o acompanhamento do desenvolvimento dos óvulos por meio do ultrassom vaginal, o que permite determinar o melhor dia para a coleta destes.

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Fertilização in Vitro: Conheça mais sobre os testes genéticos ,dentre eles PGT-M.

Quando uma família se prepara para realizar o sonho de ter um bebê, através do procedimento de Fertilização in Vitro (FIV), é normal que surjam muitas dúvidas. inclusive, a respeito da probabilidade de doenças hereditárias.

O PGT-M teste genético pré implantacional para doenças monogênicas ou antigamente conhecido como PGD, Diagnóstico Genético Pré-Implantacional pode ajudar nessa questão. 

Você já ouviu falar dessa técnica? Ela fornece vários dados sobre o embrião, antes que ele seja implantado no útero, possibilita que seja feito um estudo genético dele. Confira nosso artigo e aprenda mais sobre o que é este procedimento e qual a sua função. 

O que é PGT-M?

O PGT-M, Diagnóstico Genético Pré-Implantacional, do inglês Pre-implantation Genetic Diagnosis, tem como objetivo prevenir a transferência de embriões com alterações gênicas no processo de fertilização in vitro. 

A técnica consiste na abertura da zona pelúcida do embrião, em seu  3º dia de desenvolvimento (estágio de 6 a 10 células) ou no 5º dia (blastocisto), onde são retiradas uma ou mais células que serão analisadas geneticamente.  É utilizado um aparelho de laser para a realização do procedimento, evitando os riscos de danos ao embrião. 

Ela é uma técnica que auxilia famílias que possuem histórico de doenças genéticas a investigar se há alguma mutação no embrião que o torne predisposto a desenvolver esta doença, específica.  

Qual a relação entre o PGT-M e a fertilização in vitro

O PGD é recomendado para aumentar a eficácia da seleção de embriões saudáveis, no processo de fertilização in vitro. Realizado antes da implantação, ele é aconselhável nos casos de:

  • Famílias que possuem histórico de doenças hereditárias
  • Consanguíneos com alta probabilidade de transmissão de doenças monogênicas 
  • Casais que realizaram o teste de compatibilidade genética, onde os resultados apresentaram risco de doenças genéticas autossômicas recessivas, ou seja aquelas que se manifestam somente quando há a presença do mesmo gene alterado no óvulo e no espermatozóide. 

Como o PGT-M pode prevenir alterações genéticas ou cromossômicas

O PGD fornece informações importantes, que permitem determinar se os embriões possuem alguma anomalia genética ou cromossômica e quais são estas alterações, através da análise do DNA das células do embrião. 

Por meio do procedimento, o médico poderá detectar, por exemplo, doenças monogênicas, causada pela alteração em um gene, como é o caso da anemia falciforme e da fibrose cística. 

O primeiro passo para estudar a possibilidade de qualquer anomalia é realizar um estudo do DNA dos pais, através do exame de sangue destes. A partir dos resultados, o médico consegue apontar quais tipos de doenças genéticas o bebê tem probabilidade de desenvolver.

Dessa forma, a análise das células embrionárias pode ser direcionada para uma determinada região do DNA, para que seja feita a detecção das doenças genéticas que foram identificadas nos exames dos pais. 

PGT-M e PGT-A, qual a importância de cada um deles?

O PGT-A, Screening Cromossômico Pré Gestacional, é tão importante quanto o PGD. Ele também trata-se de um exame realizado a partir das células do embrião e a técnica para realização de ambos é a mesma, ou seja, é feita uma biópsia embrionária. 

Porém, o foco do PGS não é a detecção de uma doença específica e sim o rastreio do número de cromossomos normais.  Através desta análise é possível saber se o embrião apresenta alguma síndrome cromossômica, como síndrome de down, síndrome de Turner e a síndrome de Klinefelter. 

A síndrome de down está dentre as anomalias cromossômicas numéricas mais comuns. Ela ocorre quando a pessoa possui 47 cromossomos, (ao invés de 46, que é o esperado), sendo que o cromossomo em excesso é o 21, nesse caso. 

Os riscos de síndrome de down aumentam em gestações que ocorrem a partir dos 35 anos, mas a probabilidade é muito mais elevada a partir dos 40 anos

O PGS é indicado em casos de fertilização in vitro onde:

  • A idade materna é avançada (acima de 37 anos)
  • Há casos de abortos de repetição, quando a paciente já teve 2 ou mais abortos
  • Falhas sucessivas em ciclos de fertilização in vitro.
  • Alterações de meiose dos espermatozoides
  • Pacientes que desejam aumentar as chances de gravidez, através da escolha mais precisa dos embriões

Aconselhamento Genético

Durante todo o tratamento de fertilização in vitro é imprescindível que a família seja acompanhada e aconselhada por uma equipe especializada, que tenha como objetivo o bem-estar da paciente e o sucesso do procedimento.

Por isso, a realização do PGD e o do PGS fazem parte de um programa que denominamos aconselhamento genético.

Ele tem como objetivo orientar em relação ao risco de doenças genéticas, permitir que tanto o paciente e a família entendam as informações médicas e decidam se querem fazer estes exames. 

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Equipe Médica Revisora do Texto

Dr. Ricardo Marinho, Dra. Hérica Mendonça, Dra. Leci Amorim, Dr. Fábio Peixoto, Dra. Luciana Calazans e Dr. Leonardo.