4 mitos sobre os tratamentos de infertilidade

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    Ainda hoje existem muitos mitos que cercam os tratamentos de infertilidade. Durante as consultas, é comum perceber que existem algumas dúvidas comuns que cercam os casais a respeito desse assunto.

    É importante ter fontes confiáveis para pesquisa e consultar um médico para verificar as informações recolhidas nas pesquisas.

    Para solucionar mitos sobre a infertilidade, escrevemos esse conteúdo para auxiliar você.

    Infertilidade: mulheres com ovário policístico não conseguem engravidar

    Mito

    O que acontece com frequência em casos de ovários policísticos é a anovulação crônica, o que significa que a mulher apresenta dificuldade para ovular de forma espontânea. Mesmo com a menstruação, em alguns ciclos, os óvulos não podem ser liberados.

    Porém, a ovulação pode ocorrer normalmente em alguns dos ciclos.

    É essa infrequência que torna a fecundação um pouco mais difícil. Contudo, as chances de engravidar nos meses em que ocorre ovulação é a mesma que qualquer mulher que não tenha ovário policístico.

    Sempre lembrando da necessidade de buscar um médico e fazer exames para buscar soluções que visam aumentar a fertilidade

    Quanto mais avançada a idade, mais difícil será para a mulher engravidar

    Verdade

    Antes de mais nada, é importante ressaltar que existem alguns tratamentos que visam prolongar a fertilidade e planejar o momento ideal da gravidez.

    Contudo, também é necessário dizer que o número de óvulos estocados pela mulher diminui progressivamente com o passar dos anos.

    Dessa forma, decresce a possibilidade de uma gravidez natural após os 35 anos da mulher. Caso exista o desejo de engravidar nesse momento da vida, é necessário buscar clínicas de fertilidade que ajudarão na ovulação do seu caso e indicarão melhor caminho.

    Quanto mais embriões utilizar, maiores as chances de sucesso

    Mito

    Existe vários fatores que influenciam no processo, contudo, a quantidade de embriões não será determinante.

    Principalmente devido às regras estabelecidas pelo Código de Ética do Conselho Federal de Medicina para o número de embriões que podem ser transferidos para o útero.

    O Conselho estabeleceu que mulheres com menos de 35 anos podem ter somente 2 embriões transferidos para o útero; de 35 a 39 anos, 3 embriões; e mais de 40, no máximo 4.

    Mulheres que já sofreram aborto têm dificuldade para engravidar

    Mito

    O fato de ter havido um aborto não é sinônimo imediato de dificuldade para engravidar.

    Porém, caso ocorra dois abortos seguidos, a condição passa a ser considerada aborto de repetição e requer investigação da genética do casal e de doenças sistêmicas, funções endócrinas e outros elementos tanto da mulher quanto do homem.

    E, mesmo assim, pode ser que a causa não seja descoberta.

    Abortos naturais são comuns e não necessariamente apontam para uma maior dificuldade para engravidar.

    Lembrando sempre de buscar um médico para realização de consulta especializada que forneça informações para uma avaliação individual e mais detalhada sobre as causas do aborto.

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