[Pró-Criar] Como se preparar para a consulta em uma clínica de Reprodução Assistida

O casal deve procurar uma clínica de Reprodução Humana quando ele já passou pelo processo de um ano tentando engravidar sem êxito, ou menos tempo quando já existem casos de infertilidade na família, ou quando a mulher já tem mais de 35 anos de idade.

Em muitos casos, o problema do casal é simples de ser corrigido, por isso não é necessário sofrer antes do tempo. Além disso, a procura por um especialista em reprodução serve exatamente para que o casal saiba o que está acontecendo e receba as orientações necessárias.

A infertilidade é um problema que atinge aproximadamente 15% da população, mas isso não é motivo para pânico. Graças aos avanços da medicina reprodutiva, dependendo da idade e dos procedimentos aceitos, cerca dea maioria dos casais que procuram uma clínica especializada em reprodução assistida acabam conseguindo engravidar.

Como sabemos que a primeira consulta é geralmente o momento mais tenso, preparamos esse post para apresentar como é a consulta com um especialista para que o casal chegue ao consultório preparado e tranquilo.

O que acontece na primeira consulta?

A primeira etapa de uma consulta na clínica de reprodução, o médico irá conversar com o casal e analisar todo o processoo seu histórico pessoal e familiar clínico do casal: casos de infertilidade ou menopausa precoce na família, tempo de tentativas de gravidez, tentativas anteriores de tratamentos de infertilidade, análise de exames anteriores.

O casal será avaliado individualmente, tanto o homem quanto a mulher serão investigados. Afinal, a infertilidade pode decorrer de um problema apenas de um dos parceiros, mas em muitos casos, ela é o resultado de uma associação de fatores de ambos. Portanto, é importante que os dois estejam presentes na consulta.

Nesta primeira consulta ainda não é possível saber qual será o melhor tratamento e chances de engravidar, isso somente será possível no retorno com exames. Após essa avaliação e com os resultados dos exames em mãos o casal voltará a consulta para ser discutido o melhor tratamento possível.

Resumindo, a primeira consulta serve para que o especialista entenda melhor o quadro do casal e saiba quais exames pedir para dar o diagnóstico ao casal, ou para confirmar a informação existente.

Quando será indicado um tratamento?

O médico só irá indicar o tratamento para o casal quando ele tiver todas as informações necessárias à sua disposição. Apenas com os resultados dos exames em mãos é que o especialista em reprodução assistida poderá efetuar um diagnóstico e prescrever o tratamento correto.

Os preços dos tratamentos são altos?

O preço dos tratamentos variam muito de caso para caso, por isso é tão difícil indicar um valor médio. Antes de preocupar-se com o custo do tratamento é melhor saber qual é a melhor solução para o seu caso.

O que levar para a primeira consulta?

Uma dúvida muito comum dos pacientes é o que levar para a primeira consulta. Por isso, indicamos levar:

  • Exames recentes relacionados à infertilidade, caso tenha.
  • Relatórios de cirurgias e tratamentos anteriores
  • Histórico menstrual,

Além disso, é fundamental que o casal leve todas as suas dúvidas sobre o assunto. Não é preciso ficar receosos ou com vergonha de fazer qualquer pergunta. Lembre-se que o tratamento seja um sucesso vocês precisam estar completamente comprometidos.

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Biópsia embrionária: entenda o que é e quando ela é necessária

Os procedimentos de reprodução assistida buscam aprimorar cada vez mais suas técnicas para aumentar a precisão e chances de sucesso. Dentro do tratamento de Fertilização in Vitro existe uma técnica chamada biópsia embrionária, na qual os embriões são analisados antes de serem inseridos no útero materno.

O procedimento também recebe o nome de Diagnóstico Pré-Implantacional (DPI) e tem como objetivo diagnosticar nos embriões a existência de alguma doença genética ou cromossômica antes de dar continuidade ao processo. Ao longo deste texto você entenderá como é feito o procedimento da biópsia embrionária e quando ela é necessária.

Biópsia embrionária: o que é

A Biópsia é um exame em que se observa qualquer mudança ou comportamento incomum das células humanas, como alteração da forma ou tamanho. No caso da DPI, ao observar as células é possível estudar os cromossomos presentes e avaliar se existe alguma alteração capaz de gerar falhas no tratamento ou aborto espontâneo.

Como é realizada

A biópsia pode ser realizada em embriões que estão em processo de clivagem e possuem 3 dias ou embriões em estágio blastocisto, que possuem 5 ou 6 dias. Nos dois casos, as células direcionadas são enviadas a um laboratório de genética que as analisa e oferece um resultado em 1 ou 2 dias.

 

  • Embriões de 3 dias

 

Durante o procedimento são analisados entre 5 e 9 cromossomos de uma célula retirada do embrião. São estudados os cromossomos mais comumente relacionados a malformações fetais e abortos espontâneos.

 

  • Embriões de 5 ou 6 dias

 

Em seu quinto ou sexto dia, o embrião já possui cerca de 100 células ou blastômeros, sendo possível a retirada de um maior número sem comprometer seu desenvolvimento. Neste procedimento são estudados os 24 cromossomos de mais de uma célula – entre 6 e 10.

Com o estudo de todos os cromossomos, é possível detectar algumas síndromes causadas por alterações no número ou forma dos mesmos, como a Síndrome de Down e a Síndrome de Turner. Também é possível analisar algum gene específico caso o casal seja portador de alguma doença genética, como a distrofia muscular.

Quando é necessária

A biópsia embrionária não é realizada em todos os tratamentos de Fertilização in Vitro. O procedimento é recomendado nos seguintes casos:

 

  • Idade materna avançada

 

Os óvulos gerados por mulheres com mais de 40 anos possuem mais chances de resultarem em embriões com malformação ou que venham a sofrer um aborto espontâneo.

 

  • Cariótipo alterado

 

Alterações nos cariótipos podem gerar repetidos abortos espontâneos.

 

  • Doença genética na família

 

Se algum dos futuros pais possui algum caso de doença genética na família é importante verificar se o embrião carrega o gene portador da doença.

 

  • Casais pertencentes à mesma família

 

Caso os parceiros pertençam à mesma família – como primos, tio(a) e sobrinho(a) de primeiro, segundo ou terceiro grau – é importante realizar o procedimento mesmo que não exista uma doença genética previamente conhecida.

 

  • Filhos anteriores com cromossopatias

 

Se o casal já possui um ou mais filhos com Síndrome de Down, Síndrome de Turner ou alguma outra cromossopatia.

 

  • Decisão final é do casal

 

Geralmente quando o casal se enquadra em um dos casos citados os profissionais recomendam que o procedimento seja realizado para aumentar as chances de gerarem filhos saudáveis, mas a decisão final cabe aos pais.

Um casal que não pertença a nenhum dos grupos indicados também pode optar por realizar a biópsia embrionária como medida preventiva. Porém o procedimento só é permitido por motivos de saúde e não para a escolha do sexo do embrião.

Riscos para o embrião

Com o avanço tecnológico, a precisão e eficácia do procedimento estão cada vez maiores. Porém existe um pequeno risco de que o embrião seja danificado durante o procedimento, atualmente esses riscos são muito baixos, correspondem a 5% dos casos.

Além do pequeno risco de perda embrionária não existe nenhuma contraindicação para a realização da biópsia.

Múltiplos embriões alterados

Caso o embrião analisado em laboratório contenha alguma anomalia é recomendado que sejam realizadas biópsias embrionárias até encontrar um embrião saudável.

Existem alguns casos em que são feitas diversas tentativas sem sucesso. Como estas situações geralmente estão relacionadas à idade ou problemas genéticos não há nenhum procedimento a ser feito para garantir o surgimento de embriões saudáveis e o indicado é recorrer à doação de óvulos.

Conclusão

O processo de reprodução assistida costuma ser um momento muita ansiedade na vida do casal, a expectativa de gerar um filho é grande e o desejo é de que o resultado positivo chegue o mais rápido possível.

Em um momento no qual as emoções estão à flor da pele, cada tentativa sem sucesso representa uma grande frustração, especialmente quando acontecem abortos espontâneos. A biópsia embrionária é um procedimento simples e rápido que oferece baixos riscos e costuma trazer mais segurança quanto à saúde dos filhos e chances de uma gestação de sucesso.

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7 principais dúvidas sobre Doação de Óvulos

A Doação de Óvulos tem se tornado um procedimento cada vez mais recorrente nas clínicas de reprodução assistida. O processo está relacionado ao tratamento de Fertilização in Vitro (FIV) e tem se popularizado, devido ao crescente número de casais homoafetivos e mulheres solteiras que desejam ter filhos.

O estilo de vida atual também contribui para estas estatísticas. Uma vez que as mulheres estão optando por ter filhos mais velhas quando a qualidade dos óvulos piora e a fertilidade cai. Alguns problemas causados pela pressão e correria do dia a dia, como estresse e insônia, também pode diminuir as chances de uma gestação natural.

Neste texto você vai encontrar respostas para as principais dúvidas sobre doação de óvulos: o que é, como funciona o procedimento, quem pode doar, quem precisa receber e se existem riscos.

  1. O que é doação de óvulos?

A doação de óvulos ocorre quando uma mulher cede alguns de seus óvulos para que eles sejam fecundados em laboratório e colocados no útero de outra mulher. Esta doação acontece de forma anônima no Brasil e a mulher que carregou o bebê é considerada sua mãe, não a doadora.

  1. Como acontece o procedimento?

O processo pode ser dividido em três etapas, sendo que as duas primeiras tratam da doadora e a terceira da receptora:

Indução da ovulação

A doadora deve passar por um processo que vai estimular os ovários e induzir a um maior recrutamento de óvulos. Para acontecer este estímulo são administrados medicamentos a partir do início do ciclo menstrual, e através de injeções subcutâneas, que agem diretamente nos folículos do ovário.

Coleta dos óvulos

Entre 6 e 14 dias depois do início da indução, são realizados exames de sangue e ultrassonografia para avaliar a evolução da ovulação da mulher. Caso a evolução esteja de acordo com o esperado será aplicado o hormônio de maturação e então acontecerá a coleta ou aspiração dos óvulos.

Durante a coleta dos óvulos uma agulha acoplada a um ultrassom transvaginal  é inserida dentro da vagina da mulher. A agulha perfura o ovário chegando aos folículos e lá aspira um líquido que contém os óvulos.

O processo costuma durar entre 20 e 30 minutos e conta com o uso de uma sedação anestésica, por isso deve acontecer em ambiente cirúrgico. Depois a paciente deve permanecer em recuperação até que passe o efeito da anestesia e permanecer o restante do dia em repouso.

Fecundação e transferência embrionária

Após a coleta, os embriologistas irá avaliar se o líquido retirado realmente possui óvulos e então alguns deles serão selecionados para a fecundação. No procedimento de doação de óvulos, a fecundação acontece em ambiente laboratorial e a evolução dos embriões gerados é observada pela equipe técnica.

Os melhores embriões são inseridos no útero materno e então a receptora deve esperar cerca de duas semanas para confirmar a gravidez.

  1. Quem pode doar óvulos?

Estão aptas para doar óvulos mulheres entre 18 e 35 anos com histórico genético saudável e que não possuam doenças transmissíveis. Deve ser realizada uma avaliação ginecológica completa que assegure a normalidade do aparelho reprodutor e também é recomendado uma avaliação psicológica, para se assegurar que a paciente realmente está tranquila e segura em relação a doação.

  1. Quem deve receber?

Mulheres com mais de 40 anos ou que já entraram na menopausa e desejam engravidar. Mulheres com quadros de falência ovariana ou que já passaram por diversos abortos ou que possuam doenças genéticas vinculadas ao óvulo.

Casais homoafetivos masculinos também podem receber óvulos de uma doadora, que serão fecundados e gerados no útero de outra mulher, o chamado útero de substituição.

5. Quanto tempo dura o processo?

Para a doadora, o processo tem início quando acontece a indução ovariana por meio de medicamentos e termina com a coleta dos óvulos, esse intervalo costuma durar entre 10 e 14 dias. No caso da receptora, podemos considerar que o processo vai desde a fecundação do óvulo recebido até a transferência embrionária e costuma demorar entre 12 e 15 dias.

  1. O processo é dolorido?

Durante a da coleta de óvulos a doadora estará sob o efeito de anestesia, portanto o procedimento será indolor. Algumas mulheres costumam sentir leves dores na região abdominal depois do procedimento, por isso é recomendável o repouso após a coleta e não fazer movimentos intensos ou exercícios pesados nos próximos dois dias. Para a receptora, a transferência embrionária é indolor.

  1. É necessário algum cuidado especial?

É importante que ambas as mulheres, doadora e receptora, levem uma vida saudável, o que envolve: ingerir muito líquido, alimentar-se a com qualidade, dormir boas horas por noite e evitar cigarro e álcool. É recomendável que a doadora evite relações sexuais enquanto está tomando os medicamentos e até voltar a menstruar depois da coleta. Já a receptora deve evitá-las desde a transferência do embrião até que receba o resultado do exame de gravidez.

Esperamos que as informações do texto tenham sanado às suas dúvidas sobre a doação de óvulos, é um procedimento simples que dura poucos dias e não causa danos à saúde de nenhuma das mulheres ou à fertilidade da doadora.

Para tornar o procedimento ainda mais simples, existe a opção da doação compartilhada, em que uma mulher que já está realizando o tratamento de Fertilização in Vitro doa alguns óvulos para outra.

Quer saber mais?

Leia mais sobre esse procedimento neste artigo!

Câncer e infertilidade: entenda qual é a relação

Submeter-se a um tratamento oncológico é um momento delicado e que requer cuidados especiais, principalmente para quem deseja ter filhos biológicos no futuro. Um dos efeitos colaterais do combate ao câncer através da quimioterapia e da radioterapia que pode surgir para alguns pacientes é a diminuição no potencial reprodutivo que atinge tanto homens, quanto mulheres, causando infertilidade.

Isso acontece porque esses tratamentos, ao destruírem as células tumorais, também podem atingir as células germinativas, responsáveis pela produção dos óvulos e dos espermatozoides. Há casos em que os pacientes podem até chegar a ficar estéreis. Felizmente, a medicina possui uma área de estudos e atuação multidisciplinar que tem como objetivo preservar a capacidade reprodutiva de pessoas que irão realizar tratamento contra o câncer, a oncofertilidade.

Qual procedimento deve ser utilizado nestes casos?

O procedimento mais comum consiste na preservação dos gametas feminino e masculino através de congelamento (criopreservação) antes do início do tratamento oncológico para uso futuro, quando for finalizado. Há, também, outras alternativas disponíveis, como o uso de banco de óvulos ou sêmen, e o útero de substituição, para quem não puder gerar.

Mas, é importante destacar que nem todo paciente submetido a um tratamento oncológico ficará infértil. O tipo de câncer e a sua localização no corpo, o tratamento escolhido e a sua intensidade, a idade do paciente e a sua capacidade fértil são alguns dos fatores que influenciam nesse processo. Por isso, é sempre importante uma avaliação cuidadosa de profissionais qualificados, que irão te auxiliar.

Quer entender mais sobre esse processo, e quais as opções de tratamento que melhor se encaixam na sua situação? Acompanhe, abaixo, o conteúdo que preparamos para você.

Criopreservação: congelando os gametas

O congelamento de óvulos e espermatozoides é uma técnica muito recorrente para pessoas que desejam ou precisam preservar os seus gametas para uso futuro. Para os pacientes oncológicos, é preciso que o procedimento seja realizado antes do início do tratamento.

Para as mulheres, o congelamento dos óvulos requer, antes de tudo, a análise da reserva ovariana e a estimulação dos ovários por meio de medicamentos. Esse procedimento induz uma maior produção de óvulos, que serão recolhidos por meio de um procedimento cirúrgico simples.

Como funciona o procedimento?

No laboratório, os óvulos são analisados e selecionados para que sejam congelados. Há a opção, também, da criopreservação do tecido ovariano, que consiste na coleta e congelamento de fragmentos de tecido do ovário para futuro transplante ou maturação dos folículos em laboratório. O procedimento pode ser realizado por meio de videolaparoscopia ou, quando for necessária, na própria cirurgia para o tratamento do câncer.

Os homens também precisam passar por uma avaliação de sua fertilidade antes de congelarem os seus espermatozoides. A coleta é realizada por meio de masturbação, e pode acontecer mais de uma vez, no intervalo de dois a três dias. Logo após, o sêmen é analisado e selecionado em laboratório para o congelamento.

Outros caminhos possíveis

Além da criopreservação, há outras opções para as pessoas que irão se submeter a tratamentos oncológicos. Ao receberem o diagnóstico, muitos pacientes não contam com o tempo necessário que requer o procedimento de criopreservação ou, simplesmente, preferem optar por outros métodos.

A cirurgia de elevação dos ovários é uma delas, e consiste em deslocar os ovários da direção dos raios da radioterapia em tratamentos realizados na região da pelve. Esse procedimento também precisa ser realizado antes do início do tratamento oncológico. Os homens contam com uma alternativa similar, que é a proteção dos testículos durante a terapia por radiação por meio de revestimento.

A supressão medicamentosa da função ovariana é uma opção para as mulheres que desejam recorrer apenas aos medicamentos. A técnica consiste em paralisar o funcionamento dos ovários para preservá-los durante o tratamento, e é realizada através da aplicação mensal de injeções.

Além disso, quando não é possível utilizar nenhum desses procedimentos, os pacientes podem, no futuro, recorrer a bancos de óvulos e sêmen de doadores anônimos e, até mesmo, a úteros de substituição. As técnicas de reprodução assistida oferecem uma extensa rede de tratamentos que podem ajudar a realizar a tão sonhada gravidez.

Crianças e adolescentes: preservar para o futuro

Para as crianças e os adolescentes que ainda não chegaram à puberdade, não há a possibilidade de coleta de óvulos e gametas, já que eles não os produzem. Contudo, há outras formas de preservação da capacidade reprodutiva para o futuro, como a proteção genital e pélvica através de mantas de chumbo, por exemplo. Converse com o seu médico e avalie as possibilidades.

Como é possível perceber, o diagnóstico de câncer, apesar de ser um momento delicado na vida de qualquer pessoa, não precisa ser fator impeditivo para aqueles que desejam realizar o sonho da maternidade e da paternidade biológica. É preciso ter calma nesse processo para que se possa avaliar quais as opções que melhor irão atender às suas necessidades. E a saúde reprodutiva não é assunto só de adulto, as crianças e os adolescentes também devem contar com cuidados especiais.

Quer saber mais?

Se você ficou com alguma dúvida ou gostaria de saber mais informações, entre em contato conosco. A Pró-Criar é uma clínica especializada em medicina reprodutiva e conta com uma equipe preparada para te ajudar.

Como se preparar para a consulta em uma clínica de Reprodução Assistida

O casal deve procurar uma clínica de Reprodução Humana quando ele já passou pelo processo de um ano tentando engravidar sem êxito, ou menos tempo quando já existem casos de infertilidade na família, ou quando a mulher já tem mais de 35 anos de idade.

Em muitos casos, o problema do casal é simples de ser corrigido, por isso não é necessário sofrer antes do tempo. Além disso, a procura por um especialista em reprodução serve exatamente para que o casal saiba o que está acontecendo e receba as orientações necessárias.

A infertilidade é um problema que atinge aproximadamente 15% da população, mas isso não é motivo para pânico. Graças aos avanços da medicina reprodutiva, dependendo da idade e dos procedimentos aceitos, a maioria dos casais que procuram uma clínica especializada em reprodução assistida acabam conseguindo engravidar.

Como sabemos que a primeira consulta é geralmente o momento mais tenso, preparamos esse post para apresentar como é a consulta com um especialista para que o casal chegue ao consultório preparado e tranquilo.

O que acontece na primeira consulta?

A primeira etapa de uma consulta na clínica de reprodução, o médico irá conversar com o casal e analisar todo o seu histórico pessoal e familiar clínico do casal: casos de infertilidade ou menopausa precoce na família, tempo de tentativas de gravidez, tentativas anteriores de tratamentos de infertilidade, análise de exames anteriores.

O casal será avaliado individualmente, tanto o homem quanto a mulher serão investigados. Afinal, a infertilidade pode decorrer de um problema apenas de um dos parceiros, mas em muitos casos, ela é o resultado de uma associação de fatores de ambos. Portanto, é importante que os dois estejam presentes na consulta.

Nesta primeira consulta ainda não é possível saber qual será o melhor tratamento e chances de engravidar, isso somente será possível no retorno com exames. Após essa avaliação e com os resultados dos exames em mãos o casal voltará a consulta para ser discutido o melhor tratamento possível.

Resumindo, a primeira consulta serve para que o especialista entenda melhor o quadro do casal e saiba quais exames pedir para dar o diagnóstico ao casal, ou para confirmar a informação existente.

Quando será indicado um tratamento?

O médico só irá indicar o tratamento para o casal quando ele tiver todas as informações necessárias à sua disposição. Apenas com os resultados dos exames em mãos é que o especialista em reprodução assistida poderá efetuar um diagnóstico e prescrever o tratamento correto.

Os preços dos tratamentos são altos?

O preço dos tratamentos variam muito de caso para caso, por isso é tão difícil indicar um valor médio. Antes de preocupar-se com o custo do tratamento é melhor saber qual é a melhor solução para o seu caso.

O que levar para a primeira consulta?

Uma dúvida muito comum dos pacientes é o que levar para a primeira consulta. Por isso, indicamos levar:

  • ·         Documento de identificação com foto.
  • ·         Em caso de convênio, leve a carteirinha.
  • ·         Exames recentes relacionados à infertilidade, caso tenha.
  • ·         Relatórios de cirurgias e tratamentos anteriores
  • ·         Histórico menstrual,

Além disso, é fundamental que o casal leve todas as suas dúvidas sobre o assunto. Não é preciso ficar receosos ou com vergonha de fazer qualquer pergunta. Lembre-se que o tratamento seja um sucesso vocês precisam estar completamente comprometidos.

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Inseminação Artificial: Conheça o tratamento!

A Inseminação Artificial(IA) é uma técnica de Reprodução assistida na qual os espermatozoidessão introduzidos na cavidade uterina através de um cateter. Dessa forma, a fertilização acontece dentro do corpo da mulher, assim como aconteceria naturalmente após uma relação sexual.

Mesmo sendo muito confundidos, a técnica de inseminação artificial é diferente da fertilização in vitro. Nesta, a união do óvulo ao espermatozoide é feita em laboratório, com a posterior colocaçãodo embriãono interior do útero da mulher.

A inseminação é chamada homóloga quando é utilizado o sêmen do parceiro e heteróloga quando utiliza um sêmen de doador anônimo (banco de sêmen)

Quando a Inseminação Artificial Homóloga é indicada

A inseminação é considerada uma técnica de baixa complexidade, indicada para alguns casos de infertilidade, sendo os principais:

  • Alteração leve ou moderada no espermograma. Alguns homens possuem uma concentração um pouco inferior de espermatozoides móveis. Nesses casos, a gravidez natural pode ser mais difícil, mas com a inseminação essa chance aumenta, pois há uma seleção dos espermatozóides móveis e sua colocação dentro da cavidade uterina, facilitando chegada ao local de fecundação
  • Infertilidade não muito prolongada, sem causa aparente (todos os exames normais) em mulheres jovens
  • Dificuldade do casal em realizar relações sexuais com penetração e ejaculação

Inseminação Artificial Intracervical e Intrauterina

Existem duas diferentes estratégias de inseminação artificial: a intracervical e a intrauterina:

Inseminação Artificial Intracervical

A inseminação artificial intracervical simula o que ocorre na relação sexual normal, ou seja, os espermatozoides são depositados diretamente no colo uterino.

Ela é indicada apenas quando não é possível haver a penetração vaginal pelo parceiro, como em casos de impotência sexual ou algum distúrbio, seja feminino ou masculino, que impeça essa etapa da relação sexual.

Inseminação Artificial Intrauterina

Na inseminação intrauterina os espermatozoides são injetados dentro do útero, aumentando significativamente as chances de seu encontro com o óvulo. Além de não exigir a presença do muco vaginal em quantidade e qualidade adequadas para a gravidez, como é necessário com a estratégia intracervical ou mesmo na relação sexual normal.

O que é preciso para realizar o procedimento

Para que a inseminação artificial seja realizada é preciso que a mulher tenha pelo menos uma trompa (tuba) uterina normal. Como a fertilização ocorre seu interior, é preciso que ela permita o encontro do óvulo com os espermatozoides.

No caso de mulheres que fizeram a laqueadura tubária e querem engravidar, o tratamento indicado é a fertilização in vitro. Ou, em casos selcionados, pode ser possível fazer cirurgia de reversão da laqueadura.

O homem deve possuir um sêmen com pelo menos 5 milhões de espermatozoides móveis progressivos por ml, avaliados previamente através do espermograma.

Homens que fizeram a vasectomia não podem realizar a inseminação artificial; nesses casos a gestação só é possível através de uma cirurgia de reversão da vasectomia ou do tratamento de fertilização in vitro.

Passo a passo da Inseminação Artificial

1. Estimulação ovariana (dura de 10 a 12 dias)

A inseminação pode ser feita durante o ciclo natural da mulher; no entanto, a sua eficácia aumenta com o uso de hormônios que induzem o desenvolvimento folicular múltiplo. Também é feito um controle da estimulação para evitar a produção de muitos óvulos e evitar o risco de gravidez múltipla.

Durante o período de estimulação, são realizadas entre 3 e 4 ultrassonografias para comprovar o crescimento e a evolução dos folículos.

2. Maturação final dos óvulos

Quando se comprova, por meio de ultrassom, que os folículos alcançaram o tamanho adequado, o procedimento de inseminação é programado para entre 24 e 36 horas após a administração de uma injeção do hormônio hCG que induz a maturação do óvulo.

3. Preparação do sêmen (demora cerca de 2 horas)

Duas horas antes da inseminação é realizada a coleta do sêmen na própria clínica por meio de masturbação. Após coletados os espermatozoides são preparados em laboratório, onde são selecionados aqueles com melhor potencial de fecundação.

4. Inseminação

Os espermatozoides selecionados são introduzidos no interior da cavidade uterina com o auxílio de um cateter, sem anestesia, pois é indolor e rápido.

Após esse procedimento o tratamento está concluído, e então inicia-se a espera para a confirmação da gravidez.

O teste de gravidez é feito 14 dias depois.

 

Outras informações sobre o procedimento:

  • As taxas de sucesso da inseminação artificial variam muito, dependendo da idade da mulher e das especificações de cada caso. De modo geral, as chances de sucesso do tratamento ficam entre 10 e 25%.
  • As chances de gestação múltipla dependem do número de óvulos liberados. Durante o tratamento é feito o controle através das doses de hormônios utilizados.
  • O procedimento pode ser cancelado caso haja mais que 4 folículos com mais de 18mm.
  • Os custos da inseminação artificial são bem mais acessíveis quando comparados com outros tratamentos como a fertilização in vitro, no entanto, ele não é o mais adequado para todo mundo. Por isso, é fundamental que cada caso seja avaliado por um especialista em reprodução humana.

E então? Conseguiu entender melhor o que é a inseminação artificial? Caso ainda tenha alguma dúvida sobre o tratamento é só deixar aqui nos comentários!

 

Gravidez por Produção Independente: Como funciona?

Com a permanência das mulheres no mercado de trabalho e a legislação que deixa clara a permissão de casais homoafetivos realizarem procedimentos de reprodução assistida, aumenta, a cada ano, o número de pessoas que procuram pelos serviços de produção independente.

No entanto, mesmo com o crescimento, ainda existem muitas dúvidas em torno da reprodução assistida. Quem pode se beneficiar dela? Como ela é possível? Qual é o passo a passo? São questões que, certamente, rodeiam a cabeça de muitas pessoas que procuram métodos alternativos de terem um filho.

Neste post, iremos esclarecer as principais dúvidas sobre o processo de produção independente.

 

O que é a Produção Independente? Quem se beneficia dela?

A produção independente é a maneira que as mulheres contam para engravidar sem a necessidade de um parceiro do sexo masculino. Ela é possível graças ao avanço das técnicas de reprodução assistida.

Com a ajuda da ciência, tanto mulheres que não possuem parceiros, quanto casais homoafetivos podem realizar o sonho de ter filhos a partir de uma produção independente. Mais à frente falaremos sobre cada um desses casos.

Na produção independente, o acompanhamento da gravidez começa bem antes dela acontecer, já no processo de gerar o embrião em um laboratório, ou seja, através da Fertilização in Vitro, que é a técnica de reprodução assistida mais utilizada nesses casos.

 

Como funciona um processo de produção independente?

Mulheres solteiras que querem ser mães

Uma mulher que deseja ter um filho sem um parceiro, irá precisar a ajuda de um banco de sêmen. O anonimato é a principal característica dessa doação: a lei brasileira não permite que o laboratório revele a identidade do doador e, tampouco, que ele saiba para quem o seu material foi doado. Assim, é garantido que ele não fará parte da família.

Você deve estar se perguntando se a mulher pode participar deste processo. Sim, ela pode. Antes de escolher, a futura mãe que optar pela produção independente consegue saber algumas características dos doadores, como altura, cor dos cabelos, dos olhos e da pele, tipo sanguíneo, profissão, origem étnica e hobby.

 

Coleta de Gametas

Para realizar a coleta dos gametas femininos, a mulher passa pelo processo de indução da ovulação, que é realizado com medicamentos. Caso ela tenha problemas na produção dos óvulos, ainda é possível realizar a FIV com a doação de ambos os gametas. O anonimato também é garantido à doadora e à receptora.

Após a coleta dos dos óvulos, é feita a fecundação em laboratório e o embrião é posicionado dentro do útero materno. Em cerca de 14 dias é possível realizar o exame que verifica o sucesso do procedimento e atesta a gravidez. No Brasil, é proibido por lei escolher o sexo da criança.

Casais homoafetivos femininos

Em 2013, o Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou uma resolução que passou a deixar clara a permissão de casais homoafetivos procurarem o procedimento de fertilização in vitro.

Para os casais formados por duas mulheres, o material genético masculino também vem da doação de sêmen. No entanto, é preciso escolher qual das duas futuras mães irá doar os óvulos e carregar o embrião.

Caso nenhuma das parceiras possua problemas de infertilidade, é permitida a gestação compartilhada, ou seja, uma das mulheres irá doar os óvulos e a outra carregará o embrião. Como a idade é um dos principais fatores que interferem na qualidade dos óvulos, é aconselhável que se opte pelo material da parceira mais jovem. A futura gestante, não deve ter probelmas médicos, nào sendo hipertensa, diabética, obesa ou epiléptica.

A doação por parte de um parente das parceiras não é permitida.

Casais homoafetivos masculinos

Os casais homoafetivos masculinos que optarem pela produção independente e pela FIV irão precisar da doação de óvulos e de um útero doado temporariamente para o procedimento de gravidez.

O CFM determina que a ovodoação deve ser feita por mulheres que estão em tratamento de reprodução assistida. O casal que irá receber os óvulos pode ajudar nos custos da indução da ovulação. Estes óvulos serão fertilizados pelo sêmen de um deles e, após a fecundação, o material é inserido em um útero doado temporariamente por uma parente consanguínea de até 4º grau (mãe, avó, irmã, tia ou prima).

 

Fertilização in vitro: o que é?

A fertilização in vitro é a técnica de reprodução assistida com as maiores taxas de sucesso, que variam de acordo com a idade da mulher. Criada na década de 70, ela surgiu para ajudar casais com problemas de infertilidade. Hoje, a FIV também é um processo de produção independente, sendo buscada por mulheres solteiras que desejam ter filhos e por casais homoafetivos.

Nos casos de produção independente, a FIV ocorre a partir da doação de sêmen ou da ovodoação – a doação de óvulos. Os materiais genéticos masculino e feminino são fecundados em laboratório e, após gerado o embrião, ele é transferido para o útero materno.

 

Qual é o próximo passo?

A Fertilização in Vitro, assim como todas as outras técnicas de reprodução assistida, deve ser realizada em uma clínica especializada em fertilidade e reprodução humana.

Quer saber mais?

Ao escolher a clínica para o seu tratamento é preciso ficar atento a uma série de aspectos que confirmam a qualidade dos profissionais. Para entender melhor como fazer essa escolha, não deixe de conferir o nosso artigo: Entenda o que considerar ao escolher uma Clínica de Reprodução Assistida.

Um sonho que se transformou em uma linda realidade!

Eu sempre pensei que, quando decidisse engravidar, rapidinho ia receber meu positivo, mas infelizmente não foi tão fácil como eu imaginava. Acho que essa é a realidade de muitas pessoas, mas que, a gente passa a conhecer, só depois que o tempo começa a passar, pois ainda pouco se fala sobre dificuldade para engravidar.

Eu sempre planejei tudo na minha vida, estudar, me formar, namorar, noivar, comprar a casa própria, casar, engravidar era mais um objetivo a alcançar. Foi então que parei de tomar pílula e ficamos só aguardando o teste de gravidez positivo. Só que o tempo foi passando, passando e nada. Voltei a ginecologista que sempre me dizia que estava tudo normal, que demorava mesmo. Até que 8 meses depois resolvi consultar uma 2a opinião, aí encontrei uma médica que me pediu vários exames e o espermograma do meu marido e com isso descobri que nem ovulando eu estava. Afinal, como eu ia engravidar sem ovular?!

Tratei a falta de ovulação, aprendi tudo sobre temperatura, muco, período fértil, agora tudo certo. Mas o tempo continuava passando e nada. Então minha médica propôs fazer uma avaliação mais detalhada, fiz histerossalpingografia, mais exames e tudo normal. Até que chegamos a uma videolaparoscopia diagnóstica, em que foi diagnosticada uma endometriose grau II, que foi cauterizada no procedimento.

Bom, agora era só aproveitar, namorar e esperar o belo positivo, mas o tempo continuava me pregando peças, e como não engravidava, minha médica sugeriu a consulta com um especialista em reprodução humana. A especialista, avaliou tudo e sugeriu um pouco mais de paciência, fazer alguns ciclo com indutor de ovulação e controle com ultrassom, para depois pensar em um tratamento mais complexo. No 2o ciclo com indução tive um cisto e acabei ficando 90 dias sem menstruar com afinamento do endométrio.

Já tinham se passado mais de 2 anos da nossa decisão de ter um filho e, com esse novo problema, desanimei de vez, pensei em desistir. Tive que tomar anticoncepcional para tratar o cisto, e a ideia era fazer uma nova tentantiva quando tudo estivesse resolvido. Quando o cisto sumiu, eu parei de tomar o anticoncepcional e eu e meu marido achamos melhor parar por um tempo com os tratamentos. Foi então que um pouco mais de um mês depois, me dei conta que estava com a menstruação atrasada. Nossa, já foi um desânimo total, achei que tinha desregulado hormônios, tinha formado outro cisto, …, pensei em tudo que foi hipótese, menos em gravidez.

Com a insistência da minha médica fiz o teste de sangue, no outro dia fui para internet ver o resultado, já esperando levar um grande negativo, mas aí vi um número, que eu não sabia se era 1 vírgula alguma coisa ou mil e alguma coisa, mandei para médica e ela confirmou, nosso positivo finalmente havia chegado, depois de dois anos e meio de muita luta, era até difícil acreditar.

E hoje nosso sonho, que virou uma linda realidade, chamada Giovana, e já tem 9 anos.

Então a mensagem que quero deixar, para vcs que também estão em busca desse sonho, é nunca desistam! Por mais difícil que possa parecer, todo o esforço vai valer a pena, acredite!

E foi por tudo isso que vivi, que me motivei a tentar entender um pouco mais sobre o assunto e comecei a escrever para tentar ajudar outras mulheres que também passam por essas dificuldades, essas fases que vão Da Fertilidade à Maternidade.

 

Alê Nunes, mãe e blogueira do Da Fertilidade à Maternidade

Tratamentos Para Engravidar: Conheça os Principais Serviços oferecidos pela Pró-Criar

A Pró-Criar é uma clínica especializada em medicina reprodutiva. Nossa missão é possibilitar a gravidez, de forma acolhedora, através da excelência do conhecimento, para o bem estar do ser humano.

Com o nosso trabalho, queremos ajudar você durante todo o processo de reprodução assistida, oferecendo os tratamentos necessários além de acompanhamento médico e psicológico, para que você se sinta acolhido.

Hoje, te convidamos a conhecer alguns dos serviços oferecidos por nossas clínicas. Separamos as informações mais relevantes dos principais serviços prestados. Saiba mais sobre eles abaixo!

 

O que é Fertilização in Vitro?

A Fertilização in Vitro nomeia situações nas quais a fertilização acontece fora de um sistema vivo, mais precisamente em recipientes de vidro, de onde vem a expressão em latim in vitro (no vidro).

Em casos de reprodução assistida com técnicas de Fertilização in Vitro, são recolhidos gametas para que a fecundação seja feita por profissionais e em laboratório. Após fecundados, os embriões são transferidos para o útero da mulher.

 

Como funciona a Inseminação Artificial?

A diferença entre a Inseminação Artificial e a Fertilização in Vitro é que, no primeiro caso, a fertilização acontece no organismo materno; já no segundo, a fertilização acontece em laboratório.

Também chamada de inseminação intrauterina (IIU), a técnica de reprodução assistida consiste em depositar o sêmen dentro da cavidade uterina. A técnica é considerada de baixa complexidade entre as indicações para mulheres que possuam distúrbios de ovulação, ou seja, que não ovulam de maneira adequada e homens com sêmen que seja levemente alterado.

Apesar de bastante parecidos, as indicações quanto a realizar a Fertilização in Vitro ou a Inseminação Artificial, variam a cada caso e você deve conversar com seu médico sobre isso.

 

O que é a Oncofertilidade?

A oncofertilidade é uma área da medicina que se dedica a preservar a fertilidade de pacientes oncológicos, ou seja, pessoas que irão realizar algum tratamento contra o câncer, possam preservar a sua fertilidade.

Um paciente oncológico pode perder a sua capacidade fértil ao realizar tratamentos que ministram muitas doses ou seções de quimioterapia e radioterapia. Além disso, outras pessoas podem ficar estéreis quando, por necessidade médica, alguma cirurgia é feita na região da pelve, porque é nesta região que os órgãos reprodutores ficam localizados.

Existem tratamentos para preservar gametas masculinos e femininos (espermatozoides e óvulos) antes do tratamento oncológico para serem usados futuramente.

 

Como é feita a Criopreservação?

Pacientes que necessitam que suas células sejam preservadas a longo prazo, podem recorrer a criopreservação. A técnica permite que as células que serão preservadas sejam congeladas, assim suas características serão mantidas.

Em se tratando de questões reprodutivas, a criopreservação é utilizada para congelar óvulos, espermatozoides e embriões. Desta forma, o paciente que tiver seu material genético congelado, poderá usá-lo futuramente e realizar tratamentos de reprodução assistida.

Para realizar a técnica e criopreservar espermatozóides, é necessário que eles sejam recolhidos por meio de masturbação, e em seguida avaliados, preparados e congelados.

No caso de óvulos, a mulher que realizará o tratamento para engravidar será submetida a uma estimulação ovariana. A estimulação acontece por medicamentos e depois disso os folículos ovarianos são aspirados por via vaginal. Depois dos óvulos coletados eles serão congelados.

Por fim, para casos de criopreservação de embriões, o que acontece é um processo bastante semelhante a criopreservação de óvulos. As diferenças ficam por conta da fertilização, pois depois que a ovulação é induzida por medicamentos, os óvulos são recolhidos, fertilizados por espermatozóides e então os embriões serão congelados.

 

E quais são as possibilidades para Casais Homoafetivos?

Casais homoafetivos também podem recorrer à técnicas de reprodução assistida como tratamento para engravidar. As opções variam para casais de homens ou de mulheres, podendo ser utilizadas técnicas de Inseminação Artificial ou de Fertilização in Vitro. Entenda melhor as possibilidades para casais homoafetivos.

 

Casais Femininos

Os casais femininos podem optar entre realizar a Inseminação Artificial ou a Fertilização in Vitro, já os casais masculinos têm a Fertilização in Vitro com útero de substituição como única opção.

De exclusividade dos casais femininos, para o processo de Inseminação Artificial é necessário que as parcerias obtenham sêmen doado através de um banco de sêmen, com doador anônimo.

Caso optem pela Fertilização in Vitro, as mulheres terão mais duas opções. No primeiro caso, as duas parceiras participam do processo. Uma delas terá o seu óvulo recolhido e fecundado enquanto a outra continuará a gravidez, tendo o óvulo fecundado colocado em seu útero. No segundo caso, apenas uma das mulheres irá ter seu óvulo fecundado e ela mesma continuará a gravidez gerando o bebê.

 

Casais Masculinos

Já em casais masculinos, os óvulos serão obtidos de doadora anônima e fecundados com o sêmen de um dos parceiros. Depois da fecundação, o embrião será transferido para a doadora temporária do útero que irá gestar o bebê.

 

Quais são os outros tratamentos oferecidos pela Pró-Criar?

Além dos tratamentos acima, a Pró-Criar possui diversas outras opções que poderão te auxiliar no sonho de ter um bebê. Aproveite para ler depoimentos de famílias que passaram por tratamentos para engravidar.

Os tratamentos oferecidos se dividem em possibilidades para mulheres e para homens. são elas:

 

Tratamentos Femininos

  •         Fertilização in vitro (FIV)
  •         Fertilização in vitro com injeção de espermatozoides (ICSI)
  •         FIV/ICSI com Congelamento/ Criopreservação
  •         FIV/ICSI com Doação de Óvulos
  •         FIV/ICSI com Casais Homoafetivos
  •         FIV/ICSI com Útero de Substituição
  •         Diagnóstico Genético Pré-Implantacional (PGS/PGD)
  •         Inseminação Artificial Homóloga
  •         Inseminação Artificial Heteróloga

Tratamentos Masculinos

  •         Biópsia Testicular (TESE)
  •         Punção de Epidídimo ou Aspiração Percutânea (PESA)
  •         Biópsia Microcirúrgica (Micro TESE)
  •         Aspiração Microcirúrgica (MESA)
  •         Aspiração Percutânea (TESA)

 

Qual Tratamento para Engravidar é ideal para mim?

 

Como vimos, existem diversos tipos de tratamento para engravidar em cada situação específica. Para isso, é necessário marcar uma conversa com um de nossos Médicos Especialistas, que irá te indicar o melhor tratamento para suas necessidades e momento de vida. Fique à vontade para agendar uma consulta com um de nossos médicos.

 

Vale a pena fazer a Fertilização in Vitro em Belo Horizonte?

Uma opção para as pessoas e casais que, por algum motivo, não conseguem ou possuem dificuldades em engravidar é a Fertilização in Vitro. Por meio deste método as pessoas inférteis têm a chance de ter filhos.

O tratamento de reprodução assistida está cada vez mais comum, principalmente nas capitais brasileiras. São diversas clínicas médicas especializadas nas técnicas de Fertilização in Vitro. Consequência deste campo com tantas opções é a dificuldade de escolher um local para realizar o tratamento.

A capital mineira acaba sendo um lugar ótimo para fazer a Fertilização in Vitro. Belo Horizonte é o endereço de diversas clínicas especializadas em reprodução assistida e no post de hoje iremos mostrar as vantagens e cuidados financeiros que se deve ter antes de escolher esta cidade para realizar todo o tratamento, que leva cerca de 30 dias.

 

O tratamento

O primeiro passo é a indução da ovulação para se obter um número grande de óvulos. Esse processo dura de 10 a 14 dias e é seguido pela punção ovariana por via vaginal e para coleta dos óvulos sob anestesia.

A transferência embrionária, fase em que o embrião será transferido ao útero, ocorre após a punção e pode durar 2 a 6 dias. O tempo desta etapa pode variar, ocorrendo um mês depois da punção, dependendo do caso. O teste de gravidez, que define o sucesso do tratamento, acontece cerca de 12 dias posteriores à transferência.

Todo o tratamento pode levar um mês.

 

Opções de clínica

Em Belo Horizonte são várias clínicas onde a Fertilização in Vitro pode ser realizada. É válida devida precaução quanto à qualidade da clínica, conferindo serviços disponibilizados e atendimento ao cliente.

Indica-se uma pesquisa que facilite a parte de selecionar uma clínica para a realização do tratamento. Uma dica é optar por locais onde todos os profissionais em serviço apregoem pelo bem-estar do paciente e envolvidos. A equipe inteira precisa se preocupa com a realização, estabelecendo um ambiente confortável para todos pacientes.

A pesquisa pode incluir uma avaliação de seu médico de confiança, contato por telefone, comunicação por e-mail e análise do serviço. Neste estudo, uma boa sugestão é checar as opiniões de antigos pacientes e serviços extras da clínica, como o Apoio Emocional, presente nas melhores clínicas de reprodução assistida.

 

Valores

Um critério muito importante para os pacientes é o econômico. Este fator financeiro é de grande relevância e precisa estar claro antes do início do processo, afinal, ninguém gosta de dívidas inesperadas.

O valor do tratamento costuma ser fixo, variando somente quando se trata de rémedios que o paciente pode necessitar tomar. Esta variação é tratada com muita clareza em clínicas onde os médicos e a equipe são bem instruídos.

Os valores financeiros não estão envolvidos somente com a clínica, afinal, implicam também a permanência na cidade de Belo Horizonte. Seguiremos com algumas dicas de como calcular os gastos a serem feitos durante o tratamento.

 

A estadia

O paciente pode optar por passar alguns dias na casa de um parente próximo ou de um amigo que more na cidade ou na região metropolitana de Belo Horizonte, afinal, o deslocamento das cidades integrantes deste grupo até a capital mineira é relativamente pequeno e pode ser feito em poucos minutos.

Caso não tenha este amigo ou familiar, uma acomodação bastante acessível são os hosteis que estão espalhados por Belo Horizonte. Neste caso, cheque a avaliação do lugar em sites voltados para o assunto. Uma outra opção é o aluguel temporário, facilitado por meio de aplicativos e empresas focadas neste tipo de hospedagem. Nestes dois casos, indica-se locais próximos à clínica escolhida, evitando assim gastos com o deslocamento.

 

O Deslocamento

Belo Horizonte conta com uma mobilidade realizada por ônibus especiais que fazem baldeações em várias estações e pontos espalhados pela cidade. Este serviço é o Move, que integra a cidade inteira e facilita o transporte por um preço baixo. Plataformas como o Google Maps indicam de maneira precisa qual o caminho e ônibus você deve pegar para chegar de um lugar a outro, ajudando quem não conhece muito bem os caminhos e ruas de BH.

Caso seja mais cômodo, o paciente pode realizar o trajeto até a clínica em seu próprio automóvel ou até mesmo chamando um táxi ou um Uber.

 

A Alimentação

O paciente precisa estar alimentando-se de forma saudável durante o tratamento, por isso este fator é muito importante.

Belo Horizonte é uma cidade altamente gastronômica. Existem diversas opções de boas comidas por um preço justo em toda a cidade. Comidas típicas mineiras costumam atrair pelo cheiro e sabor inigualáveis, então use o tempo na cidade para experimentar o melhor desta comida.

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